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PAS DE DRAPEAU TRICOLEUR CHEZ BASTILLE – LA FETE DES SANS PAPIERS

6 de maio de 2012

6 MAI BASTILLE

A FOTO DO FATO

22 de abril de 2012

=

ISTO SIM É GOSTAR DE PROTESTAR:

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QUADRILHA DO ZÉ DIRCEU LIVRE E SOLTA

=

MINISTRO TOTALMENTE SEM ARGUMENTO, JOAQUIM BARBOSA ACUSA SEUS COLEGAS DE:

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NUNCA ESQUECEREMOS QUE A TURMA DA DILMA MATOU O MÁRIO:

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FIM DAS FAVELAS QUE ABRIGAM CRIME E CRACOLANDIA:

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DIGA NÃO AO DESARMAMENTO DOS HOMENS DE BENS; CONTRA O MONOPÓLIO DE USO DE ARMAS PELOS BANDIDOS:

=

 

 

Radio host Rush Limbaugh says President Obama and officials in his administration are intentionally stoking racial chaos in America in connection with the Trayvon Martin case.

11 de abril de 2012

by Joe Kovacs

Joe Kovacs, executive news editor for WND, is an award-winning journalist and author of the forthcoming book.

Radio host Rush Limbaugh says President Obama and officials in his administration are intentionally stoking racial chaos in America in connection with the Trayvon Martin case. 

“There’s no question that the White House wants this kind of chaos and unrest in the culture,”

Fastshop.com.br/ListaCasamentoHis comments came moments before the Washington Post reported Florida special prosecutor Angela Corey planned to announce she is charging neighborhood watch volunteer George Zimmerman in the shooting of Martin. 

Limbaugh said the situation is “a powder keg waiting to go off,” and that “nobody that I see is doing anything to try to make sure that powder keg doesn’t explode.” 

He added: “If in the White House they wanted to cool this down, which they should do, they could do it. All it would take … would be Obama addressing the nation to calm this down, and then speaking about it in genuine American terms, not racial terms. If they wanted tot do that, they could. Other presidents have. It’s not happening here.” 

Limbaugh says the White House has determined “it is helpful for Obama’s re-election because they believe that they can tie all of this to the existence of Republicans and conservatives, that the racial problems exist because of never-ending racism of the right, never-ending racism of Republicans. And that’s why George Zimmerman in the New York Times is called a white Hispanic.

 There are people un the race industry who became excited that this event took place because it allowed them to carry forward with their template, that we still are a nation, essentially, with slaves. You couple that with what I think is a chip on Obama’s shoulder about the founding of the country, the engrained discrimination, his anger over it, his opportunity now here to finally make it right.” 

Martin, 17 and unarmed, was shot and killed Feb. 26 by Zimmerman, who said he was acting in self-defense after getting his bashed by Martin. Police in Sanford, Fla., where the shooting took place, initially did not charge Zimmerman, based on the state’s “stand your ground” law.

13 de fevereiro de 2012

Reinaldo Azevedo em texto brilhante. Diga não aos comunistas na Universidade, não deixe que greves estragem o estudo de seus filhos.

11 de novembro de 2011

11/11/2011

às 15:19

TAMBÉM A UNIRIO PODE SE LIBERTAR DOS SEUS SEQÜESTRADORES

No dia 30 de novembro, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) elege a nova diretoria do DCE. Também lá há uma chapa de ESTUDANTES DE VERDADE, a exemplo de muitos que me lêem. O que é um estudante de verdade?
- O estudante de verdade entende que a universidade não deve ser usada para fortalecer partidos.
- O estudante de verdade acredita no pluralismo.
- O estudante de verdade não se impõe na base do berro e da manobra.
- O estudante de verdade estuda.

Isso significa que o ESTUDANTE DE VERDADE não é da esquerda organizada. Ou alguém já viu algum esquerdista na universidade que não transforme a instituição em mero aparelho, não tente silenciar a divergência e não se imponha na base da truculência?

Também os estudantes da Unirio têm a chance de se livrar dos seus algozes VOTANDO NA UNIRIO LIVRE, A CHAPA 3, que expõe seu credo:
“Meritocracia, livre iniciativa, liberdade de pensamento, não ao marxismo farofeiro, contra esta hegemonia de pensamento esquerdista que seqüestrou o ambiente universitário, amordaçou a academia e transformou o ideal de uma ‘zona livre de idéias’ num engodo.”

À maioria silenciosa da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, lembro trecho do Manifesto:

“Eles dizem que “um outro mundo é possível”. Atuam como se, de fato, houvesse dois mundos. E há apenas um: é este em que vivemos. Ele tem de ser transformado, reformado, mudado, aprimorado. E nós sabemos que isso custa dedicação, estudo, esforço, trabalho, talento, dinheiro.
Não, eles não se dedicam!
Não, eles não se esforçam!
Não, eles não trabalham!
Não, eles não têm talento!
Sim, eles desperdiçam dinheiro público!

E NÓS JÁ ESTAMOS COM O SACO CHEIO DELES!”

Decida, aluno da Unirio: liberdade ou sujeição; resolução de problemas ou gritaria histérica e inútil.

Por Reinaldo AzevedoTags:

11/11/2011

às 6:44

UM MANIFESTO DIRIGIDO ÀS MOÇAS E AOS MOÇOS LIVRES DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS. A MAIORIA SILENCIOSA COMEÇA A DIZER O QUE QUER

O dia 10 de novembro de 2011 pode entrar para a história do ensino superior no Brasil. Nesse dia, os alunos das Letras da USP se libertaram dos seus algozes, da minoria que tiraniza a maioria, e devolveram aos estudantes o prédio que abriga o seu curso e que havia sido privatizado por seitas e partidos políticos. Publico o vídeo mais uma vez. Ele tem de ser visto, revisto, reproduzido Brasil afora como exemplo. A maioria silenciosa da USP começa a acordar, como já acordou a da Universidade de Brasília. Pode ser o sinal de uma nova aurora da universidade pública brasileira: voltada para o ensino, interessada na pesquisa, dedicada a formar profissionais que têm pela frente a tarefa gigantesca de fazer do Brasil um país mais justo para o seu povo e de exercer com dignidade a profissão que abraçaram. Vejam ou revejam. Volto depois.

