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Sacrifícios rituais de crianças no século XXI

Católicas pelo direito de decidir

Em 1970, o Estado de Nova Iorque aprovou uma lei que permitia o aborto por simples solicitação da gestante (“abortion on demand”) até o quinto mês da gravidez, não se exigindo sequer o domicílio em território estadual. Isso produziu uma avalanche surpreendente de gestantes provenientes de vários outros Estados americanos, principalmente dos da costa leste, à procura dos “serviços” de aborto de Nova Iorque, as quais retornavam logo em seguida para os seus Estados de origem. Essa lei foi um marco decisivo para que, em 1973, a Suprema Corte dos EUA, na célebre decisão Roe versus Wade, declarasse que o nascituro não é pessoa e que não tem direitos, impondo assim a legalidade do aborto a todo o território estadunidense.

Como a Igreja Católica se opusesse à lei abortista de Nova Iorque, três membros do grupo pró-aborto NOW (“National Organization for Women” – Organização Nacional para as Mulheres) fundaram em 1970 a organização CFFC (“Catholics For a Free Choice” - Católicas pelo Direito de Decidir). Seu primeiro ato público foi o de ridicularizar a Igreja Católica, coroando uma feminista, na escadaria da Catedral de São Patrício em Nova Iorque , com o título de papisa Joana I. A primeira sede das CFFC localizou-se em Nova Iorque , nas dependências da “Planned Parenthood Federation of América” (PPFA), a filial estadunidense da IPPF[1], e atualmente a proprietária da maior cadeia de clínicas de aborto da América do Norte.

Embora CFFC seja uma organização anticatólica, o nome “católica” é estratégico para confundir o público. O objetivo é infiltrar-se nas paróquias, nas dioceses, nas universidades católicas, nos meios de comunicação, nas casas legislativas a fim de dar a entender que é possível, ao mesmo tempo, ser católico e defender o direito ao aborto. Além do aborto, tais “católicas” defendem o uso de anticoncepcionais, o divórcio, as relações sexuais pré-matrimoniais, os atos homossexuais, o matrimônio de pessoas do mesmo sexo e todas as formas de reprodução artificial.

 

Quanto à liturgia, as CFFC assumem uma série de rituais e práticas da Nova Era: são devotas do ídolo feminista Sofia (a deusa Sabedoria) e compõem poesias em honra de Lúcifer. O aborto é tratado como um ato sagrado. São recitadas orações a “Deus Pai e Mãe” enquanto a mulher que está abortando é abençoada, abraçada e encorajada a salpicar pétalas de rosas. A ex-freira Diann Neu elaborou uma cerimônia pós-aborto, em que a mulher abre uma cova no jardim e deposita os restos mortais de seu bebê, dizendo: “Mãe Terra, em teu seio depositamos esse espírito”.

O maior obstáculo que os promotores do aborto têm encontrado no seio das Nações Unidas é a presença da Santa Sé, que é reconhecida como Observador Permanente. Em 1999, CFFC lançou a campanha See change (“mudança de sé”). O objetivo, até agora não atingido, é pressionar a ONU a fim de rebaixar o status da Santa Sé ao de simples organização não-governamental (ONG), como é a própria CFFC.

Por que atacar justamente a Igreja Católica?

Francis Kissling, que foi presidente da CFFC durante anos desde 1982, explica, em uma entrevista de setembro de 2002, porque a Igreja Católica é o alvo chave: “A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos, sociológicos como teológicos, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. OK. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente tem declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando começa a vida, fetos etc. Assim, se você derrubar a posição católica, você ganha”.[2]

Financiamento

CFFC recebe vultosas doações de fundações de controle demográfico, entre elas: Fundação Ford, Fundação Sunnen, Fundação Mc Arthur e Fundação Playboy. Hoje a maior parte dos investimentos é destinada à promoção dos “direitos reprodutivos” na América Latina, ou seja, do direito ao aborto, à esterilização e à anticoncepção.

 

Em 1987, CFFC criou uma filial latino-americana em Montevidéu, Uruguai, com o nome de “Católicas pelo Derecho a Decidir”. Em língua espanhola foi publicado um livro sarcástico intitulado “Y Maria fue consultada para ser madre di Dios”, que apresenta Nossa Senhora como símbolo do “direito de decidir” sobre a prática do aborto. Em 1993 foi criada em São Paulo a filial brasileira, com o nome “Católicas pelo Direito de Decidir” (CDD).

Onde elas estão?

