Arquivo da categoria ‘foro de são paulo’

Dilma e Lula falam de socialismo no Foro de São Paulo

29 de novembro de 2011

O que diz o lap top do finado AlfonsoCano sobre a ligação FARC-PT, aguardem

13 de novembro de 2011

http://www.noticias24.com/internacionales/noticia/8156/fiscalia-de-colombia-revelara-la-informacion-encontrada-en-los-computadores-de-alfonso-cano/

Chefão do narcoterrorismo da América do Sul morreu, o líder máximo das FARC morreuuuuuuu

5 de novembro de 2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/morre-chefe-maximo-das-farc-na-colombia/n1597354779254.html

Guillermo León Sáenz Vargas, também conhecido como Alfonso Cano, foi morto por tropas do Exército colombiano, informou o governo da Colômbia.

ONDE ESTÁ ALFONSO CANO AGORA:

Lula amigo de Evo financia trans cocalera na bolivia, Evo legaliza carros roubados que foram trocados por cocaina.

27 de outubro de 2011

Rinaldo cobra providência de Dilma no combate à troca de carro por droga na Bolívia

Para deputado, legalização de carro roubado no Brasil pelo governo boliviano criou moeda de troca no tráfico de cocaína

Wendell Reis

Deputado
Rinaldo Modesto (PSDB). (Foto: Wagener Guimarães/ALMS

O deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) está preocupado com o aumento do tráfico de drogas, principalmente na fronteira do Brasil com a Bolívia. Ele ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para falar sobre o caso e pediu a colaboração dos colegas para que a Casa envie um documento à presidenta Dilma Rousseff (PT) cobrando ação enérgica com o objetivo de que a diplomacia prevaleça, no caso da medida do governo boliviano de legalizar carros roubados no Brasil e levados ao paós vizinho.

“Reciprocidade. Me trate bem que eu te trato bem. Não estamos sendo tratados como devíamos”, analisou o deputado. Rinaldo explica que no dia 20 de outubro o Congresso Nacional realizou uma audiência para abordar a norma 133, do governo boliviano, que legaliza todos os carros no seu País, o que atingiu diretamente o Brasil.

No dia 8 de junho, o governo boliviano autorizou a regularização de carros ilegais no País, por meio de pagamento de tarifa. A taxa para a nova documentação de carro com passado desconhecido varia entre US$ 2 mil e US$ 3 mil. Para o deputado, a medida visa angariar recursos através da violência e da criminalidade praticada em países vizinhos.

De acordo com a Federação Nacional das Empresas de Segurança Privados (Fenaseg), dos 377.250 carros roubados na Brasil, 53% não foram recuperados. O principal destino dos automóveis furtados são os desmanches, ou países como o Paraguai e a Bolívia.

Para o deputado Geraldo Resende, além do óbvio aumento da violência, a instabilidade jurídica vai ser amplificada pela criação deste novo “automóvel híbrido”, regular na Bolívia, mas completamente ilegal no Brasil, Chile, Paraguai e Peru.

“O roubo de carros está intimamente ligado á outros crimes como o trafico de armas e drogas, as conseqüências desta irresponsabilidade podem significar uma onda de violência sem precedentes. O roubo de automóveis é comandado de dentro das cadeias, esses veículos servem, ora como moeda de troca por cocaína, ora como transporte para outras drogas”, alertou o deputado.

Segundo o deputado Rinaldo, os brasileiros são surpreendidos durante visita ao país vizinho. “A pessoa vai a Bolívia visitar alguém ou fazer compra é assaltado. Conheço casos de Campo Grande, de pessoas que perderam os seus automóveis sob a mira de pistola e a família hoje faz tratamento psicológico em detrimento disso”.

Rinaldo explica que a norma estabelecia a regularização de 10 mil veículos em 15 dias, mas foram legalizados 125 mil, segundo dados da audiência pública realizada no Congresso. Ele lembra que paralelo a tudo isso, criou-se uma nova moeda, que seria a troca de veículos por cocaína: “Uma Hilux que custa entre R$ 100 e R$ 120 mil é trocada lá por 5 quilos de cocaína. Um carro de menor valor, por um quilo, e isso traz um caos para o Pais, com entrada desenfreada da cocaína”, relatou.

Cresce produção de Coca ilegal em Bolivia. Cresce o narcotráfico. Lula financiou a trans-cocaleira na Bolivia

13 de setembro de 2011

ONU: en Bolivia hay 19 mil hectáreas de coca ilegal y crece el narcotráfico

12/09/2011 – 22:55:48

hoy con una nueva generación de precursores químicos, mayor rendimiento de la coca y laboratorios más eficientes se produce más cocaína con menos coca.

La Paz.- Para la gestión 2010, la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (UNODC) detectó 31,000 hectáreas de hoja de coca en Bolivia, 19 mil más de las 12 mil permitidas por ley.

Ese es el último informe anual de Monitoreo de cultivos de hoja de coca, presentado este lunes por la Unodc en La Paz, dijo en la presentación el representante de la oficina en Bolivia, César Guedes.

CONTINUA AQUI:

http://www.hoybolivia.com/Noticia.php?IdNoticia=52850&tit=onu_en_bolivia_hay_19_mil_hectareas_de_coca_ilegal_y_crece_el_narcotrafico#.Tm9Pw6jXziE.facebook

Estados Unidos mais um vez denunciam apoio da Venezuela à guerrilha das FARC

9 de setembro de 2011

Do EL PAIS http://www.elpais.com/articulo/internacional/EE/UU/acusa/militares/politicos/venezolanos/colaborar/FARC/elpepuint/20110909elpepuint_5/Tes

La Oficina de Control de Activos Extranjeros del Departamento del Tesoro estadounidense (OFAC) ha incluido en su lista negra a dos militares y dos políticos venezolanos por “actuar por o en nombre de la organización narcoterrorista de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)”.

El Tesoro estadounidense asegura que los cuatro funcionarios han dado “apoyo” a las FARC en actividades de narcotráfico y comercio de armas. La inclusión en la lista de la OFAC prohíbe a los ciudadanos estadounidenses establecer relaciones comerciales con ellos y prevé la congelación de los activos en suelo norteamericano en caso de que existiesen. Caracas ha tildado de “difamación” la aparición de estos cuatro nombres en la lista de Washington sobre extranjeros relacionados con el narcotráfico.

Treasury Designates Four Venezuelan Officials for Providing Arms and Security to the FARC

9/8/2011

WASHINGTON The U.S. Department of the Treasury’s Office of Foreign Assets Control (OFAC) today announced the designation of four Venezuelan government officials pursuant to the Foreign Narcotics Kingpin Designation Act (Kingpin Act) for acting for or on behalf of the narco-terrorist organization the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC), often in direct support of its narcotics and arms trafficking activities. 
 
“Today’s action exposes four Venezuelan government officials as key facilitators of arms, security, training and other assistance in support of the FARC’s operations in Venezuela,” said OFAC Director Adam Szubin. “OFAC will continue to aggressively target the FARC’s support structures in Venezuela and throughout the region.”
 
As a result of today’s action, U.S. persons are generally prohibited from engaging in transactions with today’s designees and any assets that they may have under U.S. jurisdiction are frozen. OFAC designated the following individuals for sanctions today:
  • Amilcar Jesus Figueroa Salazar (“Tino”): a member of Venezuela’s delegation to the Latin American Parliament (Parlamento Latinamericano) who has served as a primary arms dealer for the FARC, and is a main conduit for FARC leaders based in Venezuela. He has also provided training for the FARC.  
  • Cliver Antonio Alcala Cordones: a Major General of the Fourth Armored Division of the Venezuelan Army who has used his position to establish an arms-for-drugs route with the FARC.
  • Freddy Alirio Bernal Rosales: a Congressman for the United Socialist Party of Venezuela and former Mayor of the Libertador Municipality of Caracas who has facilitated arms sales between the Venezuelan government and the FARC.  
  • Ramon Isidro Madriz Moreno (“Amin”): a key officer of Venezuela’s intelligence service (SEBIN) who has coordinated security for the FARC.
The U.S. Department of State designated the FARC as a Foreign Terrorist Organization in 1997 and as a Specially Designated Global Terrorist pursuant to Executive Order 13224 in 2001. The FARC was identified by the President as a significant foreign narcotics trafficker pursuant to the Kingpin Act in 2003.
 
Today’s action continues Treasury’s ongoing efforts under the Kingpin Act to apply financial measures against significant foreign narcotics traffickers and their networks across the globe. Treasury has designated more than one thousand individuals and entities worldwide pursuant to the Kingpin Act since June 2000. 
 
Penalties for violations of the Kingpin Act range from civil penalties of up to $1.075 million per violation to more severe criminal penalties. Criminal penalties for corporate officers may include up to 30 years in prison and fines of up to $5 million. Criminal fines for corporations may reach $10 million. Other individuals face up to 10 years in prison and fines pursuant to Title 18 of the United States Code for criminal violations of the Kingpin Act.
 
To view a press chart of these individuals, visit link.

Novo presidente da Colômbia mostra a que veio: mais um narcoterrorista das farcs no colo do capeta

25 de setembro de 2010

Tropas del Ejército colombiano abatieron a un cabecilla del frente 45 de las FARC, en combates registrados en el departamento de Arauca, fronterizo con Venezuela, informó hoy una fuente oficial.

El comandante de la XVIII Brigada del Ejército, general Rafael Alberto Neira Wiesner, señaló a periodistas que la muerte de alias “Hugo Hernández” “es un alivio para los habitantes del sector de Tame, quienes venían siendo azotados por este sujeto con el cobro de vacunas (extorsiones)”.

El guerrillero de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) fue sorprendido, en compañía de otros rebeldes, cuando recibía el pago de una extorsión.

Al verse descubierto hubo un combate en el que resultó muerto el guerrillero quien coordinaba las extorsiones para las cuadrillas 38, 45 y 56 de las FARC.

Alias “Hugo Hernández”, de 35 años de edad y 17 al interior de las FARC, estaba sindicado de atacar varias poblaciones del departamento de Cundinamarca, del que es capital Bogotá.

También de asaltos a Tame y Saravena, dos de las principales ciudades del departamento de Arauca.

Vía EFE

video do exército colombiano matando o vagabundo mono jojoy

24 de setembro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=XGJScXo9AWQ&feature=player_embedded#at=12

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comunista, traficante, assassino, amigo de lula e do pt e maior fornecedor de cocaína para o Brasil Mono Jojoy das Farcs caiu no colo do capeta.

24 de setembro de 2010

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Foto: REUTERS/Eliana Aponte

Unas botas a las que se le instaló un sistema de posicionamiento global o GPS permitió ubicar al abatido jefe militar de las FARC, alias “Mono Jojoy”, y un reloj rolex y medicinas para la diabetes en su uniforme de camuflaje permitieron identificarlo.

El ministro colombiano de Defensa, Rodrigo Rivera, señaló hoy a periodistas en la base aérea de Catam, en el oeste de Bogotá, desde donde viajó a la zona selvática de La Macarena donde el miércoles murió en un bombardeo ese líder de la guerrilla, que ya se logró la identificación por huellas dactilares del guerrillero.

“No solamente tenemos confirmación morfológica de la identidad de este delincuente, confirmación por las fotos e inteligencia y elementos que encontramos allí que solo podrían ser de él, sino que ya tenemos la confirmación decadactilar, las huellas del ‘Mono Jojoy’ confirman que este es el personaje que estábamos buscando”, dijo.

Rivera agregó que al llegar a la zona lograron identificar el cadáver de Víctor Julio Suárez Rojas, “Mono Jojoy”, porque tenía medicinas para la diabetes en su uniforme camuflado y tenía en su muñeca un lujoso reloj.

Además, quedaron sorprendidos porque tenía un uniforme “camuflado pixelado”, uno de los últimos modelos que usan en las Fuerzas Militares de Colombia, y que fueron encontrados 20 computadores portátiles y 69 memorias USB a su lado.

Confirmó a la emisora La W que son 13 los militares que han resultado heridos en los combates con los encargados de la seguridad del abatido jefe militar de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y “se siguen librando operaciones en la zona”.

RCN radio señaló, por su parte, que las tareas de inteligencia para ubicar al “Mono Jojoy” se hicieron usando como arma principal la diabetes que tenía y que le generaba excoriaciones y llagas en sus pies, por lo que no podía usar las botas que normalmente todos los guerrilleros tienen.