Moças e moços das universidades públicas dos Brasil,

- Eles dizem que querem mudar o mundo e que vocês são alienados ou reacionários. Mas que utopia é essa que não reconhece o direito de escolha dos que deles discordam?

- Eles dizem que querem mudar o mundo e que vocês são alienados ou reacionários. Mas como podem falar em nome da justiça se os ídolos que adoram mataram 25 milhões na URSS, 70 milhões na China, 3 milhões no Camboja, 100 mil em Cuba (incluindo os que morreram afogados tentando fugir do “paraíso”)? Como ousam discursar sobre uma montanha espantosa de cadáveres?

- Eles dizem que querem mudar o mundo e que vocês são alienados ou reacionários. Mas como podem falar em fraternidade se fazem pouco caso do esforço de quem estuda, de quem trabalha, de quem se dedica, de quem se esforça? Por que eles os odeiam tanto?

- Eles dizem que querem mudar o mundo e que vocês são alienados ou reacionários. Mas como podem falar em igualdade se, nas assembléias, eles lhes cassam o direito à palavra, ao voto, à opinião?

- Eles dizem que querem mudar o mundo e que vocês são alienados ou reacionários. Mas como podem falar em nome da democracia se reivindicam que a universidade seja considerada um território apartado do Brasil, recendendo ao mais odioso preconceito aristocrático?

Não, moças e moços!

Eles odeiam a Justiça. Ou não fariam o que fazem.
Eles odeiam a fraternidade. Ou não fariam o que fazem.
Eles odeiam a igualdade. Ou não fariam o que fazem.
Eles odeiam a democracia. Ou não fariam o que fazem.
Eles odeiam, em suma, a liberdade, que é, e será sempre, a liberdade de quem pensa diferente, como afirmou, aliás, uma pensadora que eles dizem respeitar.

Tenho a ousadia de, simbolicamente, unir-me a vocês e falar na primeira pessoa do plural. Ficarei aqui no canto, quieto, eu prometo, com os meus 50 anos, aplaudindo a sua juventude! Mas falarei de “nós”.

Nós defendemos o estado democrático e de direito. E, por isso, eles nos chamam “fascistas”.
Nós defendemos a Constituição democrática da República Federativa do Brasil. E, por isso, eles nos chamam “fascistas”.
Nós defendemos o império da lei. E, por isso, eles nos chamam fascistas.

Ao longo dos anos, eles foram se aproveitando de nossas fraquezas, de nossa tolerância, de nossa boa-vontade, de nossa boa-fé, de nosso amor pelo diálogo, de nossa crença na racionalidade, de nossa dedicação ao estudo, de nosso apreço pelo trabalho, de nosso esforço para fazer o que fazem todas as mulheres e os homens livres nos países livres: lutar para melhorar de vida, para realizar sonhos, para crescer profissionalmente.

Para eles, somos “conservadores”, “arrivistas”, “direitistas”, “insensíveis”, “desprezíveis”. Para eles, Felipe de Ramos Paiva, brutalmente assassinado no campus, é que estava no lugar errado. Suas simpatias ideológicas estão com os algozes do morto.

Eles dizem que “um outro mundo é possível”. Atuam como se, de fato, houvesse dois mundos. E há apenas um: é este em que vivemos. Ele tem de ser transformado, reformado, mudado, aprimorado. E nós sabemos que isso custa dedicação, estudo, esforço, trabalho, talento, dinheiro.
Não, eles não se dedicam!
Não, eles não se esforçam!
Não, eles não trabalham!
Não, eles não têm talento!
Sim, eles desperdiçam dinheiro público!

E NÓS JÁ ESTAMOS COM O SACO CHEIO DELES!

Não suportamos mais que nos digam o que fazer das nossas vida se, visivelmente, não sabem o que fazer das suas próprias!
Não suportamos mais que nos digam para onde deve ir a universidade se passam anos ocupando uma vaga na instituição sem concluir o curso.
Não suportamos mais pagar tão caro por suas utopias baratas.

NÃO PODEMOS MAIS SER TIRANIZADOS POR CHUPINS QUE NADA PRODUZEM E QUE VIVEM DO “ESTADO BURGUÊS” QUE DIZEM DETESTAR.

Poder filiar-se a um partido é uma conquista democrática. Mas quem faz de uma instituição aparelho de seu partido gosta é de ditadura.

É preciso deixar claro que essa gente não nos representa.

Não aceitamos mais que nos imponham o seu socialismo!
Não aceitamos mais que nos imponham os seus heróis!
Não aceitamos mais que nos imponham os seus hábitos!
Não aceitamos mais que nos imponham os seus vícios!
Não aceitamos mais que nos imponham suas idiossincrasias!
Não aceitamos mais que nos imponham suas esquisitices!
Não aceitamos mais que privatizem o espaço público em nome de sua causa!

A foto abaixo traz alguns deles, felizes, a caminho da delegacia, na manhã de terça . Vejam com atenção:

VANGUARDA DO RETROCESSO – Maiorias silenciosas da USP e das universidades brasileiras, respondam: vocês se sentem representadas por eles? Você encontram neles a sua ética? Vocês encontram neles a sua estética? Representam eles o futuro? Não lhes parece que eles são a vanguarda da década de… 60? (Foto: Adriano Vizoni, da Folhapress)

A Universidade de São Paulo é um patrimônio de todos os paulistas e dos brasileiros dos demais estados que a escolheram para realizar seus sonhos, seus anseios e suas utopias, sempre respeitando os direitos da comunidade uspiana, garantidos por um Estatuto, pela Constituição do Estado, pela Constituição da República Federativa do Brasil e por outros códigos legais.

