Posts filed under 'terrorismo petista'

do movimento Paz no campo – O racismo contra o movimento mestiço

Recebemos da organização “Nação Mestiça” um e-mail que relata como procedem os aliados da Seppir, a Secretaria de Promoção Igualdade Racial da Presidência da Republica.

 

“A II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas, encerrou-se ontem (09/05/09). Com muitas manobras, os aliados da SEPPIR (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) conseguiram todas as vagas para a Conferência Nacional. Quando ia ser iniciada a discussão sobre as propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.

 

“Os ‘quilombolas’ e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço e caboclo. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram pela retirada da palavra. Como a conferência estava se prolongando muito e os delegados deles já deviam estar cansados, aprovaram que a votação das propostas seria por bloco, ou seja, tudo ou nada. No bloco das propostas do grupo de Controle Social, que tivera maioria de mestiços e vieram com diversas propostas citando a palavra mestiço e caboclo, eles votaram contra todo o bloco, de modo que o Relatório Final da conferência do AM não terá propostas do grupo do Controle Social. Este foi o único bloco que não foi aprovado”.

 

“Os movimentos negros apresentaram oito candidatos que ficaram com as oito vagas da sociedade civil para a próxima Conferência Nacional.

 

“Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e contra o FORAFRO – que são contrários a cotas raciais e a favor de cotas sociais”.

 

“Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações e se retiraram do evento, O movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país – e continuará lutando”.

 

Diz ainda o documento que só conseguiram participar do evento porque chamaram a imprensa para estar presente.

 

É com atitudes como essa que se constrói a “democracia” do movimento quilombola que visa implantar no País – isto sim -a guerra de raças, o confisco rural e urbano e o coletivismo, como ficou demonstrado no livro “A Revolução Quilombola” do jornalista Nelson Ramos Barretto, que o Movimento Paz no Campo vem divulgando por todo o Brasil e do qual já se esgotaram duas edições em poucos meses.

Add comment 15 15UTC Maio 15UTC 2009

terror da censura petista na rede globo e ninguém se importa.

O Carrasco Azul comunica:

“”"URGENTE!!! LEIAM E REPASSEM! URGENTE!!!

Recebi este e-mail da socióloga e escritora Maria Lucia Victor Barbosa e, solicito aos amigos (as), divulgá-lo para os seus contatos:

Caríssimos amigos,

Ontem comuniquei que havia recebido um telefonema da Globo News, de Brasília. A pessoa me fez um convite em nome do Alexandre Garcia, para que eu participasse do “Espaço Aberto”. A pauta seria sobre América Latina. Eu iria para Brasília hoje e amanhã faria a gravação. Hoje voltaram a me telefonar dizendo que a pauta havia mudado e que ficaria para uma outra vez. Tenho absoluta certeza de que Alexandre Garcia me indicou para o programa, mas esbarrou na censura da Globo. Como podem comprovar mais uma vez nesse episódio, a censura do governo Lula, funciona para valer. Isso confirma o que já sabemos: é difIcílimo termos algum espaço na mídia.

O único espaço em que ainda temos liberdade, por enquanto, é aqui na Internet. Mesmo sendo patrulhados e ofendidos pelos “companheiros”. Pois vamos em frente. Se somos do “Clube dos 16%”, encarnamos a única resistência, já que não temos partidos ou lideranças de oposição para unir e coordenar os descontentes e os indignados que somos. Em breve escreverei outro artigo e enviarei para vocês. Muito obrigada pela solidariedade e pela amizade, que apesar de virtual, é real. Somos poucos, mas existimos.

Um grande abraço,
Maria Lucia
“”

1 comment 17 17UTC Fevereiro 17UTC 2009

história do terrorismo no Brasil – o que os comunistas fizeram contra os brasileiros

História do Terrorismo no Brasil – em PDF

http://www.4shared.com/account/file/40269432/a81a0d9d/Histria_Do_Terrorismo_No_Brasil_-__Grupo_Ternuma_.html?sId=1vgihnmLET9JfInF

Reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo “TERRORISMO NUNCA MAIS” (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

Add comment 1 01UTC Fevereiro 01UTC 2009

A estratégia de guerrilha do MST

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brasil11

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brasil1

Add comment 25 25UTC Janeiro 25UTC 2009

O que é o Mst – o horror do mst

Os nossos Talibãs : MST

A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal. Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. “Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa.” Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas.

