Posts filed under 'PSICOLOGIA'

12 de maio - dois anos dos ataques do PCC

Em 12 de maio de 2006, um grupo de traficantes bandidos da pior espécie acusados de serem treinados pelas FARC da Colômbia e pelo MST, guerrilha camponesa brasileira, aproveitando que a bandidagem estava solta por causa dos dia das mães, iniciou monstruosos ataques em São Paulo, prejudicando a candidatura do Governador de São Paulo, Geraldo alckimin à presidência da República, eleição esta que se efetuou em novembro de 2006.

 

Assassinaram covardemente policiais, queimaram ônibus. Depois pararam os ataques e nada foi feito pelos governos para destruir de vez os criminosos e quem os defendem.

No Brasil, nenhum criminoso vota ou apóia a direita ou o centro político e são venerados pelos comunistas e esquerdistas em geral como vítimas da sociedade capitalista.

Dois anos depois nada foi feito contra os narco terroristas do PCC e a data passa em branco.

No brasil, sempre próximo das eleições , bandidos fazem ações em grande escala para prejudicar políticos de direita.

Todo esquerdista no Brasil , especialmente professores universítários, jornalistas e defensores dos direitos humanos defendem criminosos.

 


Add comment Maio 11, 2008

a revolução quilombola - o que é - o que faz - o que destrói!

Sem Medo da Verdade

Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 57 - 09/04/2008

www.paznocampo.org.br

 

 

 

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:

http://www.paznocampo.org.br/boletim57

 

Os agressivos quilombolas já começam a provocar

Esta é a denúncia que fez ao site Paz no Campo o agricultor Roberto Silva Rosa, que tem uma propriedade em Barra do Turvo, Vale do Ribeira - SP. Sentindo-se respaldados pelas autoridades do Estado do Paraná, quilombolas já começam a provocar vizinhos, com uma arrogância como as dos sem-terra. Leiam o relato. A Guilhotina quilombola funciona já fora das terras deles. Já estão possuídos pelo espírito da guerra de raças, denunciada por Nelson Ramos Barretto em seu livro “A Revolução Quilombola – Guerra racial – confisco agrário e urbano – Coletivismo”, divulgado pelo Paz no Campo.

 

Meus amigos, tenho propriedade rural no Vale do Ribeira, na cidade da Barra do Turvo, a qual divisa pelo Rio Pardo com Adrianópolis- PR. Minha terra não foi, e nem á ainda requisitada por quilombolas autodefinidos.  Do outro lado do rio existe uma comunidade quilombola - São João-, à qual permito cruzar  minhas terras por um carreiro, que dá acesso a uma ponte de cabos (pinguela para uma pessoa).

 

Ocorre que há cinco meses comecei a receber queixa desse povo que minhas búfalas e vacas de leite estavam atacando esse pessoal e me ameaçaram com policia e responsabilização por algum dano que fosse causado a esses transeuntes, já que cedo servidão de passagem. Resolvi fazer um corredor no canto da propriedade para segurança de ambas as partes.

 

Aí começou meu pesadelo. Eles cortaram a cerca, roubaram os arames e a corrente de minha porteira, derrubaram palanques. Dei queixa. Foi feito um BO. A policia me deu razão e mandou eu refazer a cerca.

 

Alguns dias depois, uma viatura da Polícia Militar do Paraná comandada por um oficial Capitão esteve no local para averiguar uma denuncia que dizia que não deixei uma ambulância entrar para pegar um doente. Nada foi constatado e foram embora. Gostaria de lembrar que essa viatura saiu de Curitiba e veio a Barra do Turvo percorrendo 350km. Incrível, não é mesmo?

 

Pois bem. Um líder dessa comunidade, chamado Antonio, pediu uma reunião no local, comigo e com a policia. Nessa reunião, o que eles queriam? Pasmem! Uma estrada cercada dos dois lados para acesso de carro, com pátio e estacionamento dentro da minha propriedade. Esta estrada de 300m comprimento, por 5 de largura, mais pátio. Imediatamente discordei.

