Arquivo da categoria ‘terrorismo’

Video de kadaffi, o amigão de Lula, (Kaddafi kadafi), sendo preso capturado ainda vivo

20 de outubro de 2011

http://videos.leparisien.fr/video/iLyROoaf2_Jm.html  Clic neste site para ver o amigo de Lula sendo linchado.

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Lula começou seu discurso dizendo a Kadafi: “Meu amigo, meu irmão e líder”. Logo de início, o presidente elogiou “a persistência e a visão de ganhos cumulativos que norteia os líderes africanos” e ressaltou que “consolidar a democracia é um processo evolutivo”.

A partir de então, o presidente deu início a repetidas críticas aos países industrializados. Lula afirmou que “a crise financeira e econômica mundial revela a fragilidade e o caráter perverso da atual ordem internacional” e parafraseou o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, ao sustentar que “o consenso de Washington fracassou”.

”As instituições e pessoas que sempre foram pródigos em nos dar conselhos hoje estão contabilizando a falência de suas políticas”, sentenciou Lula. “Durante muito tempo, os países ricos nos viram apenas como uma periferia distante e problemática. Hoje somos parte essencial da solução da maior crise econômica das últimas décadas. Uma crise que não criamos.”

Minutos depois, em entrevista a jornalistas brasileiros, Lula respondeu às críticas feitas sobre sua proximidade com ditadores africanos, como Muammar Kadafi. O presidente ironizou a imprensa pelo não comparecimento de Ahmadinejad, afirmando que as críticas que recebera eram “preconceito premeditado”.

Lula disse ainda que ausências como a do líder iraniano não tinham sido boas. “Eu não trabalho com preconceito, porque se trabalhasse não estaríamos nem na ONU, tamanha é sua diversidade”, afirmou o presidente. (grifos nossos)

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PROCISSÃO PARA VER O corpo estraçalhado do FILHO DE SATANÁS E DO QUAL LULA DISSE ” VOCE É BOM, VC AJUDA O POVO:

As armas secretas dos Estados Unidos pós 11 de setembro

2 de setembro de 2011

http://www.washingtonpost.com/world/national-security/top-secret-america-a-look-at-the-militarys-joint-special-operations-command/2011/08/30/gIQAvYuAxJ_story.html?hpid=z1

September eleven 11, 11 de setembro, 10 anos, aniversário do ataque ao World Trade Center, WTC, Fumaça de Satanás CNN nas Torres Gêmeas, coincidências com o número 11

27 de agosto de 2011

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http://homemculto.wordpress.com/2010/09/11/fumaca-de-satanas-e-o-capetinha-do-11-de-setembro-nas-torres-gemeas/

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O 11 passou a ser um número inquietante. Há coisas interessantes, senão, vejamos:

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1) New York City tem 11 letras.
2) Afghanistan tem 11 letras.
3) “The Pentagon” tem 11 letras.
4) George W. Bush tem 11 letras.
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Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas (será???).
Agora começa o interessante:

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1) New York é o estado Nº 11 dos EUA.
2) O primeiro dos vôos que embateu contra as Torres Gêmeas era o Nº11.
3) O vôo Nº 11 levava a bordo 92 passageiros; somando os numerais dá: 9+2=11.
4) O outro vôo que bateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, que somando os numerais dá: 6+5=11.
5) A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que somando os numerais dá: 1+1+9=11.
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Agora, o inquietante :
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1) As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254: 2+5+4=11.
2) O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4=11.
3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.
4) Nostradamus (11 letras) profetiza a destruição de New Iork City na Centúria número 11 dos seus versos.
Mas o mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11. E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004 , que somando os numerais dá: 1+1+0+3+2+0+0+4=11.
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Intrigante, não acham ?

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E se esqueceram que o atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de New York, que somando os numerais 9+1+1=11!!!!

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veja aqui o capetinha na fumaça do WTC:

http://homemculto.wordpress.com/2010/09/11/fumaca-de-satanas-e-o-capetinha-do-11-de-setembro-nas-torres-gemeas/

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Reportagem: Série de reportagens especiais do The Washington Post sobre o Pentágano, a inteligência, os serviços secretos americanos, a espionagem fora do controle pós 11 de setembro, a herança de Bush para Obama

19 de julho de 2010

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leia o especial: http://projects.washingtonpost.com/top-secret-america/articles/a-hidden-world-growing-beyond-control/ 

A hidden world, growing beyond control

The top-secret world the government created in response to the terrorist attacks of Sept. 11, 2001, has become so large, so unwieldy and so secretive that no one knows how much money it costs, how many people it employs, how many programs exist within it or exactly how many agencies do the same work. 

These are some of the findings of a two-year investigation by The Washington Post that discovered what amounts to an alternative geography of the United States, a Top Secret America hidden from public view and lacking in thorough oversight. After nine years of unprecedented spending and growth, the result is that the system put in place to keep the United States safe is so massive that its effectiveness is impossible to determine. 

The investigation’s other findings include: * Some 1,271 government organizations and 1,931 private companies work on programs related to counterterrorism, homeland security and intelligence in about 10,000 locations across the United States. * An estimated 854,000 people, nearly 1.5 times as many people as live in Washington, D.C., hold top-secret security clearances. * In Washington and the surrounding area, 33 building complexes for top-secret intelligence work are under construction or have been built since September 2001. Together they occupy the equivalent of almost three Pentagons or 22 U.S. Capitol buildings – about 17 million square feet of space. 

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FBI identifica terroristas africanos que mataram 70 pessoas

19 de julho de 2010
For Immediate Release
July 19, 2010
FBI New York
Contact: Richard Kolko, (212) 384-2715
Contact: Jim Margolin, (212) 384-2720
FBI and Uganda Police Seek Assistance Identifying 7/11 Bombers

On July 11, 2010, Uganda was the target of a series of terrorist attacks in its capital city, Kampala, in which over 70 individuals were killed. The Somali terrorist group Al-Shabaab took responsibility for these attacks. The first bomb exploded at approximately 10:30 p.m. at an Ethiopian restaurant in Kabalagala. The second bomb exploded at approximately 11:20 p.m. at a rugby club. A third bomb also exploded at almost the same time at the rugby club. The first two bombs were thought to have been triggered by suicide bombers. At both venues, victims were gathered to watch the final World Cup soccer match.

Following the terrorist attacks, Uganda authorities made a request through the U.S. Embassy in Kampala for a team from the FBI to assist with their investigation. The FBI New York Joint Terrorism Task Force (JTTF) deployed a team of agents, analysts, and forensic experts to assist the Ugandan authorities. Included were members of the FBI from other parts of the country with expertise in specific portions of the investigation such as evidence collection and explosive analysis.

The investigation being conducted by Uganda with support from the FBI is ongoing. As part of the investigation, the FBI and Uganda law enforcement officials are seeking information regarding the identity of the two suicide bombers. Photos have been reconstructed to demonstrate how the two suspected male bombers may have appeared. If anyone has information on the attacks or can identity the bombers, they are requested to contact the Uganda Police or the FBI.

Alleged Suspect Alleged Suspect
Individual #1
Alleged Suspect Alleged Suspect
Individual #2

 

Major General Kale Kayihura, Inspector General of Police said, “This was a horrific event for the people of Uganda and we are dedicated to tracking down those responsible for this heinous crime. Terrorist activity must be stopped and the police force will do everything possible to keep our citizens and visitors safe. We thank the U.S. Embassy for arranging for the FBI to travel to Uganda and assist us with our critical investigation. I thank the FBI, the British High Commission, New Scotland Yard, and Interpol among the many others nations and agencies that are assisting us at this time. Our teams are working exceptionally well together in all facets of the investigation.”