Declaramos, assim, que não há diferença entre os que usam a USP — e o mesmo vale para todas as universidades públicas do Brasil — para fortalecer seus próprios partidos e seitas e os larápios da República que estão sendo denunciados pela imprensa.

A malversação do dinheiro público será sempre um roubo, seja para o enriquecimento pessoal, seja para fortalecer grupos ideológicos. Rouba o dinheiro dos paulistas que sustentam a USP aqueles que abusam de sua condição de aluno, de professor ou de funcionário para impor uma pauta política alheia aos objetivos da universidade.

CHEGA! É POR ISSO QUE ESTAMOS DIZENDO A ELES: “NÃO, VOCÊS NÃO PODEM!”

NÃO PODEM MAIS!

É POR ISSO QUE UMA RESPOSTA TEM DE SER DADA NOS CURSOS, COMO FIZERAM OS ALUNOS DAS LETRAS, E NAS URNAS.

Entre os dias 22 e 24, haverá eleição para o DCE. A maioria silenciosa que começa a se manifestar pode pôr um fim à ditadura. Mulheres e homens morreram para que o Brasil fosse um país livre. Não vamos permitir que meia-dúzia de aloprados, de “burgueses do capital alheio”, solapem os direitos que garantem a nossa dignidade.

Vamos dizer “não” aos verdadeiros fascistas!NAO REINALDO ELES SÃO COMUNISTAS.

Vamos dizer “sim” à USP e à universidade pública.

Por Reinaldo Azevedo

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PL – 122 e Marta Suplicy e a Igreja Católica

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Porque a CNBB e o Vaticano não se importam com o genocídio de cristãos no mundo?

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Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do oriente