Se logró interceptar una comunicación de la guerrilla en la que se pedía un calzado especial para el “Mono Jojoy” y la inteligencia de la fuerza pública logró interceptar ese suministro.

“Cuando recibió los zapatos, no sabía que tenían un GPS (sistema de posicionamiento global) que empezó a trasmitir la señal por varios días y sólo lograron detectar movimiento el pasado lunes, día en que se dio el primer bombardeo que no fue exitoso”, señaló la emisora.

El jefe rebelde se movió a otro campamento, el cual fue bombardeado en la madrugada del miércoles y allí murió.

“Esta fue una operación quirúrgica porque no iba dirigida a desmantelar el campamento sino contra el objetivo. Sabíamos que tenía la costumbre de entre la 1 y 4 de la mañana de levantarse y consultar documentos (…) por eso se decidió que fueran a las 2 de la mañana”, sostuvo Rivera a La W.

Los organismos de medicina forense realizarán hoy la necropsia al cadáver del “Mono Jojoy”, trasladado la noche del jueves a Bogotá, para determinar las causas exactas de su muerte e identificar los otros seis cuerpos hallados en esa zona del sur de Colombia donde cayó el segundo al mando de las FARC.

La muerte del “Mono Jojoy” es considerada el golpe más fuerte contra este grupo armado ilegal en sus más de 45 años de existencia, incluso superior a la de Luis Édgar Devia, alias “Raúl Reyes”, segundo al mando de esa guerrilla, ocurrida tras un bombardeo colombiano a un campamento en Ecuador el 1 de marzo de 2008.

Vía EFE

ERMINSO CUEVAS CABRERA, “Mincho” das FARCs condenado a 29 anos por fornecer cocaína aos EUA

18 de agosto de 2010

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel10/nyfo081710.htm

For Immediate Release
August 17, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
Top FARC Associate Sentenced to 29 Years in Prison for Conspiring to Import Tons of Cocaine Into the United States

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, and JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”), announced that ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho,” a top associate of the narco-terrorist organization Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”) was sentenced today by United States District Judge THOMAS F. HOGAN in the District of Columbia federal court to 29 years in prison for conspiring to import ton-quantities of cocaine into the United States.

According to the Indictment and evidence presented at trial:

The FARC is a Colombian narco-terrorist group and a U.S. State Department-designated Foreign Terrorist Organization. The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.” The FARC is led by a seven-member Secretariat and a 27-member Central General Staff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. The FARC is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States, and is the world’s leading cocaine manufacturer. The FARC initially involved itself in the cocaine and cocaine paste trade by imposing a “tax” on individuals involved in every stage of cocaine production. Later, in the 1990s, recognizing the profit potential, FARC leadership ordered that the FARC become the exclusive buyer of the raw cocaine paste used to make cocaine in all areas under FARC occupation.

In the late 1990s, the FARC leadership met and voted unanimously in favor of a number of resolutions, including resolutions to: expand coca production in areas of Colombia under FARC control; expand the FARC’s international distribution routes; increase the number of crystallization labs in which cocaine paste would be converted into cocaine; appoint members within each Front to be in charge of coca production; raise prices that the FARC would pay to campesinos (peasant farmers) from whom they purchased cocaine paste; and mandate that better chemicals be used to increase the quality of cocaine paste.

In late 2001 or early 2002, the FARC leadership met and further resolved, among other things, to: increase cocaine trafficking routes overseas, including to the United States; establish better ways to exchange cocaine and cocaine paste for weapons; and to pay more to campesinos for cocaine paste.

CUEVAS CABRERA, 49, worked as the chief of cocaine manufacturing for the FARC’s 14th Front. CUEVAS CABRERA’s brother, FABIAN RAMIREZ, served as Commander of the Southern Bloc of the FARC and was the head of the 14th Front. CUEVAS CABRERA was extradited to the United States on September 19, 2007. On April 13, 2010, after a two-month trial, a jury found CUEVAS CABRERA and his co-defendant, JUAN JOSE MARTINEZ VEGA, a/k/a “Chiguiro,” guilty of one count of conspiring to import cocaine into the United States and one count of conspiring to distribute cocaine with the knowledge and intent that it would be imported into the United States.

The evidence at trial established that, in his capacity as the 14th Front’s chief of cocaine manufacturing, CUEVAS CABRERA directed the weekly production of thousands of kilograms of cocaine at hidden jungle laboratories controlled by the FARC and coordinated the sale and transportation of this cocaine. In total, from approximately 1998 through 2004, CUEVAS CABRERA conspired with others to manufacture and distribute literally tons of cocaine in Colombia, which he knew and intended would be imported into the United States.

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which consists of agents and officers of the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the U.S. Immigration and Customs Enforce Office of Homeland Security Investigations, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police), the DEA’s Bogotá, Colombia, Country Office, and the Narcotics and Dangerous Drugs Section of the Department of Justice’s Criminal Division. The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian government.

Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Criminal Division’s Office of International Affairs, as well as the Criminal Division’s Judicial attachés in Bogotá for their involvement in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York. Assistant U.S. Attorneys PABLO QUIÑONES and RANDALL JACKSON of the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit are in charge of the prosecution.

Terrorista das FARCs condenado nos Estados Unidos por ajudar terroristas internacionais

12 de agosto de 2010
Department of Justice Press Release

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For Immediate Release
August 10, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
FARC Associate Pleads Guilty in Manhattan Federal Court to Providing Material Support to a Foreign Terrorist Organization

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, announced today the guilty plea of JUANITO CORDOBA-BERMUDEZ, an associate of the 57th Front of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (“FARC”), a Colombian terrorist group, to a Indictment charging him with participating in a conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization. CORDOBA-BERMUDEZ was arrested in Panama in 2008 and was transferred to United States custody in May of 2009.

According to the Indictment previously unsealed in the case:

The FARC was formed in 1964 and is structured as a military organization, with approximately 10,000 armed guerillas organized into seven “blocs,” 68 numbered “Fronts” (including the 57th Front), nine named “Fronts,” and four urban “militias.” The FARC is dedicated to the violent overthrow of Colombia’s democratically elected government and has been designated as a foreign terrorist organization by the United States Department of State. The 57th Front operates in the territory within Colombia’s Choco Department, which borders Panama. The 57th Front supports the FARC’s terrorist activities through narcotics trafficking and kidnapping for ransom, including the kidnapping of Americans and other foreign nationals.

The Indictment recounts multiple discussions among various co-defendants, including CORDOBA-BERMUDEZ, regarding FARC logistics, supplies and weapons, as well as the seizures by authorities of a variety of weapons and materiel in 2008. These discussions occurred in the aftermath of a February 22, 2008, attack by five FARC guerillas on a Panamanian police patrol boat, and their subsequent capture in possession of substantial FARC weaponry and material.

Earlier this afternoon, CORDOBA-BERMUDEZ appeared before United States Circuit Court Judge DENNY CHIN, to whom the case was previously assigned and who has continued to preside over the case since his elevation to the Second Circuit, and pleaded guilty to Count One of the Indictment, which charges CORDOBA-BERMUDEZ with conspiring to provide material support and resources to the FARC. This offense carries a maximum sentence of 15 years in prison. CORDOBA-BERMUDEZ is scheduled to be sentenced on February 9, 2011.

U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “The 57 Front is one of the most violent elements of the FARC, comprised of a group of guerrillas and associates who kidnapped a U.S. citizen, procured weapons and explosives, and trafficked cocaine to fuel the FARC’s terrorist activities. Today’s guilty plea demonstrates our resolve to bring to justice not only the FARC’s guerilla members, but also those people who enable the FARC’s terrorist activities by providing logistical support.”

Mr. BHARARA praised the investigative work of the Drug Enforcement Administration’s (DEA) New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force, the Narco-Terrorism Group of the DEA’s Bogota Country Office, the DEA’s Panama City Country Office, the FBI’s Extraterritorial Hostage Taking Squad in Miami, and the Department of Justice’s Office of International Affairs. Mr. BHARARA also thanked the Colombian Navy, the Colombian National Police, the Colombia Attorney General’s Office, and the Panamanian National Police for their assistance in the investigation.

The prosecution is being handled by the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit. Assistant United States Attorneys JEFFREY A. BROWN and REBECCA M. RICIGLIANO are in charge of the prosecution.

http://newyork.fbi.gov:80/dojpressrel/pressrel10/nyfo081010.htm

Foro de São Paulo XVI Encontro Buenos Aires agosto/2010, Leia e divulgue

31 de julho de 2010

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

- hasta 8 de agosto, el GT debe analisar y aprobar, a través de consulta eletrônica, la versión final del documento base. Después desta fecha, la Secretaria Ejecutiva hará publicar, por Internet y también en versión impresa, la versión final del documento base. 

Documento Base XVI ENCUENTRO DEL FSP

Buenos Aires, 17 a 20 de agosto de 2010 

Ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda, profundizar los cambios, derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional 

Los días 2, 3 y 4 de julio de 1990, en la ciudad de São Paulo, se reunía el Encuentro de Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe. 

En medio del derrumbe del bloque socialista europeo y a escasos meses de la ya entonces previsible desaparición de la URSS, la Declaración de San Pablo, aprobada por el Encuentro de los Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe el 4 de julio de 1990, afirmaba: “Rechazamos (…) toda pretensión de aprovechar la crisis de Europa Oriental para alentar la restauración capitalista, anular los logros y derechos socialistas o alentar ilusiones en las inexistentes bondades del liberalismo y el capitalismo(…)”. 

En ese momento, también se definieron “las bases de un nuevo concepto de unidad e integración continental… lo que incluía la reafirmación de la soberanía y autodeterminación de América Latina y de nuestras naciones,  la plena recuperación de nuestra identidad cultural e histórica y el impulso a la solidaridad internacionalista de nuestros pueblos” 

Lo que surgió a partir desta reunión, y que posteriormente asumió el nombre de Foro de São Paulo (FSP), no sólo se mantuvo a lo largo de los veinte años siguientes, contribuyendo a la resistencia al neoliberalismo; también aportó mucho a las victorias de la izquierda, como se puede confirmar analizando la ola de gobiernos de izquierda, populares y progresistas desde 1998. 

Las declaraciones finales aprobadas por sus 15 encuentros celebrados hasta el presente, así como los documentos base y las resoluciones elaboradas por distintos espacios del FSP, se han dedicado a  la caracterización del capitalismo neoliberal y del imperialismo contemporaneo y a sistematizar las ideas generales de las alternativas democráticas y populares. 

Si el FSP nació en un momento en que el neoliberalismo parecía imponerse sin resistencias, hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, podemos afirmar que el FSP es una iniciativa victoriosa, pero que aun tiene por adelante inmensos desafíos, entre los cuales están: ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Estos son los principales desafíos puestos para el XVI encuentro del Foro de São Paulo, que se realizará en los días 17 a 20 de agosto de 2010, en la ciudad de Buenos Aires. 

Como contribución a los debates del XVI encuentro, el Grupo de Trabajo del FSP presenta este documento base, compuesto por una Introdución y dos capítulos: un donde se analiza la crisis internacional; y otro capítulo donde se presentan las tareas del Foro de São Paulo. 

INTRODUCIÓN 

La formación de América Latina estuvo profundamente signada por el proceso de colonización y luego por  el neocolonialismo, creando una forma de Estado que sistemáticamente aniquila y extermina a los pueblos nativos primero y después reprime violentamente las capas populares, esclavos, campesinos, obreros y capas medias progresistas. Esto sin que se haya logrado una soberanía real, salvo en cortas etapas y con honrosas excepciones. 

En este proceso denso y complejo, surgen los grandes actores del escenario latinoamericano, entre los cuales destacamos el rol de los movimientos y partidos populares, con sus diversas manifestaciones de resistencia social, política y cultural, de protesta, rebeldías e insurrecciones. 

La realidad que vivimos hoy en nuestra región es el producto de un movimiento múltiple y de las luchas que se llevaron a cabo en estas últimas décadas. Fue la insurrección boliviana, caracterizada como “una combinación inédita de rasgos antiguos y modernos”, la que abrió el camino de Evo Morales a la presidencia. Mucho más que la llegada de un indígena al poder,  Evo representa el arco iris de las etnias indígenas que afirma la potencia de su multiplicidad. 

De la misma manera, fue la congregación en el Palacio de Miraflores la que le permitió la radicalización del giro “bolivariano” de Chávez. Kirchner es el producto de las jornadas del 19 y 20 de diciembre del 2001 en Buenos Aires así como Correa lo es de las grandes movilizaciones del pueblo ecuatoriano. Lo mismo Lula, cuya victoria electoral no puede comprenderse sin las luchas de los trabajores rurales y urbanos brasileños. 