FBI Special Agent in Charge, Nathan Gray who is serving as the commander of the FBI’s team in Uganda added, “Uganda suffered a horrible attack as people peacefully cheered during the World Cup. We are appreciative of the complete support from Inspector Kayihura and the police force as we work together to support their investigation. The United States has been victim to serious terrorist attacks and we have learned that partnerships, such as the one we have with Uganda are critical in investigating and preventing these attacks.”

FBI Assistant Special Agent in Charge Don Borelli of the New York office is serving as the deputy commander and overseeing the daily operations. Agent Borelli stated, “The New York office of the FBI brings a wealth of experience in investigating terrorism cases. Working closely with our Uganda law enforcement partners we will do everything possible to help find the perpetrators of this horrific event.”

A link to the seeking information poster can be found at http://www.fbi.gov/wanted/seekinfo/uganda.htm.

OBAMA: Maior ameaça à segurança dos EUA seriam os terroristas com armas nucleares!

11 de abril de 2010

11 / Abr / 2010 5:13 pm

‘Mayor amenaza a seguridad de 

EE.UU serían terroristas con arma

 nuclear’

Foto: Archivo.

El presidente estadounidense Barack Obama advirtió este domingo que la mayor amenaza a la seguridad de Estados Unidos era la posibilidad de que una organización terrorista obtenga un arma nuclear.

La mayor amenaza a la seguridad de Estados Unidos, a corto, mediano y largo plazo, sería la posibilidad de que una organización terrorista obtenga un arma nuclear“, dijo Obama en vísperas de una cumbre sobre seguridad nuclear en Washington.

“Esto es algo que podría cambiar el panorama de la seguridad de este país y de todo el mundo durante los próximos años”, dijo Obama al reunirse con el presidente sudafricano Jacob Zuma.

“Si alguna vez hubiera una detonación en Nueva York, o Londres o Johanesburgo, las ramificaciones económicas, políticas y de seguridad serían devastadoras”, agregó.

“Y sabemos que organizaciones como Al Qaida están en proceso de tratar de hacerse de un arma nuclear, un arma de destrucción masiva que no tienen reparos de utilizar”, concluyó.

© 1994-2010 Agence France-Presse

31º aniversário da revolução iraniana irã aiatolás obama manda porta aviões para o golfo pérsico

1 de fevereiro de 2010

Irán inició el 31 aniversario de la

Revolución sumida en una

encrucijada

Clérigos policías iraníes asisten en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 a una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

La República Islámica inició hoy los fastos del 31 aniversario del triunfo de la revolución sumida en una encrucijada que atisba un futuro incierto y envuelta en la peor crisis política y social de su historia.

Todo apunta a que la fiesta de los “diez días de la luz” podría quedar este año ensombrecida por nuevas manifestaciones y choques entre Fuerzas de Seguridad y grupos de opositores, que desde hace siete meses protestan por la polémica reelección del presidente Mahmud Ahmadineyad y por la represión del régimen.

Policías iraníes congregados delante de un enorme póster del líder supremo iraní, el ayatolá Ali Jamenei, en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

El pasado sábado, los dos principales líderes reformistas, Mir Husein Musaví y Mehdi Karrubí, instaron a sus seguidores a salir a las calles el próximo 11 de febrero, fecha en la que se recuerda el triunfo del alzamiento popular y la caída definitiva de la monarquía Pahlevi.

Para ese mismo día, el régimen ha convocado igualmente una gran movilización popular de apoyo, probablemente coronada por un discurso del controvertido mandatario.

La conmemoración arrancó este lunes con una visita del Gobierno a la tumba del ayatolá Rujola Jomeini, quien regresó del exilio el 1 de febrero de 1979 envuelto en clamor de multitudes para consolidar una revuelta que había guiado durante meses desde un barrio de París y fundar la República Islámica.

Hoy, y a la misma hora en que el imám descendió del avión, una lluvia de flores cayó sobre su mausoleo al tiempo que sonaban descargas de cañón y se activaban las alarmas de escuelas y centros oficiales.

A los pies de su tumba, el ultraconservador Ahmadineyad, anunció la “muerte definitiva del capitalismo y el liberalismo” y el inicio de una nueva era “que pondrá fin al domino de los arrogantes en el mundo”.

“La conmemoración de la fiesta de Fajr coincide este año con el fracaso definitivo de las ideas materialistas, el capitalismo y el liberalismo, y el comienzo de la globalización de la gran revolución del pueblo iraní”, dijo.

En un día gris y lluvioso, el mandatario aprovechó el lugar donde Jomeini prometió libertad y prosperidad a los iraníes para vaticinar que la movilización pro gubernamental del 11 de febrero “desanimará a los enemigos”.

“El 22 de Bahman enviará un nuevo mensaje a la humanidad y pondrá fin al dominio de los arrogantes en el mundo”, recalcó.

Policías iraníes congregadoss iraníes congregados en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

A este respecto, Ahmadineyad ya anunció semanas atrás que los “diez días de la luz” servirían para alumbrar nuevos proyectos en materia balística y aeroespacial, así como para mostrar al mundo “el desarrollo de la nación iraní”.

Además, adelantó que durante este tiempo el pueblo “escuchará buenas noticias” sobre el polémico programa nuclear iraní, objeto de un enconado pulso con la comunidad internacional.

Varias mujeres iraníes congregadas en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

Sin embargo, especialistas y diplomáticos en la zona apuntan a que las perspectivas de futuro no son halagüeñas para un país que, pese a todos los problemas, es aún pieza clave en el rompecabezas regional y mundial.

Irán sufre una profunda división política y social desde que el pasado mes de junio se certificara la discutida reelección de Ahmadineyad.

Jóvenes estuidantes iraníes de pie junto a un cartel del fallecido líder supremo iraní, ayatolá Rujola Jomeini, en el cementerio Behesht-e Zahra (Paraíso Zahra) en Teherán (Irán) hoy, lunes 1 de febrero de 2010 durante una celebración para conmemorar el regreso hace 31 años del ayatolá Rujola Jomeini a Irán. Diez días después de su regreso, el fallecido ayatolá derrocó la monarquía e instauró el sistema republicano islámico. EFE/Abedin Taherkenareh

Al grito de “¿donde está mi voto?”, cientos de miles de iraníes se echaron a las calles para respaldar la denuncia de la oposición de que la victoria fue fruto de “un fraude electoral masivo”.

La represión posterior, que según las autoridades segó la vida de una treintena de personas y de acuerdo con la oposición de 72, enardeció el malestar de un pueblo joven que desde hace años demanda un cambio y una mayor apertura.

Pero no solo los jóvenes, que suponen casi el 40 por ciento de la población, también personas en edad madura y ancianos han salido en los últimos siete meses para protestar por las calles de un país que sufre un alto índice de paro y una importante inflación.

Problemas que, según los expertos, podría ahondar la nueva “ley de reorientación de los subsidios”, proyecto económico estrella del nuevo gabinete iraní, que pretende así ahorrar unos 100.000 millones de dólares al año para dedicarlos a inversión.

La ley, aprobada semanas atrás tras meses de batalla entre el Gobierno y el Parlamento, sustituye los subsidios a la gasolina, la electricidad o los alimentos por ayudas directas y en efectivo a la población.