Nosso Mundo: Os cristãos esquecidos do oriente

Caroline B. Glick (Jerusalem Post)
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição de cristãos no mundo islâmico.
Na noite de domingo (09/10/2011), cristãos coptas egípcios organizaram o que era para ser uma vigília pacífica em frente à sede da emissora de TV estatal em Cairo. Os mil manifestantes representavam a antiga comunidade cristã de cerca de 8 milhões de pessoas, cuja presença no Egito precede a dominação islâmica em várias séculos.
Eles se reuniram no Cairo para protestar contra os recentes incêndios criminosos de duas igrejas por quadrilhas de muçulmanos, e contra a rápida ascensão da violência (com apoio do governo) contra cristãos por grupos muçulmanos desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak, em fevereiro.
De acordo com fontes coptas, os manifestantes foram cercados por agressores islâmicos, que rapidamente ganharam suporte de forças militares. Entre 19 e 40 cristãos coptas foram mortos por soldados e agressores muçulmanos. Foram atropelados por veículos militares, linchados, baleados e arrastados pelas ruas do Cairo.
A emissora estatal relatou apenas que três soldados haviam sido mortos. De acordo com a agência Ahram Online, os soldados atacaram os estúdios da emissora de TV al-Hurra na noite de domingo para bloquear a transmissão de informações sobre o ataque militar contra os cristãos coptas.
Ao que parece, a tentativa de controle de informações sobre o que aconteceu funcionou. As notícias na segunda-feira sobre a violência deram poucos sinais da identidade dos mortos ou feridos. É certo que não contaram a história do que realmente aconteceu domingo à noite no Cairo.
Em outro evento, o patriarca católico maronita do Líbano, Bechara Rai, gerou polêmica há duas semanas.
Durante uma visita oficial a Paris, Rai alertou o presidente francês Niolas Sarkozy que a queda do regime de Assad na Síria seria um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas. Hoje a oposição, que tem apoio do Ocidente, é dominada pela Irmandade Islâmica. Rai alertou que a exoneração do presidente Bashar Assad poderia levar a uma guerra civil e ao estabelecimento de um regime islâmico.
No Iraque, a insurgência patrocinada pelo Irã e pela Síria que se seguiu à derrubada pelos americanos do regime baathista de Saddam Hussein, em 2003, promoveu uma guerra sangrenta contra a população cristã do Iraque. Este mês marca o primeiro aniversário do massacre de 58 fieis em uma igreja católica em Bagdá. Na década passada havia 800 mil cristãos no Iraque. Hoje, são apenas 150 mil.
Sob o antigo império persa, os cristãos tinham mais ou menos liberdade para praticar sua religião.
Hoje os cristãos iranianos estão sujeitos a caprichos de soberanos muçulmanos, que não conhecem outra lei a não ser a da supremacia islâmica.
A situação do pastor evangélico Yousef Nadarkhani é um exemplo. Ele foi preso há dois anos, julgado e condenado à morte por apostasia, por se recusar a renegar sua fé cristã. Não existe lei contra a apostasia no Irã, mas isso não importa. O aiatolá Khomeini é contra a apostasia. A lei islâmica também é.
Depois que a história de Nadarkhani foi publicada no Ocidente, os iranianos mudaram de plano.
Agora eles teriam abandonado a acusação de apostasia e o sentenciado à morte por estupro. O fato de ele nunca ter sido acusado ou condenado por estupro não tem importância.
Cristãos palestinos, igualmente, têm sofrido sob a popularidade dos líderes eleitos.
Quando a Autoridade Palestina foi estabelecida em 1994, os cristãos eram 80% da população de Belém. Hoje correspondem a menos de 20%.
Desde que o Hamas “libertou” Gaza em 2007, a antiga minoria cristã da região tem sofrido ataques constantes. Com apenas 3 mil membros, a comunidade cristã de Gaza teve igrejas, conventos, livrarias e bibliotecas incendiadas por membros do Hamas e seus aliados. Seus membros foram atacados e mortos. Apesar de o Hamas ter prometido a proteção dos cristãos da cidade, ninguém foi preso por violência anticristã.
Da mesma forma que os judeus no mundo islâmico foram expulsos das suas antigas comunidades por governantes árabes com a criação o Estado de Israel em 1948, os cristãos também foram perseguidos e expulsos de suas casas. Regimes populistas islâmicos e árabes usam o supremacismo da religião islâmica e o chauvinismo racial árabe contra cristãos como gritos de guerra para os seus propósitos. Esses chamados, por sua vez, levaram à dizimação das populações cristãs no mundo árabe e islâmico.
Por exemplo, quando o Líbano obteve sua independência da França em 1946, a maioria dos libaneses era cristã. Hoje os cristãos são menos de 30% da população. Na Turquia, a população cristã foi reduzida de 2 milhões no fim da Primeira Guerra Mundial para menos de 100 mil hoje. Na Síria, na época da independência, os cristãos representavam quase metade da população. Hoje 4% dos sírios são cristãos. Na Jordânia, há meio século, 18% da população era cristã. Hoje apenas 2% dos jordanianos são cristãos.
Os cristãos são proibidos de praticar sua religião na Arábia Saudita. No Paquistão, a população cristã está sendo sistematicamente destruída por grupos islâmicos apoiados pelo regime. Incêndios a igrejas, conversões forçadas, estupros, assassinatos, sequestros e perseguição legal de cristãos paquistaneses se tornaram ocorrências diárias.
Infelizmente, para os cristãos do mundo islâmico, sua causa não está sendo defendida por governos ou igrejas do Ocidente. A França, em vez de impor como condição para seu apoio à oposição síria o compromisso com a liberdade religiosa para todos por parte dos seus líderes, seu Ministério das Relações Exteriores reagiu com irritação às advertências de Rai sobre o que provavelmente acontecerá aos cristãos sírios, caso o presidente Bashar Assad e seu regime seja derrubado. O Ministério das Relações Exteriores da França publicou uma declaração afirmando que estava “surpreso e desapontado” com as declarações de Rai.
O governo de Obama foi menos solidário ainda. Rai está viajando pelos EUA e pela América Latina em uma visita de três semanas a comunidades de imigrantes maronitas. A existência dessas comunidades é consequência direta da perseguição árabe e islâmica aos cristãos maronitas do Líbano.
A visita de Rai aos Estados Unidos deveria começar com uma visita a Washington e um encontro com altos funcionários do governo americano, incluindo o presidente Barack Obama. No entanto, após as declarações de Rai em Paris, o governo americano cancelou todas as reuniões marcadas com ele. Ou seja, em vez de considerar o perigo alertado por Rai e usar a influência americana para aumentar o poder dos cristãos, curdos e outras minorias em qualquer governo sírio pós Assad, o governo Obama decidiu boicotá-lo por chamar atenção para o perigo.
Com exceção dos evangélicos, a maioria das igrejas ocidentais está igualmente desinteressada em defender os direitos de co-religiosos no mundo islâmico. A maioria das principais denominações protestantes, da Igreja Anglicana e suas várias filiais dentro e fora dos EUA à metodista, batista, menonita e outras, não fez esforço algum para proteger ou defender os direitos dos cristãos no mundo islâmico.
Em vez disso, na última década, essas igrejas e suas filiais internacionais buscaram repetidas vezes atacar o único país do Oriente Médio em que a população cristã aumentou nos últimos 60 anos: Israel.
Quanto ao Vaticano, nos cinco anos desde que o Papa Bento XVI, no seu discurso em Regensburg, lançou um desafio aos muçulmanos para que agissem com bom senso e tolerância ao lidar com outras religiões, o Vaticano abandonou a posição anteriormente adotada. Um diálogo entre iguais se tornou uma súplica ao islã em nome de uma compreensão ecumênica.
No ano passado o papa organizou um sínodo sobre os cristãos do Oriente Médio que não mencionou a perseguição anticristã por forças e regimes islâmicos e populistas. Israel, por outro lado, foi o principal alvo de críticas.
A diplomacia do Vaticano se estendeu até o Irã, para onde enviou um representante para participar de uma falsa conferência antiterrorista de Mahmoud Ahmadinejad. Conforme relata Giulio Meotti para a agência israelense Ynet, enquanto todos os embaixadores da União Europeia saiam no meio do discurso de negação do Holocausto de Ahmadinejad na segunda conferência das Nações Unidas em Durban, o embaixador do Vaticano ficou sentado. O Vaticano abraçou líderes da Irmandade Islâmica na Europa e no Oriente Médio.
É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição e dizimação de comunidades cristãs no mundo islâmico. Como mostram os acontecimentos de domingo passado no Egito e os ataques diários de muçulmanos contra cristãos na região, as atitudes do Ocidente não estão aplacando ninguém. Mas fica bastante claro que eles irão colher o que plantaram.
caroline@carolineglick.com

Traduzido por: Luis Gustavo Gentil

Título Original: Our World: The forgotten Christians of the East

Fonte em português: www.juliosevero.com

Despedida de Nancy Iriarte (ex-esposa de Hugo Chávez) de seu ex-marido que está com um pé no inferno

29 de setembro de 2011

Despedida de Nancy Iriarte (ex-esposa de Hugo Chávez) de seu ex-marido
29 de setembro de 2011

Impressionante, muito profunda a despedida precoce de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez, que foi publicada em 9 de agosto de 2011 num dos jornais venezuelanos de maior circulação: o “El Universal”.
Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:

Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguistes sem quartel, os aprisionastes em cubículos indignos até para animais, os insultastes, os humilhastes, os enganastes, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal… Porque o fim dos tempos não te alcançaria.

Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu “ciclo vital” se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que das teu último alento, te vás desta vida cheio de angustia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguistes e insultastes, os representantes dessa Igreja que ultrajastes por prazer, claro que te vão dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabem que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tu alma ante o momento que tudo define.

Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, uma a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.

Diga-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado… Diga-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aprecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.

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Chávez é internado de emergência, segundo jornal de Miami
29 de setembro de 2011
Terra Notícias
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, foi internado de emergência no Hospital Militar de Caracas com insuficiência renal, informou o jornal El Nuevo Herald de Miami na noite desta quarta-feira.
Chávez teria sido levado na manhã de terça-feira ao Hospital Militar e os médicos analisariam sua transferência ao Hospital das Clínicas de Caracas, revela o jornal, citando fontes ligadas ao caso que pediram para não ser identificadas. “Seu estado geral está comprometido. Chegou em situação bastante grave e foi trazido de emergência”, revelaram as fontes ao jornal de Miami.

100 melhores deputados e senadores do Brasil 2011, Onde estarão os cabeças do Congresso em 2021?

19 de setembro de 2011

Lista dos 100 “Cabeças” do Congresso Nacional 2011:

Cargo Nome/Partido Profissão Habilidade

Acre

Senador Jorge Viana – PT Engenheiro Florestal Articulador

Alagoas

Senador Fernando Collor – PTB Empresário Articulador
Senador Renan Calheiros – PMDB Produtor rural Articulador

Amazonas

Deputado Pauderney Avelino – DEM Empresário Debatedor
Senador Eduardo Braga – PMDB Empresário Debatedor
Senadora Vanessa Grazziotin – PCdoB Professora Debatedor

Amapá

Senador José Sarney – PMDB Empresário Formador de Opinião
Senador Randolfe Rodrigues – PSOL Professor Debatedor

Bahia

Deputada Alice Portugal – PCdoB Farmacêutica Bioquímica Debatedora
Deputado Antonio Carlos Magalhães Neto – DEM Advogado Debatedor
Deputado Daniel Almeida – PCdoB Técnico Industrial Articulador
Deputado Jutahy Júnior – PSDB Advogado Debatedor
Deputado Nelson Pellegrino PT Advogado Debatedor
Deputado Sérgio Barradas Carneiro – PT Advogado Articulador
Senador Walter Pinheiro – PT Técnico em Telecomunicações Negociador

Ceará

Deputado André Figueiredo – PDT Advogado Articulador
Deputado José Guimarães – PT Advogado Articulador
Senador Eunício Oliveira – PMDB Empresário Articulador
Senador Inácio Arruda – PCdoB Servidor Público Debatedor
Senador José Pimentel – PT Advogado Formulador

Distrito Federal

Senador Cristovam Buarque – PDT Professor Debatedor
Senador Gim Argello – PTB Empresário Articulador
Senador Rodrigo Rollemberg – PSB Servidor Público Articulador

Espírito Santo

Deputada Rose de Freitas – PMDB Produtora rural Articuladora

Goiás

Deputado Jovair Arantes – PTB Cirurgião-Destista Articulador
Deputado Ronaldo Caiado – DEM Empresário rural Debatedor
Deputado Sandro Mabel – PR Empresário Formulador
Senador Demóstenes Torres – DEM Promotor de Justiça Formulador
Senadora Lúcia Vânia – PSDB Jornalista Articuladora

Maranhão

Deputado Sarney Filho – PV Empresário Articulador

Minas Gerais

Deputado Gilmar Machado – PT Professor Formulador
Deputado Odair Cunha – PT Advogado Articulador
Deputado Paulo Abi-Ackel – PSDB Advogado Debatedor
Senador Aécio Neves – PSDB Economista Articulador

Mato Grosso do Sul

Senador Delcídio Amaral – PT Engenheiro Articulador

Mato Grosso

Senador Pedro Taques – PDT Procurado da República Debatedor

Pará

Deputado Giovanni Queiroz – PDT Médico Negociador
Senador Flexa Ribeiro – PSDB Empresário Debatedor

Pernambuco

Deputada Ana Arraes – PSB Advogada Formuladora
Deputado Bruno Araújo – PSDB Advogado Articulador
Deputado Fernando Ferro – PT Engenheiro Formulador
Deputado Inocêncio Oliveira – PR Empresário Articulador
Deputado Paulo Rubem Santiago – PDT Professor Debatedor
Deputado Sérgio Guerra – PSDB Pecuarista Articulador
Senador Armando Monteiro – PTB Industrial Negociador
Senador Humberto Costa – PT Médico Articulador
Senador Jarbas Vasconcelos – PMDB Advogado Debatedor

Piauí

Deputado Osmar Júnior – PCdoB Professor Articulador
Senador Wellington Dias – PT Bancário Formulador

Paraná

Deputado Abelardo Lupion – DEM Empresário rural Negociador
Deputado André Vargas – PT Comerciante Debatedor
Deputado Dr. Rosinha – PT Médico Debatedor
Deputado Osmar Serraglio – PMDB Advogado Articulador
Deputado Rubens Bueno – PPS Professor Articulador
Senador Álvaro Dias – PSDB Professor Debatedor
Senador Roberto Requião – PMDB Advogado Debatedor

Rio de Janeiro

Deputado Brizola Neto – PDT Servidor Público Debatedor
Deputado Chico Alencar – Psol Professor Debatedor
Deputado Eduardo Cunha – PMDB Economista Debatedor
Deputado Miro Teixeira – PDT Jornalista Debatedor
Deputado Otávio Leite – PSDB Advogado Debatedor
Deputado Rodrigo Maia – DEM Analista financeiro Debatedor
Senador Francisco Dornelles – PP Advogado Formulador
Senador Lindberg Faria – PT Servidor Público Debatedor