Sin estos movimientos, seria incomprensible el éxito de la estrategia adoptada por la izquierda latinoamericana, que tiene una de sus expresiones en los gobiernos populares, de izquierda y progresistas, con una gran variedad de modalidades y cada una con particularidades propias. 

A lo largo de este período se han generado una creciente fraternidad y un acercamiento entre los gobiernos progresistas, los partidos, los movimientos sociales y los pueblos de nuestros países, y una tendencia general a la unión de América Latina como un todo único, en una integración continental y también en formas diversas de unión regional. 

Entre las distintas expresiones de integración latinoamericana y caribeña, juega un papel muy importante la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de América Latina y el Caribe (ALBA). Las relaciones de solidaridad y la cooperación mutua que de ella se derivan, constituyen una importante expresión de las posibilidades abiertas por la existencia de gobiernos de izquierda en el continente. 

También se destaca, en el terreno de la integración continental, la creación de UNASUR (Unión de Naciones Sudamericanas) el 23 de mayo 2008. Pero se dio un paso mucho más grande en la Cumbre de la Unidad Latinoamericana y Caribeña celebrada en la Riviera Maya, próxima a Cancún, México, el 23 de febrero de 2010, con la constitución de un organismo regional, la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC). Es la primera vez en la historia del continente que se crea un organismo de estas características. Se ha considerado un escalón superior en la dinámica de la integración, que de alguna manera recoge los postulados originarios de Bolívar y Martí. 

La propia OEA también ha sido escenario de cambios sustanciales en las relaciones entre el imperio del norte y las naciones al sur del Río Bravo. En el período reciente, para asumir la secretaría general fueron rechazados tres candidatos propuestos sucesivamente  por EE.UU., que antes manejaba esos cargos a su entera voluntad. El Consejo Permanente de la OEA reunido el 4 de marzo 2008 expresó su casi unánime rechazo a la violación de la soberanía y de la integridad territorial de Ecuador por parte de tropas colombianas, con asesoramiento de EE.UU., en Sucumbíos, el 1º de marzo 2008. 

La 39ª Asamblea General de la OEA que se efectuó en San Pedro Sula, Honduras, el 3 de junio 2009, resolvió por unanimidad dejar sin efecto la resolución adoptada el 31 de enero 1962 por la Conferencia de Cancilleres de la OEA, que dispuso la exclusión de Cuba del sistema interamericano. 

También en este período ha cobrado vigor la presencia internacional de América Latina. Ello se ha expresado en la actuación de varios países en el G-20, en la creación del BRIC  y de iniciativas tales como el acuerdo tripartito Brasil-Irán-Turquía, que propuso una base de negociación pacífica sobre el problema nuclear iraní ante el peligro de agresión inminente. En resumen, se está configurando una nueva geografía mundial, en la que participa América Latina. 

La nueva realidad de América Latina se advierte con mayor claridad si se compara  el panorama prevaleciente en las décadas anteriores, signadas por una sucesión de dictaduras militares promovidas desde el imperio del norte, y luego en el período siguiente, por el dominio incompartido de las doctrinas y de las prácticas del neoliberalismo y del “pensamiento único”. 

Cambió también la caracterización social de los gobiernos, con casos paradigmáticos como el de  un obrero metalúrgico o un líder indígena llevados a la presidencia de sus países por millones de votos de sus compatriotas. Cambió también la estructura de los partidos políticos que acceden al gobierno. Viejos partidos que tradicionalmente se repartían el poder quedaron a la vera del camino. Otros ocupan su lugar y se fortalecen en contacto con el pueblo. 

La política de la izquierda desde el gobierno ha generado beneficios concretos para la población, particularmente para los sectores más excluídos. Ha extendido y profundizado la democracia, abriendo paso a nuevas formas participativas y directas. Ha defendido los derechos humanos en toda su extensión. Al mismo tiempo se yergue en defensa de la soberanía nacional de sus países. Ejemplos concretos son la expulsión de las tropas norteamericanas de la base de Manta en Ecuador (como antes de la base de Vieques en Puerto Rico), la campaña contra las bases militares en Colombia y contra la reactivación de la IV Flota de la marina de guerra de Estados Unidos, anexa al Comando Sur. 

Existe un vívido contraste entre la nueva realidad política de América Latina y la de Europa. La gran mayoría de los países integrantes de la Unión Europea tienen gobiernos de derecha y de ultraderecha, con un fuerte componente xenófobo y racista, como se advierte en las nuevas leyes de inmigración. Estos gobiernos pretenden hacer recaer el peso de la tremenda crisis desatada desde 2008 sobre las espaldas de sus pueblos y los países emergentes, lo que ha generado movimientos de protesta de los trabajadores y sectores populares. En cambio, los países de América Latina donde hay gobiernos progresistas son los que mejor han resistido las consecuencias de una crisis que ellos no promovieron. 

Ante este panorama que se ha venido consolidando en la última década, se despliega un intento de contraofensiva por parte de los antiguos sectores dominantes, que se proponen reconquistar el gobierno de sus países. Su objetivo es impedir que este nuevo curso se consolide y se torne irreversible. 

Esta contraofensiva se expresa en el intento de trasplantar a nuestro continente una política de militarización y guerra preventiva que se basa esencialmente en el Plan Colombia, en la creación de bases militares de EE.UU. en ese país, donde las tropas yankis gozarán de total impunidad y desde las cuales se amenaza a todos los países de la región. Esto se suma a la resurrección de la IV Flota como instrumento de potencial intervención. La cruenta agresión armada de tropas colombianas, respaldadas por la tecnología y los servicios de inteligencia de EE.UU., en territorio ecuatoriano en Sucumbíos el 1º de marzo de 2008. Ello prueba los peligrosos alcances de esa política, que determinó la ruptura de relaciones por parte de Ecuador. La elección de Juan Manuel Santos –que era ministro de Defensa de Uribe cuando la invasión a Ecuador– como presidente el 20 de junio de 2010 entraña el riesgo de agravamiento de esta política, con el agregado de su rechazo expreso al intercambio humanitario que es un reclamo sustentado por vastos sectores de la sociedad colombiana. 

Las fuerzas de derecha, además de Colombia, lograron imponer su candidato en la elección de Ricardo Martinelli el 3 de mayo de 2009 en Panamá, sustituyendo al gobierno de Martín Torrijos, presidente de la Internacional Socialista en América Latina; dieron el golpe de estado que derribó el gobierno democrático de Manuel Zelaya en Honduras el 28 de junio de 2009, seguido por la elección del magnate Sebastián Piñera en Chile el 17 de enero de 2010, respaldado por un grupo de origen pinochetista, que sucedió a cuatro gobiernos de la Concertación. 

En este mismo período, la izquierda obtuvo también victorias importantes, por ejemplo en Uruguay, Bolivia y Ecuador, impidiendo que la contraofensiva de la derecha se transformase en una reversión del proceso de cambios en América Latina. Sigue, por lo tanto, el conflicto entre los proyectos nacionales y populares, opuestos a los proyectos oligárquicos que siempre actuaron en connivencia con las potencias imperialistas. Hoy, bajo  en estas nuevas condiciones mundiales, los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad con justicia, equidad y soberanía, una sociedad socialista. 

LA CRISIS INTERNACIONAL 

El cataclismo financiero que arrancó en Estados Unidos y se propagó rápidamente al resto del mundo, no es una mera crisis financiera sino una crisis del sistema capitalista. Es una crisis que se pronostica de larga duración, que se articula con el surgimiento de un mundo multipolar. 

La recuperación es muy incierta y hay muchos riesgos de que el mundo caiga de nuevo en una recesión global. La crisis griega ya se ha convertido en una crisis regional de la zona Euro y en un factor de inestabilidad mundial. 

El costo de la crisis ha sido alto en materia de pobreza y desempleo. La falta de oportunidades de trabajo seguirá siendo elevada en el mundo por varios años. El desempleo en las economías avanzadas rondó el 9% y a nivel mundial en cerca del 8% en 2009, pero para 2010 las previsiones son más pesimistas pues aumentará un poco más, al 8.4%. El desempleo en EU se quedará en casi 10% y  aumentará en la zona Euro de 9.4 a 10.5% (en España llegará casi 20%). A estas cifras hay que sumar una cantidad importante de trabajadores que laboran a tiempo parcial. Los altos niveles de desempleo (y empleo precario) en las economías desarrolladas son un  indicador notable para apreciar no sólo el costo de la crisis sino también la fragilidad de la recuperación. 

A fines de 2008 la economía norteamericana estuvo al borde de un colapso. Si ello no sucedió, fue por la intervención del gobierno. El promedio del déficit público en las economías avanzadas fue, el año pasado, de 9% cuando antes se insistía en el equilibrio (con un margen de hasta 3%). El déficit sin embargo, llevó a un endeudamiento masivo de los gobiernos que seguirá creciendo quizás hasta llegar a un 100% del PIB en las economías avanzadas, 35 puntos más que antes de la crisis. 

Otro signo distintivo de la gran recesión ha sido la diferencia de su impacto por regiones y países. Las economías más avanzadas resultaron más afectadas que las emergentes. De hecho EU fue el epicentro del terremoto y exportó la crisis a otras regiones. 

La caída del producto mundial en 2009 fue de -0.9% pero las economías avanzadas cayeron -3.2% mientras las economías emergentes crecieron 2.4%. El comercio mundial se desplomó en casi un -11% debido a la caída de las importaciones de las economías avanzadas (-12%). Ello provocó una caída en los precios de las materias primas, sobre todo petróleo (-36.3%). Las caídas más fuertes del producto, por países, fueron: Alemania, Japón, Reino Unido y Rusia. Las economías que crecieron fueron China e India. 

En 2010 se prevé que las economías avanzadas crezcan 2.3% y las economías emergentes y en desarrollo 6.3% por lo que éstas serán otra vez el motor del crecimiento mundial. 

La zona Euro se ha convertido en una zona de inestabilidad debido a Grecia pero también a otros eslabones débiles: España, Portugal, Italia e Irlanda. 

La crisis de la deuda griega requirió un megapréstamo de la Unión y el FMI que se pactó a principios de mayo (720 mil millones de euros: 500 de la EU y 220 del FMI). Pero hay que ver si el ajuste brutal a las finanzas griegas se puede implementar en el mediano plazo. Habrá que observar también cómo evolucionan los otros casos, sobre todo España, donde se aplica un duro plan de ajuste. Sin duda, estas políticas provocarán mayor desempleo y un crecimiento del producto más lento. Por otra parte, ni los megarescates ni las políticas de ajuste son una garantía de que la estabilidad volverá pronto a la eurozona. Por el contrario, en el corto plazo, al menos, el mundo seguirá sujeto a corridas bursátiles y devaluaciones y revaluaciones de las monedas. En este marco de inestabilidad no puede descartarse una nueva recesión general. 

Por otro lado, hay que subrayar que el sistema bancario sigue atorado. Los créditos todavía no se restablecen. Los bancos siguen en problemas a pesar de los cuantiosos rescates. Obtienen altas ganancias pero otorgan poco crédito. Además, los gobiernos ya agotaron su margen de maniobra. Ya no pueden bajar todavía más la tasa de interés ni endeudarse más para inyectarle dinero a la economía o a los bancos. 

La recuperación es frágil, en el fondo, porque en las economías desarrolladas hay ahora un bajo consumo privado, baja inversión, poco crédito y desempleo alto. La recuperación económica no parece dibujarse con una V sino como una L. Es decir no hay una recuperación de la misma magnitud  que la caída sino que ésta se mantiene en un nivel bajo. 

En cambio, en las economías emergentes, el panorama es un poco mejor porque están creciendo tanto  la demanda como  las inversiones. Además aquí no hubo shocks financieros. Sin embargo, una nueva caída de las economías desarrolladas o un pánico financiero pondrían en peligro a las economías en desarrollo pues caerían las exportaciones y con ellos su ritmo de crecimiento. 

Persiste además un serio desequilibrio entre las economías del mundo. Los Estados Unidos son una economía que consume mucho y se ha endeudado también mucho, mientras que China, por ejemplo, consume poco y se ha convertido en un importante acreedor mundial, particularmente del gobierno de los Estados Unidos. Estos desequilibrios se muestran también en el comercio mundial. Hay economías exportadoras (es decir que exportan una proporción muy elevada del total de su producción nacional) y otros países que importan en grandes cantidades (en relación a su producción total y al comercio internacional del mundo). No se trata de economías complementarias sino de una globalización deforme que la vuelve poco sustentable, es decir, de bajo crecimiento, sujeto a crisis recurrentes y con profundas desigualdades en las naciones, en las regiones y a nivel mundial. 

