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12 de maio - dois anos dos ataques do PCC

Em 12 de maio de 2006, um grupo de traficantes bandidos da pior espécie acusados de serem treinados pelas FARC da Colômbia e pelo MST, guerrilha camponesa brasileira, aproveitando que a bandidagem estava solta por causa dos dia das mães, iniciou monstruosos ataques em São Paulo, prejudicando a candidatura do Governador de São Paulo, Geraldo alckimin à presidência da República, eleição esta que se efetuou em novembro de 2006.

 

Assassinaram covardemente policiais, queimaram ônibus. Depois pararam os ataques e nada foi feito pelos governos para destruir de vez os criminosos e quem os defendem.

No Brasil, nenhum criminoso vota ou apóia a direita ou o centro político e são venerados pelos comunistas e esquerdistas em geral como vítimas da sociedade capitalista.

Dois anos depois nada foi feito contra os narco terroristas do PCC e a data passa em branco.

No brasil, sempre próximo das eleições , bandidos fazem ações em grande escala para prejudicar políticos de direita.

Todo esquerdista no Brasil , especialmente professores universítários, jornalistas e defensores dos direitos humanos defendem criminosos.

 


Add comment Maio 11, 2008

o caso da moça de Sorocaba que Lúis Carlos Prestes mandou matar.

Elvira Cupelo Colônio = Elza Fernandes.

 


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Porque o PT apoia as FARC?

Assim Assassinam os Terroristas da FARC

.
http://www.marthacolmenares.com/2007/09/08/asi-asesinan-los-terroristas-farc-video/
Por Martha Colmenares

Toda la verdad que esconde su mentira. Son terroristas. Asesinos, no son ningún ejército del pueblo las llamadas guerillas de la FARC. Lo que quieren es tomar el poder en Colombia.

Han matado sin piedad y seguirán haciéndolo. Paz para la nación hermana, pero no en base a sus chantajes secundados por partidos disfrazados de demócratas.

http://www.youtube.com/watch?v=PSpJpn1Djqk


1 comment Maio 4, 2008

o gulag cubano e o gulag da coréia do norte


Add comment Maio 4, 2008

do orkut.. descoberto um fdp cara de pau que nega as atrocidades do comunismo russo e chinês.

“”"”"”"LIVRO QUE DIZ COMBATER PROPAGANDA IDEOLÓGICA ENGANOSA,, ACABA POR FAZER EXATAMENTE ISTO..

O livro apresenta os diversos modos de utilização da propaganda para influenciação das massas, como publicidade comercial, propaganda eleitoral, propaganda ideológica, seguido de exemplos. É nestes últimos que a coisa fica interessante. Os exemplos sempre satanizam o capitalismo e enaltecem o socialismo e o comunismo. Em um primeiro instante, em meu ceticismo, achei que fosse uma pegadinha - Esse cara quer dar uma espécie de lição nos leitores afobadinhos, logo ele revela que usou da manipulação no próprio texto. Li até o final e vi que o cara estava falando sério. Exemplos dos exemplos:

“A contrapropaganda também atua sobre o temor[...]
Nos países do “bloco ocidental”, inclusive o Brasil, ainda se repete a técnicas
que vem sendo posta em prática há anos de divulgar notícias de atrocidades
cometidas na União Soviética, China, Cuba, Nicarágua, e países africanos.
Fala-se em crianças e mulheres fuziladas, homens cruelmente torturados,
degolados e queimados.[...]

“[...]A contrapropaganda dos defensores do sistema capitalista procura neutralizar as idéias socialistas difundindo, dramaticamente e com estardalhaço, notícias sobre fugas de pessoas que viviam em países comunistas. O objetivo desse procedimento é o de sugerir que não deve ser bom aquele regime, se a pessoas que nele vivem querem fugir de lá.
Os fatos que se contrapõem às idéias da propaganda adversária costumam ser totalmente forjados.