Rio Grande do Norte

Deputado Henrique Eduardo Alves – PMDB Empresário Articulador
Senador José Agripino – DEM Empresário Debatedor

Rondônia

Senador Valdir Raupp – PMDB Administrador de Empresas Negociador

Roraima

Deputado Luciano Castro – PR Economista Articulador
Senador Romero Jucá – PMDB Economista Formulador

Rio Grande do Sul

Deputada Manuela D´ávila – PCdoB Jornalista Articuladora
Deputado Darcísio Perondi – PMDB Médico Debatedor
Deputado Henrique Fontana – PT Médico Debatedor
Deputado Marco Maia – PT Metálurgico Articulador
Deputado Onyx Lorenzoni – DEM Empresário Debatedor
Deputado Pepe Vargas – PT Médico Formulador
Deputado Vieira da Cunha – PDT Procurador de Justiça Debatedor
Senador Paulo Paim – PT Metálurgico Formulador
Senador Pedro Simon – PMDB Advogado Debatedor

Sergipe

Senador Antonio Carlos Valadares – PSB Advogado Articulador

São Paulo

Deputada Luiza Erundina – PSB Assistente social Articuladora
Deputado Aldo Rebelo – PCdoB Jornalista Articulador
Deputado Antônio Carlos Mendes Thame – PSDB Professor Formulador
Deputado Arlindo Chinaglia – PT Médico Negociador
Deputado Arnaldo Faria de Sá – PTB Contabilista Debatedor
Deputado Arnaldo Jardim – PPS Engenheiro Civil Formulador
Deputado Cândido Vaccarezza – PT Médico Negociador
Deputado Duarte Nogueira – PSDB Engenheiro Agrônomo Articulador
Deputado João Dado – PDT Engenheiro Articulador
Deputado João Paulo Cunha – PT Metálurgico Articulador
Deputado Paulo Pereira da Silva – PDT Metálurgico Formulador
Deputado Paulo Teixeira – PT Advogado Negociador
Deputado Ricardo Berzoini – PT Bancário Debatedor
Deputado Roberto Freire – PPS Advogado Formador de Opinião
Deputado Roberto Santiago – PV Comerciário Articulador
Deputado Vicentinho – PT Metálurgico Debatedor
Senador Aloysio Nunes Ferreira – PSDB Advogado Articualdor
Senador Eduardo Suplicy – PT Economista Formador de Opinião
Senadora Marta Suplicy – PT Psicóloga Articuladora

Tocantins

Deputado Eduardo Gomes – PSDB Empresário Articulador
Senadora Kátia Abreu – DEM Empresária rural Debatedora

*Os parlamentares em negrito e itálico são os novos ou os que mudaram de Casa Legislativa “Cabeças” 2011

O pensamento vivo do Partido dos Trabalhadores

14 de agosto de 2011

Important Quotations Explained

1. war is peace
freedom is slavery
ignorance is strength

Explanation for Quotation 1 >>These words are the official slogans of the Party, and are inscribed in massive letters on the white pyramid of the Ministry of Truth, as Winston observes in Book One, Chapter I. Because it is introduced so early in the novel, this creed serves as the reader’s first introduction to the idea of doublethink. By weakening the independence and strength of individuals’ minds and forcing them to live in a constant state of propaganda-induced fear, the Party is able to force its subjects to accept anything it decrees, even if it is entirely illogical—for instance, the Ministry of Peace is in charge of waging war, the Ministry of Love is in charge of political torture, and the Ministry of Truth is in charge of doctoring history books to reflect the Party’s ideology.

That the national slogan of Oceania is equally contradictory is an important testament to the power of the Party’s mass campaign of psychological control. In theory, the Party is able to maintain that “War Is Peace” because having a common enemy keeps the people of Oceania united. “Freedom Is Slavery” because, according to the Party, the man who is independent is doomed to fail. By the same token, “Slavery Is Freedom,” because the man subjected to the collective will is free from danger and want. “Ignorance Is Strength” because the inability of the people to recognize these contradictions cements the power of the authoritarian regime.

2. Who controls the past controls the future. Who controls the present controls the past.

This Party slogan appears twice in the novel, once in Book One, Chapter III, when Winston is thinking about the Party’s control of history and memory, and once in Book Three, Chapter II, when Winston, now a prisoner in the Ministry of Love, talks to O’Brien about the nature of the past. The slogan is an important example of the Party’s technique of using false history to break down the psychological independence of its subjects. Control of the past ensures control of the future, because the past can be treated essentially as a set of conditions that justify or encourage future goals: if the past was idyllic, then people will act to re-create it; if the past was nightmarish, then people will act to prevent such circumstances from recurring. The Party creates a past that was a time of misery and slavery from which it claims to have liberated the human race, thus compelling people to work toward the Party’s goals.

The Party has complete political power in the present, enabling it to control the way in which its subjects think about and interpret the past: every history book reflects Party ideology, and individuals are forbidden from keeping mementos of their own pasts, such as photographs and documents. As a result, the citizens of Oceania have a very short, fuzzy memory, and are willing to believe anything that the Party tells them. In the second appearance of this quote, O’Brien tells Winston that the past has no concrete existence and that it is real only in the minds of human beings. O’Brien is essentially arguing that because the Party’s version of the past is what people believe, that past, though it has no basis in real events, has become the truth.

3. In the end the Party would announce that two and two made five, and you would have to believe it. It was inevitable that they should make that claim sooner or later: the logic of their position demanded it. Not merely the validity of experience, but the very existence of external reality was tacitly denied by their philosophy.

