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Papa fala da liberdade americana e seu culto aos seus heróis


Add comment Abril 17, 2008

como a grande midia trata a religião e o ateísmo nos EUA


Add comment Abril 9, 2008

história, vultos, personalidades, lembranças, penápolis de antigamente, fatos de penápolis

O penapolense, esperando o Centenário de sua cidade em 2008, não esquece as histórias de pioneiros. Muitos deles chegando de carro de boi de Uberaba, em viagens que duravam um mês, e ficando semanas na Pensão do Sr. Ventura ou em barracas no ‘Acampamento dos Pioneiros’ até se construir uma casinha no sítio recém comprado que ainda era puro mato.

Penápolis que já foi uma estação de trem e uma venda. As enormes perobeiras à beira dos ribeirões. A minúscula Companhia Paulista de Força e Luz do Avanhandava da década de 1920.

O sr. Tarcísio da Livraria Católica relembrando o seu pai, um pioneiro, carreteiro, que “puxava” sal e gêneros alimentícios em carro-de-boi entre Penápolis e Franca. Os pioneiros, recebendo em 1958, com muito orgulho, no Cinqüentenário de Penápolis, o título de cidadão honorário penapolense.

Penápolis não esquece a antiga Estação de Trem, o antigo Campo da Aviação, na vila Fátima, com seus “teco-tecos”, os “CAP-4 Paulistinha“, paraquedistas, a Esquadrilha da Fumaça com seus gloriosos aviões T-6, o saudoso Correio Aéreo Nacional com sua linha até o Paraguai. O Clube de Planadores de Penápolis. O Syndicato Condor decolando seus aviões Junkers alemães para o Mato Grosso.

Os passeios no Salto do Avanhandava que, nas palavras da Carmita Ahmad, o salto: “Serpenteia em meneios coleantes, em alvéo de pedras, rumoreja a caudal de espumas borbulhantes do Tietê em fina benfazeja”.. Os banhos e as pescarias no Ribeirão do Lageado. O Porto do Cruz e a Estrada velha do Lageado.

A dureza da política dos anos 1920 e o assassinato do Luís Osório da Fonseca. O Domingos Vieira da Silva que atirou no tribunal do júri em fevereiro de 1930 e foi notícia no New York Times. o cérebre Tenente Galina, caçador de criminosos no sertão da Noroeste.

As ruas descalças e pacatas com apenas 30 automóveis em 1925. A antiga Escola Mixta Municipal do Lageado do Professor Altino Araújo Vaz de Mello, fundada em 1913. As crianças recebendo o diploma do 1º Grupo Escolar. A primeira Escola Feminina Estadual de Penápolis da Professora Ismênia Aymbiré do Amaral Rocha, em 1912, época em que muitos professores se recusavam a irem para Penápolis por medo dos índios.

A Carmita de Mello Ahmad, filha do Professor Altino, lendo todos os livros que apareciam na cidade e escrevendo suas poesias sobre Penápolis e sobre São Francisco de Assis. A Pepita Rodrigues, de porta em porta, vendendo tomate.

Os comícios do Doutor Adhemar Pereira de Barros em frente ao Mercado Municipal: -“Penapolenses de Penápolis“!, assim começava o velho Adhemar os seus discursos. Estadista Adhemar que, junto com o Lucas Nogueira Garcez, construiu a velha e saudosa Usina Hidrelétrica de Avanhandava e construiu as duas principais rodovias que cortam Penápolis: a SP-300 e a SP-425.

Em 1919, a grande festa na cidade, recebendo os mais importantes políticos da capital que vieram fundar a Santa Casa de Misericórdia de Penápolis e instalar as Escolas Reunidas, que depois se tornariam o 1º Grupo Escolar.

A dureza de se atravessar, a vau, com carroças e cavalos, o rio Tietê, feito este que só se conseguia em um único ponto mais estreito do rio, e a tão sonhada ponte do Tietê, ligando Penápolis a São José do Rio Preto, que finalmente foi construída no tempo do saudoso governador Doutor Washington Luís, na década de 1920.

