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História do Terrorismo no Brasil – baixar

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Add comment 6 06UTC Abril 06UTC 2009

história do terrorismo no Brasil – o que os comunistas fizeram contra os brasileiros

História do Terrorismo no Brasil – em PDF

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Reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo “TERRORISMO NUNCA MAIS” (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor-se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos.

Add comment 1 01UTC Fevereiro 01UTC 2009

Cesare Battisti , jornal italiano “La Repubblica” ri do Brasil, conta Diogo Mainardi

Podcast do Diogo – O Marcola do país da macarronada

Eu estou de volta do médico, e Diogo está de voltao ao podcast. Vamos lá.
*

O Brasil negou o pedido de extradição de Cesare Battisti durante minhas férias. Férias na Itália. Acompanhei o episódio de longe, pela imprensa italiana. “La Repubblica” publicou o seguinte comentário:

“No país do samba, há uma espécie de cumplicidade ideal com todos os Battisti do mundo, com os terroristas, com os justiceiros. Lula deve ter pensado que a Itália é uma republiqueta como a sua. (Ele) acredita que o mundo inteiro é formado por paisecos no limite entre o populismo e a ditadura militar”.

Ponto.

Nos últimos anos, “La Repubblica” foi um dos jornais estrangeiros que mais tolamente se encantaram com o presidente brasileiro. Agora mudou. A abestalhada claque italiana de Lula passou a enxergá-lo como um retrato do caudilho bananeiro.

Um documento que recebi na semana passada pode ajudar a explicar essa baba raivosa na boca dos italianos. Trata-se da ficha do Ros – o Grupo de Operações Especiais da polícia militar italiana – sobre os terroristas do PAC – os Proletários Armados pelo Comunismo -, do qual fazia parte Cesare Battisti.

Primeiro trecho:

“Os Proletários Armados pelo Comunismo formaram-se nos últimos meses de 1977, no âmbito da luta contra a nova realidade do regime carcerário de segurança máxima, que acabara de ser instituído”.

E eu acrescento: os atentados terroristas do PCC, em maio 2006, ocorreram pelo mesmo motivo – a transferência de alguns membros do bando para o presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes. O PAC é o PCC do país da Tarantella (sim, estou parodiando o editorialista do “La Repubblica”). Tarso Genro alegou que Cesare Battisti foi perseguido por suas ideias políticas. A única ideia que ele tinha era essa: aliviar o cárcere duro, exatamente como o Comando Vermelho em Bangu 3.

Para ler e ouvir íntegra, clique aqui

Por Reinaldo Azevedo | 22:21 | comentários (36)

2 comments 29 29UTC Janeiro 29UTC 2009

A estratégia de guerrilha do MST

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brasil11

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Qual a razão para tantos políticos do Pt serem executados – morre mais um petralha

Vice-presidente do PT de Pernambuco é executado em Pitimbu

Domingo, 25 de Janeiro de 2009 11h33

 

 

No início da madrugada deste domingo, dia 25, doi homens encapuzados executaram o vice-presidente do PT de Pernambuco, Manuel Bezerra Neto, de 44 anos, com dois tiros, em Pitimbu.

Segundo as primeiras informações, Manuel Bezerra que uma das principais testemunhas da CPI do Grupo de Extermínio, estava em uma casa na praia de Acaú, no município de Pitimbu, quando os acusados chegaram ao local em uma moto ainda não identificada. Os bandidos disparam dois tiros à queima roupa contra a vítima; um dos tiros atingiu o peito e o outro a cabeça. Após a ação, os acusados fugiram. Nenhum objeto foi levado.

Manuel Bezerra, residia no município de Itambé, em Pernambuco, cidade em que supostamente atuava um um grupo de extermínio denunciado pela vítima na CPI presidida pelo deputado federal Luiz Couto (PT-PB).

O corpo do vice-presidente do PT está no Departamento de Medicina Legal e só deve ser liberado depois da perícia.

 

Fonte: Da Redação

http://www.db.com.br/noticias/?94722

Add comment 25 25UTC Janeiro 25UTC 2009

Brasil é motivo de riso no mundo todo como abrigo de terroristas –

Fugitives from justice in Brazil

The madness of asylum

Jan 22nd 2009 | SÃO PAULO

From The Economist print edition

Why this indulgence for a convicted killer?