This quote occurs in Book One, Chapter VII, as Winston looks at a children’s history book and marvels at the Party’s control of the human mind. These lines play into the theme of psychological manipulation. In this case, Winston considers the Party’s exploitation of its fearful subjects as a means to suppress the intellectual notion of objective reality. If the universe exists only in the mind, and the Party controls the mind, then the Party controls the universe. As Winston thinks, “For, after all, how do we know that two and two make four? Or that the force of gravity works? Or that the past is unchangeable? If both the past and the external world exist only in the mind, and if the mind itself is controllable—what then?” The mathematical sentence 2 + 2 = 5 thus becomes a motif linked to the theme of psychological independence. Early in the novel, Winston writes that “Freedom is the freedom to say that two plus two make four.” The motif comes full circle at the end of the novel after the torture Winston suffers in the Ministry of Love breaks his soul; he sits at the Chestnut Tree Café and traces “2 + 2 = 5” in the dust on his table.

4. And when memory failed and written records were falsified—when that happened, the claim of the Party to have improved the conditions of human life had got to be accepted, because there did not exist, and never again could exist, any standard against which it could be tested.

This quote from Book One, Chapter VIII, emphasizes how one’s understanding of the past affects one’s attitude about the present. Winston has just had a frustrating conversation with an old man about life before the Revolution, and he realizes that the Party has deliberately set out to weaken people’s memories in order to render them unable to challenge what the Party claims about the present. If no one remembers life before the Revolution, then no one can say that the Party has failed mankind by forcing people to live in conditions of poverty, filth, ignorance, and hunger. Rather, the Party uses rewritten history books and falsified records to prove its good deeds.

5. And perhaps you might pretend, afterwards, that it was only a trick and that you just said it to make them stop and didn’t really mean it. But that isn’t true. At the time when it happens you do mean it. You think there’s no other way of saving yourself and you’re quite ready to save yourself that way. You want it to happen to the other person. You don’t give a damn what they suffer. All you care about is yourself.

Julia speaks these lines to Winston in Book Three, Chapter VI, as they discuss what happened to them in Room 101. She tells him that she wanted her torture to be shifted to him, and he responds that he felt exactly the same way. These acts of mutual betrayal represent the Party’s final psychological victory. Soon after their respective experiences in Room 101, Winston and Julia are set free as they no longer pose a threat to the Party. Here, Julia says that despite her efforts to make herself feel better, she knows that in order to save herself she really did want the Party to torture Winston. In the end, the Party proves to Winston and Julia that no moral conviction or emotional loyalty is strong enough to withstand torture. Physical pain and fear will always cause people to betray their convictions if doing so will end their suffering.

Winston comes to a similar conclusion during his own stint at the Ministry of Love, bringing to its culmination the novel’s theme of physical control: control over the body ultimately grants the Party control over the mind. As with most of the Party’s techniques, there is an extremely ironic strain of doublethink running underneath: self-love and self-preservation, the underlying components of individualism and independence, lead one to fear pain and suffering, ultimately causing one to accept the principles of anti-individualist collectivism that allows the Party to thrive.

 

Desarmamento Já-Mais

11 de julho de 2011

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3 de julho de 2011

Quando o ser humano está com a razão,
Deus é o seu advogado.
Ninguém vence o ser humano quando ele tem razão.
Quando o ser humano não está com a razão,
Deus é o juiz, e o demônio é o advogado de quem está sem razão.
Quem tem razão, forte ou fraco, vence sempre.
O bem sempre vence o mal.
O mal vence por alguns minutos, por algum tempo,
Mas o bem sempre vence o mal.
E não teríamos razão para viver,
Mesmo que esta vida termine no pó,
Não teríamos nenhuma razão para viver,
Se o mal vencesse o bem.

luto, morre a grande lenda, o grande astro de gunsmoke, que ficou 20 anos no ar.

3 de junho de 2011

http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/ator-james-arness-morre-aos-88-anos/2011/06/03-109993.html

13 de maio de 2011

HINO NACIONAL BRASILEIRO PATROCINADO

Num posto da Ipiranga, às barragens plásticas,
De um Volvo heróico Brahma desodorante
Skol da liberdade em Ríder fulgido
Brilhou no Shell da Parker nesse calmante

!

Se o Knorr dessa igualdade
Conseguimos driblar com Aço Ford
Em teu PCSeiko, ó faculdade
Desafia nosso peito à Microsoft

!
Ó Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp
Amil um sonho incenso, um rádio Philips
!
De amor e de Lufthansa o Serra desce
Intel formoso gel risonho Olympicus
A filmagem do Bradesco resplandesce
!
Gillete pela própria natureza
És BBBelo Escort impávido TV Colosso
E a TV Futura espelha essa Grendene
Cerpa gelada!
!
Entre outras Amil é Suvinil, Compaq amada.
Do Philco deste Sollo és mãe Doril
Coca Cola, Bombril!

Nomes das 12 crianças que morreram no Rio de Janeiro Escola no Realengo Tasso da Silveira

7 de abril de 2011

A Polícia Civil divulgou uma lista de vítimas fatais identificadas. São elas:

1- Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira Machado, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira, 15 anos
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos

12-Igor Moraes da Silva, 13 anos

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http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/policia-divulga-nome-e-idade-de-oito-vitimas-do-tiroteio-em-escola-do-rio.html

 

Veja depoimento da menina JADE, na íntegra e a repórter chorando:

http://www.youtube.com/watch?v=tAlzOkTsSH0

FALAM MUITO EM PSICOLOGO E ASSISTENTE SOCIAL e não vi nada, não apareceu nenhum PADRE, PASTOR ou Rabino.

veja fotos das vítimas:

http://extra.globo.com/noticias/rio/conheca-cada-uma-das-vitimas-do-ataque-escola-municipal-tasso-da-silveira-1543832.html

