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O fracasso da reforma agrária

26 de novembro de 2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/incra-excluiu-mais-de-100-mil-assentados-por-irregularidades/n1597384476210.html

Incra excluiu mais de 100 mil assentados por irregularidades

Nos últimos 10 anos, principal motivo foi o abandono de lotes: ‘Nenhuma família vai querer ficar num assentamento precário’

Agência Brasil | 25/11/2011 20:12

Em dez anos, 103 mil beneficiários da reforma agrária foram excluídos do programa por irregularidades. A maioria das exclusões, 44%, foi motivada por abandono da terra. Em seguida, estão os casos de venda irregular de lotes dos assentamentos, com 35% das exclusões.

Os números são do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que lançou nesta sexta-feira (25) uma campanha para coibir a compra e venda ilegal de lotes da reforma agrária. De janeiro de 2001 a julho de 2011, o Incra excluiu 36,5 mil famílias que comercializaram as terras irregularmente. Pela lei, os lotes da reforma agrária não podem ser vendidos, alugados nem arrendados.

“Muitas pessoas desconhecem as regras da reforma agrária. Até o titulado pagar pelo título, a terra é pública. E tanto a compra quanto a venda são ilegais”, disse o presidente do Incra, Celso Lacerda, que lembrou o episódio recente de venda de lotes da reforma agrária em um assentamento no litoral da Bahia para construção de mansões à beira-mar. “Queremos coibir casos como o de Cumuruxatiba”.

MST volta a invadir fazendas em São Paulo

No entanto, o principal motivo de exclusões do Programa Nacional de Reforma Agrária é o abandono dos lotes. Em 10 anos, 44 mil famílias deixaram para trás os assentamentos. Lacerda admite que muitas vezes a rotatividade está ligada à falta de infraestrutura dos assentamentos, que inviabiliza a permanência das famílias.

“Nenhuma família vai querer ficar num assentamento em que ela não consiga viver dignamente”, reconheceu. Segundo Fonseca, os problemas são mais comuns em assentamentos antigos, criados quando o processo de reforma agrária era “desqualificado”.

“Os primeiros assentamentos eram marginais, terras que ninguém queria. Nessas áreas até hoje a rotatividade é muito alta”.

O Incra não tem estatísticas anuais sobre a rotatividade nos assentamentos, mas, segundo Lacerda, a “sensação” é que a movimentação tem diminuído nos últimos anos, por causa da melhoria das condições de infraestrutura e produção nos assentamentos.

Além do abandono e da venda ilegal, também são suspensos do programa, as famílias que não cumprem cláusulas contratuais, as que não conseguem provar informações fornecidas no processo de seleção, as que não se adaptam às regras dos assentamentos e as que têm outras fontes de renda permanente sem ligação com a produção no lote. Uma vez excluído, o beneficiário não pode pleitear um novo lote da reforma agrária.

O número de beneficiários excluídos pelo Incra nos últimos dez anos corresponde a 13% do total de famílias assentadas pela autarquia, 790 mil em todo o país. O instituto reconhece que as irregularidades podem estar subnotificadas e que as exclusões “refletem as irregularidades que foram efetivamente identificadas e sanadas pelo Incra”.

A região que mais registra exclusões é o Centro-Oeste, onde 19,8% dos beneficiários assentados foram tirados do programa entre 2001 e 2011. Entre os estados, proporcionalmente, o maior número de exclusões foi feito em Roraima, que teve 34,9% dos assentados suspensos em dez anos.

Maior latifundiário do Brasil Stédile confessa que com Dilma presidenta, Mst vai grilar terras como nunca…

10 de julho de 2010
O Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o tucano José Serra seja o escolhido.

O diagnóstico é do economista marxista (comunista) João Pedro Stédile, fundador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), maior organização social do país.

Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos.

“Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves”, disse ele em entrevista à Reuters, a primeira desde o início do processo eleitoral.

“Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo…A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”, acrescentou.

Por essa razão, a opção “majoritária” do movimento é apoiar a ex-ministra-mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que “o agronegócio venceu”.

“Lula não fez reforma agrária, mas uma política de assentamento…Metade dos números do governo é propaganda”, afirma Stédile.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva e expulsa 80 famílias em SC para por quilombolas

30 de junho de 2010

A prepotência do INCRA é um espanto! Órgão aparelhado, age segundo os interesses dos movimentos ditos sem-terra, promove uma truculenta Reforma Agrária, Não se importa com as leis, valendo-se de atos administrativos para ir implantando assentamentos e protegendo os acampamentos do MST e congêneres. E vai assim, aos trambolhões, usando a Reforma Agrária e a Revolução Quilombola para coletivizar o campo brasileiro. Vejam estes dois exemplos.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região anulou o decreto de desapropriação da Fazenda Teijin, de 27 mil hectares, transformada em assentamento para 1.067 famílias do MST, em Nova Andradina (MS).

O TRF também condenou o órgão a indenizar em R$ 45,3 milhões os donos da fazenda. Corrigido, o valor chega a R$ 80 milhões.

O tribunal acolheu a alegação dos donos de que, na época em que foi vistoriada (2002), a fazenda era produtiva. O INCRA se limitou a informar que a decisão judicial não é definitiva e vai recorrer.