 

AP Italians don’t see Battisti’s joke

WITH its extensive opportunities for committing fresh indiscretions and its giant statue of Christ extending limitless redemption, Rio de Janeiro is an attractive place in which to live as a fugitive from justice. Claude Rains elegantly hid out there in one of Alfred Hitchcock’s best films. Ronald Biggs, having robbed a mail train in 1963, swapped a British prison for Copacabana beach—and was more envied than vilified as a result. Now Cesare Battisti, an Italian thriller-writer who was once a member of a group called Armed Proletarians for Communism, has joined the list after Brazil granted him refugee status.

Before he came to Rio, Mr Battisti enjoyed a comfortable exile in France. Italy and France have long argued, in the way only neighbours can, about the number of once-violent Italian activists who have settled in Paris. Last year the French government refused to extradite Marina Petrella, a former Red Brigades terrorist (Carla Bruni, the president’s wife, went to Mrs Petrella’s hospital bed to give her the good news). Italy’s government had hoped Brazil would be more helpful. But its protests have been met with a snort from President Luiz Inácio Lula da Silva, of the sort reserved for occasions when he thinks a more developed country is telling Brazil what to do.

 

Mr Battisti was convicted in absentia of killing two policemen in Italy in the late 1970s. He was also found guilty of taking part in the murder of a butcher, and of helping to plan that of a jeweller (shot in front of his 14-year-old son). Mr Battisti denies these charges, but there is little doubt in Italy that his trial was fair.

Brazil’s reasons for protecting Mr Battisti are unconvincing. The justice minister, Tarso Genro, referred to his country’s tradition of harbouring political exiles, ranging from Alfredo Stroessner, a particularly nasty ex-dictator (of Paraguay), to Olivério Medina, an ex-guerrilla (in Colombia). Now that democracy is the norm in the Americas, that tradition is anachronistic. Mr Genro also seems to think that Mr Battisti was convicted of political crimes, rather than plain murder.

Two sentiments underlie Mr Genro’s reticence. One is Brazil’s reluctance to examine its own past. Whenever the question of an inquiry into the military government of 1964-85 arises, it is quickly squashed (unlike similar demands in Argentina or Chile). The second sentiment, that of solidarity, is to be found among some members of Lula’s party who were far-left militants in the 1970s. In Italy, which lost a former prime minister to the Red Brigades and had a government adviser murdered as recently as 2002 by its imitators, attitudes are much less indulgent.

Add comment 25 25UTC Janeiro 25UTC 2009

intentona comunista – lembrái-vos de 1935.

Ordem do dia elaborada pelo Comandante do Comando Militar do Leste, General Luiz Cesário da Silveira Filho, juntamente com o General Ex Paulo Cesar de Castro, Chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa, difundida aos quartéis e às escolas militares.

 

Meu caro soldado!

 

Nós, os comandantes do CML e do DEP, escrevemos para te contar a História. Escrevemos para cumprir nosso dever de fazer chegar a verdade ao nosso comandado. Escrevemos para lembrar ao mais moderno soldado e ao mais antigo general tristes fatos, vividos em 1935. Escrevemos não apenas para recordar, mas, sobretudo, para que tu possas refletir sobre o presente e o futuro, do teu País e do teu Exército.

 

Há setenta e três anos, a traição, o homicídio e a covardia foram o caminho escolhido por soldados que aparentavam ser como tu, mas que estavam apenas e na verdade fantasiados de soldados. Traidores do solene juramento de respeitar os superiores hierárquicos, de tratar com afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados. Homicidas, assassinaram camaradas dentro dos próprios quartéis, recintos sagrados que, até então, compartilhavam com aqueles a quem chamavam irmãos. Covardes, cometeram seus crimes na calada da noite e sob o manto da madrugada. 

 

Um imponente edifício fechava a Praia Vermelha. Surgira em conjunto com outros prédios, especialmente construídos para as comemorações, em 1908, do centenário da abertura dos portos às nações amigas. Aquele imponente edifício substituíra a velha caserna da Escola Militar do Brasil e abrigava, em 35, o 3° Regimento de Infantaria. Dele, hoje, permaneceram os restos mortais, velhas fotos e fortes lembranças. Os restos mortais dos que nele e em outros quartéis foram assassinados repousam, quase todos, no mausoléu construído na mesma praça, no Rio de Janeiro, e, apenas um, em Belo Horizonte. As fortes lembranças estão vivas na memória de seus descendentes e de seus irmãos de armas, no respeito por seu sacrifício, no exemplo que legaram e na certeza de que não morreram em vão. Os militares brasileiros mortos em 35 somaram-se aos milhões de vitimas da ideologia marxista totalitária e implacável, ela sim a verdadeira ditadura.