Hasta ahora, la crisis no ha producido un nuevo orden económico mundial. Se han roto las recetas de las políticas neoliberales pero en el caso de Grecia y España, se están aplicando,  de nueva cuenta,  las mismas políticas de ajuste que se impusieron en ALC hace 20 años. En materia de gobernabilidad mundial y creación de nuevas instituciones multilaterales, la situación prácticamente no ha cambiado a pesar de que hay un nuevo grupo de países, el G20, que se reúne a tomar decisiones. Así, por ejemplo, la propuesta de China y otras naciones de crear una nueva moneda de reserva mundial, en vez del dólar, sigue sin resolverse. 

Tampoco avanza una gran reforma financiera que elimine los paraísos fiscales y suprima instrumentos altamente especulativos (como los CDS, credit default swaps, y otros de los llamados derivados como los hedge funds). Hasta el FMI ha propuesto un impuesto especial a los bancos para crear un fondo de reserva que sirva para futuros rescates de las entidades financieras. Sin embargo, esta reforma está detenida. No se ven signos de avance. En Estados Unidos se acaba de aprobar en el Congreso una muy tibia propuesta de regulación. Habría que recordar que el capital financiero fue durante las últimas décadas el mayor beneficiario de la globalización neoliberal. Su poder ha llegado a ser inmenso. La crisis golpeó al sistema pero los planes de rescate sobre todo en EU, se dirigieron a reforzar esa estructura de poder. El mundo sigue presa de los especuladores. 

Latinoamérica, menos golpeada 

El caso de América Latina y el Caribe fue diferente al de las economías desarrolladas. 

La crisis no fue tan aguda en América Latina, al menos en parte, porque se aplicaron en varios países de la región, políticas que compensaron en grande parte el impacto recesivo. Estas políticas fueron posibles porque estos países acumularon importantes reservas monetarias que pudieron ser usadas frente a la caída de las exportaciones y la salida de capitales. Dichas reservas fueron acumuladas en el auge económico previo a la crisis en buena parte de la periferia, gracias a los precios altos de materias primas y las entradas de capitales. También deben destacarse las políticas redistributivas que pusieron en práctica sobre todo los gobiernos progresistas antes y durante la crisis. 

En ALC, durante 2010 se recuperará lo perdido en 2009: la caída en este último año fue de casi -2% pero en 2010 el crecimiento será de 4%. Casi todos los países crecerán a un nivel superior al retroceso del año pasado. Pero dentro de este panorama moderadamente optimista hay una excepción notable: el caso de México. En 2009 su economía cayó casi -7% y en 2010 apenas crecerá un 4%, en el mejor de los casos. 

Aunque en América Latina, con la excepción de México, el PIB de la región se contrajo moderadamente en 2009, la brecha de crecimiento (es decir, la diferencia entre la tasa de crecimiento entre 2009 y 2007) fue de 6.3 puntos porcentuales la cual no deja de ser significativa. Quiere decir que si no hubiera habido crisis, ALC estaría, por lo menos, 6.3% mejor que en estos momentos en términos de crecimiento del producto, sería 6.3% más rica. 

A pesar del impacto moderado de la crisis (con excepción de México) la pobreza aumentó en la región. Se calcula que el número de pobres en ALC se incrementó en 10 millones de personas en 2009 según el Banco Mundial, lo que significó un retroceso pues en los cinco años anteriores se habían logrado avances significativos. Sin embrago debe aclararse que de estos diez millones, cinco son mexicanos. 

Según el Banco Mundial, “Mientras que se estima que 60 millones de latinoamericanos dejaron la pobreza entre 2002 y 2008, entre 9 y 10 millones de personas se volvieron pobres en 2009, y el número de pobres hubiera sido mayor si no hubiera sido por el hecho de que los gobiernos de América Latina, rompiendo con la tradición del pasado, pudieron mantener y en algunos casos fortalecer programas de asistencia social. Se espera que el número de nuevos pobres se reducirá significativamente hacia el final de 2010.” 

Asimismo, en materia de empleo, según la OIT “se estima que 3.5 millones de trabajadores perdieron su empleo en ALC, cifra relativamente baja en comparación a la fuerza laboral total de 270 millones de trabajadores”. El desempleo en ALC aumentó 1.2 puntos, de 7 a 8.2% de acuerdo a las últimas estimaciones por lo que el total de desempleados en la región subió a 22.5 millones al final de 2009. También llama la atención que los salarios reales no cayeron durante 2009. La crisis del empleo en AL contrasta con otros episodios del pasado en el que se presentaron aumentos significativos del desempleo,  un crecimiento de la informalidad y una caída severa del salario real. 

En síntesis el costo de la crisis para América Latina fue relativamente bajo pero al fin y al cabo hubo un retroceso. 

Como ya se mencionó, el impacto de la crisis fue muy superior en México en comparación al resto de los países de ALC. No sólo por que la recesión fue mayor sino también por el número de pobres y desempleados. Para 2010, en estos últimos aspectos, México no tendrá una recuperación. 

El caso de México es una muestra palpable de cómo la continuidad de las políticas neoliberales ha sido muy costosa, a diferencia de las rupturas que se presentaron en los últimos años en la mayoría de la región por el arribo de gobiernos de izquierda. La razón de fondo de la excepción mexicana se debe a su vinculación a Estados Unidos mediante el Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN), su poca diversificación hacia otros mercados mundiales, el abandono de la agricultura mexicana y la dependencia alimentaria que esto último ha implicado; la dependencia de México hacia el petróleo también se ha acentuado. 

La decisión de mantener la integración a Estado Unidos mediante el TLCAN ha requerido la continuidad de las políticas neoliberales. Así pues la experiencia mexicana demostraría el fracaso de la derecha latinoamericana sobre todo frente al éxito de otras políticas puestas en práctica por gobiernos de izquierda como el caso de los países del Cono Sur. 

Si en varios países se puso en marcha un programa de cambios que permitieron aumentar la demanda interna mediante la recuperación del salario y la ocupación, y la implementación de amplios programas sociales contra la pobreza, y al mismo tiempo se avanzó en mecanismos de integración comercial y diversificación de los mercados internacionales, en México no se hizo nada de esto. El costo ha sido inmenso y explica el fuerte impacto de la crisis mundial en este país. 

Aun haciendo a un lado el caso de México, hay que reconocer que la situación en América Latina fue negativa en 2009 aunque el impacto haya sido menor que en otras regiones. Por ello, a pesar de que en 2010 se puede recuperar lo perdido, el saldo adverso el año pasado debe verse con cuidado y no menospreciar sus impactos. 

Los efectos de la crisis crean una situación más difícil para los gobiernos de izquierda y ello  podría ser favorable para las oposiciones de derecha. Hay que recordar que cuando aumenta la pobreza y el desempleo, los ciudadanaos tienden a cobrarle la cuenta a los gobiernos en turno, no tanto a la oposición, aunque ésta proponga la vuelta al modelo neoliberal. Además, se agrava el descontento social   pues hay más demandas insatisfechas, lo que también puede generar situaciones más difíciles para los gobiernos progresistas. 

Por otra parte, también es cierto que  la crisis es producto  del sistema que la izquierda pretende cambiar y por tanto,  se presenta como una oportunidad para propiciar ese cambio desde  los gobiernos. 

Un balance político 

La derecha latinoamericana y caribeña, con sus aliados europeos y estadounidenses, están implementando una contraofensiva, que busca recuperar los espacios que perdieron desde 1998 en América Latina. 

Esta contraofensiva incluye la ampliacion de la presencia militar en la región, el golpe en Honduras, las campañas político-mediáticas contra Cuba y Venezuela, así  como la victoria de la derecha en Panamá, Chile y Colombia. 

La contraofensiva se realiza precisamente porque desde el 1998, hay señales de una ofensiva de las fuerzas populares – aunque condicionada por la correlación de fuerzas en nivel mundial. Por eso mismo, el curso de la lucha política entre los sectores populares y la derecha es la marca de los últimos años, una confrontación entre dos bloques,  una disputa reñida por los rumbos de nuestro continente. Junto con los señales de la contraofensiva, arriba señalado, existen también variados ejemplos de que sigue el curso de las fuerzas populares. Para hablar solamente de logros en lo electoral, en 2009 se observó las reelecciones de Evo Morales em Bolivia y de Rafael Correa em Ecuador. El presidente Hugo Chávez logró la aprovación de referendum que permite la reelección. En Uruguay el Frente Amplio eligió al compañero Mujica. Antes, en El Salvador ocurrió la victoria de Mauricio Funes. Para 2010, la señal más importante de que se mantiene  la iniciativa política de las fuerzas de izquierda se expresa es la delantera electoral en las encuestas y el esperado triunfo de  la compañera Dilma Rousseff, candidata presidencial de las fuerzas progresistas en Brasil. 

A pesar de que la conexión entre la crisis mundial y los procesos electorales en ALC no ha sido hasta ahora muy directa, los partidos del FSP estamos obligados a discutir  sus repercusiones a nivel regional y nacional para evitar que  la derecha saque ventaja de esta problemática. 

El Foro de São Paulo debe realizar un balance de los procesos hondureño, panameño, chileno y colombiano. Debemos, también, debatir maneras concretas de apoyar la unidad de la izquierda, tanto en los países citados, cuanto en aquellos que tendrán elecciones en el próximo periodo. 

El golpe de estado en Honduras dio paso a la elección de Porfirio Lobo en un proceso cuestionado por todas las fuerzas de izquierda. El resultado no fue reconocido por diversos gobiernos y partidos progresistas y democráticos de la región, pero al paso de los días Lobo ha logrado cierto grado de normalización de las relaciones de su gobierno con sus vecinos. 

El golpe fue también una prueba a los organismos de integración de ALC. Y aunque estos reaccionaron acertadamente, sobre todo al principio, luego fueron incapaces de desplegar los mecanismos necesarios para evitar la consolidación del golpismo. 

El rechazo de la visita de Lobo a la cumbre UE-LAC en España, y su cancelación, aunque es una buena noticia, no cambia mucho las cosas. A final de cuentas, el golpe de estado fue un éxito de la derecha. 

La destitución y luego el exilio del Presidente Zelaya, la constante represión contra el Frente Nacional de Resistencia, la misma Presidencia del derechista Lobo, y la casi nula presión internacional en su contra, parecen confirmar que el golpe de estado logró su propósito central: eliminar a un gobierno progresista, imponer a un representante de los intereses de la oligarquía, y golpear a las fuerzas populares que sostienen una alternativa anti neoliberal. 

Esta situación debe ser un motivo de reflexión pues sin duda ha fortalecido a la derecha en Centro América y, aunque en menor medida, en el conjunto de América Latina. Aunque se reconoce que el golpe encontró a un gobierno que no había construido ni un partido propio ni una base social organizada capaz de enfrentar a una derecha resuelta a todo, las debilidades de Zelaya y de la izquierda hondureña no deben ocultarnos que la capacidad de reacción frente a este golpe por parte de la izquierda latinoamericana fue muy deficiente. 

Los territorios coloniales no escapan a la derechización. En Puerto Rico, el Partido Nuevo Progresista dirigido por la derecha republicana y sectores de la empresa privada ha derogado en la práctica las garantías constitucionales, mientras entrega el patrimonio nacional, los empleos públicos y los derechos laborales al sector privado. En esa línea también ha promulgado el desmantelamiento de instituciones de la sociedad civil mediante legislación unilateral; y de igual manera, ha incrementado la brutalidad policíaca y la represión hacia sectores populares, como hemos visto a partir de la pasada huelga universitaria. 

La pregunta es entonces: ¿cómo prevenir una acción similar en otros países? ¿Cómo evitar que el gobierno norteamericano y la derecha oligárquica en CA y ALC sigan fortaleciéndose? En síntesis, ¿cómo debe actuar la izquierda latinoamericana en el futuro inmediato para responder a esta nueva ofensiva de la derecha? 

LAS TAREAS 

El XV Encuentro del Foro de São Paulo apuntó tres tareas fundamentales: no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración.       

