Posts filed under 'politicamente correto'

a história dos politicamente corretos em vídeo

The history of political correctness http://video.google.com/videoplay?docid=8630135369495797236

 Documentário interessante que achei. Espero que gostem.

Add comment 31 31UTC Maio 31UTC 2009

Não deixe de ler

The Gay Agenda: It’s Dividing the

Family, the Church, and a Nation

(Hardcover)

by Ronnie W. Floyd (Author)

Add comment 20 20UTC Março 20UTC 2009

Avó de Obama confirma que ele é o primeiro queniano presidente dos EUA

http://www.youtube.com/watch?v=-4FqVRWgrNw

Honre a palavra de sua avó, Obama.

 

Só falta a confirmação de que é comunista.

Add comment 1 01UTC Fevereiro 01UTC 2009

Os limites da liberdade de expressão – cadeia processo para quem disser que islã usa de violência, é o que se passa na Europa

Les limites de la liberté d’expression Le populiste néerlandais de droite Geert Wilders devrait finalement être poursuivi pénalement. Mercredi, la Cour suprême d’Amsterdam a statué sur ses déclarations critiques à l’égard de l’Islam, les jugeant offensantes. La presse européenne débat des limites de la liberté d’expression. Extraits des publications suivantes: De Standaard – Belgique, NRC Handelsblad – Pays-Bas, De Volkskrant – Pays-Bas De Standaard – Belgique Le quotidien belge De Standaard estime que le verdict prononcé à l’encontre de Wilders par le tribunal d’Amsterdam est incompréhensible: “Cette décision prononcée aux Pays-Bas menace d’accentuer encore plus l’énorme autocensure …. qui actuellement sévit déjà largement pour tout ce qui touche à l’Islam. Il est inquiétant de constater que cela revient à s’incliner devant une religion qui n’hésite pas à utiliser la violence. Ridiculiser les chrétiens et les juifs est la chose la plus sûre qui soit. On risque tout au plus une lettre ou un mail de protestation. Mais le monde a pu voir à quel point la publication de quelques caricatures de Mahomet dans la presse écrite danoise a conduit à des manifestations hystériques et à des déferlements de violence. Et combien d’Européens doivent plonger dans la clandestinité pour avoir manqué de respect à l’Islam. Cela concerne tout autant un caricaturiste suédois qu’un professeur de philosophie français. …Qu’un juge s’associe à l’inclinaison face à l’intolérance est un fait alarmant pour le reste de l’Europe.” (23.01.2009) » article intégral (lien externe, néerlandais) Pour en savoir plus sur les thèmes de la revue de presse » Religion, » Criminalité / Justice, » Pays-Bas Tous les textes disponibles de » Mia Doornaert NRC Handelsblad – Pays-Bas Le quotidien interrégional NRC Handelsbald critique la décision des juges à Amsterdam et prédit que les débats sur l’Islam seront, à l’avenir, portés dans les salles d’audience: “L’accent sera mis en premier lieu sur la pénalisation des déclarations de [Geert] Wilders et ensuite sur leur (in-) exactitude. Ce n’est pas une perspective réjouissante. Une escalade et une polarisation supplémentaires menacent. Nous avions déjà écrit que la position des musulmans aux Pays-Bas n’est pas faible au point de devoir être protégée par le droit pénal. Le libre débat politique suffit pour s’y opposer. … Même si le tribunal a raison de condamner les déclarations offensantes de Wilders, son droit à les prononcer a plus de poids. La comparaison historique du tribunal avec les années 1930 est tout aussi malheureuse. La loi contre l’incitation à la haine a sans doute été adoptée pour de bonnes raisons à l’époque. … Mais la loi n’avait pas un effet positif, juste un effet opposé. C’est également ce qui menace aujourd’hui.” (23.01.2009) » article intégral (lien externe, néerlandais) Pour en savoir plus sur les thèmes de la revue de presse » Religion, » Criminalité / Justice, » Pays-Bas

Add comment 25 25UTC Janeiro 25UTC 2009

Dicas para o vestibular – como tirar nota dez de redação – técnicas de redação

“Como tirar 9,25 em uma redação da UFF:

1) Escolha o tema mais na moda (“crise global”);
2) Tenha em mente que o cara que corrige sua prova é de esquerda, portanto nada de dizer que o livre mercado é auto-regulável;
3) Cite Marx logo de saída que é para mostrar que é “engajado”;
4) Diga coisas como “a maior crise financeira do século XXI” (ainda que tenha passado apenas 9 anos deste século) ou “o capitalismo está próximo do fim”;
5) Na conclusão de sua redação, diga que devemos incentivar maior intervenção estatal na economia.

Bingo ! Sua nota vai lá em cima. Foi exatamente o que ocorreu comigo.

A redação ficou +/- assim (lembrando de cabeça):

De acordo com Karl Marx, em períodos de superprodução acirram-se as contradições inerentes de um dado sistema econômico. Tal fato pode ser verificado nos dias atuais, nos quais vários pesquisadores apontam para a maior crise do século XXI devido à superoferta de créditos imobiliários estadunidenses¹. Desta forma, devem-se analisar as causas para este fenômeno, bem como apontar soluções para a mesma.

Este período de recessão assinala a falência do modelo neoliberal, recomendado pelo Consenso de Washington e seguido pelas nações em desenvolvimento. O receituário deste sistema prevê a privatização de estatais, redução nos gastos previdenciários e em serviços essenciais à população, em desacordo com o “welfare state” em voga na maior parte dos países desenvolvidos.