Recentemente, as Católicas pelo Direito de Decidir (CDD) transferiram-se para a Rua Sebastião Soares de Faria, n.º 56, 6º andar, São Paulo, isto é no mesmo prédio da sede do Regional Sul 1 da CNBB, que ocupa o 5º andar. O fato tem gerado perplexidade, uma vez que, além de usarem o nome de “católicas”, elas agora compartilham o mesmo edifício usado pelos Bispos. Na verdade, o prédio não pertence à CNBB, mas à Ordem Carmelita (Província de Santo Elias). Mas a perplexidade permanece: como uma Ordem de frades católicos pode alugar um imóvel para uma organização abortista?

As CDD e a Campanha da Fraternidade 2008

Na segunda quinzena de dezembro de 2007, as livrarias católicas puseram à venda um DVD produzido pela Verbo Filmes, trazendo na capa o cartaz da Campanha da Fraternidade 2008, com o lema “Escolhe, pois, a vida”, o tema “Fraternidade e defesa da vida” e o logotipo da CNBB. O que deixou os militantes pró-vida estupefatos foi a participação da Sra. Dulce Xavier, membro das CDD, no bloco IV do vídeo (“Em defesa da vida: pontos de vista”), com uma fala de cinco minutos, criticando a Igreja Católica por não aceitar a anticoncepção, e defendendo a realização do aborto pela rede hospitalar pública para preservar “a vida das mulheres”. A inserção das “católicas” no vídeo tinha sido feita sem a autorização da CNBB, que, quando soube da notícia, exigiu o recolhimento dos DVDs.

 

A Verbo Filmes fez então uma outra edição, desta vez sem a fala das CDD. No entanto, até a data da edição deste jornal, podia-se encontrar no sítio da Verbo Filmes (www.verbofilmes.org.br) a descrição do conteúdo do DVD, ainda com a participação das Católicas pelo Direito de Decidir.

É mais do que urgente que a CNBB emita uma nota oficial sobre as CDD, à semelhança do que fez a Conferência Episcopal dos Estados Unidos, conforme transcrevemos a seguir.

DECLARAÇÃO DA CONFERÊNCIA NACIONAL
DOS BISPOS CATÓLICOS DOS ESTADOS UNIDOS (NCCB), de 10/05/2000

Por muitos anos, um grupo autodenominado “Católicas pelo Direito de Decidir” (Catholics for a Free Choice — CFFC), tem publicamente defendido o aborto ao mesmo tempo em que diz estar falando como uma autêntica voz católica. Esta declaração é falsa. De fato, a atividade do grupo é direcionada para rejeitar e distorcer o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devida à defesa da vida humana do nascituro indefeso.

Em algumas ocasiões a Conferência Nacional dos Bispos Católicos (NCCB) declarou publicamente que a CFFC não é uma organização católica,

não fala pela Igreja Católica, e de fato promove posições contrárias ao magistério da Igreja conforme pronunciado pela Santa Sé e pela NCCB.

CFFC é, praticamente falando, um braço do “lobby” do aborto nos Estados Unidos e através do mundo. É um grupo de pressão dedicado a apoiar o aborto. É financiado por algumas poderosas e ricas fundações privadas, principalmente americanas, para promover o aborto como um método de controle de população. Esta posição é contrária à política existente nas Nações Unidas e às leis e políticas da maioria das nações do mundo.

Em sua última campanha, CFFC assumiu um esforço concentrado de opinião pública para acabar com a presença oficial e silenciar a voz moral da Santa Sé nas Nações Unidas como um Observador Permanente.

 

A campanha de opinião pública tem ridicularizado a Santa Sé com uma linguagem que lembra outros episódios de fanatismo anticatólico que a Igreja Católica sofreu no passado.

Como os Bispos Católicos dos Estados Unidos têm afirmado por muitos anos, o uso do nome “Católica” como uma plataforma de apoio à supressão da vida humana inocente e de ridicularização da Igreja é ofensivo não somente aos católicos, mas a todos que esperam honestidade e franqueza em um discurso público. Declaramos outra vez com a mais forte veemência: “Por causa de sua oposição aos direitos humanos de alguns dos mais indefesos membros da raça humana, e porque seus propósitos e atividades contradizem os ensinamentos essenciais da fé católica,… Católicas pelo Direito de Decidir não merece o reconhecimento nem o apoio como uma organização católica” (Comitê Administrativo, Conferência Nacional dos Bispos, 1993).[3]

Bibliografia consultada:

CLOWES, Brian. Mulheres católicas pelo direito de decidir. In: PONTIFÍCIO CONSELHO PARA A FAMÍLIA. Lexicon: termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 2007. p. 659-668.