“No plano cultural, da mesma forma, a situação reflete a realidade econômica, sendo mínimas as possibilidades de acesso aos produtos culturais para qualquer
trabalhador. Poucos podem estudar em escolas além de determinado grau, não
têm condições de adquirir livros, discos ou quadros, nem de freqüentar
concertos, cinema ou teatro. Por outro lado, o espaço dos patrões, dos capitalistas, é bem mais amplo. Eles são os proprietários dos meios de produção: as terras, máquinas, ferramentas.”
“Outra forma de manipulação é realizada pelo maior ou menor destaque que se
dá à notícia. A página em que é colocada, a dimensão do texto, o título, o maior ou menor número de pormenores contidos na descrição permitem dar aos fatos um outro significado. As greves organizadas pelos sindicatos operários, por exemplo, que têm uma enorme repercussão econômica e política, geralmente
são tratadas pela grande imprensa como um simples fato acidental sem maior
significação. O Estado de S. Paulo, por exemplo, menciona-as em pequenos
espaços nas páginas de economia, ao lado de outras informações, como
posição de preços no mercado, cotações de bolsa, dando a impressão de um
simples fenômeno corriqueiro sem maiores conseqüências.
Há também a interpretação das informações, geralmente realizada dentro de
uma linha preestabelecida pela direção do jornal, que é determinada pelos
interesses ali defendidos.”

Isto que segundo uma breve sinopse “Este livro foi publicado em versão Gutemberg pela Editora Brasiliense sob o título O Que é Propaganda Ideológica. Tenta esclarecer como a propaganda é utilizada em uma sociedade, suas bases sociais e ideológicas e as principais técnicas empregadas.
RocketEditon©: 14 de agosto de 1999 - Reprodução autorizada”

A eterna frase de Lenin: “xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”, explica toda a mentalidade esquerdista.
“”"”"”"”"

É do início ao fim, e acho absurdo tanta propaganda ideológica dissimulada num livro que se propõe a analisar os modos de empreender uma propaganda ideológica, e não encapsular propaganda na explicação.

“Geralmente surgem, no seio das classes dominadas, alguns indivíduos que,
apesar de toda a censura e manipulação dos meios de comunicação,
conseguem perceber melhor certos aspectos da realidade e procuram
transmitir sua compreensão aos demais, conscientizando-os. É o caso dos
líderes operários, estudantes, religiosos e intelectuais.” (o termo “operários” aparece constantemente nas mais diversas situações em oposição aos termos capitalistas, empresários, patrões, etc)


2 comments Abril 15, 2008

a revolução quilombola - o que é - o que faz - o que destrói!

Sem Medo da Verdade

Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 57 - 09/04/2008

www.paznocampo.org.br

 

 

 

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:

http://www.paznocampo.org.br/boletim57

 

Os agressivos quilombolas já começam a provocar

Esta é a denúncia que fez ao site Paz no Campo o agricultor Roberto Silva Rosa, que tem uma propriedade em Barra do Turvo, Vale do Ribeira - SP. Sentindo-se respaldados pelas autoridades do Estado do Paraná, quilombolas já começam a provocar vizinhos, com uma arrogância como as dos sem-terra. Leiam o relato. A Guilhotina quilombola funciona já fora das terras deles. Já estão possuídos pelo espírito da guerra de raças, denunciada por Nelson Ramos Barretto em seu livro “A Revolução Quilombola – Guerra racial – confisco agrário e urbano – Coletivismo”, divulgado pelo Paz no Campo.

 

Meus amigos, tenho propriedade rural no Vale do Ribeira, na cidade da Barra do Turvo, a qual divisa pelo Rio Pardo com Adrianópolis- PR. Minha terra não foi, e nem á ainda requisitada por quilombolas autodefinidos.  Do outro lado do rio existe uma comunidade quilombola - São João-, à qual permito cruzar  minhas terras por um carreiro, que dá acesso a uma ponte de cabos (pinguela para uma pessoa).

 

Ocorre que há cinco meses comecei a receber queixa desse povo que minhas búfalas e vacas de leite estavam atacando esse pessoal e me ameaçaram com policia e responsabilização por algum dano que fosse causado a esses transeuntes, já que cedo servidão de passagem. Resolvi fazer um corredor no canto da propriedade para segurança de ambas as partes.

 

Aí começou meu pesadelo. Eles cortaram a cerca, roubaram os arames e a corrente de minha porteira, derrubaram palanques. Dei queixa. Foi feito um BO. A policia me deu razão e mandou eu refazer a cerca.

 

Alguns dias depois, uma viatura da Polícia Militar do Paraná comandada por um oficial Capitão esteve no local para averiguar uma denuncia que dizia que não deixei uma ambulância entrar para pegar um doente. Nada foi constatado e foram embora. Gostaria de lembrar que essa viatura saiu de Curitiba e veio a Barra do Turvo percorrendo 350km. Incrível, não é mesmo?

 

Pois bem. Um líder dessa comunidade, chamado Antonio, pediu uma reunião no local, comigo e com a policia. Nessa reunião, o que eles queriam? Pasmem! Uma estrada cercada dos dois lados para acesso de carro, com pátio e estacionamento dentro da minha propriedade. Esta estrada de 300m comprimento, por 5 de largura, mais pátio. Imediatamente discordei.