A Cora Coralina vendendo mudas de árvores para a cidade toda e sua Casa de Retalhos. Em uma época em que era raro ver uma mulher comerciante, Cora Coralina lutava, nas ruas e no jornalO Pennapolense” do professor Altino, pela instalação de uma Associação Comercial na cidade. Grande Professor Altino!, cuja família também foi pioneira na educação e no jornalismo em Uberaba no século XIX. O Pennapolense circulou de 1915 a 1939.

O Dr. Mário Sabino, político e médico, atendendo pobres e ricos com carinho. O lendário Quinca Monteiro com seu chapéu de aba larga e sua coleção de fazendas . As elegantes alunas voltando do Instituto de Educação com seus uniformes de camisa branca e saia azul-marinho com pregas.

O Luís Leme orgulhoso de seu antepassado Fernão Dias mas sempre reclamando que tiraram o “Leme” do Fernão Dias Pais Leme, e mostrando a todos, a espada ganhada pelo seu avô, do D. Pedro II, nos velhos tempos da Colônia Militar.

A primeira casa de Penápolis, toda de madeira, doada, pelo Coronel Manoel Bento da Cruz, aos frades Capuchinhos, da qual, uma antiga moradora, a poetiza Carmita Ahmad dizia:

“Casinha velha.. Você relembra A história de nosso passado Que não será esquecido e foi glorificado… Nos tempos primordiais, Seu teto abrigou nossos ancestrais… Você foi templo, escola e residência… A tradição sua forma conservou… É símbolo e foi berço. Onde originou a nossa civilização“.

O apito da locomotiva Baldwin “Maria-Fumaça”. Os trens lotados de imigrantes rumando para sabe-se lá onde. O homem do trem, percorrendo os vagões da velha Noroeste do Brasil, gritando: -”Olha o sanduíche!, quem vai querer?!. Estrada de Ferro Noroeste com seus vagões com muita poeira pois os seus trilhos foram colocados diretamente no solo, sem um suporte de pedras.

As jardineiras (ônibus de antigamente), vagarosas e empoeiradas, chegando de São José do Rio Preto. O assassinato do delegado Álvaro Martins Sevilha, em 1936, e a famosa pensão da viúva, dada pelo governo do estado.

O velho cemitério do tempo dos índios. Os pracinhas da FEB. A sósia de Elis Regina. O “Cidade contra Cidade” e a “Miss Penápolis” no programa Sílvio Santos. Os bons tempos do time de futebol da cidade o “CAP“. O jornal semanal “Comarca de Penápolis” do Sr. Raul Forchero Casasco, que circulou por 40 anos (1937-1977).

As 50 charretes de aluguel (táxi) e os amáveis charreteiros em frente à antiga Estação rodoviária, sendo que em 2005 restavam apenas duas charretes. A Maria 21. A Dona Maria Chica. A despedida concorrida e emocionada do Manoel Bento da Cruz. O leiteiro da carrocinha, deixando leite de casa em casa. O primeiro arranha-céu: O Edifício Adilha, sinal de progresso. A trágica morte, em 1968, do Dr. Ramalho Franco quando seu paraquedas não abriu.

Penápolis não esquece as disputas eleitorais entre o Nagib Sabino e o Edson João Jeirassati. O caminhoneiro “Zé Preto” narrando as dificuldades e proezas das viagens de caminhão, na década de 1950, para o “Norte” (hoje se diz nordeste do Brasil). A Orquestra Penapolense na década de 1950 tocando no Clube Penapolense.

As visitas do Bispo de Lins que reuniam multidões. As irmãs e irmãos do Apostolado da Oração, primeira irmandade de Penápolis, criada em 1909, e da Venerável Ordem Terceira Franciscana Secular.

O Frei Thiago de Cavênide, rigoroso seguidor das normas de pobreza e sempre ao lado dos jovens, teólogo e mestre, e os capuchinhos de Trento.