 

E tu sabes, soldado, o que motivou militares do Exército a se transformarem em carrascos de companheiros de farda?

 

Pois, soldado, foi a cegueira produzida por aquela ideologia marxista-leninista, também chamada de comunismo, cujo veneno penetrou no sangue, nas veias e nas artérias de tantos, inclusive daqueles a quem também cabia velar pela Pátria. Seguidores da doutrina da sanguinária e já sepultada União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, filiados ou simpatizantes de um também já sepultado partido comunista, preferiram substituir o sagrado verde e amarelo pelo vermelho internacionalista que propugnava pela luta de classes. Jogavam-se operários contra patrões, subordinados contra chefes, pobres contra ricos, filhos contra pais, negros contra brancos, nativos contra descobridores, irmãos contra irmãos, em nome da chamada sociedade sem classes, na qual todos seriam iguais. Pobres de espírito aqueles que acreditaram no canto da sereia! 

 

Meu estimado soldado! O Exército foi levado ao combate naquele trágico novembro de 1935. Lutou-se, principalmente, na Praia Vermelha e na Escola de Aviação do Exército, no Rio de Janeiro, então Capital Federal. O belo e imponente quartel, trincheira do inimigo interno, precisou ser bombardeado pelas forças legais. Suas ruínas foram demolidas e o 3° de Infantaria, extinto. Lutou-se, também, no Nordeste, especialmente em Natal. O Governo agiu e impôs a lei e a ordem. O inimigo vermelho rendeu-se. É deprimente ver suas fotos, mal uniformizados, túnicas abertas, rindo debochadamente após a capitulação.

 

Tu sabes que lhes foi dada anistia na década de quarenta? E tu sabes que um deles foi eleito deputado pelo mesmo dito partido comunista? E tu sabes, imagina só, que, em plena Câmara, o deputado, um ex-capitão, declarou que, se houvesse uma guerra entre o Brasil e a União Soviética, ele lutaria ao lado dos vermelhos? Pois é, mesmo assim, ainda há hoje quem procure distorcer essa e outras passagens da Historia.

 

Meu soldado, passados setenta e três anos, não penses que permaneceram apenas nas páginas e lágrimas da História todos os que têm o pensamento moldado por aquela torpe ideologia. Alguns sobreviventes, remanescentes e cegos pelo mesmo pensamento, aproveitando-se das liberdades democráticas, pensam descaracterizar a democracia e ousam reescrever a História sob a ótica da luta de classes. Continuam a envenenar almas e mentes e a atiçar o ódio e a vingança contra os que os derrotaram.. Hoje, seu ódio, acovardado, envenena a sociedade mascarando o viés ideológico. Procuram convencer a todos disfarçando a vingança sob o manto de pretensos direitos humanos. Tentam fabricar falsos heróis com as mãos sujas de sangue de brasileiros que lutaram e garantiram a liberdade para o País. Cuidado com eles!  10:05 (3½ horas atrás) Mário

CONTINUAÇÃO…

Contudo, tu integras, voluntariamente, uma das instituições de maior credibilidade junto ao povo brasileiro. Tu prestaste, por opção, juramento solene perante a Bandeira do Brasil que poucos, como tu, homenagearam no último dia dezenove. Pois, sabendo do que se passou naquele triste novembro de 1935, honra os que morreram por todos nós e continue a marchar de passo certo no caminho do dever. Obedeça às ordens de teus comandantes do Exército de sempre, da ativa e da reserva. Este é o Exército único, que, por vezes, querem separar, o Exército do Pacificador, o Duque que levou a paz ao Maranhão, a São Paulo, a Minas Gerais e ao Rio Grande do Sul, fazendo com que brasileiros se reconciliassem em nome da Pátria. Ensinou a perdoar e a olhar para o futuro. Honrou a anistia concedida.

 

Tu fazes parte daquela gente que preza atributos, valores abstratos de honra e de nacionalidade, que alguns setores tratam com determinado desprezo, como bem disse alta autoridade em recente ato na Capital Federal.

 

E, coesos, todos, tu e nós prestemos continência aos heróis e mártires de 35. E, atentos ao presente, mantenhamos a fé no País, nas Forças Armadas, no Exército, nos homens honestos e de bem, no povo verdadeiramente brasileiro. Continuemos a nos dedicar inteiramente ao serviço da Pátria. É para com ela, e só para com ela, nosso solene compromisso. E que nos sirva de alerta a conhecida frase “o preço da liberdade é a eterna vigilância!”

Add comment 13 13UTC Dezembro 13UTC 2008

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