Luego del XVI Encuentro del Foro, tendremos las elecciones legislativas en Venezuela (septiembre) y las presidenciales en Brasil (octubre). El resultado de estas elecciones impactará con fuerza la situación regional, en particular las elecciones presidenciales que van ocurrir en 2011 en Argentina, Guatemala y Nicaragua; así como en Perú. 

Como apuntó el XV Encuentro, aún no disponemos de un seguimiento científico que nos permita hacer un análisis comparado de los sucesos de los distintos gobiernos latinoamericanos de izquierda y progresista. Motivo por lo cual está en curso la construcción del Observatorio de gobiernos progresistas y de izquierda latinoamericanos y caribeños. 

A pesar de la dificuldad en hacer este balance, es posible afirmar algunas ideas: 

a) nuestras sociedades siguen siendo profundamente desiguales, y cambiar esto exigirá no solamente desarrollo, sino  un determinado tipo de desarrollo que incluya fortalecer el rol del Estado, ampliar las políticas públicas sociales, e introducir cambios en las estructuras de propiedad; 

b) la contraofensiva de la derecha exigirá de los gobiernos de izquierda y progresistas de la región una ampliación de su hegemonía política, que supone la adopción de medidas que profundicen la democracia, incluso en la comunicación social y los medios masivos de comunicación; 

c) la crisis internacional tuvo y seguirá teniendo impacto en la región, motivo por lo cual la profundización de los cambios dependerá cada vez más de lo que se haga en términos regionales.

En términos de acelerar el proceso de integración, podemos decir que los gobiernos progresistas y de izquierda de la región siguen comprometidos con este objetivo. 

La reunión de la regional latinoamericaña y caribeña, así como la posición de UNASUR repudiando la presencia de Porfírio Lobo en la cumbre EU-ALC, son señales positivas. Asi como la firma del Acuerdo de Teherán, en mayo último, por Brasil, Turquía e Irán, tiene enorme significado político y estratégico. Al abogar por la manutención del derecho, consagrado en las normas internacionales,  respecto del  dominio de la tecnología para producción de energía nuclear con fines pacíficos por parte de países en desarrollo, el Acuerdo se opuso al  camino de la guerra, defendiendo la paz como única salida para el conflicto de las potencias imperialistas contra Irán. Al mismo tiempo, el Acuerdo simboliza la tendencia hacia la multipolaridad y comproba las dificultades del imperialismo en imponer su dominio en el mundo. El Foro de São Paulo valora este movimiento como expresión de esta lucha contra hegemónica, de fundamento antiimperialista y a favor del derecho al desarrollo para el Sur del mundo. 

El XVI Encuentro considera que las tres tareas apuntadas por el encuentro anterior siguen vigentes. Pero es necesario añadir algunas perspectivas, orientaciones y precisiones, así como algunas tareas político-organizativas relacionadas al propio Foro. 

En primer lugar, creemos de extrema importancia y urgencia fortalecer el debate estratégico entre nosotros. Los debates de los años 1990, en los marcos del Foro de São Paulo, contribuyeron mucho para los éxitos que tuvimos en el enfrentamiento con el neoliberalismo, inclusive en la conquista de gobiernos y en sus acciones. 

Hoy vivimos una nueva situación, en la región y en el mundo. Enfrentar esta nueva situación supone mayor capacidad de análisis y de formulación estratégica. 

Otro mundo es posible, pero hay que decir cuál. Las izquierdas de ALC  tienen que definir una identidad propia que recogiendo su vasta experiencia, en lo gobiernos y en los movimientos sociales, les permita establecer una serie de propuestas programáticas e ideológicas. Su diversidad debe ser ahora fuente de su capacidad propositiva. 

El Foro de São Paulo tiene condiciones privilegiadas para ser el espacio de un debate con estos propósitos. No se trata de tener una política única, tampoco con  de centralizar nuestra actuación a partir del Foro de São Paulo –la experiencia reciente y no tan reciente demostró los límites de este tipo de pretensión. Se trata, esto sí, de aprovechar la unidad en la diversidad que hemos construido hasta ahora, como punto de partida y ambiente ideal para trabar un debate necesario para todos nosotros. 

En este sentido, la Red de Escuelas, Fundaciones y Centros de Estudios del Foro de São Paulo debe llamar a la tarea de organizar, a partir de septiembre de 2010, un ciclo de actividades con ese propósito. 

Las definiciones programáticas e ideológicas de la izquierda latinoamericana y caribeña son aún más necesarias frente a la quiebra de la socialdemocracia. Sólo en ALC hay un movimiento progresista que ha avanzado en los últimos años exitosamente, conquistando gobiernos nacionales, construyendo partidos políticos de masas, y desarrollando movimientos sociales alternativos. Este éxito debe reflejarse en la reconstrucción de una identidad de las izquierdas más profunda. Estos nuevos paradigmas surgirán sin duda, de la experiencia práctica, pero también del debate intenso, respetuoso e incluyente de los partidos progresistas y de los movimientos sociales, debate que debe fomentarse en la forma más amplia y diversa posible. El FSP es una instancia que puede conducir este debate de manera destacada por ser el espacio más unitario, amplio y democrático de los partidos de izquierda y progresistas de ALC y, en cierto sentido, ya un referente mundial. 

Queremos destacar también el movimiento de mujeres del Foro de São Paulo, que contribuye con su lucha por la igualdad social y política entre los géneros. Debemos hacer frente a los desafíos que nos coloca la llegada al poder, referente a la situación de discriminación contra las mujeres en nuestras sociedades, y a los ataques sufridos por parte de los movimientos de derecha y conservadores contra los derechos de las mujeres. 

Una mención especial merece también el esfuerzo de las juventudes del FSP; el Primer encuentro que tuvo lugar en México el año pasado debe continuar en Buenos Aires. La consolidación de este espacio es fundamental para fomentar la educación política entre los jóvenes, impulsar la renovación  de nustros partidos y el recambio generacional; y darle un mayor protagonismo político e ideológico a este sector de la población. 

En segundo lugar, consideramos necesario fortalecer el Foro de São Paulo como referente latinoamericano y mundial. Esto pasa por las seguintes acciones: fortalecimiento de las secretarías regionales; presencia en la comunidad latinoamericana y caribeña en los Estados Unidos y también en Europa; relaciones bilaterales entre el Foro y organizaciones semejantes en África y Asia, así como en Europa; seguimiento de los proyectos del Foro en el área de la cultura, el Observatorio de Gobiernos, y también la Red de Escuelas y Fundaciones. 

El Foro de São Paulo debe seguir siendo y consolidarse como un espacio de intercambio de información y debate, de formación de cuadros y producción intelectual (mediante las fundaciones), de definición de líneas estratégicas, de encuentro para impulsar la integración política, económica y cultural de AL. 

El Foro de São Paulo debe ser, también, un espacio de coordinación de acciones comunes entre los partidos que lo integran. En este sentido, no nos vemos como la única alternativa para las izquierdas latinoamericanas. Pero estamos convencidos de que la propuesta del Foro de São Paulo sigue siendo lo máximo denominador común de la izquierda latinoamericana y caribeña. 

En ese particular, cabe al Foro de São Paulo mantener y profundizar el intercambio, no solamente con los partidos de la región y del mundo, sino también con los movimientos sociales. 

Hay una gran vitalidad de los movimientos sociales latinoamericanos. La reunión sobre cambio climático en Cochabamba, Bolivia, el pasado mes de abril, fue una muestra de ello, así como las actividades del FSM y otros eventos nacionales e internacionales. Los movimientos sociales han sido los impulsores de los cambios políticos de ALC y sin ellos, los partidos y gobiernos progresistas no hubieran podido avanzar. 

Por ello el FSP debe provocar un nuevo acercamiento con los movimientos sociales basado en una estrategia común de lucha contra la crisis mundial y un acuerdo político para enfrentar a la derecha. 

De igual manera, el FSP debe asumir una responsabilidad más firme en el plano regional y ante los organismos internacionales correspondientes, encaminada a la descolonización y el derecho a la independencia de los territorios coloniales en la región caribeña, facilitando a estas naciones su vinculación con los procesos de integración latinoamericana. 

De la misma manera, cabe al Foro de São Paulo establecer un intercambio sistemático entre  los gobiernos progresistas y de izquierda en la región. Tanto en el sentido ya apuntado en el proyecto del Observatorio, cuanto en torno al tema de las relaciones partido-movimientos sociales-gobiernos. 

La verdad es que, en el ámbito de cada país, las relaciones entre gobiernos y partidos de gobierno son muy diversas, siendo muy común que –después de las victorias electorales– el centro del poder y de iniciativa estratégica se transfiera del partido hacia el gobierno, con consecuencias siempre dañinas. 

En tercer lugar, cabe al Foro de São Paulo colaborar para que se amplie la eficacia electoral de sus partidos miembros. En ese sentido, proponemos que la Red de Escuelas y Fundaciones, a par de las tareas estratégicas ya mencionadas, empieze de inmediato un ciclo de reflexiones sobre las experiencias electorales pasadas y futuras, que avance además para medidas concretas que se puedan hacer en términos de encuestas y comunicación, siempre respetando la legislación electoral vigente en cada país.

Además de las tareas centrales –no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración– y de las tareas organizativas –consolidar el FSP como referente, profundizar la reflexión estratégica, incluso cuanto a los movimientos, a los gobiernos y a lo electoral– consideramos esencial concluir este documento base con una reflexión más estratégica, sobre las características históricas del periodo que vivimos. 

Hemos insistido en la idea de que vivimos un momento de crisis y transición. Crisis del neoliberalismo, crisis del capitalismo, crisis de la hegemonía estadounidense. Pero, como es usual, sabemos bien qué esta agonizando, pero no lo qué está naciendo. 

El neoliberalismo está en crisis, pero no está muerto, ni en los hechos, ni en el plan de las ideas. Además, la desmoralización del neoliberalismo no conduce automáticamente, ni únicamente, al fortalecimiento de las ideas socialistas. Lo que se está viendo incluye esto, pero incluye principalmente (hasta ahora) el fortalecimiento del pensamiento keynesiano, así como el resurgimiento de matrices extremadamente conservadoras y de derecha. 

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

La crisis de la hegemonía estadounidense permite un análisis similar. Por una parte, ellos no tienen más capacidad de hegemonizar el mundo como hacían antes. Por otra parte, está cada vez más clara la apuesta que un sector del establishment estadounidense hace para mantener y prolongar su hegemonía: la guerra, terreno donde su superioridad destructiva es aplastante. El chantaje bélico, sumada a su fuerza económica (cristalizada en la hegemonía del dolar), puede hacer  que ese declive de la hegemonía de EE.UU. se prolongue aún por mucho tiempo, además de asumir formas que pueden ser trágicas para la humanidad. 

Los Estados Unidos tienen 865 asentamientos militares fuera de su territorio de los cuales entre 45 y 49 estarían en América Latina y el Caribe o sus cercanías. 

Así, es fundamental que la izquierda latinoamericana defina con más claridad que tipo de estrategia de corto y mediano plazo creemos poder tener frente a los EE.UU. 

Si no está puesto, en el horizonte visible, un colapso, una revolución o por lo menos un cambio estructural fundamental en los EUA, ¿entonces cómo convivir con esa nación tan agresiva? ¿Y cómo esto se traduce en nuestras propuestas de seguridad nacional, frente al narcotráfico, en torno a la migración? 

O aún: ¿en que medida esta perspectiva estratégica frente a los EUA debe influenciar los proyectos como el que se acordó en Cancún (Unión de Naciones)? ¿Qué puede hacer la izquierda partidaria en  los mecanismos de integración de AL (UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CAN)? 

Así pues, la izquierda latinoamericana tiene que responder  a una situación caracterizada por: a) una crisis de neoliberalismo, en un momento en que el pensamiento crítico se está recuperando de los efectos de más de dos décadas de defensiva política e ideológica; b) la crisis de la hegemonía estadounidense, sin que exista un sustituto hegemónico, creando una situación que fomenta el multilateralismo, la formación de bloques regionales y alianzas cruzadas; c) la crisis del modelo actual de acumulación de capital, sin que sea visible cuál es la alternativa sistémica; d) la crisis del desarrollismo conservador en América Latina, estando en curso una transición hacia un post-neoliberalismo, cuyas características se están definiendo a lo largo del camino. 

Como hemos visto también, la crisis  apunta para un período más o menos prolongado de inestabilidad internacional. En el corto y mediano plazo, la inestabilidad está relacionada con la crisis del capitalismo neoliberal y el declive de la hegemonía de EE.UU. Estas diversas dimensiones de la inestabilidad hacen más urgente y más difícil, al mismo tiempo, la construcción de alternativas. 