HUMAN LIFE INTERNATIONAL. “Católicas pelo direito de decidir” sem máscaras: idéias sórdidas, dinheiro sujo. Tradução de Teresa Maria Freixinho. Brasília: Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, 2000.

SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional da morte. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2004. p. 227-228

Roma, 4 de janeiro de 2008.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto”

[1] IPPF - International Planned Pareenthood Federation (Federação Internacional de Planejamento Familiar), conhecida como “a multinacional da morte”, com sede em Londres e filiais em 180 países.

 

[2] Kissling , Frances . Interview by Rebecca Sharpless. Audio recording, September 13– 14, 2002. Population and Reproductive Health Oral History Project, Sophia Smith Collection. Disponível em: <http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.html>. Condensado em português disponível em: <http://www.pesquisaedocumentos.com.br/Kissling.doc>

[3] Disponível em <http://www.providaanapolis.org.br/deccdc.htm>. Original inglês disponível em <http://www.providaanapolis.org.br /deccffc.htm>.


1 comment Janeiro 28, 2008

Sabedoria do Orkut - Quem é o excluído?

Como explicar ao seu filho II

Filho: Já que roubaram o som do carro,vamos conversar um pouco?
Pai : Claro , filho.

Filho: O que é inclusão social ?
Pai : Bom filho, é que muitas pessoas têm muito e outras nada têm. A inclusão consiste em dar direitos iguais à todos.
Filho: Ah tá…os integrantes do MST são um exemplo de exluídos, né?
Pai : Isso, filho.
(atrasados para a escola o pai para sobre a faixa de pedestres e
é multado, além de ser maltratado pelo policial)
Filho: Pai, o que houve?
Pai : Fomos multados, filho.
Filho: Mas, porque?
Pai: Porque estávamos bloqueando a passagem, filho.
(um pouco mais adiante o trânsito para. A marcha do MST está passando)
Filho: Pai, porque eles estão bloqueando nosso caminho?
Pai: É a marcha do MST, filho.

Filho: Ah tá…. E aqueles policiais estão multando eles, né?
Pai: Não filho, estão escoltando eles.

Filho: E o que é aquilo ali ?
Pai: É o refeitório deles.
Filho: Ah, sei, lá eles gastam aqueles vales-refeição iguais aos seus, que ganha da empresa na qual trabalha?
Pai: Não, filho o governo paga a alimentação para eles.
Filho: Ué, e porque não paga prá você também?
Pai: (silêncio)

Filho: E aquela ambulância lá? Ah, já sei…. é por causa do plano de saúde que eles pagam , né? Como você. Para poder ter assistência médica, né?
Pai: Não filho, eles não pagam plano de saúde.
Filho: Ué, não entendi.
Pai: É o governo que está pagando essas ambulâncias que você está vendo.
Filho: E porque você paga plano de saúde, então?
Pai: (silêncio)

Filho: Porque a maioria deles está com radio?
Pai: Porque o governo doou 10.000 radinhos para eles se comunicares.
Filho: Pô, a gente sem som no carro e você fala que precisa trabalhar para comprar outro! Vamos pedir pro governo, então!
Pai: Eles não nos dariam, filho;
Filho: Ah, eles pagam mais impostos que o senhor, por isso têm essas regalias?
Pai: Não filho, eles não pagam nada.

 

Filho: Como assim?
Pai: (pensativo)

Filho: Pai, quero parar pra falar com eles.
Pai: Não adianta filho, eles só falam através de assessor de imprensa.
Filho: Que legal! Vamos contratat um para nós, pai?
Pai: Filho, isso é muito caro, eu precisaria trabalhar o triplo do que trabalho, para poder pagar um assessor de imprensa.
Filho: Mas eles nem trabalham e têm!
Pai: Mas é o governo que paga filho.

Filho: Pai, não foram eles que invadiram um prédio público e fizeram a maior bagunça?
Pai: Foram sim, filho.
Filho: E o que aconteceu com eles?
Pai: Nada, filho.

Filho: E por que eu fiquei de castigo quando quebrei a lâmpada do poste?
Pai: Porque você tem que respeitar e cuidar do patrimônio público, filho.
Filho: E eles não precisam?
Pai: (silêncio).

Filho: Pai, vamos com eles?
Pai: Claro que não, filho… Você precisa estudar e eu preciso trabalhar.