Irán se enfrenta, asimismo, a un posible aislamiento por parte de la comunidad internacional a causa de las sospechas que arroja su programa nuclear.

El Congreso norteamericano aprobó la semana pasada una ley que permitirá al presidente Barack Obama imponer nuevas sanciones al régimen iraní, y en particular a la exportación de productos como la gasolina.

Las medidas punitivas son apoyadas por países como el Reino Unido y Francia, a los que Irán ha acusado de fomentar las actuales protestas para forzar un cambio de régimen.

Su eficacia, no obstante, parece depender, en gran medida, de la opción que elijan otros dos actores: Rusia y China.

Por: Javier Martín
Vía EFE

IRÃ PAÍS EM QUE SER INIMIGO DE DEUS É CRIME QUE LEVA À PENA DE MORTE PAÍSES ONDE RELIGIÃO COMANDA A POLÍTICA REPÚBLICA ISLÂMICA CORÃO LEIS ISLÂMICAS PENA DE MORTE PARA TERRORISTAS NO IRÃ NO BRASIL ELES SÃO MINISTROS DE ESTADO

31 de janeiro de 2010

Irán dice que será implacable y que

 seguirá ahorcando a “opositores

terroristas”

Imagen de archivo de ahorcamientos en Irán – Foto: AP Photo

El jefe del Poder Judicial iraní, ayatolá Sadeq Lariyani, confirmó hoy que los dos opositores ahorcados el pasado jueves fueron detenidos antes de las polémicas elecciones presidenciales del 12 de junio de 2009 y estaban acusados de terrorismo.

En declaraciones divulgadas este domingo por la prensa local, el clérigo subrayó, asimismo, que aquellos que sean acusados de “mohareb” (enemigos de Dios, un delito penado en Irán con la muerte) serán tratados como merecen.

Los dos convictos fueron ahorcados “en el momento preciso”, y sus derechos “fueron observados” durante el juicio, aseguró Lariyaní, cuyas palabras citó la televisión estatal por satélite en inglés PressTv.

El jefe del Poder Judicial aclaró que ambos pertenecían a un grupo “terrorista” y que cuando fueron capturados estaban en posesión de explosivos.

En esta línea, Lariyaní insistió en que la Justicia iraní será implacable y “no mostrará clemencia alguna con aquellos grupos de Mohareb que tratan de dañar la seguridad nacional y agitar la República Islámica”.

“Algunos se han hecho ilusiones acerca de que el Poder Judicial sirviera a otra cosa que no sea la justicia. Esas esperanzas políticas son ilegales y contrarias a la ética”, apostilló.

Irán está sumido en una grave crisis política y social desde que el pasado 12 de junio fuera reelegido el presidente Mahmud Ahmadineyad, cuyo triunfo electoral la oposición reformista considera fruto de un “fraude masivo”.

En la represión de las protestas perdieron la vida al menos una treintena de personas -según cifras oficiales- y 72 de acuerdo con el cómputo de la oposición, que también denunció torturas en las cárceles.

Además, alrededor de 4.000 personas fueron detenidas, entre ellas más de un centenar de responsables de la oposición que encabezan los candidatos derrotados, Mir Husein Musavi y Mehdi Karrubí.

Uno de los opositores ahorcado esta semana – Foto: AP Photo

La crisis se agravó el pasado 27 de diciembre, día sagrado de Ashura, una jornada violenta en la que al menos ocho personas murieron en enfrentamientos entre grupos de oposición y fuerzas de Seguridad.

El Poder Judicial iraní ha condenado a muerte a once personas por su supuesta participación en las protestas, de cuya organización acusa a Estados Unidos y el Reino Unido, junto a movimientos de oposición en el exilio como “Muyahidin Jalq” y “la Asociación Monárquica”, que considera terroristas.

El jueves fueron ahorcados dos hombres, Mohamad Reza Ali Zamani, de 37 años, y Arash Rahmanipour, de 20 años, acusados de pertenecer a este último grupo y de conspirar para derrocar el régimen.

Aunque ambos habían sido detenidos meses antes de que estallaran las protestas, fueron juzgados junto a los arrestados en los actuales disturbios.

Además, se anunció que nueve más están pendientes de apelación y que si su sentencia es ratificada, serán igualmente ahorcados.

A este respecto, el clérigo ultraconservador Ahmad Yanati agradeció un día después al Poder Judicial su acción y le instó a acelerar la aplicación de las sentencias impuestas a los detenidos durante las protestas.

“De la misma manera que se ha ejecutado rápidamente a esos dos mohareb (enemigos de Dios), se debe mantener la firmeza y actuar contra el resto de ellos”, señaló.

Em Guantanamo não tem tortura, diz terrorista preso – Xô OBAMA

21 de fevereiro de 2009

Obama engole caladinho!

Em um recente relatório, ficou comprovado que os detentos em Guantanamo Bay nunca foram vítimas de torturas e receberam tratamento humano e dentro dos padrões da convenção de Geneva.
Como já sabíamos e o próprio mulato também sabia, Guantanamo é melhor parte da ilha de Fidel!
http://www.foxnews.com/politics/2009/02/20/pentagon-report-concludes-guantanamo-detainees-treated-humanely/

Farc mata índio

10 de fevereiro de 2009

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/24325/las-farc-habria-asesinado-a-unos-17-indigenas-con-armas-blancas/

Colombia

Las FARC habría asesinado a unos 17 indígenas

con armas blancas

Aleksandr Dugin – Alexander Dugin – O homem que doutrina Putin sobre a guerra total contra o ocidente

2 de fevereiro de 2009

Aleksandr Dugin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Aleksandr Gelyevich Dugin (Russian: Александр Гельевич Дугин) (born January 7, 1962 in Moscow) is a politologist and one of the most influential ideologists of Russian expansionism and nationalism, with close ties to the Kremlin and Russian military intelligence. He was the leading organizer of National Bolshevik Party, National Bolshevik Front, and Eurasia Party. His political activities are directed toward restoration of the Russian Empire through partitioning of the former Soviet republics, such as Georgia and Ukraine, and unification with Russian-speaking territories, especially Eastern Ukraine and Crimea [1][2]

Contents

Early life and education

Dugin was born in a family of a high-ranking Soviet military intelligence officer. His mother was a doctor. In 1979 he entered the Moscow Aviation Institute. His father helped him to get a job in the secret KGB archives in the beginning of 1990s.

Early career and political views

Dugin worked as a journalist before becoming involved in politics just before the fall of communism. In 1988 he and his friend Geidar Dzhemal joined the nationalist group Pamyat. He helped to write the political program for the newly refoundeded Communist Party of the Russian Federation under the leadership of Gennady Zyuganov, producing a document that was more nationalist in tone than Marxist.

In his 1997 article “Fascism – Borderless and Red,” Dugin claimed the arrival of a “genuine, true, radically revolutionary and consistent, fascist fascism” in Russia. He believes that

“…by no means the racist and chauvinist aspects of National Socialism that determined the nature of its ideology. The excesses of this ideology in Germany are a matter exclusively of the Germans, …while Russian fascism is a combination of natural national conservatism with a passionate desire for true changes.”

Waffen-SS and especially the scientific sector of this organization, Ahnenerbe,” was “an intellectual oasis in the framework of the National Socialist regime.”, according to him. Dugin also described Reinhard Heydrich, an organizer of the Holocaust a “convinced Eurasianist”.[3]

Dugin soon began publishing his own journal entitled Elementy which initially began by praising Franco-Belgian Jean-François Thiriart, supporter of a Europe “from Dublin to Vladivostok.” Consistently glorifying both Tsarist and Stalinist Russia, Elementy also revealed Dugin’s admiration for René Guénon and Julius Evola, to name but two. Dugin also collaborated with the weekly journal Den (The Day), a bastion of Russian anti-Semitism[citation needed] directed by Alexander Prokhanov.

