Arquivo da categoria ‘estadistas’

Uribe: O que é direita:

11 de maio de 2012

Ser de derecha significa, en primer lugar, reconocer el caracter subversivo de los movimientos salidos de la Revolución Francesa, sean ellos el Liberalismo, la Democracia o el Socialismo. Ser de derecha significa, en segundo lugar, detectar la naturaleza decadente de los mitos racionalistas, progresistas, materialistas, que preparan la llegada de la civilización plebeya, el reino de la cantidad, la tiranía de la masa anónima y monstruosa.

http://uribistasencolombia.blogspot.com.br/

Até Obama já descobriu que “”Governar é Abrir Estradas”"

11 de outubro de 2010

http://www.whitehouse.gov/blog/2010/10/11/president-infrastructure-investment-work-needs-be-done-there-are-workers-who-are-rea

So we’re already paying for our failure to act.  And what’s more, the longer our infrastructure erodes, the deeper our competitive edge erodes.  Other nations understand this.  They are going all-in.  Today, as a percentage of GDP, we invest less than half of what Russia does in their infrastructure, less than one-third of what Western Europe does. 

Right now, China’s building hundreds of thousands of miles of new roads.  Over the next 10 years, it plans to build dozens of new airports.  Over the next 20, it could build as many as 170 new mass transit systems. 

Everywhere else, they’re thinking big.  They’re creating jobs today, but they’re also playing to win tomorrow.  So the bottom line is our shortsightedness has come due.  We can no longer afford to sit still.

So that’s why, last month, I announced a new plan for upgrading America’s roads, rails and runways for the long-term.  Over the next six years, we will rebuild 150,000 miles of our roads — enough to circle the world six times.

We will lay and maintain 4,000 miles of our railways — enough to stretch from coast to coast.  And we will restore 150 miles of runways and advance a next generation air-traffic control system that reduces delays for the American people.

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23 de janeiro de 2010
Relação de Obras Viárias
 
Via Norte
Via Norte - Trecho 1

Via Norte Trecho 1

(Obra Concluída)
Início: 10/7/2007
Custo: R$ 6,8 milhões
 
Via Norte - Trecho 2

Via Norte Trecho 2

(Obra em Andamento)
Início: 31/1/2008
Previsão de Término: 31/3/2010
Custo: R$ 15,3 milhões
 
Via Oeste
Via Oeste

Via Oeste – ligação entre os bairros Jd. das Colinas e
Jd. das Indústrias

(Pista Sul concluída)
Início: 28/1/2008
Custo: R$ 5,8 milhões
 
Duplicação SP-50
Duplicação da SP-50

Duplicação da SP-50 Trecho Urbano

(Obra Concluída)
Início: 8/7/2008
Custo: R$ 1,8 milhão
 
Benedito Friggi
Av. Benedito Friggi

Av. Benedito Friggi

(Obra Concluída)
Início: 22/10/2007
Custo: R$ 3,4 milhões
 
Jd. das Flores e Eugênio de Mello (SP-62)
SP-62

Restauração asfáltica, acostamento e ciclovia entre os bairros
Jd. das Flores e Eugênio de Mello (SP-62)
(Obra Concluída)
Início: 13/8/2008
Custo: R$ 1,4 milhão
 
Recapeamento de Avenidas
Av. Pedro Friggi

Recapeamento da Av. Pedro Friggi, das alças do viaduto
Vista Verde, da Av. Numa de Oliveira, da Av. Sebastião H. C. Pontes

(Obra Concluída)
Início: 22/4/2008
Custo: R$ 4,2 milhões
 
Lineu de Moura
Av. Lineu de Moura

Recapeamento e implantação de ciclovia na Av. Lineu de Moura

(Obra Concluída)
Início: 26/8/2008
Custo: R$ 2,5 milhões
 
Florestan Fernandes
Av. Florestan Fernandes

Alargamento, recapeamento e implantação de baias de refúgio na Av. Florestan Fernandes
(Obra Concluída)
Início: 20/10/2008
Custo: R$ 2,09 milhões
 
Teotônio Vilela
Av. Teotônio Vilela

Drenagem, pavimentação, recapeamento e implantação de terceira faixa na Av. Teotônio Vilela
(Obra em Andamento)
Início: 27/5/2008
Previsão de Término: 25/01/2010
Custo: R$ 6.112.805,79
 
Tancredo Neves
Av. Tancredo Neves

Duplicação da Av. Tancredo Neves – Fase 3
(Obra Concluída)
Início: 23/6/2008
Custo: R$ 2,2 milhões
 