Filho: O QUÊ? PODE PARAR…… EU VOU COM ELES !
APRENDI QUE OS EXCLUÍDOS SOMOS NÓS !
QUERO MINHA INCLUSÃO JÁ ! (desce do carro e se junta à passeata)
Pai: (silêncio)

O que dizer à seus filhos !!!!!


Add comment Janeiro 28, 2008

E tem gente ainda contra os espanhóis e a Igreja.

Ossos fervidos revelam que astecas matavam e comiam invasores
Reuters
14:08 23/08
CALPULALPAN, México (Reuters) - Esqueletos encontrados em um sítio arqueológico no México revelam que os astecas capturaram, sacrificaram ritualmente e comeram parte dos corpos de centenas de pessoas que acompanharam as forças invasoras espanholas em 1520.

Leia abaixo o texto

Caveiras e ossos encontrados no sítio arqueológico de Tecuaque, perto da Cidade do México, mostram que cerca de 550 vítimas tiveram seus corações arrancados por sacerdotes astecas em oferendas rituais. Em seguida, foram desmembradas e tiveram seus ossos fervidos ou raspados, dizem especialistas.

A descoberta vem respaldar relatos segundo os quais os astecas teriam capturado uma caravana de conquistadores espanhóis e homens, mulheres e crianças nativas que viajavam com eles, matando seus integrantes para vingar o assassinato de Cacamatzin, rei de Texcoco, a segunda maior cidade do império asteca.

De acordo com especialistas, a descoberta prova que alguns astecas opuseram resistência aos conquistadores liderados pelo explorador espanhol Hernán Cortés, apesar de os livros de história dizerem que a maioria deles deu as boas-vindas aos cavaleiros de pele branca, acreditando que eles seriam deuses astecas que estariam retornando ao país.

“Este é o primeiro lugar a fornecer tantas evidências de resistência à conquista”, disse o arqueólogo Enrique Martinez, diretor da escavação em Calpulalpan, no Estado de Tlaxcala, perto de Texcoco. “Ele mostra que nem tudo foi submissão. Houve resistência também”.

Aparentemente, a caravana foi capturada porque era composta principalmente por homens e mulheres mulatos, mestiços, índios maia ou caribenhos dados aos espanhóis para servir de carregadores e cozinheiros quando os espanhóis desembarcaram no México, em 1519. Por essa razão, a caravana estaria se deslocando lentamente.

Os prisioneiros foram conservados em jaulas durante meses. Todos os dias, ao raiar do dia, sacerdotes astecas da região que hoje é a Cidade do México escolhiam alguns deles, os colocavam sobre uma pedra e cortavam fora seus corações, que ofereciam em sacrifício a vários deuses astecas.

Alguns podem ter sido dopados com cogumelos alucinógenos ou pulque, uma bebida alcoólica leitosa feita de suco fermentado de cacto, para entorpecê-los antes do sacrifício.

MARCAS DE DENTES

“Foi um sacrifício contínuo que se arrastou por seis meses. Enquanto os prisioneiros ouviam seus companheiros sendo sacrificados, os próximos eram selecionados”, disse Martinez em seu laboratório, entre caixas de ossos humanos, alguns de crianças pequenas.

“Só podemos imaginar a dor e angústia dos últimos, que tiveram que aguardar seis meses para serem escolhidos”.

Às vezes os sacerdotes e outros líderes, que realizavam os rituais nos degraus de templos separados da cidade por uma muralha perimetral, comiam os corações crus de suas vítimas ou cozinhavam a carne de seus braços e pernas.

Marcas de facas e mesmo dentes nos ossos mostram que alguns tiveram a carne arrancada para ser consumida, disse Martinez.

Algumas mulheres grávidas no grupo tiveram seus fetos apunhalados ainda dentro de seus ventres, como parte do sacrifício.

Nos tempos astecas o sítio era chamado Zultepec. Era uma cidade de templos e casas de estuque branco, onde cerca de 5.000 moradores plantavam milho e feijão e produziam pulque para vender a comerciantes.

Foi preciso trazer sacerdotes de fora para a matança ritual, porque nunca antes tinham sido feitos sacrifícios humanos no local, segundo Martinez.

Ao tomar conhecimento do massacre que durou meses, Cortés mudou o nome da cidade para Tecuaque — que, na língua indígena nahuatl, significava “onde pessoas foram comidas” — e enviou um exército para exterminar sua população.