Dugin was amongst the earliest members of the National Bolshevik Party (NBP) and convinced Eduard Limonov to enter the political arena in 1994. A part of hard-line nationalist NBP members, supported by Dugin split off to form the more right-wing, anti-liberal, anti-left, anti-Kasparov aggressive nationalist organization, National Bolshevik Front. After breaking with Limonov, he became close to Yevgeny Primakov and later Vladimir Putin[citation needed].

 Formation of The Eurasia Movement

Dugin speaking

The Eurasia Party, later Eurasia Movement, was founded by Dugin in 2002 and is said by some observers to enjoy financial and organizational support from Vladimir Putin‘s presidential office. The Eurasia Party claims support by some military circles and by leaders of the Orthodox Christian, Muslim, Buddhist, and Jewish faiths in Russia, and the party hopes to play a key role in attempts to resolve the Chechen problem, with the objective of setting the stage for Dugin’s dream of a Russian strategic alliance with European and Middle Eastern states, primarily Iran. Dugin’s ideas, particularly those on “a Turkic-Slavic alliance in the Eurasian sphere” have recently become popular among certain nationalistic circles in Turkey, most notably among alleged members of the Ergenekon network, which is the subject of a high-profile trial (on charges of conspiracy). Dugin also advocates for a Russo-Arab alliance.[4]

In principle, Eurasia and our space, the heartland Russia, remain the staging area of a new anti-bourgeois, anti-American revolution.” …”The new Eurasian empire will be constructed on the fundamental principle of the common enemy: the rejection of Atlanticism, strategic control of the USA, and the refusal to allow liberal values to dominate us. This common civilizational impulse will be the basis of a political and strategic union.

The Basics of Geopolitics (1997)

He has criticized the “Euro-Atlantic” involvement in the 2004 Ukrainian presidential election as a scheme to create a “cordon sanitaire” around Russia, much like the British attempt post-World War I.

Dugin has criticized Putin for the “loss” of Ukraine, and accused his Eurasianism of being “empty.” In 2005 he announced the creation of an anti-Orange youth front to fight similar threats to Russia.

In 2007 Dugin was prohibited entering Ukraine for five years due to his perceived anti-Ukrainian activities.

 Dugin’s works

  • Pop-kultura i znaki vremeni, Amphora (2005)
  • Absoliutnaia rodina, Arktogeia-tsentr (1999)
  • Tampliery proletariata: natsional-bol’shevizm i initsiatsiia, Arktogeia (1997)
  • Osnovy geopolitiki: geopoliticheskoe budushchee Rossii, Arktogeia (1997)
  • Metafizika blagoi vesti: Pravoslavnyi ezoterizm, Arktogeia (1996)
  • Misterii Evrazii, Arktogeia (1996)
  • Konservativnaia revoliutsiia, Arktogeia (1994)
  • Conspirology(Russian)

References

  1. ^ Robert Horvath, Beware the rise of Russia’s new imperialism, The Age, August 21, 2008
  2. ^ His interview at Echo of Moscow (Russian)
  3. ^ Andreas Umland, Will United Russia become a fascist party?, Turkish Daily News, Tuesday, April 15, 2008
  4. ^Russian nationalist advocates Eurasian alliance against the U.S.“, Los Angeles Times (2008-09-04). Retrieved on 14 November 2008. 

External links

Cesare Battisti , jornal italiano “La Repubblica” ri do Brasil, conta Diogo Mainardi

29 de janeiro de 2009
Podcast do Diogo – O Marcola do país da macarronada

Eu estou de volta do médico, e Diogo está de voltao ao podcast. Vamos lá.
*

O Brasil negou o pedido de extradição de Cesare Battisti durante minhas férias. Férias na Itália. Acompanhei o episódio de longe, pela imprensa italiana. “La Repubblica” publicou o seguinte comentário:

“No país do samba, há uma espécie de cumplicidade ideal com todos os Battisti do mundo, com os terroristas, com os justiceiros. Lula deve ter pensado que a Itália é uma republiqueta como a sua. (Ele) acredita que o mundo inteiro é formado por paisecos no limite entre o populismo e a ditadura militar”.

Ponto.

Nos últimos anos, “La Repubblica” foi um dos jornais estrangeiros que mais tolamente se encantaram com o presidente brasileiro. Agora mudou. A abestalhada claque italiana de Lula passou a enxergá-lo como um retrato do caudilho bananeiro.

Um documento que recebi na semana passada pode ajudar a explicar essa baba raivosa na boca dos italianos. Trata-se da ficha do Ros – o Grupo de Operações Especiais da polícia militar italiana – sobre os terroristas do PAC – os Proletários Armados pelo Comunismo -, do qual fazia parte Cesare Battisti.

Primeiro trecho:

“Os Proletários Armados pelo Comunismo formaram-se nos últimos meses de 1977, no âmbito da luta contra a nova realidade do regime carcerário de segurança máxima, que acabara de ser instituído”.

E eu acrescento: os atentados terroristas do PCC, em maio 2006, ocorreram pelo mesmo motivo – a transferência de alguns membros do bando para o presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes. O PAC é o PCC do país da Tarantella (sim, estou parodiando o editorialista do “La Repubblica”). Tarso Genro alegou que Cesare Battisti foi perseguido por suas ideias políticas. A única ideia que ele tinha era essa: aliviar o cárcere duro, exatamente como o Comando Vermelho em Bangu 3.

Para ler e ouvir íntegra, clique aqui

Por Reinaldo Azevedo | 22:21 | comentários (36)

Carla Bruni nega ter pedido para Brasil abrigar Battisti

26 de janeiro de 2009

http://tv.repubblica.it/copertina/caso-battisti-la-bruni-si-difende/28613?video

A estratégia de guerrilha do MST

25 de janeiro de 2009

=

brasil11

=

brasil1

Brasil é motivo de riso no mundo todo como abrigo de terroristas –

25 de janeiro de 2009

Fugitives from justice in Brazil

The madness of asylum

Jan 22nd 2009 | SÃO PAULO

From The Economist print edition

Why this indulgence for a convicted killer?

 

AP Italians don’t see Battisti’s joke

WITH its extensive opportunities for committing fresh indiscretions and its giant statue of Christ extending limitless redemption, Rio de Janeiro is an attractive place in which to live as a fugitive from justice. Claude Rains elegantly hid out there in one of Alfred Hitchcock’s best films. Ronald Biggs, having robbed a mail train in 1963, swapped a British prison for Copacabana beach—and was more envied than vilified as a result. Now Cesare Battisti, an Italian thriller-writer who was once a member of a group called Armed Proletarians for Communism, has joined the list after Brazil granted him refugee status.

Before he came to Rio, Mr Battisti enjoyed a comfortable exile in France. Italy and France have long argued, in the way only neighbours can, about the number of once-violent Italian activists who have settled in Paris. Last year the French government refused to extradite Marina Petrella, a former Red Brigades terrorist (Carla Bruni, the president’s wife, went to Mrs Petrella’s hospital bed to give her the good news). Italy’s government had hoped Brazil would be more helpful. But its protests have been met with a snort from President Luiz Inácio Lula da Silva, of the sort reserved for occasions when he thinks a more developed country is telling Brazil what to do.