Por otra parte, tres décadas de hegemonía neoliberal han limitado el horizonte intelectual y la fuerza de la izquierda, especialmente fuera de América Latina y el Caribe. Estas contradicciones y limitaciones son evidentes cuando observamos la falta de correspondencia entre el tamaño de la crisis,  la timidez de las propuestas y las medidas adoptadas. Esto es especialmente claro en el caso de la socialdemocracia europea. 

Por otra parte, los socialistas del siglo XXI no pueden alegar ignorancia: La lucha por superar el capitalismo es larga y compleja. 

A principios de 1990, con la disolución de la URSS, podemos decir que el movimiento socialista todo entró en un período de “defensiva estratégica”. 

La situación comenzó a cambiar entre 1998 y 2008, primero con el ascenso de varios gobiernos de izquierda en América Latina, y luego con la crisis internacional. Pero estos acontecimientos no han cambiado aún la naturaleza del período, que sigue siendo de “defensiva estratégica”. 

Una muestra de ello es el contraste entre la profundidad de la crisis internacional y la capacidad de los estados capitalistas para evitar el desbordamiento de su organización política y social. 

Otra señal es la existencia de una contraofensiva por la derecha latinoamericana, que recibió el refuerzo paradójico de la crisis internacional pues crea  dificultades económicas y sociales que tienen que enfrentar  los gobiernos más progresistas. Ante esa situación, la izquierda latinoamericana lucha por mantener los espacios conquistados, acelerar el proceso de integración regional y profundizar los cambios. 

La cuestión práctica es cómo hacer esto evitando dos errores: uno es tentar ir más allá de nuestra capacidad para sostener el proceso político; otro es no hacer lo necesario para acumular fuerzas en dirección al socialismo.

El movimiento socialista del siglo XX fue derrotado. Pero el repertorio de experiencias es enorme. Por el contrario, los experimentos y los intentos de los socialistas de nuestro siglo XXI son todavía muy limitados. Durante ese período, no vivimos ninguna gran revolución. En América Latina, por ejemplo, aunque estemos muy orgullosos de los gobiernos que hemos logrado desde 1998, debemos reconocer que estamos lejos de la profundidad política y social alcanzada por la revolución cubana de 1959. La lucha por el socialismo en el siglo XXI aún no ha protagonizado ninguna revolución de este tipo. En términos de teoría, aún no conseguimos producir el necesario análisis del capitalismo contemporáneo, de los intentos de construir el socialismo en el siglo XX y de la estrategia para la lucha por el poder y la construcción socialista en las condiciones del siglo XXI. 

Quizás sea más exacto hablar de socialismos y estrategias. Nuestro movimiento siempre ha sido plural, geográfica, sociológica, teórica, organizativa y políticamente. Esto no significa equiparar las diferentes tradiciones, sino que implica recordar que somos herederos de un complejo y plural patrimonio colectivo. 

Una de las razones de esta pluralidad es el capitalismo. El modo capitalista de producción impulsa una tendencia hacia la uniformidad, pero las estructuras socioeconómicas capitalistas, en diferentes regiones del mundo y épocas históricas, tienen entre si diferencias importantes. Por ello, la superación del capitalismo requiere diferentes estrategias de resistencia, de conquista del poder y de construcción del socialismo. No significa que todas las estrategias son válidas, pero sí significa que el movimiento socialista debe rechazar la idea de que sólo hay una estrategia válida para todos los lugares y tiempos. 

Otra de las razones por las que debemos usar el plural, es porque las diferentes clases y sectores en la lucha contra el capitalismo, no tienen necesariamente los mismos objetivos a largo plazo. 

Vale la pena decir que esta pluralidad está más allá de la existencia de partidos, programas y estrategias diferentes. Desde los que tienen como su horizonte un estado de democracia y bienestar, en el marco del capitalismo. Hasta los que abogan por un tipo de socialismo que implica preservar la organización social comunitaria pre-capitalista. Así como aquellos para quien el socialismo se confunde con la lucha contra el imperialismo. O sea, la diversidad del movimiento socialista moderno es tan amplia que las categorías plurales son las más apropiadas. 

El debate sobre el socialismo en América Latina a principios de este siglo XXI debe ayudarnos a responder como pasar: a) de la condición del gobierno a la condición de poder, b) de la situación actual, donde estamos mejorando la vida de la gente en los marcos del capitalismo, hacia una nueva situación, donde podamos mejorar la vida de las personas en el marco de una transición socialista. 

Si tenemos éxito en la combinación de las diferentes estrategias nacionales y una estrategia de integración continental, vamos dar una importante contribución para que el movimiento socialista deje la situación actual de “defensiva estratégica” y entre en un estado de “equilibrio estratégico”, por lo menos en nuestro continente. 

Por todo ello, ha adquirido una importancia estratégica el proceso de integración en América Latina y el Caribe. El objetivo central en ese proceso es el siguiente: la consolidación de vínculos económicos, sociales, políticos, militares e ideológicos, para que los países miembros puedan convivir, sin subordinación o dependencia, con el espacio geopolítico aún hegemonizado por los Estados Unidos y la Unión Europea. 

La cuestión que se presenta entonces es si será posible construir un nuevo orden  a escala regional o mundial  basado en la expansión de los mercados internos y  un intercambio internacional más justo. 

Cualquiera que sea la respuesta a tales preguntas, queda claro que estamos frente a conflictos de larga duración, que se librarán en un ambiente de fuerte inestabilidad, en dos planos distintos pero articulados: en primer lugar, dentro de cada país; en segundo lugar, entre los diferentes estados y bloques regionales. 

Como resultado de estos conflictos, puede surgir un mundo más conservador o más progresista. E incluso un mundo socialista. Es por ello que trabajamos y es ésta, hoy más que nunca, una causa de la humanidad, pues  la crisis, la guerra y el alarmante deterioro del ecosistema amenazan la supervivencia de la especie humana. 

Hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, el FSP reafirma su decisón de ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Hoy, cuando los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad, con justicia, equidad y soberanía, el FSP reafirma su compromiso con el internacionalismo, con la democracia, con un desarrollo que sea respetuoso con el medio ambiente, con la planificación democrática, con la propiedad pública de los principales medios de producción, con el socialismo. 

Foro de São Paulo comemora 20 anos de existência e 20 anos da Folha de S. Paulo negando que ele exista, Buenos Aires, agosto 2010 veja agenda do Foro: morte matada para o capitalismo

29 de julho de 2010

PT reencontra as FARC em agosto. Eles pregam que o capitalismo deve desaparecer de “morte matada”.

O PT vai a Buenos Aires rever “sus compañeros de las FARC” que, junto com eles, participa informalmente do Foro de São Paulo. Lá, petistas e apoiadores de guerrilheiros narcotraficantes apoiarão com discursos inflamados a eleição da camarada brasileira, Dilma Rousseff(PT) e pregarão o fim da liberdade de imprensa no continente, já exercitada com sucesso em Cuba e na Venezuela, com a tentativa de calar a boca do El Clarin em pleno andamento, na Argentina, pelos mafiosos Kirchner. Clique na imagem para ampliar e ler.

O documento preliminar do XIV Foro de São Paulo mostra muito bem qual o seu objetivo. Um parágrafo deve ser dedicado ao Eike Batista, ao Abílio Diniz e a todos os empresários que apóiam o PT e, por conseguinte, as forças que estão unidas e reunidas no Foro:

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. 

Aviso aos capitalistas oportunistas que acham que serão poupados. O pelegão Lula está indo embora e será relegado a um segundo plano, se lograr eleger a sucessora. Vai para o seu exílio em São Bernardo do Campo. A incompetente Dilma estará, então, nas garras do que existe de mais arcaico no PT: Marco Aurélio Garcia, José Eduardo Cardozo, Ricardo Berzoini, José Dirceu e toda a tropa de ex-guerrilheiros que só tem um objetivo: o fim do capitalismo, de “morte matada”, como afirma o Foro de São Paulo.

Juiz Odilon de Oliveira fala de PCC, FARC, Foro de São Paulo

23 de julho de 2010

Entrevista ao Jornal  CORREIO DO ESTADO do Mato Grosso do Sul, em 13.05.09 Aug 21st, 2009 11:33 pm

1) CORREIO: O PCC ainda está em atividade no Brasil?

ODILON: Fundado em 31.08.93, no interior de São Paulo, essa facção criminosa não se encontra presente apenas no Brasil. Está em franca e crescente atividade também em outros países da América do Sul, como Bolívia e, prin-cipalmente, Paraguai. O grupo mantém fortes contatos também com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Está cada vez mais bem es-truturado com pessoal, armamento, recursos financeiros e disciplina. Estima-se que de cada cinco dos 440 mil presos do Brasil um seja membro do PCC. A maior incidência está no Estado de São Paulo, assumindo Mato Grosso do Sul, por conta do Paraguai e da Bolívia, a segunda posição. A facção teria um exército de mais ou menos 84 mil integrantes. As FARC, grupo terrorista colombiano fundado em maio de 1964, possuem apenas 10 mil integrantes. Outro perfil do PCC, além de sua finalidade econômica, é de natureza terrorista.

2) CORREIO: O Senhor acredita que o PCC tenha participado do assalto à resi-dência do prefeito de Campo Grande?

ODILON: Tenho quase certeza. Campo Grande, Dourados e a fronteira com o Paraguai possuem grande concentração de integrantes dessa facção, presos e também em liberdade. Anderson, nominado pela imprensa, realmente consta da lista de integrantes do PCC, ocupando, nesta capital, função de destaque. O assalto certamente teve duas finalidades: uma de natureza financeira e outra de cunho auto-afirmativo. Essa organização, a exemplo de outras, como o Comando Vermelho, para manter-se e ampliar seus domínios, precisa de recursos e seus membros subalternos guardam a obrigação normativa e moral de provar suas audácias contra autoridades. Isto serve de recado para o Poder Público.

3) CORREIO: O PCC tem condições para repetir os ataques de 2006?

ODILON: Tem potencial e disposição. Naquele ano, foram 1.032 ataques vio-lentos, com um saldo de centenas de mortos, dos quais 119 policiais e agen-tes penitenciários. No mesmo ano, o terrorismo, no mundo todo, produziu 14 mil ataques e 20 mil mortes. Em 2008, havia um plano de ataques semelhan-tes, a ser executado nos dias anteriores às eleições, com conotações visivelmente políticas como fora em 2006. Não se concretizou porque, descoberto o plano, as autoridades adotaram providências preventivas, nulificando os atos preparatórios. O PCC vai continuar desafiando o Estado-repressor.

4) CORREIO: Isto significa que o PCC está competindo com o Estado?

ODILON: Significa que a facção, por conta da generosidade das leis e da permissividade dos encarregados de aplicá-las, está afrontando a todos. Até o Exército, com todo o seu poderio e o respeito que impõe, foi recentemente vítima da ousadia dessa organização (roubo de armas de um quartel de Caçapava/SP e assalto a uma agência bancária situada no Quartel General do Exército, em Brasília-DF). De 2001 para cá, os ataques a fóruns estaduais, no Estado de São Paulo, inclusive com explosivos, foram muitos. O PCC desenvolve dois tipos de criminalidade: a) institucional ou concentrada, onde se agrupam os delitos cujo controle está centralizado em sua cúpula, como os grandes assaltos, ataques a repartições, assassinatos de certas pessoas, rebeliões, certos seqüestros; b) esparsa ou incidental, onde se colo-cam todos os crimes para cuja execução não é necessário “salve” ou autori-zação da cúpula. O controle não é concentrado, dando-se por iniciativa e responsabilidade individuais ou de um grupo do partido. O produto se destina ao custeio de mensalidades devidas à facção e à subsistência dos próprios autores.

5) CORREIO: O que leva o PCC a se expandir pela América do Sul?

ODILON: A facção objetiva subir os degraus da criminalidade, preferencial-mente adquirindo feições terroristas. Para isto, é necessário expandir seus domínios sobre uma base territorial cada vez maior. O grande atrativo do PCC no Paraguai, Bolívia e Colômbia são as drogas, notadamente a cocaína. Suas fontes de rendas são drogas, seqüestros, mensalidades, assaltos a bancos, a carros-fortes, cargas, investimentos etc. Com relação ao Paraguai, há outros atrativos: esconderijo, compra de armas, pistolagem e lavagem de dinheiro. Muitos cometem crimes no Brasil e fogem para aquele país, dificultando a ação da justiça brasileira. A aquisição de armamento para estruturação e para revenda é uma constante. Crimes de pistolagem rendem dinheiro para o pa-gamento de mensalidades ao grupo. Há inúmeras casas de câmbio, no Paraguai, sem controle rígido, para lavagem.