Os frades pioneiros: Frei Bernardino de Lavalle que celebrou a primeira missa na fundação de Penápolis. Frei Boaventura de Aldeno, Frei Sigismundo de Canazei e o Frei José de Cassana com sua Escolinha São Francisco, escola pioneira, toda de madeira, na primeira casa de Penápolis. Frei Domingos de Riesi que dirigiu a construção da primeira igreja, do convento e da nova escola, já em 1909, e que seria inaugurada em 1913.

As festas do padroeiro no Largo da Matriz. O engenho de açúcar artesanal. Os carros de boi levando toras de madeira para as serrarias e as carroças puxadas por burros levando café para a velha Estação de trem (que funcionou até1917) da velha Estrada de Ferro de Bahurú a Itapura.

Coisas e pessoas que fizeram de Penápolis um lugar muito amado e inesquecível.


Add comment Abril 4, 2008

História de Penápolis - Centenário de Penápolis - Origens de Penápolis - Pioneiros de Penápolis - Penápolis - Sua História - Penápolis e os Capuchinhos.

A Região dos “Campos do Avanhandava” e do “Salto do Avanhandava” no baixo Rio Tietê, quando da chegada dos primeiros pioneiros (brancos colonizadores), era habitada pelos índios Coroados (ou Kaingang ou ainda Caingangue) vindos do sul do Brasil.

O topônimo Ava - Nhandava significa: ” O índio que fala o dialeto Nhandeva“, por isso não se diz: “salto de, e, sim, se diz: “Salto do Avanhandava” ou “Cachoeira do Avanhandava”, e por isso se acredita que os nhandevas predominavam na região quando da chegada dos índios Coroados.

A primeira presença do Estado brasileiro na região foi, na década de 1860, pouco antes da Guerra do Paraguai, uma Colônia Militar (quartel, fortaleza), próxima ao Salto do Avanhandava, que recebeu o nome de Colônia do Avanhandava e a alcunha de Degredo.

Naquela época se criaram várias colônias militares em todo o Brasil para proteção das fronteiras e “proteger a população do interior contra índios selvagens, facilitar as comunicações e o comércio e ajudar os núcleos civis que se fundarem nas suas vizinhanças”.

A Colônia do Avanhandava, localizada próximo ao porto de desembarque, o Porto do Cruz, no rio Tiête, pouco antes da Cachoeira do Avanhandava, junto à estrada que ligava Piracicaba a Paranaíba, foi criada pelo decreto imperial de 18 de março de 1858, e tinha como objetivo, proteger o povoamento da região, onde cinco fazendeiros compraram terras devolutas do governo e pretendiam formar um “patrimônio”, como se chamava, na época, as pequenas povoações, recém criadas, construídas ao redor de uma capela, à qual se doa um “patrimônio“: uma área para praça e capela.

A Colônia de Avanhandava deveria servir também de retarguarda à Colônia de Itapura, na foz do rio Tiête. A Colônia do Avanhandava, porém, não prosperou.

Hoje, o salto do Avanhandava, a colônia militar e a velha Usina Hidrelétrica de Avanhandava jazem no fundo da represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

Posteriormente, próximo ao velho quartel já abandonado e ao Ribeirão do Lageado, se tentou formar, em 1883, pelos primeiros pioneiros, um Patrimônio, tendo como orago o “Nosso Senhor dos Passos”. Este primeiro patrimônio não prosperou porque uma das famílias pioneiras, os Pintos, foi massacrada pelos índios em 1886.

Em 1895, o presidente do estado de São Paulo, Bernardino de Campos, autoriza em lei, a construção de uma estrada de Bauru ao Salto do Avanhandava, estrada esta que facilita o acesso à região dos Campos do Avanhandava.

O Patrimônio do Santa Cruz do Avanhandava surgiu, tempos depois, em terras compradas dos herdeiros da pioneira Maria Chica pelo empreendedor Coronel Manuel Bento da Cruz e em terras doadas em 1906, pelo fazendeiro Eduardo José de Castilho.