 

Passados alguns dias recebi um telefonema de um instituto chamado ITC sediado em Curitiba. O Dr. José Antonio Gediel me chamava para uma reunião sobre esse assunto. Fui. Lá  chegando estavam o Dr. Gediel, o secretario da Prefeitura de Adrianópolis, e um advogado do ITC. Chegamos a um acordo: que a passagem ia voltar a ser onde era, apenas com uma cerca divisória, sem entrada para carros e que uma maquina ia quebrar um pouco a inclinação de uma descida. Enfim ia continuar o carreiro de sempre. O secretario de Adrianópolis, Sr. Elízio, ficou de me retornar para iniciar as obras.

 

Nota discordante, o advogado do ITC me ameaçou com Policia Federal, direitos humanos, etc., se eu não fizesse o acordo.

 

Passados alguns dias fui surpreendido com uma viatura da Patrulha Rural do Estado de São Paulo na minha porteira. Essa viatura rodou 260km para chegar até lá, com 3 policiais. Vieram averiguar uma denuncia que eu estava soltando 500 cabeças no passador desse povo. Que um homem caiu na subida (sempre foi uma subida) e havia se machucado. Os policiais, a exemplo dos outros do Paraná, me deram razão, nada constataram e foram embora. Esses policiais vieram a mando do juiz de Jacupiranga, o qual recebeu uma carta anônima. Reparem: minhas terras têm 20 alqueires. Como posso ter 500 cabeças em um pedaço de 4 mil metros? - que é onde esta localizado este carreiro? Depois fiquei sabendo que a policia do Paraná veio a mando do grupo ligado ao governo Requião, o grupo CLOVIS MOURA*, atendendo a um telefonema dos quilombolas.

 

Neste meio tempo recebi ligação do secretario da Prefeitura de Adrianópolis o qual me informou que eles não queriam mais o carreiro e sim a estrada e exigia que eu afastasse minha porteira 4 metros para baixo de onde eles passam para fazerem a tal estrada. Se não cumprisse mais essa exigência , eles iriam à justiça reivindicar a mesma

 

Procurei mais uma vez o Dr. Gediel, o mesmo não teve a nobreza nem de me atender. Mandou uma secretaria dizer que não tinha nada mais a ver com isto e que eu devia procurar o Sr. Glauco Souza Lobos representante do grupo CLOVIS MOURA. Assim o fiz. O Sr. Glauco, muito educado, informou que por ser uma área de divisa, ele não poderia atuar em São Paulo, mas iria pedir para três representantes dos quilombos locais, (João Surá, Córrego do Franco e mais um que não me lembro) que tentassem visualizar o problema, já que ninguém destes grupos governamentais foram lá. Ou seja a palavra dos quilombolas é que conta. E já me preveniu que ele estava sabendo que estava sendo enviada à 6ª vara uma reclamação sobre isto e que o juiz responsável é um ferrenho defensor dos quilombolas. Que esse juiz iria fazer uma devassa em minha vida e na documentação do terreno. E daria um jeito de abrir esa estrada. Não deveria esse juiz ser imparcial?

 

Pois bem, este é o meu caso. Tudo que tenho junto com minha esposa é fruto de um trabalho de 30 anos, e agora tenho que abrir mão, cortar minha propriedade ao meio ,e o outro lado da cerca vão dar a um quilombola para morar? Tiro leite na propriedade com o qual eu pago meus impostos e sobrevivo

 

 Estou me sentindo um marginal. Volto a repetir: minha terra não é quilombola e sou obrigado a fazer isto. Dizem que a coletividade fala mais alto do que meu direito de posse. Policia na porteira, órgãos governamentais na minha porteira, quilombolas na minha porteira! Não sei o que fazer. Minha mulher está entrando em depressão, chorando o dia todo! Tem medo de ir à propriedade  com medo de sermos alvos de atentados. Que terror é este e ninguém faz nada!

 

Em uma consulta com um advogado, ele me disse que se eu deixar fazer esta estrada, ela será de domínio publico. Por favor me ajudem, levem este caso a alguém que possa rebater, possa me ajudar; estou a ponto de vender tudo e sumir de lá. Mas eu acho que é uma vergonha para um homem de 42 anos e sua esposa que não querem nada de ninguém, honestos trabalhadores, sejam ameaçados pelos quilombolas, que derrubam árvores, caçam, comem e vendem animais silvestres da região, fazem queimadas, plantam pasto e arrendam as terras, vendem as terras, trocam por búfalos e outras coisas mais. Essa gente e os que os defendem - não tenho nada contra elas, pelo contrario acho certo as coisas sejam feitas dentro da regularidade - mas,eles, estão acima da lei? Eles têm mais direitos às leis do que os outros cidadãos brasileiros?”