E o Brasil vai retornando à era tribal

No plenário da Câmara Federal, o deputado federal Valdir Colatto lamentou a publicação do decreto presidencial que criou a reserva quilombola Invernada dos Negros abrangendo os município de Campos Novos e Abdon Batista, no meio oeste catarinense.

Diante disso e de outras inúmeras ações em Brasília para reverter esta situação, Colatto vai ingressar com decreto legislativo com objetivo de anular o ato presidencial que beneficia 34 famílias intituladas quilombolas e desaloja 80 famílias proprietárias das terras e mais uma empresa de celulose com 1,2 mil empregados.

A decisão presidencial foi publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de junho. A área decretada quilombola compreende oito mil hectares. Segundo o deputado, o decreto afirma expropriação, o que significa que serão pagas aos proprietários legítimos somente as benfeitorias e não as terras.

“Esta área não será dos 34 ditos quilombolas e sim da União (Seria aTerrabras?) que quer instalar um sistema ‘tribal’, de terras coletivas, o que não existe na legislação brasileira”, reclama.

O deputado considera lamentável a decisão do presidente da república que resultará em conflito social e econômico e critica o erro cometido pelo INCRA que levou a instalar área específica onde não existe quilombola.

Se nosso leitor desejar conhecer tudo o que vai por trás das ações do INCRA na questão quilombola, visite nosso site:

www.paznocampo.org.br

Ou encomende o livro de Nelson Ramos Barretto ,, ‘A Revolução Quilombola – guerra racial, conflito agrário e urbano, coletivismo’ (pode ser adquirido a partir da home page do site).

Fonte: GPS do Agronegócio

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

8 de outubro de 2009

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
- É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.

Marina silva marcha de sem terra MST sem terra marcham para Brasilia fingindo serem inimigos de Lula – protesto de sem terra imprensa européia trata sem terra como santinhos bonzinhos e não como destruidores de fazendas

7 de agosto de 2009

Brésil: 3.000 Sans Terre protestent

AFP

07/08/2009 | Mise à jour : 18:01

Trois mille paysans sans terre venus de tout le Brésil camperont à partir de lundi à Brasilia pour faire pression sur le gouvernement afin qu’il accélère la réforme agraire, a indiqué aujourd’hui une responsable du Mouvement des travailleurs ruraux sans terre (MST). 

“Du 10 au 20 août, nous ferons des actions pacifiques, comme des grandes marches, pour que le gouvernement accélère la réforme agraire alors que 150.000 familles vivent encore dans des campements précaires”, a déclaré la coordinatrice nationale du MST, Marina dos Santos, lors d’une conférence de presse à Rio. 

A l’approche de l’élection présidentielle de 2010, le MST dénonce le modèle agricole en vigueur dans le pays. Selon Marina dos Santos, ce modèle “favorise l’agrobusiness”, qui engendre de colossales exportations agricoles, “au détriment de l’agriculture familiale de production d’aliments sans pesticides”. 

Depuis sa création en 1984, MST a obtenu un lopin pour 370.000 familles dans ce pays champion des inégalités sociales.

o crime premeditado dos sem terra em pernambuco – grupo de extermínio apoiado pela Comissão Pastoral da Terra

2 de maio de 2009

Polícia: MST agiu como grupo de extermínio.

Polícia: MST agiu como grupo de extermínio..
Inquérito sobre chacina em PE indicia seis militantes sem-terra

RECIFE – A Policia Civil de Pernambuco enviou nesta terça-feira o inquérito sobre o assassinato de quatro seguranças de uma fazenda no interior do estado, com o indiciamento de sete pessoas por participação na chacina, seis delas sem-terra. Os integrantes do MST foram indicados por formação de quadrilha, homicídio qualificado e porte ilegal de arma, entre outras acusações.

Segundo o delegado delegado de São Joaquim do Monte, Luciano Francisco Soares, que comandou a investigação, os sem-terra agiram de forma premeditada e com características de grupos de extermínio. Um dos vigilantes da fazenda Jabuticaba, vizinha à Consulta, onde ocorreu o crime, foi enquadrado por porte ilegal de arma.

A chacina foi no sábado de carnaval, durante discussão com seguranças da fazenda Consulta – a 137 quilômetros de Recife – e chefes de um acampamento do MST. Na época, o coordenador regional do MST, Jaime Amorim, afirmou que os sem terra “mataram para não morrer” e que agiram em legítima defesa. Mas, segundo o delegado, o crime foi premeditado e as vítimas foram baleadas na cabeça e no tórax.

- Os tiros foram desferidos em áreas letais, com características mesmo de execução, uma atividade típica de grupo de extermínio. Não houve legítima defesa – disse o delegado.

-

 -

Dois líderes do MST foram presos em flagrante: Paulo Alves e Aluciano Ferreira dos Santos, que estão na Penitenciária Plácido, em Caruaru. Nesta terça, mais um acusado foi preso: Severino Alves da Silva. Três sem-terra estão foragidos: Antônio Honorato da Silva, Homero Severino da Silva e Luiz Wagner Siqueira.

O delegado que fez o inquérito concluiu que o crime foi premeditado com características semelhantes às utilizadas por um grupo de extermínio pelo lugar onde os seguranças foram baleados (no tronco e na cabeça).

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/04/28/policia-mst-agiu-como-grupo-de-exterminio-inquerito-sobre-chacina-em-pe-indicia-seis-militantes-sem-terra-755481325.asp
=-=

 .