Manuel Bento da Cruz e Eduardo Castilho doaram, para a formação do novo patrimônio, um lote de terras aos frades capuchinhos, e venderam as terras vizinhas, fracionando-as em pequenos lotes de terras, os sítios.

Assim, a colonização de Penápolis foi feita, como em todo o oeste paulista, de acordo com a Lei de Terras estadual de 1895, que só permitia a aquisição de terras devolutas em leilão (haste) público. A Lei de Terras estadual exigia também que, em breve, o seu comprador as revendesse em lotes que não podiam passar de 500 hectares em terras de cultura, 4.000 hectares em “campos de criar” e 40 hectares nos lotes suburbanos, garantindo, assim, o acesso à terra aos pequenos proprietários.

Assim para esta colonização, Manuel Bento da Cruz, Eduardo de Castilho e os capuchinhos fundaram o Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, em 25 de outubro de 1908. Como marco deste acontecimento, ergueram eles um cruzeiro em frente ao local onde, depois, se instalou, em 1923, o 1º Grupo Escolar de Penápolis.

Logo em seguida, em 2 de Dezembro de 1908, chegou ao novo povoado, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil que impulsionou o povoamento da região. A construção dos trilhos da Noroeste prosseguiu até à década de 1920 rumo ao rio Paraná, em terras pertencentes, na época, à Penápolis, com um número de mortos por malária e por índios, em 10.000 pessoas.

Os pioneiros encontraram seus maiores obstáculos nos ataques dos índios e na malária. Os índios só foram finalmente pacificados, em 1912, com a ação do Coronel Cândido Rondon, que, por isto, é homenageado dando seu nome a principal rodovia que corta a região da Estrada de Ferro NOB (Bauru até a divisa com o Mato Grosso do Sul), atual Novoeste.

A pacificação dos índios realizado pelo Coronel Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação. Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Pouco restou da cultura dos índios Coroados. A cidade foi, porém, enriquecida por várias tradições européias e asiáticas, pois se estabeleceram em Penápolis imigrantes de vários países para trabalharem nas lavouras de café; Vieram também muitos migrantes de Minas Gerais, com tradição em engenhos de cana-de-açúcar, doces, queijos e o carro de boi.

 História administrativa

Em 17 de Novembro de 1909, pela lei estadual nº 1.177, o Patrimônio do Santa Cruz do Avanhandava é elevado à condição de distrito de paz de São José do Rio Preto e passa a se chamar “Villa de Pennapolis”, em homenagem ao recém-falecido presidente da República Afonso Pena, grande incentivador das ferrovias, e, cujo teor, é o seguinte:

“O Dr. Manoel Joaquim de Albuquerque Lins, Presidente do Estado de São Paulo, faz saber que o Congresso Legislativo do Estado decretou e eu promulgo a lei seguinte:

Artigo I: Fica creado, no município e comarca de São José do Rio Preto, o districto de paz de Pennapolis, no povoado e estação de Santa Cruz do Avanhandava, da Estrada de Ferro Noroeste do Brazil”.

Em 16 de dezembro de 1910, o Distrito de Paz de Penápolis é transferido para o município e comarca de Bauru.

A “Villa de Pennapolis” foi desmembrada do município de Bauru e elevada à condição de município, em 22 de dezembro de 1913, pela Lei estadual nº 1.397, passando a se chamar Município de Pennapolis. O novo município possuia dois distritos: Penápolis e Miguel Calmon, hoje chamado Avanhandava.

A Câmara Municipal de Penápolis foi instalada em 11 de maio de 1914.

O município foi elevado à condição de comarca em 10 de outubro de 1917. A instalação da Comarca de Penápolis ocorreu a 27 de julho de 1918.

Hoje, a Comarca de Penápolis abrange os municípios de Penápolis, Glicério, Braúna, Alto Alegre, Avanhandava, Luiziânia e Barbosa.