Quando souberam que os espanhóis se aproximavam, os astecas de Zultepec atiraram os pertences de suas vítimas dentro de poços. Com isso, inadvertidamente garantiram a preservação de botões e jóias para os arqueólogos.

A equipe arqueológica, que iniciou os trabalhos no sítio em 1990, também encontrou restos de animais domésticos trazidos da Espanha, como cabras e porcos.

“Eles ocultaram as provas”, disse Martinez. “Graças a isso, pudemos descobrir um capítulo desconhecido na história da conquista do México”.


1 comment Janeiro 27, 2008

Mais sabedoria do Orkut

São 6:00h…

O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra
A parede…

Estou tão cansada… não queria ter que trabalhar hoje…

Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando. ..

Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse
cachorro, passeando pelas redondezas.. . Aquário? Ficaria olhando os peixinhos nadarem…

Se eu tivesse tempo… Gostaria de fazer alongamento. ..Brigadeiro. .. Tudo,
menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro para
funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas
que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher… Queria saber
porque ela fez isso conosco, que nascemos depois dela…

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós… Elas passavam o dia a
bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de
molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas
dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo
legumes das hortas, educando as crianças, frequentando saraus,

ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e
culinária.

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de
espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com idéias
mirabolantes sobre “vamos conquistar o nosso espaço”!!!

Que espaço, minha filha???

Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha
o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer,
vestir, para tudo!!! Que raio de direitos requerer ?

Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que
papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da
cruz…

Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos
lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do

Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do
vôlei.

PORQUE ???..me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!!

Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar,
passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que
acessórios usar… tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair
sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de
morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!!

E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de
estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as
unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados,
Doutorados, e especializações (ufffffffffffffffff ff!!!!!!! ). .

Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles… Não era Muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

CHEGAAAAAAA! !!… Eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta Para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões Cheios de poesia,faça serenatas na minha janela…

AI, meu Deus, já são 7:30,tenho que levantar!… ,

E tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga “meu bem, me traz um cafezinho, por favor?”,
Descobri que nasci para servir.

Vocês pensam que eu tô ironizando? Tô falando sério! Estou abdicando do meu Posto de mulher moderna…. Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?

(Autora: uma Executiva PUTA DA VIDA)!!!!


Add comment Janeiro 27, 2008

Chapéuzinho Vermelho politicamente correta

Era uma vez uma jovem chamada Chapéuzinho Vermelho que vivia à beira de uma floresta com grande biodiversidade mas cheia de espécies em perigo de extinção.

Ela vivia com sua provedora de sustento, antigamente conhecida como “mãe”, embora o uso desse termo não implique que ela seria menos que uma cidadã se tal relacionamento biológico não existisse.

Nem tampouco há intenção de denegrir o igual valor das famílias não-tradicionais, embora nos desculpemos adiantadamente se porventura causarmos essa impressão.

Um dia sua provedora de sustento pediu à Chapéuzinho que levasse uma cesta de alimentos orgânicos livres de produtos animais e água mineral à sua vovózinha.

“Mas mãe, se eu fizer isso não estarei tirando o sustento dos trabalhadores sindicalizados que têm lutado há anos pelo direito de carregar todas as encomendas entre os habitantes da floresta?”

A provedora de Chapéuzinho garantiu a ela que havia preenchido o “Formulário de Missões Compassivas Especiais” e obtido a autorização do presidente do sindicato.

“-Mas mãe, você não está me oprimindo ao me mandar fazer isso?”

A provedora de Chapéuzinho explicou que era impossível uma mulher oprimir a outra, já que todas as mulheres serão igualmente oprimidas até que todas sejam livres da dominação masculina.

“Mas mãe, então por que não manda meu irmão carregar a cesta, já que ele é um opressor, e devia aprender como é ser oprimido?”

A provedora explicou que seu irmão estava participando de uma passeata pelos direitos dos animais, e que, ademais, aquilo não era tarefa estereotipadamente feminina, mas um ato de inclusão que promoveria o sentido de comunidade.

“Mas eu não estarei então oprimindo a vovózinha ao implicar que ela está doente e portanto incapaz de autogestão independente?”

A provedora de Chapéuzinho explicou que sua vovó não estava doente ou incapacitada, embora isso não implique que essas condições sejam inferiores ao que é conhecido como “saudável”.

Assim, Chapéuzinho partiu segura de que a idéia de entregar a cesta à sua vó era certa e que ela não fazia parte do capitalismo opressor excludente.