Eles agem como grupo de exterminio mesmo, são vagabundos !

Abraços

“O delegado que fez o inquérito concluiu que o crime foi premeditado com características semelhantes às utilizadas por um grupo de extermínio pelo lugar onde os seguranças foram baleados (no tronco e na cabeça).
.
Esse é o problema com esses animais do mato do MST, ninguém tem coragem de acusá-los peremptoriamente, o que mostra mostra a força política de um grupo iMundo que nem registro tem para que possa responder na justiça por seus crimes.
.
O mesmo faz a mídia quando toca no nome desses iMundos.
Quando da “tomada” de trem da CVRD, os maquinistas foram mantidos em “CÁRCERE PRIVADO”, ou seja, SEQÜESTRO, mas a mídia usa exatamente essa expressão: “O MST mantém em ‘cárcere privado’…”
.
O dia em que eles foram, no mínimo, acusados de seqüestro, aí a coisa pode começar a mudar. Mesmo assim, quem acusá-los de algum crime pode acabar sendo denunciado na ONU, como aconteceu com promotor ou juiz do sul.

MST mata 4 em fazenda em Pernambuco – Discurso do deputado Campos Machado sobre MST – Conheça o Mst – Os assassinatos do MST – a guerrilha MST

18 de março de 2009

MST – Piratas somalis do Brasil?

Deputado Estadual de São Paulo , Campos Machado*

“”Assistimos novamente no Brasil o ressurgimento

das ações de criminosos, travestidos de “trabalhadores

sem-terra”, no assassinato de indivíduos contratados

para proteger terras absolutamente legitimadas para a

propriedade privada.

Esses bandos de delinquentes, cuja profissão de fé é

invadir, destruir e matar, atuam sob o manto do conhecido

pseudo-movimento chamado MST – Movimento dos

Trabalhadores Sem Terra –, que, pela total falta de

identidade, de RG, de CNPJ, ou de qualquer registro de

existência em qualquer dos órgãos públicos brasileiros,

age neste país como se não existissem leis, nem Estado

de Direito, nem autoridades, tampouco a Constituição de

uma nação.

Atuam os integrantes do MST tal quais os piratas da

Somália, país do continente africano, que prosperam

sem ter nenhuma preocupação com um eventual

sistema penal vigente. Os piratas da Somália se

constituem em ex-pescadores, ex-militares e técnicos

especializados em eletrônica e GPS, que, com suas

pequenas embarcações, de rápida locomoção,

interceptam e abordam, armados, os grandes navios

cargueiros, sob a provável condescendência do governo

da capital, Mogadíscio, roubando as mercadorias e

sequestrando tripulações.

Esses crimes, praticados no mar do Oceano Índico, a

céu aberto, provocaram a edição de uma resolução pela

ONU – Organização das Nações Unidas –, conclamando

os países que possuam vasos de guerra naquelas rotas

a combaterem a pirataria, usando de todos os meios

necessários para sua defesa.

Os “piratas somalis” do Brasil, sem

dúvida alguma, são aqueles que se

escondem debaixo do MST. Mas parecem

que esses clones são piores do que os

originais, pois aqui eles não simplesmente

invadem, roubam e sequestram. Eles matam

com uma brutalidade vil e covarde. É o que

vimos dias atrás na fazenda chamada

Jabuticaba, no agreste pernambucano,

onde quatro homens foram sumariamente

executados, com tiros na nuca e nas

costas.

Mais uma série de assassinatos

que tristemente colecionamos no Brasil, a crédito do

MST, cujos líderes, pasmem todos, declararam com

patente tranquilidade que seus integrantes agiram “em

legítima defesa”, pois os homens mortos “teriam sido

contratados para matar, eram pistoleiros violentos”.

Chega-se à conclusão de que, para o MST, o

Brasil é a Somália. Age-se sem qualquer temor de

responsabilidade criminal. Executa-se sem nenhuma

preocupação com as consequências. Se auto-intitulam

organismo, sem qualquer vestígio de existência legal.

É a oficialização da pirataria. Mas, na bem assertiva

concepção do presidente do Supremo Tribunal Federal,

Ministro Gilmar Mendes: quem invade

terras está afrontando a lei, e quem

afronta a lei não pode receber dinheiro

do governo. No Estado de Direito, diz o

ministro, lei vale para todos.

Se o MST quer preservar as origens

de seus financiamentos, com repasses

de verbas da União, cor remos o

risco de ver, aqui, o que se vê na

Somália. A prosperidade dos sem lei.

A predominância do vale-tudo.

No futuro, quem sabe a ONU não

legislará em terras brasileiras pela falta

de combate à invasão de propriedades?

O Brasil não é a Somália, e aqui não se tolerará

piratas.”"

*O deputado Campos Machado é advogado, líder do PTB

na Assembleia Legislativa, presidente estadual e secretáriogeral

da Executiva Nacional do PTB.