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Assassino que cometeu chacina no Rio era conhecido como Bin Laden e queria jogar avião contra Cristo Redentor no Rio

Julio Severo
O que foi que matou 12 crianças numa escola do Rio? Foi uma arma? Foi a violência? Foi o preconceito?
De acordo com o jornal Zero Hora, o autor da chacina, Wellington Menezes de Oliveira, tinha preferência pelo islamismo e era fascinado pelo ataque terrorista islâmico contra os EUA em 11 de setembro de 2001.
O sonho dele? Jogar um avião no Cristo Redentor.
Qual foi sua motivação principal para chacinar tantas meninas? Ele era homossexual e odiava mulheres? Embora ele tivesse no passado sido testemunha-de-jeová, religião herética não aceita por católicos e evangélicos, e a confusão religiosa fosse patente nele, é inegável, porém, a influência religiosa predominante que inspirava sua violência e sonhos de destruição por meio de um avião.
As testemunhas-de-jeová, por mais heréticas que sejam, não têm nenhum histórico de usar aviões para ataques terroristas contra prédios. Nenhum dos terroristas que atacaram os EUA há dez anos era dessa religião. Mas todos eles eram muçulmanos.
O próprio primo do chacinador afirmou que “ele se dizia fundamentalista muçulmano e treinava pilotar aviões, num jogo de computador.”
E o jornal Zero Hora confirma: “Por ter deixado uma longa barba crescer, alguns vizinhos o chamavam de Bin Laden”.
Evidentemente, os progressistas e outros marxistas taparão esse escândalo com outras explicações. Tudo, menos terrorismo islâmico.
E os pais e mães que estão sofrendo nunca mais poderão recuperar seus filhos queridos. Não porque simplesmente a escola estava sem proteção, mas porque o Brasil está entregue a uma covarde ideologia politicamente correta, que ordena a saída das escolas de Deus e seus valores e introduz uma tolerância que traz homossexualismo, em nome da diversidade sexual; islamismo, em nome da diversidade religiosa; e bruxaria africana, em nome da diversidade cultural.
Tira-se Deus, e entra todo tipo de ideologia de tolerância para o mal. Entra o próprio demônio.
Nos EUA, depois que se proibiram orações e leitura da Bíblia nas escolas, essas instituições se tornaram palcos de chacinas, um show macabro que parece que nunca mais vai acabar.
O Brasil acabou de entrar no show macabro, com a ajuda de um homem inspirado pelo terrorismo islâmico.
Como deter as chacinas? Colocando policiais nas escolas? E quando surgir o problema de um policial fanático islâmico atacando as escolas? Aí recorreremos ao quê?
O que o Brasil precisa é buscar a Deus. O Brasil precisar chutar a doutrinação homossexual para fora das salas de aula. O Brasil precisa chutar a doutrinação de prostituição para fora das escolas. E precisa enxotar a bruxaria também.
O maior símbolo do Rio de Janeiro é o Cristo Redentor, que é odiado pelo diabo. Talvez fosse por isso que o terrorista islâmico brasileiro o quisesse destruir.
Convidemos o Cristo Redentor — não o de pedra, mas o Vivo — para entrar em nossas escolas. Ele é a nossa única esperança e proteção.
Atualizado em 9 de abril de 2011, às 8h45min.
Fonte: www.juliosevero.com

Católicos perseguidos por mulçumanos e comunistas, Apelo desesperado pelos cristãos do oriente ignorados pelos direitos humanos

23 de dezembro de 2010

http://lesalonbeige.blogs.com/my_weblog/2010/12/100-parlementaires-lancent-un-appel-pour-les-chr%C3%A9tiens-dorient.html

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23 décembre 2010

100 parlementaires lancent un appel pour les chrétiens d’Orient

A l’initiative du député Dominique Souchet (MPF), 100 députés, sénateurs et députés européens demandent au Ministre des Affaires étrangères «d’intervenir auprès des autorités des pays du Moyen Orient concernés, pour leur demander de prendre des mesures de sécurité toutes particulières autour des lieux fréquentés par les chrétiens pendant la période de Noël, afin que ce jour de fête ne devienne pas un nouveau jour de deuil».

V “personne n’a intérêt à voir disparaître les minorités religieuses, car elles sont des éléments irremplaçables d’équilibre social et des vecteurs de paix permanents. Œuvrer pour le maintien de leur présence, c’est œuvrer pour la paix”.

Nous rappelons qu’il est dans la tradition diplomatique de la France de porter la voix des chrétiens d’Orient.”

La France doit user de son influence pour que les pays dont la législation est inspirée de la charia reconnaissent le droit de chaque personne humaine à exercer sa liberté de conscience. Notre pays, qui s’est toujours donné pour mission la défense des droits fondamentaux, ne peut plus rester sourd devant les intimidations, les conversions forcées, les appels au meurtre, les enlèvements et les attentats qui rythment chaque jour la vie des chrétiens dans un nombre croissant de pays.”

“la France doit jouer un rôle majeur en faveur de  la protection des minorités chrétiennes d’Orient”.

Valeurs actuelles consacre un dossier de 14 pages aux chrétiens d’Orient avec les contributions de Max Gallo, Jean-Claude Guillebaud, Jacques Julliard, Bernard-Henri Lévy, Jean Raspail, Frigide Barjot, Mgr Sako, Marc Fromager (AED), du père Gollnisch (Œuvre d’Orient) et du prince Jean de France.

Túmulo de Araceli Cabrera Sanchez Crespo no Cemitério de Serra- Séde

18 de dezembro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=bAfKgIv4dFg

conheça a nova nota de 100 cem dólares

7 de dezembro de 2010

http://www.elpais.com/fotografia/economia/nuevo/billete/dolares/elpdiaeco/20100421elpepueco_1/Ies/