 

* o Grupo Clovis Moura faz o trabalho de identificação dos grupos quilombolas e comunidades negras no Paraná, como no resto do Brasil age a Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura (N.da R.)

 

  

 

 

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Sem medo da verdade

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1 comment Abril 9, 2008

como a grande midia trata a religião e o ateísmo nos EUA


Add comment Abril 9, 2008

Depoimento de sobrevivente de aborto

É sabido que “um dos problemas” dos abortos é que por vezes o bebé nasce vivo e tem de ser morto cá fora — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, deitado para o lixo - assim mesmo.

Contudo, há casos em que o bebé não só nasceu vivo como sobreviveu. O que se segue é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Este depoimento foi feito perante a Constitution Subcommittee of the House Judiciary Committee, em 22 de Abril de 1996.

“O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia mas actualmente vivo no Tennessee.

Fui adoptada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina (1). Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer sobrevivi.

Felizmente para mim, o abortador não estava na clínica quando eu nasci com vida, pelas 6 horas da madrugada de 6 de Abril de 1977. Eu fui precoce: a minha morte não estava prevista para antes das 9 horas, altura em que o abortador deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza que não estaria aqui hoje no caso de o abortador estar na clínica, uma vez que o seu trabalho é matar: não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.

Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras raparigas novas que estavam na clínica à espera que os seus bebés morressem. Disseram-me que isto foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.

Ali fiquei, mais ou menos, três meses. No princípio não havia muita esperança pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebés mais pequenos do que eu.

Uma vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma ama. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

 

Disseram à minha ama que era muito duvidoso que eu chegasse a gatinhar ou andar. Na altura eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha ama e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei por aprender a sentar-me sozinha, a gatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adoptada pela filha da minha ama, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O Department of Social Services não me permitia ser adoptada antes disso.

Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.

Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a vida a Deus. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou um qualquer dos títulos que se dão às crianças que ainda não nasceram. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas estão reconhecidas à vida. Há alguns meses atras, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral mas o seu diagnóstico é reservado. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O abortador, além de injectar a solução no útero da mãe injecta também o bebé. A Sara foi injectada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isto lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar…

 

Hoje, um bebé só é bebé quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebé é um bebé quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebé é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque é isto assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…

Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.

Há uma citação no topo de um dos edifícios do Capitólio que diz: “Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correcto”. O aborto é moralmente errado. O nosso país está a verter o sangue de inocentes. A América está a matar o seu futuro.

Toda a vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar os dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida.”

Fonte: http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/02/testemunho-impressionante-de-vida_27.html  do orkut


Add comment Março 29, 2008

Qual geração foi a mais alienada?

geração lambreta (anos 50)
geração ye ye ye ( anos 60)
geração Che (anos 60 e 70)
geração discoteca (anos 70)
geração xuxa (anos 80) acreditem o mal já há anos.
geração El Chavo del Ocho (final dos 80 e anos 90)
geração celular ( segunda metade dos 90)
geração counter strike atual
a próxima geração porque sempre piora
geração coca cola em geral
geração politicamente correta

Add comment Março 24, 2008

Quem é ele?

“”"”"”"Um relatório preparado por alguns peritos psiquiátricos, que por meio de vídeos, gravações e em exposições públicas (avaliações in-loco), considerando as infalíveis e desconexas oratórias do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, diagnosticaram :que o atual “chefe da nação” e “comandante-supemo” das FFAA, se submetido a uma Junta Pericial Psiquiátrica, deveria sofrer interdição imediata por absoluta incapacidade civil (restrição legal ou judicial ao exercício da vida civil por :-incapacidade de avaliar plenamente a realidade e de distinguir o lícito do ilícito),

- além de apresentar claros sinais de uma personalidade psicopática,

-apresentando sintomas de “Narcisismo Maligno” (incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras,