MST -O terror que coloca crianças na linha de frente -

16 de março de 2009

“”O Movimento Social Terrorista no Brasil agora inova em suas táticas de crueldade. Além de invadir propriedades, destruir bens e se apossar das coisas que não lhes pertencem, radicais do MST agora pretendem usar crianças (filhos de seus membros manipulados ideologicamente) como “escudos humanos”, na hora em que suas invasões forem reprimidas legalmente. A nova manobra de guerrilha do MST tem dois objetivos. O primeiro é atrasar, inibir e constranger a ação das autoridades na desocupação das áreas invadidas. O segundo é jogar a culpa por eventuais mortes ou ferimentos de crianças nas forças repressivas (seguranças de fazendeiros, Polícias Militares ou até no Exército, se for o caso de seu emprego). Os “escudos” podem acabar feridos pelos próprios guerrilheiros rurais, apenas para jogar a culpa na “repressão ao movimento social”. Cadeia para os canalhas que usam crianças, com todo rigor na forma da lei. 16 de Março de 2009 12:07″” Jorge Se~rrão.

A Revolução Comunista em Alagoas

12 de março de 2009

Senhor Coronel. Escrevo de Alagoas, Maceió, onde os terroristas dos MSLT, MST, guerrilheiros da Liga dos Camponeses Pobre (LCP), Comissão Pastoral da Terra e CUT, estão fazendo ocupações selvagens de fazendas e usineiras produtivas. Entram e começam de imediato a desmatar. A Policia Militar e o exercito, acovardaram-se. Alagoas está a ferro e fogo, incluindo o centro da cidade de Maceió, onde esses terroristas fizeram uma passeata tumultuosa, agredindo transeuntes com bate boca insultuosos. Todo este ataque em Alagoas è comandado pelo coordenador guerrilheiro da Liga dos Camponeses pobres (LCP) para o Nordeste de nome Severino da Silva, pelo coordenador dos terroristas do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, e pelo coordenador da CPT, Carlos Lima, que lideram as invasões. Já avisaram que “a nossa ação è contra o latifúndio. Não importa se ele produz ou não”, justificando a falta de critérios para invasões. Uma das fazendas invadidas, fazenda Campo Verde, produz mais de 75 toneladas de cana-de-açúcar por tonelada, pertencente a um dos maiores complexos agroindustriais deste estado. Mas tem muito mais, senhor Coronel. “Marrom”, afirmou que “A luta dos movimentos è para que o governo aprove uma lei onde haja limites para o latifúndio. Para nós não interessa se a terra está produzindo. A nossa ação vai muito mais além. O ideal seria que cada proprietário tivesse direito apenas a 50 hectares.” Afirmações totalmente ao arrepio da nossa Constituição Federal. Para o INCRA daqui, a produtividade não è critério para realização de vistorias, afirmou o superintendente do órgão, Gilberto Coutinho, que ainda afirmou haver três critérios para uma vistoria: 1)quando técnicos do INCRA identificam uma propriedade improdutiva e indicam para avaliação; 2)quando o proprietário tem interesse em vender o imóvel; 3)quando os “movimentos sociais” indicam determinada propriedade. Gilberto Coutinho (INCRA) afirmou ainda que se uma terra è indicada como improdutiva não adianta o proprietário informar que ela produz. Esse Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, invadiu ontem, acompanhado de 400 terroristas a sede administrativa do INCRA na rua do Livramento, no Centro, e mantiveram reféns (crime federal) mais de 60 servidores por quase três horas, sob constantes ameaças contra suas vidas e agressões. Nisso, o “Marrom” não quis comentar. Aqui, a Igreja Católica dá sustentação política e financeira à Comissão Pastoral da Terra (CPT), apoiando a violência e truculência de um monte de desocupados para badernar e ameaçar pessoas pacatas. Temos a irmã Cícera Menezes defendendo estas ocupações selvagens. Poderá ler neste site, estas noticias que relatei. Ontem e terça feira também teve o mesmo noticiário. WWW.ojornal-al.com.br 12 de Março de 2009 16:04

25 anos de MST

7 de março de 2009

MST: 25 anos das FARCS brasileiras

Texto do Professor Hari:

Há 25 anos nascia no Brasil uma das mais perversas agremiações do bolchevismo nacional. Uma agremiação que tem em seus estatutos a missão de propagar os métodos e ações da horrenda guerrilha colombiana FARC.

Qual o propósito do MST? Subverter o Estado de Direito e substituí-lo pelo reinado de horror marxista-leninista.

Liderados pelo atroz agitador Stédile, estes guerrilheiros fortemente armados combatem aquilo que o Brasil mais tem de moderno, que é seu modesto agronegócio que tanto desenvolvimento traz ao país, a despeito de ser formado por pequenos e humildes proprietários de terras, donos de modestas áreas rurais, que somente homens bons como eles teriam condições de possuir e levar adiante, já que a gentalha ignara, jecas – tatus, jamais teriam a mesma competência para gerir e administrar essas terras .
Lider máximo da guerrilha rural, Lula está sempre incentivando os baderneiros a atacarem os homens bons e suas propriedades rurais.

Líder máximo da guerrilha rural, Lula está sempre incentivando os baderneiros a atacarem os homens bons e suas propriedades rurais.

Agentes do satânico Sr. Lula, conseguem espalhar suas ações de desestabilização e violência contra os honrados, cristãos e trabalhadores fazendeiros da Nação.

Signatários do atraso, também enfrentam uma das mais valorosas, modernas e competentes empresas do mundo, a santificada Monsanto, cuja nobre missão é simples e singela: erradicar a fome no mundo. Como se sabe, os bilhões de pessoas que passaram a pão e água nos regimes comunistas não entram nas estatísticas da mídia venal brasileira ( com exceção da excelente revista Veja, a preferida do Professor Hari).