 

Mr Battisti was convicted in absentia of killing two policemen in Italy in the late 1970s. He was also found guilty of taking part in the murder of a butcher, and of helping to plan that of a jeweller (shot in front of his 14-year-old son). Mr Battisti denies these charges, but there is little doubt in Italy that his trial was fair.

Brazil’s reasons for protecting Mr Battisti are unconvincing. The justice minister, Tarso Genro, referred to his country’s tradition of harbouring political exiles, ranging from Alfredo Stroessner, a particularly nasty ex-dictator (of Paraguay), to Olivério Medina, an ex-guerrilla (in Colombia). Now that democracy is the norm in the Americas, that tradition is anachronistic. Mr Genro also seems to think that Mr Battisti was convicted of political crimes, rather than plain murder.

Two sentiments underlie Mr Genro’s reticence. One is Brazil’s reluctance to examine its own past. Whenever the question of an inquiry into the military government of 1964-85 arises, it is quickly squashed (unlike similar demands in Argentina or Chile). The second sentiment, that of solidarity, is to be found among some members of Lula’s party who were far-left militants in the 1970s. In Italy, which lost a former prime minister to the Red Brigades and had a government adviser murdered as recently as 2002 by its imitators, attitudes are much less indulgent.

O Atentado ao Correio Popular de Campinas – granadas

24 de janeiro de 2009

Deputado repudia atentado

em Campinas

da assessoria do deputado davi zaia

A sede da Rede Anhanguera de Comunicação

(RAC), grupo de comunicação que edita, entre outras

publicações, o jornal Correio Popular, de Campinas,

foi alvo de um atentado na noite de quarta-feira

passada, quando três rapazes soltaram uma granada

em uma janela do edifício. Os danos foram apenas

materiais, mas o alto poder explosivo do artefato

poderia ter provocado vítimas. O objetivo foi intimidar

as atividades jornalísticas do grupo e recebeu o repúdio

de diversos segmentos da população.

O deputado estadual Davi Zaia (PPS) enviou um

ofício ao secretário estadual da Segurança Pública,

Ronaldo Augusto Bretas Marzagão, solicitando

urgência na apuração dos autores e mandantes do

atentado.

“Essa atitude covarde foi praticada com objetivos

claros de intimidação e cerceamento da atividade

jornalística, e revela o quanto a imprensa incomoda

aqueles que são incapazes de conviver com as

regras da sociedade, quando exerce, com firmeza e

competência, a tarefa de informar e zelar pelos direitos

dos cidadãos”, afirmou o deputado.

O parlamentar também enviou ao presidente da Rede

Anhanguera, Sylvino de Godoy Neto, uma mensagem

de solidariedade aos funcionários e jornalistas

do grupo. Zaia defendeu ainda a mobilização da

sociedade para fazer frente a qualquer ameaça ao

direito de manifestação e liberdade de pensamento,

valores fundamentais da democracia.

dzaia@al.sp.gov.br

Novo site do Proin facilita pesquisa nos arquivos do DEOPS

23 de janeiro de 2009

Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009 às 21h07

No sábado, 24, entrará no ar o novo site do Projeto Integrado Arquivo Público do Estado e Universidade de São Paulo (PROIN), que estará disponível por meio do endereço http://www.usp.br/proin/. A iniciativa vai facilitar as atividades de pesquisa do público na documentação do Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (DEOPS), datadas do período entre 1924 a 1983.

 

A coordenação do projeto é da professora Maria Luiza Tucci Carneiro, do Departamento de História (DH) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O setor de iconografia é coordenado pelo professor Boris Kossoy, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, e responsável pela elaboração de um banco de imagens que, em breve, também poderá ser consultado.

 

“Antes do trabalho realizado pelo PROIN, para localizar algum prontuário, era necessário pesquisar diretamente nas fichas microfilmadas. Quando a ficha era encontrada, era preciso anotar o número do prontuário e passar para o pessoal do arquivo encontrar o material. Agora, basta digitar o nome de uma pessoa ou de uma instituição para ter acesso à ficha policial e ao número do prontuário”, conta Luciana Cammarota, uma das pesquisadoras envolvidas no projeto e que trabalha com prontuários de imigrantes italianos. Além dos prontuários (cerca de 150 mil), o arquivo conta com aproximadamente 1,5 milhão de fichas policiais que remetem a cerca de 9 mil dossiês.

 

O site é composto por cinco categorias de pesquisa. Uma delas é “Fichas Policiais”: “Nessas fichas foi mantida a grafia original do documento policial”, aponta Adriana Ferreira, graduada em História que pesquisa os imigrantes, sobretudo os do Leste Europeu. A partir dessas fichas, o pesquisador terá acesso ao número do prontuário ou ao seu conteúdo sintetizado, disponível na categoria “Cadastro Proin”. Dos 150 mil prontuários, aproximadamente 3 mil já foram inventariados.

 

Outra categoria de busca será “Impressos” – base de dados que permite conhecer os impressos revolucionários (jornais, panfletos e livros) confiscados pelo Deops. Este inventário deu origem ao catálogo “Jornais confiscados pelo DEOPS, 1924-1954″, organizado por Kossoy e Tucci Carneiro, cujo segundo número está previsto para sair neste ano. Haverá ainda um link especial, dedicado aos “Estrangeiros expulsos”, e que foi idealizado pela historiadora Mariana Cardoso Ribeiro que desenvolveu suas pesquisas de mestrado e doutorado em História Social na FFLCH.

 

Iconografia

 

Outro acesso possível será “Iconografia”. As imagens são acompanhadas de uma ficha técnica idealizada pelo professor Kossoy e que vem sendo preenchida com base nas informações pesquisadas junto aos prontuários e dossiês policiais. De acordo com a pesquisadora Michele Celestino, o objetivo do banco iconográfico é mostrar, através de imagens, a história da repressão no Brasil. “Nos prontuários, encontramos uma diversificada tipologia de imagens como as fotos confiscadas de álbuns particulares, por exemplo. Além de ser necessário analisar o prontuário para entender o contexto histórico em que uma imagem foi produzida, é necessário também “ler” as imagens sob o ponto de vista iconológico, de acordo com as propostas teóricas do professor Kossoy”, comenta. A idéia, segundo ela, é digitalizar todas as imagens que sejam representativas dos fundos DEOPS/SP e do Departamento de Imprensa e Propaganda (DEIP). Atualmente, este Banco de Dados possui cerca de 300 imagens já digitalizadas.

 

Inúmeras exposições iconográficas já foram realizadas com base no material do arquivo. A mais recente, “Círculo Fechado: os japoneses sob a mira do DEOPS”, de curadoria de Kossoy com pesquisa de Márcia Yumi Takeuchi, será aberta no próximo dia 24 por ocasião da inauguração do Memorial da Resistência de São Paulo, no antigo prédio do DEOPS.

 

Além de Adriana Ferreira, Michele Celestino e Luciana Cammarota, também participam do PROIN os pesquisadores graduados Luciana Marta, que pesquisa os intelectuais vigiados; Milena Issler, responsável pelo design do site; e Olivia Pavani, que trabalha com as pautas de serviço do DEIP. Integram ainda a equipe os graduandos em História Mônica Torres e Rodrigo Vazquez que trabalham, respectivamente, com os impressos confiscados (panfletos, livros, jornais e revistas) e a iconografia.