6) CORREIO: O PCC tem praticado seqüestros no Paraguai?

ODILON: Vários. Em 2001, o PCC e o Partido Pátria Livre, do Paraguai, sob a liderança das FARC, seqüestraram Maria Edith, esposa de um empresário da construção civil. O resgate foi de 1 milhão de dólares. O Brasil deu asilo a três dos seqüestradores: Juan Arron, Anuncio Martí e Victor Colmán. Uma vergo-nha! Em 2004, a vítima foi Cecília Cubas, filha do ex-presidente Raul Cubas. Foi pago resgate de 800 mil dólares, mas a vítima foi assassinada no cativeiro. Em maio de 2007, sob a liderança do brasileiro Valdecir Pinheiro, do PCC, a vítima foi o japonês Hirokazu Ota, chefe da Seita Moon, naquele país. Valdecir, morto pela polícia paraguaia em 2008, era acusado de mais nove seqüestros no Paraguai. Somente em 2007, o Paraguai registrou mais de sete seqüestros com suspeita de participação de brasileiros.

7) CORREIO: Que interesse tem as FARC em relação ao PCC?

ODILON: As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia possuem uma i-deologia marxista, à falsa pregação de buscar uma sociedade igualitária, sem classes, gerenciada por um poder proletariado. A materialização dessa ideo-logia depende de um programa e a implantação deste necessita de receitas. Quarenta e cinco por cento da receita das FARC provêm de cocaína, vendida para o mundo todo. O Brasil, nesse cenário, é um grande cliente da Colômbia. O PCC negocia cocaína diretamente com as FARC e até lhe fornece armas saídas do Paraguai. Aquele grupo terrorista, buscando sua expansão nos demais países da América do Sul, difunde sua ideologia e procura reconhe-cimento político. Os laços mantidos com outras organizações, como o PCC e o PPL (Partido Pátria Livre) do Paraguai, fazem parte das relações internacio-nais cultivadas pelas FARC. Um dos benefícios obtidos está no fato de o Brasil haver concedido mais de 400 asilos políticos, desde o primeiro Governo Lula, a guerrilheiros colombianos.

8) CORREIO: Por que o senhor classifica o PCC como grupo terrorista?

ODILON: Terrorismo não é somente aquele ato de fundo religioso. Divide-se em duas grandes vertentes: o terrorismo islâmico, existente apenas nos paí-ses seguidores do islã, embora ataque fora também, e o não islâmico. O primeiro é motivado por um conflito ideológico e normativo entre os costumes orientais e os ocidentais. Sua ala fundamentalista, de que faz parte a ALQAEDA, de Bin Laden, pretende criar uma república mundial islâmica ou, pelo menos, não permitir que os costumes ocidentais influenciem a ideologia islâmica. Uma utopia. O terrorismo não islâmico também se subdivide em nacionalista (separatista ou político), político administrativo, étnico e moral. Diferente do islâmico fun-damentalista, o nacionalista tem uma atuação territorial delimitada. O ramo separatista busca uma pátria, independência territorial, política e administrativa. O Hamas quer um Estado palestino em relação a Israel. O ETA, o IRA e os Tigres Tâmeis do Sri Lanka também são exemplos. Já o nacionalista político deseja apenas mudar a forma (república/monarquia) ou o sistema (presidencialismo/parlamentarismo) de governo, a forma de Es-tado (unitário/federativo) ou ainda o regime político (democrático/autoritário). As FARC não querem dividir o território colombiano nem o Sendero Luminoso deseja isto no Peru, mas apenas a implantação de um regime marxista-leninista (comunismo). O Brasil viveu vários exemplos desse tipo de terrorismo, em torno de oito organizações, como a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária – capitão Lamarca, Dilma Roussef), ALN (Aliança Libertadora Nacional – Carlos Mariguella) e o MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro – Fernando Gabeira, Franklin Martins). O político administrativo, normalmente com finalidade econômica, volta-se apenas contra o Estado-repressor, atacando o Judiciário, o Ministério Público, o sistema penitenciário, pessoas, repartições. Sempre o faz com o intuito de remover de seu caminho o que compreenda como obstáculos a seus objeti-vos. Quando mata uma autoridade ou ataca um fórum, o objetivo não se es-gota com esse resultado. Na verdade, esse é um meio para remover de sua frente o Estado-repressor. Qualquer pessoa (João, José ou Pedro) exercente daquele cargo morreria. O fim não é matar a pessoa física, mas atingir o Estado. É diferente de um assassinato comum, onde a vontade do criminoso se esgota com a morte do desafeto. O PCC se enquadra nesta modalidade.

9) CORREIO: O que se deve fazer para combater o PCC?

ODILON: Primeiro, não pensar que o PCC está morto ou brincando. Segundo, é preciso conhecer, a fundo, o DNA dessa organização, edificando-se um mosaico completo a seu respeito. Por fim, reprimí-lo sem piedade. O Estado não deve se ajoelhar diante de bandidos. A liberdade das ruas e praças deve ficar reservada às pessoas de bem. Lugar de vagabundos é na cadeia. Só isto.

Odilon de Oliveira – juiz federal, campo grande-ms

GERARDO AGUILAR RAMIREZ: Mais um comandante das FARCs condenado por tráfico internacional de drogas nos EUA: “César” pegou 27 anos de cadeia

23 de julho de 2010

Mais um das farc condenado por tráfico:

http://www.justice.gov/dea/pubs/states/newsrel/2010/nyc072210.html

News Release

FOR IMMEDIATE RELEASE
July 22, 2010
Erin Mulvey
Public Information Officer
1-212 337-2906

Top FARC Commander Sentenced To 27 Years In Prison For Conspiring To Import Tons Of Cocaine Into The United States

JUL 22 — (Manhattan, NY) – JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”) and PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, and, announced that:

GERARDO AGUILAR RAMIREZ, a/k/a “Cesar,” a former front commander in the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”), was sentenced today to 27 years in prison for conspiring to import ton-quantities of cocaine into the United States.

The FARC — which has been designated by the U.S. State Department as a Foreign Terrorist Organization – is Colombia’s main leftist rebel group and is the world’s leading cocaine manufacturer, responsible for the production of nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States.

AGUILAR RAMIREZ was sentenced by United States District Judge THOMAS F. HOGAN in District of Columbia federal court.

DEA Special Agent-in-Charge JOHN P. GILBRIDE stated: “Gerardo Aguilar Ramirez conspired to manufacture and distribute thousands of kilograms of cocaine in the United States to fuel the FARC’s narco-terrorist mission.

Ramirez violently commanded the 1st Front for over 10 years until his arrest and today he has been sentenced and will pay for his crimes against American and Colombian citizens who have seen the damages of cocaine trafficking and abuse throughout both our nations. I commend the diligent and brave work of the U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York, the Organized Crime Strike Force, DEA’s Bogota Country Office, and the Colombian government.”

According to the Superseding Indictment filed in District of Columbia federal court, other documents filed in this case, and statements made in court:

The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.”

AGUILAR RAMIREZ was the commander of the FARC’s 1 st Front and was ultimately responsible for all of that Front’s criminal activities. Among other things, AGUILAR RAMIREZ conspired with others to manufacture and distribute thousands of tons of cocaine in Colombia, with the knowledge and intent that such cocaine would be imported into the United States.

In late 2001 or early 2002, the FARC leadership, including AGUILAR RAMIREZ, participated in a meeting in which they further resolved, among other things, to: increase cocaine trafficking routes overseas, including to the United States; establish better ways to exchange cocaine and cocaine paste for weapons; and to pay more to campesinos for cocaine paste.

AGUILAR RAMIREZ was captured on July 2, 2008, while holding three American hostages – KEITH STANSELL, THOMAS HOWES, and MARC GONSALVES. These three men, and United States citizen TOM JANIS, were captured by the FARC in February 2003, after their plane crashed in FARC-occupied territory in the Colombian jungle. JANIS was executed, and the remaining three men were held hostage by the FARC for over five years until they, and several Colombian hostages, were freed in a Colombian military operation on the date of AGUILAR RAMIREZ’s capture. Subsequently, on July 16, 2009, AGUILAR RAMIREZ, 50, was extradited to the United States.

AGUILAR RAMIREZ was originally charged in a hostage-taking conspiracy as well as a narcotics importation conspiracy, but the Colombian Supreme Court approved AGUILAR RAMIREZ’s extradition on narcotics charges only.

On December 16, 2009, during his guilty plea proceeding, AGUILAR RAMIREZ acknowledged that from approximately 1998 through July 2, 2008, he was the commander of the 1 Front st of the FARC and that he led and directed other members of the 1 st Front in the manufacture and distribution of ton quantities of cocaine, knowing and intending that the cocaine would be imported into the United States.

Manhattan U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “Today, Gerardo Aguilar Ramirez — a FARC commander and cocaine kingpin — was brought to justice for his role in leading the FARC’s worldwide cocaine empire. The incarceration of narco-terrorists like Aguilar Ramirez helps to choke the international drug trade. This Office will continue to work with our partners at the DEA to incapacitate dangerous narco-terrorists who seek to pour drugs into the United States.”

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which consists of agents and officers from the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the Department of Homeland Security’s Bureau of Immigration and Customs Enforcement, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police) and the DEA’s Bogota, Colombia, Country Office.

The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian government. Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Department of Justice Criminal Division’s Office of International Affairs, as well as Criminal Division’s Narcotic and Dangerous Drug Section attachés in Bogota for their involvement in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York. Special Assistant United States Attorneys PABLO QUIÑONES and RANDALL JACKSON, of the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit, are in charge of the prosecution.

traficantes das FARCS narcotráfico JUAN JOSE MARTINEZ-VEGA, o “Chiguiro,” e ERMINSO CUEVAS CABRERA, o “Mincho”

16 de abril de 2010

The guilty verdicts against Martinez-Vega and Cuevas Cabrera strike significant blows against the FARC’s cocaine-trafficking operations and further disrupt the primary source of income of an incredibly dangerous foreign terrorist organization.

News Release
For Immediate Release:
April 14, 2010
Erin Mulvey
Public Information Officer
212 337-2906

http://www.justice.gov/dea/pubs/states/newsrel/2010/nyc041410.html

Two Top FARC Associates Found Guilty On Drug Charges

APR 14 — JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”) and PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York announced that JUAN JOSE MARTINEZ-VEGA, a/k/a “Chiguiro,” and ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho” – two of the top associates of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”) were found guilty yesterday of conspiring to import ton quantities of cocaine into the United States. The FARC is Colombia’s main leftist rebel group and a United States Department of State-designated Foreign Terrorist Organization. The guilty verdict returned yesterday follows a seven-week trial before United States District Judge THOMAS F. HOGAN in District of Columbia federal court.

DEA Special Agent-in-Charge JOHN P. GILBRIDE stated: “This investigation yielded the successful conviction of two members of a violent narco-terrorist organization known as the FARC. These convictions represent that DEA, our law enforcement partners and our communities will not tolerate or condone the illegal acts of Juan Jose Martinez-Vega and Erminso Cuevas Cabrera and their criminal enterprise.”

According to the Indictment and evidence presented at trial: The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.” The FARC is led by a seven-member Secretariat and a 27-member Central General Statff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. The FARC is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States, and is the world’s leading cocaine manufacturer. The FARC initially involved itself in the cocaine and cocaine paste trade by imposing a “tax” on individuals involved in every stage of cocaine production.

Later, in the 1990s, recognizing the profit potential, FARC leadership ordered that the FARC become the exclusive buyer of the raw cocaine paste used to make cocaine in all areas under FARC occupation. In the late 1990s, the FARC leadership met and voted unanimously in favor of a number of resolutions, including resolutions to: expand coca production in areas of Colombia under FARC control; expand the FARC’s international distribution routes; increase the number of crystallization labs in which cocaine paste would be converted into cocaine; appoint members within each Front to be in charge of coca production; raise prices that the FARC would pay to campesinos (peasant farmers) from whom they purchased cocaine paste; and mandate that better chemicals be used to increase the quality of cocaine paste.