Contrastando com a modernidade do pequeno agronegocio combatido pelo MST, nos acampamentos desta seita vermelha é comum que seus maltrapilhos guerrilheiros sejam obrigados a acender fogo batendo duas pedras, o que mostra a vocação pelo atraso deste movimento.
Badeirneiros natos, os integrantes do MST partem sempre para a agressão e a violência contra os agentes da lei que na maioria das vezes aguentam todas as agressões sem reagirem.

Badeirneiros natos, os integrantes do MST partem sempre para a agressão e a violência contra os agentes da lei que na maioria das vezes aguentam todas as agressões sem reagirem.

Por isso, temos que lamentar que esta seita ainda siga agindo em nome do bolchevismo internacional, sem sofrer as penalidades que haveria se aqui houvesse um governo seguidor das mais elementares normas democráticas e cristãs ocidentais, como a propriedade privada. Chegam até mesmo a denunciar supostas fazendas como mantenedoras de trabalho escravo, ou seja, combatem até mesmo os cidadãos de bem que dão empregos àqueles oriundos da gentalha ignara que querem trabalhar compulsoriamente, sem auferir renda, ao invés de viverem de verbas sindicais ou dólares de Cuba como fazem os petralhas.

Entretanto, o dia do MST está chegando. Em São Paulo, a seita xiita-petista não é tratada com cafuné, sendo firmemente combatida primeiro por nosso irmão Geraldo, quando governava o Estado, e agora pelo nosso rigoroso governador e futuro presidente Serra, que mantém na mira os inimigos da Nação.

Por isso, satânicos terroristas do MST, ainda há tempo: deponham suas armas, arrependei-vos de seus atos, porque um presidente firme e cristão está prestes a assumir, e os grupelhos anarquistas e baderneiros não serão mais tolerados neste país.

Ruralista e o agro negócio depois de 20 anos de MST acordam para a realidade.

27 de fevereiro de 2009
AS INVASÕES E A NOTA DA CNA

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil), divulgou uma nota, que segue abaixo, sobre as invasões ilegais de terra e a fala do ministro Gilmar Mendes, que pediu respeito à lei.

Temos, enfim, uma voz da oposição, ainda que se manifestando por meio de uma entidade, reconhecendo a permanente agressão à lei praticada pelo MST. O silêncio dos tucanos, por exemplo, é eloqüente – e olhem que São Paulo, governado pelo PSDB, é um dos estados em que os sem-terra promovem a baderna.

Segue a nota:

O ESTADO DE DIREITO É FUNDAMENTAL

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, entidade que representa os produtores rurais atingidos pelas 1.667 invasões ilegais de terra praticadas nos últimos seis anos pelo MST, vem a público solicitar atenção do Congresso Nacional, do Ministério Público, do Poder Judiciário e da sociedade brasileira, para os seguintes pontos:

1) o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, cumpre com rigor e responsabilidade institucional seu papel de guardião da Constituição e do Estado de Direito ao declarar que foge à lei a concessão de financiamento público a entidades que promovem invasões ilegais de propriedades públicas e privadas;

2) o MST é uma entidade ilegal que pratica crimes em série. Seus líderes comandam grupos que seqüestram, vandalizam, torturam e matam;

3) comprometido com a intolerância e a violência, o MST tornou-se uma das maiores fontes da insegurança jurídica que pesa sobre o Brasil e que impõe prejuízos incalculáveis a todos nós, brasileiros;

4) lamentavelmente, o MST conta com a complacência de autoridades do governo federal e recebe financiamento público para suas ações ilegais. Quem financia as jornadas de crime e de terror do MST é o cidadão brasileiro honrado, que tem a cultura dos direitos e dos deveres;

5) nenhuma nação avança quando falta confiança na força que emana das regras livremente construídas e respeitadas. Nós, produtores rurais, assim como todos os brasileiros, precisamos de estabilidade e de respeito às leis para trabalhar e produzir.
Brasília, 27 de fevereiro de 2009

Senadora Kátia Abreu
Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA

MST mata

22 de fevereiro de 2009

MST mata. Quatro Bandoleiros do MST mataram ontem à tarde quatro empregados da fazenda Consulta, no município de São Joaquim do Monte, no agreste pernambucano. Continua tenso o clima na região, nesta e noutra fazenda chamada Jaboticaba, ambas do mesmo dono. Hoje de madrugada teria havido novo conflito, informação do MST, com dois feridos. Mas a polícia não confirmou este. Três sem-terra autores das mortes, à bala, estão presos e um quarto elemento conseguiu fugir. O coordenador do bando na região, de nome Jaime Amorim, afirmou que seus cumpanhêro mataram porque as vítimas teriam chegado para matar.

22 de Fevereiro de 2009 16:06

18 de fevereiro de 2009

RS proíbe escolas do MST.