 

O projeto conta ainda com a participação dos professores da UNINOVE Antonio de Pádua Fernandes Bueno, Regina Célia Pedroso, Carlos Boucault, além dos professores da USP Elizabeth Cancelli (DH/FFLCH), Federico Croci (Departamento de Letras Modernas / FFLCH), e também de Pedro Ortiz (TV USP e Cásper Líbero), e de Priscila F. Perazzo (Universidade Municipal de São Caetano do Sul/USCS).

 

Outra vertente de pesquisa do PROIN é realizada por Olívia Pavani, que pesquisa as Pautas de Serviço produzidas pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DEIP), instituição fundada em 1941. As Pautas de Serviço estão organizadas em 78 volumes, produzidas entre os anos de 1943 e 1946. “Elas trazem informações oficiais produzidas pelo governo para divulgação na imprensa.

 

A documentação produzida pelo DEIP de São Paulo agrupa inclusive informações sobre o que os DEIPS de outros Estados estavam noticiando. Entre as reportagens produzidas por esta instituição, podemos destacar a cobertura da visita do Interventor Fernando Costa pelo interior do Estado de São Paulo em outubro de 1943”, explica. Encontra-se em processo de elaboração um banco de dados on-line que também facilitará o acesso a essa documentação.

 

O projeto

 

O PROIN foi criado em 1995. Em 2007, o Projeto conseguiu aprovar junto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) o segundo projeto temático “Arquivos da Repressão e da Resistência: mapeamento e digitalização dos Fundos DEOPS e DEIP”, desta vez envolvendo nove professores doutores. Estes recursos permitiram a revitalização do Laboratório de Informática PROIN com novos equipamentos, além de renovar a equipe de monitores com 6 graduados e 2 graduandos.

 

Desde o início de suas atividades, a sala do PROIN tem sido utilizada pelos professores envolvidos com o projeto como uma oficina de história. Nesse espaço, os alunos de graduação da USP e de outras universidades entram em contato com a documentação. “A partir disso, vários alunos têm a oportunidade de iniciar projetos de iniciação científica e, posteriormente, pesquisas de mestrado e de doutorado”, destaca Luciana.

 

Da Agência USP de Notícias

 

A carta testamento do ex chefe das Farc mariel marulanda tirofijo

20 de janeiro de 2009

Colombia + Venezuela  www.noticias24.com

Revista Cambio  revela el “testamento de Marulanda”

 

http://www.cambio.com.co/portadacambio/811/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-4754804.html

 

20/01/2009 06:14 pm     2 comentarios     403 views

 

 

Una extensa carta que ‘Manuel Marulanda’, ‘Tirofijo‘, entonces máximo jefe de las Farc, dirige a sus hombres, cinco días antes de su muerte, podría convertirse en su testamento y ser un nuevo punto de partida de acciones políticas y militares del Gobierno.

 

Esta misiva, que la revista CAMBIO conoció en forma exclusiva, fue escrita al parecer con ayuda de una guerrillera conocida como ‘Sandra’, quien lo acompañó durante más de 20 años y quien es reconocida en el grupo no solo por su formación ideológica, sino por ser la persona que mejor interpretaba el pensamiento del jefe guerrillero.

 

En la carta, ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’ y dice que en su homenaje ha decidido “adelantar el acostumbrado saludo de cumpleaños de las Farc” (se refiere a los 44 años de la organización).

 

Hace consideraciones sobre los golpes propinados por el Ejército, las relaciones con gobiernos vecinos y el intercambio humanitario, y un llamado a “incrementar las acciones militares y políticas contra el enemigo de clase”.

 

En la carta ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’

El documento de 10 páginas fue hallado en un computador portátil que la Policía y el Ejército decomisaron el 31 de octubre pasado en un campamento del frente 38 en zona rural de Puerto Asís, Putumayo. Su contenido se ha convertido en una especie de “joya de la corona” para los organismos de Inteligencia, que no conocían muchas comunicaciones de ‘Marulanda’.

 

En la carta, el jefe guerrillero se lamenta por la incautación de las tesis de la IX Conferencia que “permitió al Estado producir reajustes a la estrategia complementaria del Plan Patriota”, y de los tres computadores encontrados en el campamento donde fue abatido ‘Reyes’ en Ecuador.

 

Curiosamente, mucho más adelante, en un aparte de la carta dice que “nunca fui informado por el camarada ‘Raúl’ de que tenía un campamento en el Ecuador” y que siempre pensó que estaba en Putumayo.

 

‘Marulanda’ dice que “los secretos de las Farc se han perdido totalmente con documentos secretos y conclusiones de la IX Conferencia” que han sido mostrados a la opinión como “trofeo de guerra”, y agrega que van a ser explotados por el Gobierno para promover una campaña internacional contra los gobiernos de Hugo Chávez, Rafael Correa y Daniel Ortega, y “justificar acciones penales contra ciudadanos que en muchos casos nada tienen que ver con la guerrilla”.

 

Habla de la compra de armas en Panamá, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela” cuyos beneficios serían para las Farc y de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”

Añade que tardará meses y hasta años reconstruir la documentación y las relaciones políticas internacionales, y que para hacerlo es necesario acudir a la “antigua comisión internacional en cabeza de ‘Ricardo’ (Rodrigo Granda), ‘Marcos’ (Calarcá) y ‘Olga’ (Marín), porque no solo murió ‘Raúl’ sino todo el comando sin dejar huellas de lo que existía en organización clandestina de partidos” y bienes en varias partes.

 

En este sentido, ‘Tirofijo’ menciona una hacienda para los lisiados de guerra, “cuya inversión, si la memoria no me falla, tiene que figurar en los libros de contabilidad de Jorge” (¿’el mono Jojoy’?). Y además habla de la compra de armas de varios calibres, en Panamá, de dinero que debían recibir en varias etapas, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela”, cuyos beneficios serían para las Farc, de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”, y de propuestas de ‘narcos’ para ayudar al grupo. Al respecto anota que “aunque el Secretariado no ha tomado en serio este asunto, es posible que el Gobierno, ni corto ni perezoso, tome como pretexto esta propuesta contra nosotros”.

 

La lectura de la carta de ‘Tirofijo’ deja claro que la muerte de ‘Reyes’ es, hasta hoy, el más duro golpe propinado por el Gobierno contra las Farc. El jefe guerrillero reconoce que sus efectos son por el momento “difíciles de calcular”.

 

Acuerdo humanitario

El tema del acuerdo humanitario también ocupa la atención de ‘Marulanda’. Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela, un asunto que el mandatario habría planteado a comienzos de 2008, “no la podemos aceptar sin antes firmar un acuerdo entre los gobiernos y Farc, interesados en el acuerdo humanitario. Por el momento veo tarde esa posibilidad por lo ocurrido al Secretariado”.

 

Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela

Menciona también el encuentro de mandatarios del Grupo de Río en Santo Domingo, “cuyas conclusiones contienen una buena dosis de veneno contra quienes nos apoyan, con pruebas tomadas de los computadores y mostradas en televisión, leídas en plena asamblea por Uribe“.

 

Con respecto a Chávez, desmontado por Uribe de la mediación el 22 de noviembre de 2007, ‘Tirofijo’ afirma que desconoce las dificultades que tiene para gobernar, pero dice que lo ve “calmado, sereno”, aunque “medio enredado en sus decisiones de retirar las tropas de la frontera (…) sin prevenir una posible maniobra igual a la realizada en Ecuador contra ‘Raúl’ y su comando”. Y agrega que es necesario tomar medidas para evitar lo ocurrido con ‘Reyes’, “porque a Uribe le importa un pito atacar fuera de la frontera al Secretariado” y lo que quiere es acabar con las Farc “a cualquier precio y costo político”.