Por Otávio Cabral

O que vai acima é trecho de uma reportagem sobre os métodos do MST, que completa 25 anos. A polícia gaúcha apreendeu um farto material do movimento. Ele ensina como roubar, fraudar cadastros do governo e fabricar bombas e trincheiras. A reportagem traz dados impressionantes. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro.

(…)
Na íntegra em:
http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/2009/01/denncia-22-novamente-os-talibs-do-mst.html

3 comments 24 24UTC Janeiro 24UTC 2009

Currículo da ministra e candidata Dilma Stela Roussef – Voto consciente

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Add comment 16 16UTC Novembro 16UTC 2008

Guerra das polícias – Psdb condena terrorismo do PT

Data: 16/10/2008  
     
  Sérgio Guerra critica politização de greve da polícia em SP  
     
  Senador reprova provocação petista feita às vésperas da eleição  
     
  Brasília (16 de outubro) – O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), rechaçou a politização da greve da Polícia Civil no estado de São Paulo. Na tarde desta quinta-feira, militantes do PT e de entidades ligadas ao partido e ao governo Lula como a Força Sindical e a CUT participaram de manifestação contra o governo paulista. Houve confronto nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes entre os policiais civis e os militares, que impediram a tentativa de aproximação da sede do governo. Guerra classificou o ato de “provocação” e avisou que fracassará a tentativa dos petistas de mudar os rumos do 2º turno da eleição para prefeito na capital paulista, marcada para o próximo dia 26.

EQUILÍBRIO E AUTORIDADE

Minutos após falar com José Serra, Guerra foi ao plenário do Senado e disse que o governador está reagindo com equilíbrio e autoridade a um movimento contaminado de caráter político. Na opinião do presidente do PSDB, é comprometedora a participação de petistas na manifestação dos policiais civis, ainda mais em um momento em que a candidatura do partido à Prefeitura de São Paulo “naufraga”, como apontam as pesquisas eleitorais. “Não aceitamos esse confronto, essa precária oposição. Polícia misturada com CUT, polícia misturada com Força Sindical, polícia misturada com PT em uma mobilização para desfazer a autoridade do governador do estado às vésperas da eleição”, reprovou.

Como lembrou o senador, o PT é recorrente no uso de ações condenáveis na tentativa de mudar os rumos de eleições com perspectiva desfavorável. Foi o que ocorreu, por exemplo, no início desta semana, quando foram ao ar propagandas da campanha de Marta Suplicy questionando a vida pessoal do candidato Gilberto Kassab. Para o senador, foram insinuações “reacionárias, burras, descabidas e preconceituosas contra Kassab”. Outro episódio ocorreu na campanha presidencial de 2006, quando petistas foram flagrados com uma montanha de dinheiro que seria usado para comprar um dossiê contra o então candidato tucano Geraldo Alckmin, episódio ainda obscuro.

Na opinião do presidente do PSDB, as greves são naturais e explicáveis em um regime democrático. No entanto, o senador condenou a tentativa irresponsável de provocar, desmoralizar e agredir o governo paulista, em um movimento com a participação de entidades como a Força Sindical, cujo principal líder é investigado pelo Conselho de Ética da Câmara, e da CUT, aliada de primeira hora do Planalto. “Estão tentando criar incidentes para tentar mudar a definição das urnas. É preciso limite para o PT, que desempenha seu papel de forma deplorável. Não posso concordar com esse partido que se mete em mensalão, corrupção, confusão e conspiração, enfim, em todo esse movimento deplorável’, reiterou Guerra.

O parlamentar tucano alertou que o partido não aceitará o confronto de uma oposição que nada tem de democrática. “Não vão levar isso a frente. Levarão uma surra nas urnas. A primeira será agora. A segunda ocorrerá em 2010″, concluiu Sérgio Guerra.

Ao “Jornal Nacional” da TV Globo, o governador de São Paulo afirmou que uma minoria da polícia civil participou do protesto de hoje. Segundo Serra, dos 35 mil efetivos da força, no máximo 1,2 mil estiveram na passeata, sendo que muitos deles não são policiais, mas integrantes de partidos e de sindicatos como a Força Sindical e a CUT, como apontado por Sérgio Guerra. O governador reprovou ainda o uso de armas por manifestantes. “Reivindicações devem ser feitas na mesa, conversando”, apontou, ao alertar que o governo não aceitará o uso da violência.

Add comment 17 17UTC Outubro 17UTC 2008

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