O procurador de Justiça Gilberto Thums é um dos líderes do cerco às práticas do MST consideradas abusivas pelo Ministério Público Estadual.Partiu dele, em 2007, a proposta de declarar a ilegalidade do movimento, devido à constatação de que fere princípios democráticos. Ontem, ele concedeu a seguinte entrevista a ZH:

Zero Hora – Por que as escolas itinerantes devem ser fechadas?
Gilberto Thums – Dentro de um inquérito civil em que se investigaram várias coisas ligadas ao MST, uma das propostas foi um Termo de Ajustamento de Conduta com a Secretaria da Educação para que a rede pública absorvesse os alunos dessas escolas. Isso deve ser feito para que eles tenham acesso ao conhecimento dado a todas as pessoas.
ZH – Elas não têm acesso a isso nessas escolas?
Thums – O MST contrata os professores que tenham alinhamento ideológico para ensinar teorias marxistas unilaterais. O Estado não tem nenhum controle sobre o conteúdo programático, então essas escolas fazem uma lavagem cerebral para passar teorias marxistas. Os estudantes recebem uma educação alienante.
ZH – Quem defende as escolas argumenta que há uma perseguição política por parte do Ministério Público, que já cogitou determinar a ilegalidade do movimento.
Thums – Essa questão da ilegalidade está sepultada e só será tocada novamente quando começarem a atacar refinarias, a colocar em prática as táticas de guerrilha. Momentaneamente, há um pacto com o governo, estão acomodados.
ZH – O fim das escolas, para o MP, significa uma tentativa de evitar esse cenário?
Thums – É uma forma de coibir isso também. São células que vão alienando as crianças. É uma maldade o que se faz. Se um adulto opta por ser radical de esquerda, não tem problema. Mas não se deve condicionar uma criança a isso. Não acho que o povo queira que seus tributos sirvam para aumentar os conflitos no futuro. Temos de orientar as crianças sobre a possibilidade de se integrarem ao mundo que está aí, ao mundo produtivo. O MST quer implantar uma sociedade socialista

Armas de uso restrito encontrados em acampamento de sem terra no mato grosso do sul

17 de fevereiro de 2009

http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=247130

Polícia investiga se dono de armas orquestrou seqüestro

Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 10:21 Reportar erro | Comentários(0)

Fernanda Mathias e Adriany Vital

Marcelo Victor

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Charles Siqueira, de 36 anos, já foi acusado por homicídio, tráfico de drogas e pistolagem

A Polícia Civil investiga se o homem apontado como dono de armamentos encontrados ontem em um assentamento de Anhanduí está envolvido em roubos e no seqüestro do funcionário do Banco do Brasil de Nova Alvorada do Sul, ocorrido quinta-feira passada.

Charles Siqueira, de 36 anos, fugiu do cerco policial na tarde de ontem, após troca de tiros. Ele conduzia a camionete Montana preta com placa NFN-1534.

Segundo o delegado Fernando Villa de Paula, Siqueira é considerado um criminoso de alta periculosidade. Ele já foi preso e acusado por homicídio, tráfico de drogas e pistolagem. Desde o dia 12 de fevereiro Siqueira está foragido da Colônia Penal Agrícola. Há mandados de prisão contra ele por furto e receptação.

O delegado Fernando Villa, da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), afirma que ainda não há elementos que comprovem a ligação entre Siqueira e o seqüestro em Nova Alvorada do Sul, mas a partir da apreensão de armas, que seriam dele, as investigações vão se desenrolar.

Policiais que trocaram tiros com o grupo, no dia dos crimes, dizem que os envolvidos que estavam dentro do carro no momento da fuga têm no máximo 18 anos, portanto, bem mais novos que Charles, mas que poderia ser o chefe da quadrilha.

O 5º Distrito Policial vai checar qual o destino das armas: dois revólveres calibre 38 e duas pistolas 9 milímetros, de uso restrito.

Até o momento ninguém foi preso pelo seqüestro do funcionário do BB, ocorrido semana passada. Em Nova Alvorada, o grupo também roubou lojas e na fuga houve perseguição e troca de tiros.

 
 

A estratégia de guerrilha do MST

25 de janeiro de 2009

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O que é o Mst – o horror do mst

24 de janeiro de 2009

Os nossos Talibãs : MST

A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal. Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. “Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa.” Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas.

Por Otávio Cabral

O que vai acima é trecho de uma reportagem sobre os métodos do MST, que completa 25 anos. A polícia gaúcha apreendeu um farto material do movimento. Ele ensina como roubar, fraudar cadastros do governo e fabricar bombas e trincheiras. A reportagem traz dados impressionantes. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro.

(…)
Na íntegra em:
http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/2009/01/denncia-22-novamente-os-talibs-do-mst.html

Folha de São Paulo comenta 25 anos do Mst

18 de janeiro de 2009

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

MST perde adeptos e recursos e procura identidade sob Lula

Para especialistas, expansão do Bolsa Família ajudou a esvaziar o movimento, já que a principal razão para adesão é econômica

ONGs ligadas aos sem-terra, que tiveram R$ 39,9 mi de 2003 até 2006, perderam verba em 2008; acadêmicos veem importância histórica

Sérgio Lima
 

Mãos de Agenor Vieira, apelidado de parafuso, personagem do livro “Pioneiros do MST”