MARTINEZ-VEGA worked as the FARC’s chief associate in its 16th Front, exchanging massive quantities of cocaine for tons of weapons, explosives, ammunition and other logistical supplies. In that capacity, MARTINEZ-VEGA coordinated a network of arms suppliers and cocaine traffickers throughout Colombia and neighboring countries.

CUEVAS CABRERA, the brother of FARC Southern Bloc commander FABIAN RAMIREZ, worked as the chief of cocaine manufacturing for the FARC’s 14th Front. In that capacity, CUEVAS CABRERA directed the weekly production of thousands of pounds of cocaine at hidden jungle laboratories controlled by the FARC and coordinated the sale and transportation of this cocaine.

The evidence at trial showed that MARTINEZ-VEGA participated in acts of violence, including the murder of a cocaine-laboratory operator, in furtherance of the cocaine-trafficking conspiracy. The evidence further proved that both MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA conspired with others to manufacture and distribute thousands of tons of cocaine in Colombia, with the knowledge and intent that such cocaine would be imported into the United States.

CUEVAS CABRERA was extradited from Colombia to the United States in December 2007; MARTINEZ-VEGA was extradited from Colombia to the United States in April 2008. The jury found MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA guilty of one count of conspiring to import cocaine into the United States and conspiring to distribute cocaine with the knowledge and intent that it would be imported into the United States.

The offense for which MARTINEZ-VEGA and CUEVAS CABRERA were found guilty carries a mandatory minimum sentence of 10 years and a maximum sentence of life in prison. As part of its extradition requests, however, the United States has previously provided assurances to the government of Colombia that it will not seek a life sentence for the defendants, but instead will ask for a prison term of years. MARTINEZ-VEGA, 49, and CUEVAS CABRERA, 51, are scheduled to be sentenced on July 21, 2010, in District of Columbia federal court.

U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “Yesterday afternoon, a jury brought to justice Juan Jose Martinez-Vega and Erminso Cuevas Cabrera, two top associates of the FARC, whose criminal activities threatened the national security of both Colombia and the United States. The guilty verdicts against Martinez-Vega and Cuevas Cabrera strike significant blows against the FARC’s cocaine-trafficking operations and further disrupt the primary source of income of an incredibly dangerous foreign terrorist organization. We will continue to work with our friends at the DEA, along with our other local, federal, and international law enforcement partners, to combat narco-terrorism here and around the world.”

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which is comprised of agents and officers of the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the Department of Homeland Security’s U.S. Immigration and Customs Enforcement, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police. The Strike Force is partially funded by the New York/New Jersey High Intensity Drug Trafficking Area (HIDTA), which is a federally funded crime fighting initiative.) and the DEA’s Bogota, Colombia, Country Office. The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian Military, the Colombian National Police, and the Colombian Fiscalia. Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the United States Department of Justice’s Office of International Affairs, as well as Department of Justice Attachés in Bogota, for their assistance in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York. Special Assistant United States Attorneys ERIC SNYDER, PABLO QUIÑONES, and RANDALL JACKSON from the Office’s new Terrorism and International Narcotics Unit are in charge of the prosecution.

Festa no inferno – morto chefão das FARC -Colômbia de Uribe captura toda a cúpula da Frente 50 das Farc que apóiam PT

31 de março de 2010

Colombia captura a toda la cúpula del frente 50 de las FARC y mata a su Jefe

Foto: AP Photo/Fernando Vergara

Un importante jefe de la guerrilla colombiana de las FARC fue abatido junto a seis rebeldes más en una operación que incluyó un bombardeo de la Fuerza Aérea a un campamento y enfrentamientos en tierra con la Policía, informaron hoy las autoridades.

El jefe insurgente muerto fue identificado como Ciro Gómez Rayo, alias “Enrique Zúñiga”, comandante del frente 50 de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

La operación se registró en una zona rural montañosa de la cordillera Central en jurisdicción de Ibagué, capital del departamento de Tolima, precisaron fuentes de la Fuerza Aérea Colombiana (FAC).

En la misma acción murió una guerrillera conocida como “Marjury” y de quien las autoridades indicaron que era la “compañera sentimental” de “Enrique Zúñiga”, mientras que siete rebeldes más fueron detenidos.

Alias “Enrique Zúniga”, según las autoridades, era uno de los hombres más buscados en una vasta región de los departamentos de Tolima, Quindío y Risaralda, en el sur y centro-oeste colombianos, por las exigencias de elevadas sumas de dinero a ganaderos y hacendados.

En la zona continúan las operaciones de registro y control con el fin de determinar con exactitud el número de insurgentes abatidos, añadieron las fuentes.

Con esta operación el frente 50 quedaría prácticamente desarticulado

HILLARY CLINTON DENUNCIA NARCOTRAFICANTES LIGADOS A TERRORISMO NA AMERICA LATINA

31 de março de 2010

G8 preocupado por los peligros del narcotráfico para algunos países de Latinoamérica

EFE/Warren Toda

Los países del G8 expresaron hoy su preocupación por los peligros que el narcotráfico está planteando para algunos países de Latinoamérica y el Caribe y sus crecientes implicaciones “también para África y Europa”.

Tras la reunión que mantuvieron en las cercanías de Ottawa los ministros de Asuntos Exteriores del G8, el grupo afirmó “su compromiso para combatir la vulnerabilidad de seguridad a través de la cooperación bilateral y multilateral” como la Organización de Estados Americanos (OEA).

Durante la rueda de prensa final, la secretaria de Estado de EE.UU, Hillary Clinton afirmó que los ministros discutieron “largo y tendido” sobre el peligro del narcotráfico para países de América, Europa y África.

Clinton añadió que el narcotráfico está ligado con “el tráfico de personas, armas y terrorismo” y que la conexión con este último “está en aumento”.

El ministro italiano de Asuntos Exteriores, Franco Frattini, dijo que el G8 tiene “la obligación moral de ayudar” a los países de Latinoamérica y el Caribe en su lucha contra el narcotráfico.

“También porque es nuestro propio interés. Estamos interesados en bloquear estas drogas que pasan por África de camino hacia el norte, a Portugal, España y Europa”, afirmó Frattini.

El ministro italiano añadió que Afganistán es “otra región de preocupación”.

“Todos estamos interesados en intentar encontrar una forma viable de prevenir y luchar contra el narcotráfico procedente de Afganistán, y cómo reemplazar el cultivo de amapola para evitar que la gente pierda su trabajo como agricultores”, explicó Frattini.

En ese sentido, en la noche del lunes, el G8 anunció un programa de desarrollo económico para la zona fronteriza entre Afganistán y Pakistán aunque no comprometió cifras para su implementación.

El programa ha sido denominado Iniciativa de Prosperidad para la Región Fronteriza Afganistán-Pakistán y tiene como objetivo “apoyar el desarrollo del comercio y las infraestructuras fronterizas para fomentar el desarrollo económico y el empleo local en la región”.

Vía EFE

PRESIDENTE DA BOLIVIA cerimônia de posse toma de posesion EVO INDIO MORALES ASSUME SEGUNDO GOVERNO MANDATO COM PODERES ILIMITADOS PARA IMPLANTAR COMUNISMO SOCIALISMO INDIGENA

21 de janeiro de 2010

Evo Morales asume su segundo

mandato con poderes casi

ilimitados

El presidente de Bolivia, Evo Morales, investido este viernes para un segundo mandato de cinco años con un poder casi ilimitado para crear un nuevo Estado socialista e indigenista en reemplazo de “un Estado colonial que se va”, según dijo este jueves.

Morales, de 50 años, asume el poder en una ceremonia en la nueva Asamblea Legislativa -que sustituye al antiguo Congreso nacional-, frente a una oposición debilitada que vio impotente los cambios que logró imponer en su primera gestión.

El mandatario -que en su primer periodo nacionalizó los hidrocarburos y las telecomunicaciones- anunció este jueves que avanzará hacia la “refundación de Bolivia”, despidiendo “un Estado colonial que se va”, según dijo en una ceremonia ritual en la que fue ungido guía espiritual de los pueblos indígenas.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”, explicó esta semana el vicepresidente Alvaro García.

Para impulsar los cambios, Morales -que ganó las elecciones en diciembre con un respaldo del 64%- dispone de una abrumadora mayoría de 2/3 en la nueva Asamblea Legislativa, lo que le permitirá no sólo imponer medidas de transformación sino elegir a discreción las autoridades en los poderes Ejecutivo, Legislativo, Judicial y Electoral.

“Pasamos de un Estado colonial a uno social y plurinacional”

La principal candidatura opositora acumuló apenas 26% de los votos.

Para dar una imagen de la magnitud del cambio, Morales entregará al Congreso la tradicional banda presidencial con los colores amarillo, rojo y verde de la bandera boliviana y recibirá otra en la cual se incluye la bandera multicolor indígena (whipala).

Además, el gobierno decretó que el 22 de enero sea “día de la Fundación del Estado Plurinacional” en paralelo con el 6 de agosto, en que se conmemora la fundación de Bolivia, en 1825, mientras en el Congreso los retratos de los libertadores de Bolivia, Simón Bolívar y Antonio José de Sucre, fueron relegados por los de los héroes indígenas Túpac Katari y Bartolina Sisa.

Al respecto, el ex presidente liberal Carlos Mesa escribió en el diario La Razón este jueves que los actuales gobernantes “no se dan cuenta que aunque saquen todas las estatuas, entierren todas las medallas, cambien el escudo y hagan desaparecer de sus pechos la bandera tricolor, cuando su tiempo termine la historia se impondrá sobre las imposturas”.

El presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

“La bandera de este país es y será siempre una sola, la tricolor, aunque inunden el territorio de wiphalas, y Bolívar y Sucre seguirán siendo figuras singulares de la creación de la patria”, agregó.

En un país de 10 millones de habitantes y con altos índices de pobreza, Morales tendrá varios retos, empezando por el del gas, pues Bolivia posee la segunda reserva más grande de Sudamérica después de Venezuela pero tiene problemas para aumentar la producción.

Igualmente tendrá ante sí la tarea de convencer a la comunidad internacional de que puede luchar contra el narcotráfico sin ayuda de la estadounidense DEA, a la que expulsó el año pasado.

El mandatario, quien sigue siendo presidente de las confederaciones cocaleras de la región del Chapare (zona productora de esa hoja), ha realizado en foros internacionales una cerrada defensa de la coca, que tiene en su país uso medicinal y alimentario.

También el presidente deberá convencer de que no está entrando en un Estado de autoritarismo en momentos en que se despliegan medidas judiciales contra varios de sus principales opositores.

De hecho, el líder opositor Manfred Reyes Villa viajó clandestinamente a Estados Unidos a fines de diciembre, argumentando persecución política luego de que se multiplicaran contra él procesos judiciales por distintas causas.

En un momento en que la oposición política está debilitada, son las regiones las que han hecho contrapeso a Morales.

Por eso para Morales son decisivas las elecciones regionales de abril próximo, si es que quiere seguir extendiendo sus poderes.

Vía “AFP”   

Morales recibe la bendición de los

 líderes religiosos de Bolivia

El presidente boliviano será investido mañana para dar inicio a su segunda legislatura

EUROPA PRESS - La Paz – 21/01/2010

 La bendición de la Pacha Mama

El presidente boliviano, Evo Morales, al momento de recibir la bendición de los sacerdotes aymaras en las ruinas de Tiahuanaco- REUTERS

El presidente boliviano, Evo Morales, ha recibido hoy la bendición de los líderes religiosos del país en un acto previo a la ceremonia de investidura que se celebrará el próximo viernes y que dará comienzo a la segunda legislatura del mandatario.

Morales ha llegado en helicóptero a las ruinas del templo de Tiahuanaco, a 70 kilómetros de La Paz, acompañado por el vicepresidente boliviano, Alvaro García Linera, para recibir la bendición de la Madre Tierra a través de un ritual purificador con agua y fuego, oficiado por sacerdotes aymaras, que les permitirá ejercer con sabiduría sus funciones.

Desde primera hora de la mañana centenares de personas se acercaron a las ruinas indígenas para apoyar a Morales, a los que se sumaron represetantes de movimientos sociales procedentes de Ecuador, Europa, Estados Unidos y Perú, con la participación destacada de la premio Nobel de la Paz, Rigoberta Menchú.

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23 de dezembro de 2009

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

El presidente de Colombia ordena el rescate militar de un gobernador secuestrado por las FARC

Las FARC asesinan al gobernador de Caquetá

VIDEO – AGENCIA ATLAS – 23-12-2009

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.