Muitas pessoas acreditam que a floresta é um lugar perigoso, mas Chapéuzinho sabia que isso era um medo irracional baseado no preconceito da sociedade patriarcal que considera o mundo natural como recurso a ser explorado, e portanto os predadores naturais seriam uma competição intolerável.

Já outras pessoas evitavam a floresta por medo dos assaltos, mas Chapéuzinho sabia que em uma sociedade verdadeiramente liberta das classes sociais, todas as pessoas marginalizadas poderiam ser aceitas e seu estilo de vida ser considerado como válido.

No meio do caminho para a casa da vovózinha, Chapéuzinho viu um lenhador e saiu da estrada para examinar algumas flores quando foi surpreendida pelo Lobo tido como  Mau pelas elites, que perguntou-lhe o que havia na cesta.

A professora de Chapéuzinho havia lhe advertido que não falasse com estranhos, mas Chapéuzinho tinha consciência social e havia decidido assumir controle de sua sexualidade, então ela respondeu ao Lobo que estava levando guloseimas para sua avó.

O Lobo respondeu “Minha querida, é perigoso para uma menina andar sozinha nessa floresta.”

Chapéuzinho disse :

-”Eu considero seu comentário sexista extremamente ofensivo, mas eu ignorarei devido ao seu status tradicional de excluído da sociedade que lhe causou estresse ao ponto de desenvolver uma visão de mundo alternativa e completamente válida. Agora, dê-me licença que eu vou seguir o meu caminho” e voltou à estrada em direção à casa da vovózinha.

Obedecendo ao arcaico pensamento ocidental decadente, o Lobo tomou um atalho que ele conhecia para chegar à casa da vovózinha antes de Chapéuzinho. Ele afirmou sua natureza de predador ao invadir a casa e engolir a vovózinha.

Então, livre das inibições causadas pelas noções tradicionais de gênero devido à sua militância entre os GLBT, ele vestiu a roupa da vovózinha e deitou na cama se escondendo debaixo das cobertas.

Chapéuzinho chegou e ofereceu à vovózinha: “Vovózinha, eu trouxe algumas guloseimas livres de crueldade animal para saudá-la no seu papel de sábia matriarca.”

O Lobo pediu “Chegue mais perto, minha criança, para que eu possa vê-la melhor.”

Chapéuzinho disse “Minh@ Deus@ do Céu! Vovó, que grandes olhos você tem. E que enorme e fino nariz você tem.”

O Lobo respondeu “Eu poderia ter feito uma cirurgia plástica mas eu não cedi às opressão estética da elite branca, minha filha.”

“E vovó, que dentes grandes e afiados você tem!”

O Lobo, que não aguentou mais aqueles insultos de especiesimo, e numa reação completamente justificada pela sua exclusão social, pulou da cama, agarrou a Chapéuzinho e abriu tanto sua bocarra que ela pode ver sua vovózinha espremida no estômago do Lobo.

“Peraí! Você está esquecendo algo!” disse Chapéuzinho bravamente.

“Você tem que pedir permissão antes de avançar para um nível mais profundo de intimidade!”

O Lobo, surpreso com aquela demanda, hesitou. No mesmo momento, o lenhador invade a casa com um machado na mão gritando “Renda-se!”

“E o que você pensa que está fazendo?” disse Chapéuzinho ao lenhador. “Se eu deixá-lo me ajudar, vou expressar falta de confiança em minhas habilidades, o que vai me levar à baixa estima.”

“Sua última chance, cidadã! Liberte essa espécie em perigo de extinção! Isso é uma operação do IBAMA!” gritou o lenhador. Quando a Chapéuzinho recuou surpresa, o lenhador reagiu cortando sua cabeça com uma machadada.

“Ainda bem que você chegou à tempo,” disse o Lobo. “Aquela opressora homofóbica e sua vó me atraíram para cá. Eu pensei que ia ser sacrificado pelo preconceito de espécie.”

“Não. Eu sou a verdadeira vítima aqui.” disse o lenhador. “Eu tenho tentado lidar com a minha infância na miséria e isso só fez aumentar meu trauma.” Então o Lobo se casou com o Lenhador na igreja com as bênçãos da CNBB e foram felizes para sempre.

 

Copiado do livro “Politically Correct Bedtime Stories: Modern Tales for for Our Life Times”
do James Finn Garner.

Add comment Janeiro 24, 2008

Dicas para ser um bom Comunista

1. Deve-se entender perfeitamente que o comunismo é o sistema econômico e político que tem como base a abolição da propriedade privada. Nenhum indivíduo deve ter o direito de dizer “isto é meu, posso vendê-lo, dá-lo de presente, alugá-lo ou destruir”. Por isso o comunismo é contrário ao capitalismo, onde os indivíduos têm o direito de possuir propriedades.