O território original do município de Penápolis era muito grande, indo até o Rio Paraná, na fronteira com o atual Estado do Mato Grosso do Sul, mas este território foi muito reduzido com os seus sucessivos desmembramentos em novos municípios. Em 1926, data da Lei estadual 2.129 que fixou as divisas de Penápolis, o seu território já estava bastante reduzido, mas ainda se extendia até perto da atual Marília.

 Igreja Católica e os Capuchinhos

O município pertence à Diocese de Lins e seu padroeiro é São Francisco de Assis, sendo a Igreja Matriz de Penápolis servida pelos frades capuchinhos. Criada a paróquia em 1909 com o nome de “Curato do Santa Cruz do Avanhandava”. Paróquia grande que foi desmembrada inúmeras vezes. O primeiro vigário da paróquia foi Frei Boaventura de Aldeno.

É considerada a fundação de Penápolis, a realização de uma primeira missa em 25 de Outubro de 1908 pelos frades capuchinhos da Igreja Católica, os quais, assim que chegaram a Penápolis fundaram uma Escola, a Escolinha de São Francisco, que foi a única da cidade até 1912 quando se instalou a primeira escola feminina, e em seguida em 1913, quando se inaugurou a Escola Mista do Lageado. Pouco depois, a Escolinha se transformou em Colégio São Francisco.


Add comment Abril 4, 2008

Depoimento de sobrevivente de aborto

É sabido que “um dos problemas” dos abortos é que por vezes o bebé nasce vivo e tem de ser morto cá fora — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, deitado para o lixo - assim mesmo.

Contudo, há casos em que o bebé não só nasceu vivo como sobreviveu. O que se segue é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Este depoimento foi feito perante a Constitution Subcommittee of the House Judiciary Committee, em 22 de Abril de 1996.

“O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia mas actualmente vivo no Tennessee.

Fui adoptada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina (1). Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer sobrevivi.

Felizmente para mim, o abortador não estava na clínica quando eu nasci com vida, pelas 6 horas da madrugada de 6 de Abril de 1977. Eu fui precoce: a minha morte não estava prevista para antes das 9 horas, altura em que o abortador deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza que não estaria aqui hoje no caso de o abortador estar na clínica, uma vez que o seu trabalho é matar: não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.

Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras raparigas novas que estavam na clínica à espera que os seus bebés morressem. Disseram-me que isto foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.

Ali fiquei, mais ou menos, três meses. No princípio não havia muita esperança pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebés mais pequenos do que eu.

Uma vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma ama. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

 

Disseram à minha ama que era muito duvidoso que eu chegasse a gatinhar ou andar. Na altura eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha ama e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei por aprender a sentar-me sozinha, a gatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adoptada pela filha da minha ama, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O Department of Social Services não me permitia ser adoptada antes disso.

Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.

Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a vida a Deus. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou um qualquer dos títulos que se dão às crianças que ainda não nasceram. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas estão reconhecidas à vida. Há alguns meses atras, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral mas o seu diagnóstico é reservado. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O abortador, além de injectar a solução no útero da mãe injecta também o bebé. A Sara foi injectada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isto lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar…

 

Hoje, um bebé só é bebé quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebé é um bebé quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebé é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque é isto assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…

Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.

Há uma citação no topo de um dos edifícios do Capitólio que diz: “Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correcto”. O aborto é moralmente errado. O nosso país está a verter o sangue de inocentes. A América está a matar o seu futuro.

Toda a vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar os dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida.”

Fonte: http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/02/testemunho-impressionante-de-vida_27.html  do orkut


Add comment Março 29, 2008

Revolução de 1964 - Revolução de 31 de março ! todos os marços se parecem?