A aparente contradição observada entre o que as nações tidas como mais avançadas recomendam e o que foi feito em boa parte da América Latina a partir da década de 90 expõe a exploração primeiro-mundista sobre os povos menos afortunados.

Desta forma, a solução mais apropriada para a retração da economia em larga escala é o apoio e o incentivo à maior intervenção estatal na economia como forma de corrigir desvios de mercado.

maravilhoso

foi direto ao ponto, muito melhor que os analistas de mercado. “”‘   do orkut

2 comments 17 17UTC Janeiro 17UTC 2009

Jornal idescente nojento quer que povo acredite que o ex metalúrgico é santo e não sabe de nada. Em outras palavras, se você quer ser mentiroso e safado leia o jornal O GLOBO que terá um ótimo professor.

Trecho do editorial da primeira página do Globo desta segunda (01/09/08):

“O presidente Lula tem de agir com firmeza e rapidez para evitar que se consolide no seu governo uma polícia política de figurino soviético. E também para deixar claro que este aparato ilegal foi criado em seu consentimento.”

Só pode ser piada, não? É mais ou menos como pedir para o ladrão investigar o autor do roubo.  (nota do gênio Antônio Luiz do orkut);

Add comment 17 17UTC Janeiro 17UTC 2009

A liberdade e a esquerda

A maior parte das pessoas na esquerda não se opõe à liberdade. Elas apenas são favoráveis a todo tipo de coisas que são incompatíveis com a liberdade.

Liberdade significa, no fim das contas, o direito de as pessoas fazerem coisas que nós não aprovamos. Os nazistas tinham o direito de ser nazistas sob Hitler. Somos livres apenas quando somos capazes de fazer coisas que outros não aprovam.

Um dos mais aparentemente inocentes exemplos das muitas imposições da visão da esquerda sobre os outros é a difundida exigência das escolas e universidades do “serviço comunitário”, para admissão de estudantes.

Há escolas de ensino médio em todo o país em que você não se forma, e faculdades em que você não entra, a menos que tenha se engajado em atividades arbitrariamente definidas como “serviço comunitário”.

A arrogância de se confiscar o tempo dos jovens – em vez de deixá-los (e a seus pais) livres para decidir como usar seu tempo – só não é maior que a arrogância de se impor o que é ou não é um serviço à comunidade.

Trabalhar num abrigo de sem-teto é amplamente considerado um “serviço comunitário” – como se ajudar e se acumpliciar com a vagabundagem fosse necessariamente um serviço, em vez de um desserviço, à comunidade.

Estará a comunidade mais bem servida com mais desempregados vagando pelas ruas, agressivamente mendigando pelas calçadas, urinando nos muros, deixando agulhas e seringas nos parques onde as crianças brincam?

Este é apenas um dos muitos modos em que a distribuição dos vários tipos de benefícios a pessoas que não trabalham rompe a conexão entre produtividade e recompensa.

Mas essa conexão permanece tão inquebrável como sempre esteve para a sociedade como um todo. Você pode fazer de qualquer coisa um “direito” para indivíduos ou grupos, mas nada é um direito para a sociedade como um todo, nem mesmo comida ou abrigo, que têm de ser produzidos pelo trabalho de alguém ou eles não existirão.

Para alguns, o que “direitos” significam é forçar outras pessoas a trabalharem para o benefício deles. Como uma frase de pára-choque de caminhão diz: “Trabalhe duro. Milhões de pessoas on welfare [vivendo dos programas sociais do governo] estão dependendo de você.”

O mais fundamental dos problemas, contudo, não é que atividades particulares são exigidas dos estudantes sob o título “serviços comunitários”.

A pergunta fundamental é: O que, afinal, qualifica professores e membros das comissões de admissão das faculdades a definir o que é bom para a sociedade como um todo, ou mesmo para os estudantes sobre os quais são impostas suas noções arbitrárias?

Qual especialidade eles têm que justifica sobrepor-se à liberdade dos outros? O que suas imposições mostram, exceto que “os idiotas abundam onde os anjos temem pisar”1?

Que lições os estudantes aprendem disso, exceto a de submissão a um poder arbitrário?

A finalidade é, supostamente, a de que os estudantes adquiram um sentido de compaixão ou nobreza por meio do serviço aos outros. Mas isso depende de quem define compaixão. Na prática, isso significa forçar os estudantes a se submeterem à propaganda para fazê-los receptivos à visão de mundo da esquerda.

Estou certo de que aqueles favoráveis às exigências de “serviços comunitários” entenderiam o princípio por trás das objeções a esses serviços se exercícios militares fossem exigidos nas escolas de ensino médio.

De fato, muitos que promovem o “serviço comunitário” obrigatório são fortemente contrários ao treinamento militar mesmo voluntário nas escolas de ensino médio e faculdades, embora muitos outros considerem esse treinamento como uma contribuição à sociedade muito maior que alimentar pessoas que se recusam a trabalhar.

Em outras palavras, esquerdistas querem o direito de impor suas idéias do que é bom para toda a sociedade – um direito que eles veementemente negam àqueles cujas idéias do que é bom para a sociedade diferem das deles.

A essência da intolerância é recusar aos outros os direitos que você exige para si próprio. Tal intolerância é inerentemente incompatível com a liberdade, embora muitos esquerdistas fiquem chocados de serem considerados oponentes da liberdade.

Townhall   com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Add comment 17 17UTC Janeiro 17UTC 2009

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