-incapacidade de identificar valores morais,

-incapacidade de compromisso com os outros e inexistência de sentimentos de culpa,

-como também apresenta uma permanente disposição para atos hostis e agressivos com seus discordantes), tal psicopatia desdobra-se em utilizar :

- o encanto pessoal e, conseqüentemente capacidade de manipulação de pessoas, como meio de sobrevivência e através deste encanto superficial o psicopata acaba coisificando as pessoas, ele as usa e quando não o servem mais, descarta-as, tal como uma coisa ou uma ferramenta usada, além de utilizar a mentira como uma ferramenta de trabalho.

Normalmente está tão treinado (neste caso o treinamento durou mais de duas décadas) e habilitado a mentir que é difícil captar quando mente. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado, etc.

Sua personalidade é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, a seu personagem do momento, de acordo com a circunstância, seus interlocutores ou do público ao qual esteja se dirigindo.

Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

Enfim, como todos os psicopatas ele é portador de uma grande insensibilidade moral, faltando-lhe totalmente juízo e princípios de decência, do mesmo modo que é totalmente desprovido de qualquer noção de ética.


1 comment Março 21, 2008

descarregue suas emoções.


Add comment Março 10, 2008

Ministro Marco Aurélio ganha o Troféu Anti Petralha do Ano

“”"”"”"”"”"Presidente do STF humilha Presidente Lula

O presidente Lula foi duramente humilhado pela resposta do ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal ao devolver-lhe uma crítica feita pelo próprio Lula ao declarar, em Sergipe que, “é preciso perguntar a quem falou essa sandice se ele (Marco Aurélio) quer ser ministro da Suprema Corte ou político”.

Ocorreu que o Ministro Marco Aurélio, que também preside o TSE ( Tribunal Superior Eleitoral ) alegou que a atitude do presidente Lula em criar programas sociais em ano eleitoral poderia acarretar em problemas com o Judiciário, após a indagação do Ministro, o presidente Lula profundamente irritado, declarou em uma cidade no interior de Sergipe que o Judiciário brasileiro deveria parar de “enfiar o nariz aonde não foi chamado”.

Marco Aurélio declarou nesta sexta que não tem qualquer pretensão política. “Sou juiz 24 horas por dia. Ocupo uma das 11 cadeiras do STF e isso me honra muito. Sou um homem realizado como julgador, exercendo essa missão com independência”, disse o ministro.

Marco Aurélio, sem citar nomes, declarou que “Ele [o presidente Lula] não precisa ficar assustado imaginando que há essa pretensão [do ministro se candidatar].

Que ele se tranqüilize. Também não o imagino ocupando a cadeira judicial”, ironizou.

E sem titubear, por fim, o ministro do STF Marco Aurélio arrepiou ao dizer: “Para ser presidente pode ser analfabeto, mas para ser juiz tem que ter doutorado”.

….humilhou!

Arrasou…! “”"”"”"”"”


1 comment Março 1, 2008

Sites polêmicos!


Add comment Fevereiro 3, 2008

O Japão nos anos 1975 a 1985

No final da década de 1970 e no início da década de 1980, no Brasil, os jovens estavam maravilhados com as máquinas de calcular eletrônicas japonesas. A própria palavra “eletrônica” fascinava os jovens.

Eles, então, diziam, com convicção, que os japoneses eram seres superiores quando comparados com o resto do mundo, e diziam, também, os jovens, que o Japão era o país mais adiantado do mundo.

Esta é apenas uma pequena amostra dos muitos erros dos jovens: a conclusão precipitada baseada apenas em circunstâncias de momento, sem aprofundamento histórico e lógico e uma vontade desesperada de encontrar explicação fácil e simplista para tudo que ocorre no mundo.

Qual a solução para estes eternos erros dos jovens?  Porque isto ocorre? , quais são as causas deste fenômeno?

Estas perguntas exigem um estudo detalhado dos jovens e um aprofundamento muito grande nestes temas da educação e da vontade de ter respostas.

O que não podemos fazer aqui é cometer o mesmo erro dos jovens: Querer respostas prontas e fáceis.


Add comment Janeiro 30, 2008

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