2. Deve ser congruente com a sua doutrina em todos os aspectos da vida, em todo tempo e lugar. Por exemplo, só deve estudar em escolas de governo e se alimentar em refeitórios públicos.

3. Nenhum comunista deve possuir propriedade alguma. Não deve ser dono de casas, nem carros, nem dos sapatos que usa.

4. Não deve comprar nem vender nada, pois a prática do comércio é próprio do capitalismo, não do comunismo.

5. Tudo o que um comunista usar deve ser obtido pela expropriação, roubo, furto, despojo ou por ajuda do líder. Não deve ser trabalhador assalariado, pois significa aceitar a existência dos mercados de trabalho.

6. Devem obedecer cegamente as ordens do líder ou do Estado a quem deve considerar, sem réplica, como uma espécie de Deus onisciente e onipotente. Jamais deve questionar as ordens do seu chefe imediato, pois se pensa que obedece ao lider. O esquema político deve ser vertical.

7. Deve ler cuidadosa e insistentemente os neoliberais, quer dizer, os que defendem o sistema contrário (capitalismo), a fim de não incorrer em gafes que contribuam com o sentido oposto. Isto quer dizer que em um braço deve carregar o Manifesto do Partido Comunista de Marx e no outro a Ação Humana de Ludwig von Mises.

8. Deve fomentar o seqüestro de empresários e comerciantes e se possível, eliminá-los, a não ser que virem comunistas. O dinheiro obtido do seqüestro deve ser queimado, pois é a expressão pura do capitalismo.

9. Devem queimar ou destruir os negócios, empresas ou automóveis que forem propriedade privada de alguém (como hoje se faz na França). Assim estará obedecendo o postulado marxista de anulação de propriedade privada.

10. Um bom comunista não deve andar promovendo a democracia, pois isso pode quebrar o plano central do governo. Em outras palavras, jamais deve permitir a existência de dois ou mais partidos, porque isso pareceria “mercado político”. Uma incongruência inaceitável. Quem pretender ter poder paralelo ao líder, tem que ser eliminado.

11. Deve-se promover a estatização de tudo (educação, saúde, eletricidade, banco, jornais, terras, empresas, etc.) para que unicamente o Estado seja o grande administrador dos recursos que tem um país.

Finalmente,

12. Devem convencer as massas, quer dizer, a todo o povão para que se deixe governar por um só líder, que se privará do sono para garantir trabalho, saúde, alimento, educação e residência. Este líder garantirá, se todos obedecerem, a alegria e felicidade que os homens nunca conseguirão a partir do trabalho pessoal.

Texto de Santos Mercado

Para aprender mais: http://www.midiasemmascara.com.br/colunistas.php?aid=101


Add comment Janeiro 23, 2008

O ensino obrigatório dos 7 aos 14 anos - A ditadura do Dr. Gosto.

Em uma área verde de um município, o prefeito colocou um avião 14-Bis de aço inox em tamanho natural, réplica perfeito do avião de Alberto dos Santos Dumont.

Passei com um amigo e disse:

-Vou trazer as crianças aqui para verem o 14 Bis.

-Mesmo se elas não quiserem vê-lo? Elas só querem saber de gosto. Mesmo que não tenha a menor racionalidade sobre seus próprios gostos. E elas não gostam de ver: elas querem possuir, e possuir só coisas super modernas como celulares, você sabe bem disto, não é?

-Sim, o ensino é obrigatório pela nossa Constituição, querendo ou não as crianças têm que aprender.

-Mas elas não querem, não é melhor deixa-las só verem o que quiserem, e depois, se não conseguirem emprego por motivo de analfabetismo, elas poderão jogar a culpa nas elites opressoras que querem , por puro sadismo, que o povo sofra.

-Talvez você tenha razão. Mas veja o abismo cultural entre nós e a geração bermudão. Eu sempre sonhei, no centenário do nascimento de Santos Dumont, em ver um 14 Bis. Hoje, talvez nem amarradas, eu consiga isto que desejo: trazer as crianças aqui para verem o 14 Bis no centenário do seu primeiro vôo.


Add comment Janeiro 22, 2008

PERÓLAS DO ORKUT - PERFIL DO PETRALHA.

“”"Perfil de um esquerdopata e sua mente!!!