 

Passados alguns dias recebi um telefonema de um instituto chamado ITC sediado em Curitiba. O Dr. José Antonio Gediel me chamava para uma reunião sobre esse assunto. Fui. Lá  chegando estavam o Dr. Gediel, o secretario da Prefeitura de Adrianópolis, e um advogado do ITC. Chegamos a um acordo: que a passagem ia voltar a ser onde era, apenas com uma cerca divisória, sem entrada para carros e que uma maquina ia quebrar um pouco a inclinação de uma descida. Enfim ia continuar o carreiro de sempre. O secretario de Adrianópolis, Sr. Elízio, ficou de me retornar para iniciar as obras.

 

Nota discordante, o advogado do ITC me ameaçou com Policia Federal, direitos humanos, etc., se eu não fizesse o acordo.

 

Passados alguns dias fui surpreendido com uma viatura da Patrulha Rural do Estado de São Paulo na minha porteira. Essa viatura rodou 260km para chegar até lá, com 3 policiais. Vieram averiguar uma denuncia que eu estava soltando 500 cabeças no passador desse povo. Que um homem caiu na subida (sempre foi uma subida) e havia se machucado. Os policiais, a exemplo dos outros do Paraná, me deram razão, nada constataram e foram embora. Esses policiais vieram a mando do juiz de Jacupiranga, o qual recebeu uma carta anônima. Reparem: minhas terras têm 20 alqueires. Como posso ter 500 cabeças em um pedaço de 4 mil metros? - que é onde esta localizado este carreiro? Depois fiquei sabendo que a policia do Paraná veio a mando do grupo ligado ao governo Requião, o grupo CLOVIS MOURA*, atendendo a um telefonema dos quilombolas.

 

Neste meio tempo recebi ligação do secretario da Prefeitura de Adrianópolis o qual me informou que eles não queriam mais o carreiro e sim a estrada e exigia que eu afastasse minha porteira 4 metros para baixo de onde eles passam para fazerem a tal estrada. Se não cumprisse mais essa exigência , eles iriam à justiça reivindicar a mesma

 

Procurei mais uma vez o Dr. Gediel, o mesmo não teve a nobreza nem de me atender. Mandou uma secretaria dizer que não tinha nada mais a ver com isto e que eu devia procurar o Sr. Glauco Souza Lobos representante do grupo CLOVIS MOURA. Assim o fiz. O Sr. Glauco, muito educado, informou que por ser uma área de divisa, ele não poderia atuar em São Paulo, mas iria pedir para três representantes dos quilombos locais, (João Surá, Córrego do Franco e mais um que não me lembro) que tentassem visualizar o problema, já que ninguém destes grupos governamentais foram lá. Ou seja a palavra dos quilombolas é que conta. E já me preveniu que ele estava sabendo que estava sendo enviada à 6ª vara uma reclamação sobre isto e que o juiz responsável é um ferrenho defensor dos quilombolas. Que esse juiz iria fazer uma devassa em minha vida e na documentação do terreno. E daria um jeito de abrir esa estrada. Não deveria esse juiz ser imparcial?

 

Pois bem, este é o meu caso. Tudo que tenho junto com minha esposa é fruto de um trabalho de 30 anos, e agora tenho que abrir mão, cortar minha propriedade ao meio ,e o outro lado da cerca vão dar a um quilombola para morar? Tiro leite na propriedade com o qual eu pago meus impostos e sobrevivo

 

 Estou me sentindo um marginal. Volto a repetir: minha terra não é quilombola e sou obrigado a fazer isto. Dizem que a coletividade fala mais alto do que meu direito de posse. Policia na porteira, órgãos governamentais na minha porteira, quilombolas na minha porteira! Não sei o que fazer. Minha mulher está entrando em depressão, chorando o dia todo! Tem medo de ir à propriedade  com medo de sermos alvos de atentados. Que terror é este e ninguém faz nada!

 

Em uma consulta com um advogado, ele me disse que se eu deixar fazer esta estrada, ela será de domínio publico. Por favor me ajudem, levem este caso a alguém que possa rebater, possa me ajudar; estou a ponto de vender tudo e sumir de lá. Mas eu acho que é uma vergonha para um homem de 42 anos e sua esposa que não querem nada de ninguém, honestos trabalhadores, sejam ameaçados pelos quilombolas, que derrubam árvores, caçam, comem e vendem animais silvestres da região, fazem queimadas, plantam pasto e arrendam as terras, vendem as terras, trocam por búfalos e outras coisas mais. Essa gente e os que os defendem - não tenho nada contra elas, pelo contrario acho certo as coisas sejam feitas dentro da regularidade - mas,eles, estão acima da lei? Eles têm mais direitos às leis do que os outros cidadãos brasileiros?”