 

Dice que “muy hábilmente Chávez se fue por las ramas contrarrestando los ataques y haciendo descargos“, y que según comentarios de prensa las relaciones diplomáticas con Uribe han comenzado a mejorar.

 

Señala que ve muy difícil cualquier acuerdo humanitario en medio del triunfalismo de Uribe y de las Fuerzas Militares, que antes las Farc deben endurecer su posición frente al Gobierno y que pasará largo tiempo mientras se producen los ajustes por la muerte de ‘Reyes’, responsable para hablar del intercambio.

 

Los infiltrados

‘Tirofijo’ no puede ocultar en la carta preocupación por los golpes infligidos a la organización y afirma que, aunque sensibles, no significan un retroceso irreparable.

 

Advierte que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes

Pero expresa inquietud por la insuficiente preparación ideológica, conciencia y lealtad con los principios revolucionarios y los mandatos de los organismos superiores, lo mismo que por la “falta de aplicación de las normas y de contrainteligencia”.

 

En pocas palabras, reclama porque sus hombres han bajado la guardia, lo que ha permitido infiltraciones que les han hecho mucho daño. Y aunque dice que la infiltración no es nueva, que la conoce desde cuando estuvo en el sur del Tolima, reconoce que los acontecimientos que rodearon la muerte de ‘Reyes’ están enredados, y señala la necesidad de reorganizar los estados mayores de los frentes golpeados “para impedir el desconcierto de algunas unidades”, promover “mandos probados donde hemos tenido fracasos”, e impedir la infiltración.

 

Advierte, además, que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador, “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes“, que permite al enemigo “hacernos inteligencia por este medio, para golpear sin el conocimiento de sus gobernantes”, como sucedió en el caso de Granda en Venezuela y de ‘Simón Trinidad’ en Ecuador.

 

Finalmente, acepta que han recibido golpes, unos más graves que otros, y que a pesar de la pérdida de cuadros importantes, la dirección de la organización “no había sido golpeada a lo largo de su historia”.

 

Alcances de la carta

La carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército

La carta de ‘Marulanda’ a sus hombres, cuya autenticidad ha sido reconocida por los organismos de seguridad del Estado, es un documento de gran importancia para las autoridades, en la medida en que clarifica los efectos internos que han producido en las Farc los recientes golpes militares.

 

Al tratarse de un documento de “consumo interno”, escrito sin mayores pretensiones políticas distintas a la de expresar sus inquietudes sobre lo que estaba pasando, la carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército.

 

Una posición que contrasta, por ejemplo, con la asumida por ‘Alfonso Cano’, sucesor de ‘Tirofijo’, quien en reciente entrevista concedida a Cambio 16 España, pretende mostrar una organización fortalecida militarmente.

 

El documento tiene, además, grandes y graves alcances en lo que se refiere a los que han sido considerados gobiernos amigos de las Farc: Hugo Chávez en Venezuela y Rafael Correa en Ecuador, a quienes ‘Marulanda’ trata con especial consideración y a quienes les otorga un papel protagónico en las futuras acciones políticas y militares de la organización entonces bajo su mando.

 

Una vez más sale a relucir el tema de los presuntos aportes económicos de Venezuela a las Farc -desmentido en su momento por el gobierno de Chávez- y del grupo guerrillero al Gobierno de Ecuador, también desmentido por el presidente Correa.

 

Haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc

De cualquier manera, el que podría considerarse el “testamento de ‘Marulanda’ ” tiene un enorme valor para la suerte del grupo guerrillero, pues por primera vez se conoce el pensamiento de su máximo líder y sus planes para el futuro inmediato.

 

Como dijo un oficial de Inteligencia a CAMBIO, “haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc y cómo creen que se encuentran en la actualidad”. Y ese, sin duda alguna, es otro duro golpe para ese grupo guerrillero.

 

OTRAS CARTAS

CAMBIO también obtuvo otras cartas que dejan evidencia de que la cúpula de las Farc quería mantener en secreto por un tiempo la muerte de ‘Marulanda’.

 

Una de ellas, del 27 de marzo, un día después de la muerte de ‘Marulanda’, y dirigida a ‘Sandra’ y a los integrante de La Pardo, Óscar y ‘Pilosa’, por un remitente desconocido, dice: “Sugiero buscar un lugar seguro, rendir honores al camarada y sepultarlo en lugar secreto (….) Mantener el secreto hasta cuando nos pongamos de acuerdo en la dirección para dar a conocer la noticia”.

 

En otras comunicaciones, ‘Alfonso Cano’ y ‘el Mono Jojoy’ se lamentan por la muerte de ‘Tirofijo’ y proponen nombres para suceder al legendario jefe de las Farc. En la carta que ‘Cano’ envía el 28 de marzo, ratifica el compromiso con la lucha y propone que Jorge Briceño “sea a partir del momento el nuevo comandante en jefe de las Farc”, y que ‘Catatumbo’ sea el nuevo miembro del Secretariado. Además, sugiere guardar el secreto hasta el 27 de mayo, cuando piensan hacer pública la noticia.

 

Un día después, ‘Jojoy’ responde y dice que “al que le corresponde asumir desde ya la responsabilidad” es a ‘Cano’ y manifiesta su acuerdo con que ‘Catatumbo’ pase a ser principal del Secretariado y con guardar el secreto hasta el 27 de mayo.

 

Vía Revista Cambio

Folha de São Paulo comenta 25 anos do Mst

18 de janeiro de 2009

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

MST perde adeptos e recursos e procura identidade sob Lula

Para especialistas, expansão do Bolsa Família ajudou a esvaziar o movimento, já que a principal razão para adesão é econômica

ONGs ligadas aos sem-terra, que tiveram R$ 39,9 mi de 2003 até 2006, perderam verba em 2008; acadêmicos veem importância histórica

Sérgio Lima
 

Mãos de Agenor Vieira, apelidado de parafuso, personagem do livro “Pioneiros do MST”