PERFIL DE UM ESQUERDISTA E SUA MENTE!!!!!!!!!!!!!!
Perfil de um esquerdista
Pra começo de conversa, muitos não gostam de estudar. Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra “ser alguém na vida”. Como são preguiçosos, sem disciplina, e folgados, precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem, e se fazerem passar por coisas que não são.
Fingir que é culto, “engajado”, e “crítico” rende pontos. Assim prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História, e começam sua carreira de charlatanismo.
Ali na universidade encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, palestras com “doutores” no assunto, e até o assédio de políticos “guerreiros” do PT e do PC do B.
É claro que não estudam nada. Vivem o tempo todo no DCE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro, e cabelos ensebados. Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos sem-terra. Já começam a se achar revolucionários, e reserva intelectual das massas proletárias exploradas, e da causa revolucionárias.
Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes. Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente.
Começa a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando engenharia, direito e administração como pobres coitados que não tiveram a chance da “iluminação”.
Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre lisos. Aí começa a brotar o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. São os chamados “porcos capitalistas”, ou “burgueses reacionários”.
Começam uma fase mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, etc.

15:37 (1½ horas atrás)

Abutre FL

Não usam mais desodorante, e a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um MacDonald’s totalmente destruído.
Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, e são arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas. Querem no fundo a coisa que todo esquerdista mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público!
Mas aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso. É preciso estudar (argh!).
Assim, sonham com a “revolução” proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo.
Assim, ocupará, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganhará um bom salário para poder aplicar seus vastos e necessários conhecimentos adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.
Nessa fase cortará o cabelo, usará terno, passará a apreciar bons vinhos e restaurantes, e dependendo do cargo, terá até motorista particular. E enfiará a mão sem dó no dinheiro dos cofres do estado. Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores.
“‘

1 comment Janeiro 1, 2008

A CONVERSA DE “BUTECO” e mais verbas para a Educação Nacional!

Desde que escrevi sobre aqueles antros degradados chamados “BUTECOS” (com U), tenho debatido muito com ex-frequentadores sobre o que se passa nestes antros de incultura.

Não são muitos os que tocam na ferida da falta de educação do povo brasileiro indo a fundo na questão.

Todos querem mais educação, mais acesso a informação, mas poucos têm corajem de dizer o que se passa com quem não freqüenta escolas.

Uma das características destes antros onde se concentra incultos é o apego e culto à rudeza:
-Nóis bebe dessa pinga memo..

- Mas vocês desprezam estes empresários honestos que fazem cachaça boa, não ligam para o esforço deles?

Outra característica é o extremo machismo desorganizado e não militante, repetem sempre que são Machos, que matam quem dizer o contrário, mas são incapazes de organizarem uma Parada do Movimento Hetero.

Outra característica é o extremo desprezo por quem estudou:
Nesses antros encontramos psicólogos práticos, políticos práticos e economistas práticos apontando soluções para todos os problemas do Brasil sem jamais apontar os custos que a suposta solução vai acarretar.

O desprezo por quem estudou economia, psicologia e para com os que têm 40 ou mais anos de experiência administrativa é revoltante.

Também se mostram super honestos insinuando que político é outra raça vindo de outro mundo porisso roubam. Jamais admitindo que todo político tem origem no mesmo povo que eles mesmos idolatram.

Essas são algumas das consequências da falta de educação. Vocês já viu os defensores de mais verbas para educação dizerem isto?

Mas como o ser humano se degrada a este ponto? Como a falta de educação afeta a mente para que se chegue a um ponto deste?


Add comment Novembro 21, 2007

RESENHA DE LIVROS - SEM CONTAR A ESTÓRIA - FAZER UMA CRÍTICA SEM TIRAR A SURPRESA DO LEITOR!

Não aguento aqueles críticos que podem até dizer algo interessante sobre um livro ou um filme mas acabam por contarem parte do enredo, estragando a surpresa do leitor.O ideal é falar do livro e do autor sem contar nada da história.Também não aguentam aqueles críticos que colocam um autor de livro ou um diretor de cinema no mais alto pedestal mas não pratica o que o autor diz sobre psicologia ou outra tema.

Quantos que exaltam Machado de Assiz (isso mesmo com Z) se recusam a se envolverem com mulher esperta como Machado alerta em um de seus romances realistas? E põe realista nisto.

Quantos? Talvez nenhum dos fãs de Machado o faça, mas o homem culto o faz. Fica longe de mulher que coloca a esperteza como dom maior que a paixão.


1 comment Outubro 24, 2007

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