Manchetes nos jornais no dia  31/03/1964

Como pensava a sociedade e a mídia naquele período?
 Qualquer semelhança com os tempos atuais, parece não ser mera coincidência…”Seria rematada loucura continuarem as forças democráticas desunidas e inoperantes, enquanto os inimigos do regime vão, paulatinamente, fazendo ruir tudo aquilo que os impede de atingir o poder. Como dissemos muitas vezes, a democracia não deve ser um regime suicida, que dê a seus adversários o direito de trucidá-la, para não incorrer no risco de ferir uma legalidade que seus adversários são os primeiros a desrespeitar”
(O Globo de 31 de março de 1964)
 

“Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.(…)”
O Globo, 2 de abril de 1964.
” O Exército e os desmandos do Presidente”.
Se a rebelião dos sargentos da Aeronáutica fora suficiente para anular praticamente a eficiência da Arma, a subversão da ordem na Marinha assumia as dimensões de um verdadeiro desastre nacional”.
(Estado de São Paulo de 31 de março de 1964).
 

“Aquilo que os inimigos externos nunca conseguiram, começa a ser alcançado por elementos que atuam internamente, ou seja, dentro do próprio País. Deve-se reconhecer, hoje, que a Marinha como força organizada não existe mais. E há um trabalho pertinaz para fazer a mesma coisa com os outros dois ramos das Forças Armadas”.
(Folha de São Paulo de 31 de março de 1964).
 

O ex-governador gaúcho pregou a necessidade de uma saída pacífica para “este impasse a que chegamos”, sugerindo “uma Constituinte para a eleição de um Congresso popular, um Congresso onde se encontrem trabalhadores e camponeses, onde se encontrem muitos sargentos e oficiais nacionalistas.
Em Brasília, os líderes oposicionistas Bilac Pinto e Pedro Aleixo consideraram subversivas e violadoras da lei as palavras do Sr. Leonel Brizola, estranhando que os Ministros militares, presentes ao palanque da Praça Cristiano Otôni não o houvessem preso em flagrante. O Sr. João Goulart considerou “bom” o discurso do ex-governador gaúcho. (…)” Jornal do Brasil, 14 de março de 1964.
“Pois não pode mais ter amparo legal quem no exercício da Presidência da República, violando o Código Penal Militar, comparece a uma reunião de sargentos para pronunciar discurso altamente demagógico e de incitamento à divisão das Forças Armadas. (…)”-
Jornal do Brasil, 31 de março de 1964.
“Atualmente, no presente governo, que ainda se diz democrata, a ideologia marxista e mesmo a militância comunista indisfarçada constituem recomendação especial aos olhos do governo. Como se já estivéssemos em pleno regime “marxista-leninista”, com que sonham os que desejam incluir sua pátria no grande império soviético, às ordens do Kremlin. (…)”
Diário de Notícias, 1 de abril de 1964.
“(…) Além de que os lamentáveis acontecimentos foram o resultado de um plano executado com perfeição e dirigido por um grupo já identificado pela Nação Brasileira como interessado na subversão geral do País, com características nitidamente comunistas”.
(Correio do Povo de 31 de março de 1964).
FOTOS DA “FAMÍLIA COM DEUS PELA LIBERDADE “
MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS
“Agora se decidirá se nós conseguiremos superar a terrível crise provocada pela inflação, pelos desajustes sociais, pelo descalabro econômico-financeiro, sem perda de nossas instituições livres, ou se, contrário, uma ditadura esquerdista se apossará do País, graças, principalmente, ao enfraquecimento e progressivo desaparecimento das Forças Armadas. {…)”
O Globo, 31 de março de 1964.
 

“Queremos que o Sr. João Goulart devolva ao Congresso, devolva ao povo o mandato que êle não soube honrar.
Nós do Correio da Manhã defendemos intransigentemente em agosto e setembro de 1961 a posse do Sr. João Goulart, a fim de manter a legalidade constitucional. Hoje, como ontem, queremos preservar a Constituição. O Sr. João Goulart deve entregar o Governo ao seu sucessor, porque não pode mais governar o país.
A Nação, a democracia e a liberdade estão em perigo. O povo saberá defendê-las. Nós continuaremos a defendê-las.”
 Correio da Manhã, 1 de abril de 1964.

“Basta!
Não é possível continuar neste caos em todos os setores. Tanto no lado administrativo como no lado econômico e financeiro”.
(Correio da Manhã de 31 de março de 1964).