DA REPORTAGEM LOCAL

Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula.
É o que apontam dados levantados pela Folha que coincidem com a opiniões de especialistas sobre o tema da reforma agrária no país e no mundo.
O número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 -primeiro ano do governo Lula-, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299-menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra).
“O pessoal, tendo pequenas ajudas, como a do Bolsa Família, não vai se inscrever nos batalhões de luta pela terra”, diz dom Tomás Balduino, bispo de Goiás e conselheiro da CPT. De 2003 a 2008, o número de inscrições no Bolsa Família saltou de 3,5 milhões para 11 milhões.
Uma pesquisa feita pelo Datafolha com membros do MST em 1996 já demonstrava que a principal razão para a entrada no movimento era econômica.
Para 62% dos entrevistados, a vantagem atribuída ao assentamento era “independência financeira”, sendo citados como exemplos “deixar de ser empregado”, “poder negociar a própria produção” e “lucros com a venda da produção”. Os principais problemas sobre os assentamentos eram “falta de infraestrutura” (22%), “falta de ajuda do governo” (19%) e “falta de recursos” (10%).
A despeito do momento de transição, o geógrafo da USP Ariovaldo Umbelino diz que o MST ainda é importante. “Com ele, a luta pela reforma agrária ganhou sua dimensão política e passou a se fazer nos fóruns políticos do país. A história dos primeiros anos mostrou a setores da sociedade que só através da luta é que se conseguiria a reforma agrária no Brasil”, diz.
Umbelino também vê uma retração do MST e diz que ele passa por uma mudança de discurso, ao colocar a “luta contra o agronegócio” como principal bandeira. “Lula não cumpriu todas as metas [da reforma agrária], menos de 30% da meta foi atingida. O que fica demonstrado nos primeiros anos do governo Lula é que ele fez a opção pelo agronegócio.”
O professor da Unesp Bernardo Fernandes afirma que “o papel atual [do MST] é seguir lutando para o desenvolvimento a partir dos paradigmas que defendem o campo como lugar de vida, onde as pessoas possam produzir alimentos saudáveis, recuperando ambientes degradados pela produção monocultora de grande escala.”
Para frei Sérgio Görgen, militante desde a criação do MST, o foco do movimento no agronegócio resulta de uma mudança no perfil de seus participantes. “Hoje o MST mexe com um número significativo de produtores agrícolas e as questões dessa cadeia produtiva estão no movimento”. Görgen diz que isso traz a preocupação com empresas transnacionais, como as que “controlam as sementes e insumos”, e com questões produtivas mundiais.
Apesar das novas bandeiras do MST, o apoio popular não é expressivo no Brasil. Uma pesquisa feita em 2008 pelo Ibope a pedido da mineradora Vale do Rio Doce, um dos alvos dos sem-terra, mostrou que apenas 31% dos entrevistados diziam confiar no movimento, contra 65% que diziam não confiar.
A desconfiança aumentava quanto maior a escolaridade. Entre os que tinham estudado até a quarta série do ensino fundamental, a confiança era de 35%, e a desconfiança, de 60%. Entre aqueles com ensino superior, a confiança era de 19%, e a desconfiança, de 75%.
Zander Navarro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul diz que o MST “perdeu a razão de ser”. “Seria inevitável que a industrialização e a urbanização reduzissem, fortemente, a demanda social por terra em nosso país. É o que ocorre atualmente. Mas há o lado político, ou seja, o formato organizacional autoritário.”
O professor, no entanto, diz que as invasões são um “instrumento de pressão histórico de trabalhadores rurais sem terra, em todo o mundo” e que as realizadas pelo MST são, em geral, pacíficas e não produzem danos materiais consideráveis.

Financiamento
O governo Lula repassou apenas R$ 1,4 milhão às principais entidades ligadas ao MST em 2008, segundo dados do Siafi. O número é muito diferente daquele registrado no primeiro mandato do petista. Entre 2003 e 2006, foram R$ 39,9 milhões repassados às três principais ONGs ligadas ao MST. No segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram R$ 9,6 milhões.
Historicamente, as ONGs Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil) e Iterra (Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária) são apontadas como as que têm maiores ligações com o MST.
O movimento, porém, diz que nunca recebeu dinheiro de nenhum governo e que se sustenta com “a ajuda dos próprios trabalhadores acampados e assentados, com a solidariedade da sociedade brasileira e com o apoio solidário de entidades e comitês de amigos no exterior, que acreditam nas experiências do MST”. (FERNANDO BARROS DE MELLO, JOSÉ ALBERTO BOMBIG e ANA FLOR)

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

Governo assentou famílias longe das bases tradicionais

Entre 2003 e 2007, 68,5% dos sem-terra foram assentados na Amazônia Legal, distante das regiões Sul, Sudeste e Nordeste

Segundo Dataluta, apenas 4% das invasões foram na região Norte; para geógrafo, “essência” do movimento impede ações na Amazônia

EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, no final de 2002, trabalhadores rurais sem terra, em especial do MST, ergueram às pressas acampamentos pelo Brasil afora na expectativa de que a reforma agrária com “uma canetada só”, como prometera o petista, enfim aconteceria.
O número de famílias à espera de um lote de terra saltou de 60 mil, no final de 2002, para 150 mil, em meados de 2003.
Revelada com essa corrida aos acampamentos, a esperança dos sem-terra se transformou em frustração: o governo federal priorizou o assentamento de famílias na região amazônica, bem distante das bases do movimento, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, principalmente.
Dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) obtidos pela Folha revelam que, das 448,9 mil famílias que o governo petista diz ter assentado entre 2003 e 2007, 307,5 mil (68,5%) foram beneficiadas em projetos na Amazônia Legal (região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão).
O Pará foi o Estado com o maior número de assentados, com 136,2 mil famílias, o equivalente a 30% do total do país.
A dinâmica atinge em cheio o movimento, com argumentos enfraquecidos para convencer os militantes a esperar um lote de terra. Na Amazônia Legal estão apenas 26% (59 mil) das 225 mil famílias acampadas.
A estratégia de encaixar famílias na Amazônia foi motivada, em parte, pelo avanço do preço da terra (lá existem muitas terras públicas federais disponíveis) e o fato de o governo manter na gaveta desde 2005 uma portaria que atualiza índices de produtividade usados na vistoria de imóveis rurais passíveis de desapropriação.
Como os índices em vigor estão defasados -os números usados são de 1975-, o fazendeiro tem mais facilidade para atingi-lo e, portanto, livrar-se da desapropriação da área pela improdutividade. Com novos índices, avalia o Incra, cresceria o número de imóveis desapropriados no Sul e Sudeste.
A colocação de famílias na Amazônia, onde a infraestrutura e as estradas são precárias, teve como pano de fundo a busca pelo cumprimento das metas oficiais de assentamento.
Lula repetiu os métodos do governo Fernando Henrique Cardoso e inflou os balanços de assentados com a inclusão de famílias que já estavam na terra, além de ter reconhecido como da União projetos de assentamentos criados por governos estaduais. Outra artimanha foi substituir o termo “famílias assentadas” por “famílias com acesso à terra”, para que os beneficiados pudessem ser somados aos incluídos nos projetos clássicos da reforma.

Realidades distintas
Um dos principais especialistas em MST no país, o geógrafo Bernardo Mançano Fernandes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), afirma que a “essência” do movimento impede sua entrada na Amazônia.
Das 2.190 invasões de terra organizadas pelo MST entre 2000 e 2007, apenas 91 (4%) ocorreram no Norte do país, de acordo com o Dataluta, banco de dados sobre invasões de terra idealizado e coordenado por Fernandes no departamento de geografia da Unesp.
“Uma das razões para se compreender as dificuldades do MST para se organizar em alguns Estados da Amazônia está na sua essência. A origem do MST está na luta daqueles que foram expropriados da terra. São famílias que acreditam no desenvolvimento da agricultura camponesa e são contra o modelo monocultor agroexportador, que veio a ser denominado de agronegócio”, diz.
Ainda de acordo com o Dataluta -que reúne dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e da Ouvidoria Agrária Nacional, entre outras instituições- das 4.003 invasões no país entre 2000 e 2007, 2.190 foram do MST (55%).
Sobre a dificuldade de o movimento atuar na região Norte, Fernandes destaca a realidade local e a atuação de outros movimentos sociais. O MST não está organizado no Acre, Amapá e Amazonas, e atua de forma tímida no Pará, Tocantins, Rondônia e Roraima. “Nesses Estados predominam as lutas de posseiros de resistência na terra. Outra razão da modesta atuação do MST é a forte atuação de outros movimentos camponeses”, diz o geógrafo.

Veja que diferença existe entre o trabalhador rural que agradece a Deus e os imundos sem-terra comunistas pagãos

20 de outubro de 2008

17. QUEBRA DE MILHO
(Tom Andrade e Manuelito)
Mês de agosto
é tempo de queimada
Vou lá prá roça
preparar o aceiro
Faisca pula
quem nem burro brabo
E faz estrada lá na capoeira
A terra é a mãe,
isso não é segredo
O que se planta
esse chão nos dá
Uma promessa
a São Miguel Arcanjo
Prá mandar chuva
pro milho brotar…
Passou setembro,
outubro já chegou
Já vejo o milho
brotando no chão
Tapando a terra
feito manto verde
Prá esperança do meu coração
Mês de dezembro,
vem as boas novas
A roça toda já se embonecou
Uma oração
agradecendo a Deus
E comer o fruto
que já madurou…
Mês de janeiro,
comer milho assado
Mingau e angú
no mês de fevereiro
Na palha verde
enrolar pamonha
E comer cuscuz
durante o ano inteiro
Quando é chegado
o tempo da colheita
Quebra de milho,
grande mutirão
A vida veste sua roupa nova
Prá ir no baile lá no casarão…
 

o que é o mst?

16 de outubro de 2008

http://www.youtube.com/watch?v=eWcL2marN1Y

Movimento Nacional de Produtores Contra o confisco desapropriação de terras produtivas no Mato Grosso do Sul para ampliar as enormes reservas indígenas

26 de setembro de 2008

A diretoria do MNP convoca todos os cidadãos para manifestarem sua insatisfação quanto à demarcação de propriedades rurais.

CONVOCAÇÃO!

O MNP – Movimento Nacional de Produtores – convoca todos os cidadãos sul-mato-grossenses para participarem da manifestação pública que será realizada em Miranda-MS nesta segunda-feira dia 29 de setembro de 2008, com o objetivo de demonstrar a insatisfação da população do estado contra a ampliação das terras de aldeias indígenas já existentes, comprometendo a economia das cidades, expropriando terras produtivas.

Local: Cidade de Miranda – no Zero Hora (na entrada da cidade).
Data: 29 de setembro de 2008
Horário: Reunião a partir das 6 horas
Saída da passeata 7 horas e 30 minutos em direção ao centro da cidade

Compareçam!

Só seremos fortes se estivermos unidos!

Movimento Nacional de Produtores