DA REPORTAGEM LOCAL

Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula.
É o que apontam dados levantados pela Folha que coincidem com a opiniões de especialistas sobre o tema da reforma agrária no país e no mundo.
O número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 -primeiro ano do governo Lula-, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299-menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra).
“O pessoal, tendo pequenas ajudas, como a do Bolsa Família, não vai se inscrever nos batalhões de luta pela terra”, diz dom Tomás Balduino, bispo de Goiás e conselheiro da CPT. De 2003 a 2008, o número de inscrições no Bolsa Família saltou de 3,5 milhões para 11 milhões.
Uma pesquisa feita pelo Datafolha com membros do MST em 1996 já demonstrava que a principal razão para a entrada no movimento era econômica.
Para 62% dos entrevistados, a vantagem atribuída ao assentamento era “independência financeira”, sendo citados como exemplos “deixar de ser empregado”, “poder negociar a própria produção” e “lucros com a venda da produção”. Os principais problemas sobre os assentamentos eram “falta de infraestrutura” (22%), “falta de ajuda do governo” (19%) e “falta de recursos” (10%).
A despeito do momento de transição, o geógrafo da USP Ariovaldo Umbelino diz que o MST ainda é importante. “Com ele, a luta pela reforma agrária ganhou sua dimensão política e passou a se fazer nos fóruns políticos do país. A história dos primeiros anos mostrou a setores da sociedade que só através da luta é que se conseguiria a reforma agrária no Brasil”, diz.
Umbelino também vê uma retração do MST e diz que ele passa por uma mudança de discurso, ao colocar a “luta contra o agronegócio” como principal bandeira. “Lula não cumpriu todas as metas [da reforma agrária], menos de 30% da meta foi atingida. O que fica demonstrado nos primeiros anos do governo Lula é que ele fez a opção pelo agronegócio.”
O professor da Unesp Bernardo Fernandes afirma que “o papel atual [do MST] é seguir lutando para o desenvolvimento a partir dos paradigmas que defendem o campo como lugar de vida, onde as pessoas possam produzir alimentos saudáveis, recuperando ambientes degradados pela produção monocultora de grande escala.”
Para frei Sérgio Görgen, militante desde a criação do MST, o foco do movimento no agronegócio resulta de uma mudança no perfil de seus participantes. “Hoje o MST mexe com um número significativo de produtores agrícolas e as questões dessa cadeia produtiva estão no movimento”. Görgen diz que isso traz a preocupação com empresas transnacionais, como as que “controlam as sementes e insumos”, e com questões produtivas mundiais.
Apesar das novas bandeiras do MST, o apoio popular não é expressivo no Brasil. Uma pesquisa feita em 2008 pelo Ibope a pedido da mineradora Vale do Rio Doce, um dos alvos dos sem-terra, mostrou que apenas 31% dos entrevistados diziam confiar no movimento, contra 65% que diziam não confiar.
A desconfiança aumentava quanto maior a escolaridade. Entre os que tinham estudado até a quarta série do ensino fundamental, a confiança era de 35%, e a desconfiança, de 60%. Entre aqueles com ensino superior, a confiança era de 19%, e a desconfiança, de 75%.
Zander Navarro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul diz que o MST “perdeu a razão de ser”. “Seria inevitável que a industrialização e a urbanização reduzissem, fortemente, a demanda social por terra em nosso país. É o que ocorre atualmente. Mas há o lado político, ou seja, o formato organizacional autoritário.”
O professor, no entanto, diz que as invasões são um “instrumento de pressão histórico de trabalhadores rurais sem terra, em todo o mundo” e que as realizadas pelo MST são, em geral, pacíficas e não produzem danos materiais consideráveis.

Financiamento
O governo Lula repassou apenas R$ 1,4 milhão às principais entidades ligadas ao MST em 2008, segundo dados do Siafi. O número é muito diferente daquele registrado no primeiro mandato do petista. Entre 2003 e 2006, foram R$ 39,9 milhões repassados às três principais ONGs ligadas ao MST. No segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram R$ 9,6 milhões.
Historicamente, as ONGs Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil) e Iterra (Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária) são apontadas como as que têm maiores ligações com o MST.
O movimento, porém, diz que nunca recebeu dinheiro de nenhum governo e que se sustenta com “a ajuda dos próprios trabalhadores acampados e assentados, com a solidariedade da sociedade brasileira e com o apoio solidário de entidades e comitês de amigos no exterior, que acreditam nas experiências do MST”. (FERNANDO BARROS DE MELLO, JOSÉ ALBERTO BOMBIG e ANA FLOR)

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

Governo assentou famílias longe das bases tradicionais

Entre 2003 e 2007, 68,5% dos sem-terra foram assentados na Amazônia Legal, distante das regiões Sul, Sudeste e Nordeste

Segundo Dataluta, apenas 4% das invasões foram na região Norte; para geógrafo, “essência” do movimento impede ações na Amazônia

EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, no final de 2002, trabalhadores rurais sem terra, em especial do MST, ergueram às pressas acampamentos pelo Brasil afora na expectativa de que a reforma agrária com “uma canetada só”, como prometera o petista, enfim aconteceria.
O número de famílias à espera de um lote de terra saltou de 60 mil, no final de 2002, para 150 mil, em meados de 2003.
Revelada com essa corrida aos acampamentos, a esperança dos sem-terra se transformou em frustração: o governo federal priorizou o assentamento de famílias na região amazônica, bem distante das bases do movimento, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, principalmente.
Dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) obtidos pela Folha revelam que, das 448,9 mil famílias que o governo petista diz ter assentado entre 2003 e 2007, 307,5 mil (68,5%) foram beneficiadas em projetos na Amazônia Legal (região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão).
O Pará foi o Estado com o maior número de assentados, com 136,2 mil famílias, o equivalente a 30% do total do país.
A dinâmica atinge em cheio o movimento, com argumentos enfraquecidos para convencer os militantes a esperar um lote de terra. Na Amazônia Legal estão apenas 26% (59 mil) das 225 mil famílias acampadas.
A estratégia de encaixar famílias na Amazônia foi motivada, em parte, pelo avanço do preço da terra (lá existem muitas terras públicas federais disponíveis) e o fato de o governo manter na gaveta desde 2005 uma portaria que atualiza índices de produtividade usados na vistoria de imóveis rurais passíveis de desapropriação.
Como os índices em vigor estão defasados -os números usados são de 1975-, o fazendeiro tem mais facilidade para atingi-lo e, portanto, livrar-se da desapropriação da área pela improdutividade. Com novos índices, avalia o Incra, cresceria o número de imóveis desapropriados no Sul e Sudeste.
A colocação de famílias na Amazônia, onde a infraestrutura e as estradas são precárias, teve como pano de fundo a busca pelo cumprimento das metas oficiais de assentamento.
Lula repetiu os métodos do governo Fernando Henrique Cardoso e inflou os balanços de assentados com a inclusão de famílias que já estavam na terra, além de ter reconhecido como da União projetos de assentamentos criados por governos estaduais. Outra artimanha foi substituir o termo “famílias assentadas” por “famílias com acesso à terra”, para que os beneficiados pudessem ser somados aos incluídos nos projetos clássicos da reforma.

Realidades distintas
Um dos principais especialistas em MST no país, o geógrafo Bernardo Mançano Fernandes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), afirma que a “essência” do movimento impede sua entrada na Amazônia.
Das 2.190 invasões de terra organizadas pelo MST entre 2000 e 2007, apenas 91 (4%) ocorreram no Norte do país, de acordo com o Dataluta, banco de dados sobre invasões de terra idealizado e coordenado por Fernandes no departamento de geografia da Unesp.
“Uma das razões para se compreender as dificuldades do MST para se organizar em alguns Estados da Amazônia está na sua essência. A origem do MST está na luta daqueles que foram expropriados da terra. São famílias que acreditam no desenvolvimento da agricultura camponesa e são contra o modelo monocultor agroexportador, que veio a ser denominado de agronegócio”, diz.
Ainda de acordo com o Dataluta -que reúne dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e da Ouvidoria Agrária Nacional, entre outras instituições- das 4.003 invasões no país entre 2000 e 2007, 2.190 foram do MST (55%).
Sobre a dificuldade de o movimento atuar na região Norte, Fernandes destaca a realidade local e a atuação de outros movimentos sociais. O MST não está organizado no Acre, Amapá e Amazonas, e atua de forma tímida no Pará, Tocantins, Rondônia e Roraima. “Nesses Estados predominam as lutas de posseiros de resistência na terra. Outra razão da modesta atuação do MST é a forte atuação de outros movimentos camponeses”, diz o geógrafo.

video que explica a guerra santa do islã

17 de janeiro de 2009

http://br.youtube.com/watch?v=DJOchnVCxk8&eurl=http://cavaleiroconde.blogspot.com/