 

 

“É cedo para falar dos programas administrativos, da Revolução. Mas é incontestável que um clima de ordem substituiu o que dominava o País, onde nem mesmo nas Forças Armadas se mantinham nos princípios de rígida disciplina hierárquica que as caracterizam”.
(Folha de São Paulo de 31 de março de 1964).
 

“Dezenas de automóveis trafegaram pelo centro da cidade, tocando suas businas, em sinal de alegria pela vitória da democracia em todo o País. As estações de rádio e televisão, que estavam sob censura, iniciaram suas transmissões normais, pouco depois das 17 horas. Os contingentes de fuzileiros navais que ocupavam as redações de alguns jornais, foram recolhidos aos quartéis.
Por volta das 17,15, o Forte de Copacabana anunciava, com uma salva de canhão, a aproximação das tropas do general Amauri Kruel, que atingiria o Estado da Guanabara às últimas horas da noite de ontem.
A população de Copacabana saiu ás ruas, em verdadeiro Carnaval, saudando as tropas do Exército. Chuvas de papéis picados caíam das janelas dos edifícios enquanto o povo dava vazão, nas ruas, ao seu contentamento. (…)”
O Dia, 2 de abril de 1964.
 

É bom recordamos hoje, o que a mídia atual parece ter esquecido……..

Add comment Março 25, 2008

Quem é ele?

“”"”"”"Um relatório preparado por alguns peritos psiquiátricos, que por meio de vídeos, gravações e em exposições públicas (avaliações in-loco), considerando as infalíveis e desconexas oratórias do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, diagnosticaram :que o atual “chefe da nação” e “comandante-supemo” das FFAA, se submetido a uma Junta Pericial Psiquiátrica, deveria sofrer interdição imediata por absoluta incapacidade civil (restrição legal ou judicial ao exercício da vida civil por :-incapacidade de avaliar plenamente a realidade e de distinguir o lícito do ilícito),

- além de apresentar claros sinais de uma personalidade psicopática,

-apresentando sintomas de “Narcisismo Maligno” (incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras,

-incapacidade de identificar valores morais,

-incapacidade de compromisso com os outros e inexistência de sentimentos de culpa,

-como também apresenta uma permanente disposição para atos hostis e agressivos com seus discordantes), tal psicopatia desdobra-se em utilizar :

- o encanto pessoal e, conseqüentemente capacidade de manipulação de pessoas, como meio de sobrevivência e através deste encanto superficial o psicopata acaba coisificando as pessoas, ele as usa e quando não o servem mais, descarta-as, tal como uma coisa ou uma ferramenta usada, além de utilizar a mentira como uma ferramenta de trabalho.

Normalmente está tão treinado (neste caso o treinamento durou mais de duas décadas) e habilitado a mentir que é difícil captar quando mente. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado, etc.

Sua personalidade é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, a seu personagem do momento, de acordo com a circunstância, seus interlocutores ou do público ao qual esteja se dirigindo.

Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

Enfim, como todos os psicopatas ele é portador de uma grande insensibilidade moral, faltando-lhe totalmente juízo e princípios de decência, do mesmo modo que é totalmente desprovido de qualquer noção de ética.


1 comment Março 21, 2008

Não deixe de entrar nestes ótimos sites


1 comment Fevereiro 24, 2008

Sites polêmicos!


Add comment Fevereiro 3, 2008

A delícia de ter prefeito petralha!

As seis capitais mais violentas do Brasil!

1o. lugar - Recife-PE - Prefeito João Paulo (PT)
2o. lugar - Vitória-ES - Prefeito João Coser(PT)
3o. lugar - Macéio-AL - Prefeito Cícero Almeida (PDT)
4o. lugar - Porto Velho-RO - Prefeito Roberto Sobrinho (PT)
5o. lugar - Palmas-TO - Prefeito Raul Filho (PT)
6o. lugar - Belo Horizonte-MG - Prefeito Fernando Pimentel (PT)

Alguma cousa em comum?


Add comment Janeiro 30, 2008

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