 

* o Grupo Clovis Moura faz o trabalho de identificação dos grupos quilombolas e comunidades negras no Paraná, como no resto do Brasil age a Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura (N.da R.)

 

  

 

 

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Sem medo da verdade

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1 comment Abril 9, 2008

como a grande midia trata a religião e o ateísmo nos EUA


Add comment Abril 9, 2008

Depoimento de sobrevivente de aborto

É sabido que “um dos problemas” dos abortos é que por vezes o bebé nasce vivo e tem de ser morto cá fora — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, deitado para o lixo - assim mesmo.

Contudo, há casos em que o bebé não só nasceu vivo como sobreviveu. O que se segue é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Este depoimento foi feito perante a Constitution Subcommittee of the House Judiciary Committee, em 22 de Abril de 1996.

“O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia mas actualmente vivo no Tennessee.

Fui adoptada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina (1). Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer sobrevivi.

Felizmente para mim, o abortador não estava na clínica quando eu nasci com vida, pelas 6 horas da madrugada de 6 de Abril de 1977. Eu fui precoce: a minha morte não estava prevista para antes das 9 horas, altura em que o abortador deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza que não estaria aqui hoje no caso de o abortador estar na clínica, uma vez que o seu trabalho é matar: não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.

Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras raparigas novas que estavam na clínica à espera que os seus bebés morressem. Disseram-me que isto foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.

Ali fiquei, mais ou menos, três meses. No princípio não havia muita esperança pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebés mais pequenos do que eu.

Uma vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma ama. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

 

Disseram à minha ama que era muito duvidoso que eu chegasse a gatinhar ou andar. Na altura eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha ama e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei por aprender a sentar-me sozinha, a gatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adoptada pela filha da minha ama, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O Department of Social Services não me permitia ser adoptada antes disso.

Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.

Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a vida a Deus. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou um qualquer dos títulos que se dão às crianças que ainda não nasceram. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas estão reconhecidas à vida. Há alguns meses atras, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral mas o seu diagnóstico é reservado. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O abortador, além de injectar a solução no útero da mãe injecta também o bebé. A Sara foi injectada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isto lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar…

 

Hoje, um bebé só é bebé quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebé é um bebé quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebé é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque é isto assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…

Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.

Há uma citação no topo de um dos edifícios do Capitólio que diz: “Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correcto”. O aborto é moralmente errado. O nosso país está a verter o sangue de inocentes. A América está a matar o seu futuro.

Toda a vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar os dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida.”

Fonte: http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/02/testemunho-impressionante-de-vida_27.html  do orkut


Add comment Março 29, 2008

Guerrilha no Brasil?

Guerrilha no Brasil?


Já não falta mais nada! A conclusão é claríssima e indiscutível. Temos guerrilha em nosso País. Há poucos dias autoridades garantiam que isso não acontecia. Vamos ver se agora o Presidente da Venezuela, Hugo Chaves não vai pedir, para essa guerrilha também, o estado de beligerância e não de um movimento em insurreição. Os guerrilheiros foram treinados pelas FARC.

Parece que no governo ninguém fala, ninguém viu - como de costume. Só que, segundo a reportagem, essa guerrilha já existe há 8 anos. Se prestarmos atenção nos métodos de atuação, eles se assemelham à Via Campesina e ao MST. Agora pense: o que será do Brasil se os assentamentos e acampamentos do MST e os quilombolas - que estão ganhando terras às custas da expropriação injusta de proprietários particulares - todos estrategicamente instalados, forem usados para levantar uma insurreição de proporções nacionais? Não poderiam ser armados pelo Presidente Chávez, financiados pelo narcotráfico, treinados pelas FARCs? E ainda usarão, com certeza,  mulheres e crianças como escudo, no melhor estilo Via Campesina. Estarão espalhando o terror como fazem esses guerrilheiros!

Estaremos delirando ou estamos diante de uma hipótese da tentativa de tomada do poder pela utopia socialista? Agindo na surdina, secreta, dissimulada, mas agilmente atuante? Leia, pense e julgue o leitor se estamos sonhando. Que isso não se transforme em pesadelo. Acesse:

 


Add comment Março 28, 2008

a matança de cristãos na coréia do norte.


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