Jd. Uirá e Av. Saíras
Trevo Jd. Uirá

Duplicação e restauração asfáltica do trevo do Jd. Uirá e
da Av. Saíras
(Obra Concluída)
Início: 30/6/2008
Custo: R$ 623 mil
 
Avenida Octavio Frias de Oliveira
Av. Octavio Frias de Oliveira

Interligação da Via Dutra com Carvalho Pinto – Fase 3
Parceria com o governo do Estado
(Obra Concluída)
Início: agosto de 2008
Custo: R$ 84,3 milhões
 
Viaduto Talim
Viaduto Talim

Viaduto Talim – Fase 1 – integra a obra de interligação da Rodovia Via Dutra com Carvalho Pinto – Parceria com o governo do Estado
(Obra Concluída)
Início: agosto de 2008
Custo total das obras: R$ 84,3 milhões
 
Portal de Minas
Portal de Minas

Pavimentação asfáltica do Portal de Minas
(Obra Concluída)
Início: 1/7/2008
Custo: R$ 430 mil 
 
Programa de Melhorias Viárias (PMV) e Plano Comunitário de Melhorias (PCM) no bairro Portal de Minas
(Obra Concluída)
Início: 29/8/2008
Custo: R$ 667 mil
 
Viaduto Santa Inês
Viaduto Santa Inês

Viaduto Santa Inês

(Obra em Andamento)
Início: 24/8/2009
Previsão de Término: 20/1/2010
Custo R$ 9,7 milhões

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18 de janeiro de 2010

Ademar Pereira de Barros

Adhemar Pereira de Barros (Piracicaba, 22 de abril de 1901 — Paris, 12 de março de 1969) foi um aviador, médico, empresário e influente político brasileiro entre as décadas de 1930 e 1960.

Pertencente a uma família de tradicionais cafeicultores de São Manuel, no interior do estado de São Paulo, foi prefeito da cidade de São Paulo (1957 — 1961), interventor federal (1938 — 1941) e duas vezes governador de São Paulo (1947 — 1951 e 1963 — 1966). Seus seguidores, até hoje existentes, são chamados de ademaristas.

Concorreu à presidência da república do Brasil em 1955 e em 1960, conquistando, nestas duas eleições, o terceiro lugar. Os bairros paulistanos Cidade Ademar e Jardim Ademar de Barros e a rodovia paulista Rodovia Adhemar de Barros são nomeados em sua homenagem.

Formação acadêmica e a Revolução de 1932

Formou-se em medicina em 1923 pela Escola Nacional de Medicina, (atualmente pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro). Fez especialização no Instituto Oswaldo Cruz. Estudou nos Estados Unidos e fez residência médica em várias cidades européias, onde se tornou aviador, retornando ao Brasil em 1926. Poliglota, Ademar era fluente em alemão, francês, inglês e espanhol.

Em 6 de abril de 1927 casou com Leonor Mendes de Barros, com quem teve quatro filhos: Maria Helena Saad, Ademar Filho, Maria (a Mariazinha) e Antônio (já falecido).

Clinicou até 1932 quando se engajou nas fileiras da Revolução Constitucionalista de 1932, como grande parte dos jovens paulistas de sua época. Com a derrota do movimento constitucionalista de 1932 exilou-se no Paraguai, onde se alistou como médico na Guerra do Chaco, e na Argentina. Nos seus governos sempre procurou beneficiar os ex-combatentes de 1932 com pensões e homenagens, tendo, em 1947, iniciado a construção do Monumento do Soldado Constitucionalista, em São Paulo.

Sobre o movimento de 1932, Ademar discursou, em Santos, em 1934:

“São Paulo levantou-se em armas em 9 de julho de 1932 para livrar o Brasil de um governo que se apossaria de sua direção por efeito de uma revolução… e se perpetuava indefinidamente no poder, esmagando os direitos de um povo livre.. e que trazia o sempre glorioso São Paulo debaixo de das botas e o chicote do senhor!”

Vida pública

Primeiros passos

Foi lançado na política partidária por um tio, que fora senador estadual na República Velha, José Augusto Pereira de Resende, chefe político do Partido Republicano Paulista (PRP) da região de Botucatu.

Em 1934 elegeu-se deputado estadual constituinte pelo PRP, fazendo forte oposição ao governador Armando de Sales Oliveira, denunciando principalmente desmandos na administração do Instituto Butantã na gestão daquele governador. A nova constituição de São Paulo foi promulgada em 9 de julho de 1935.

Quando deputado estadual defendeu a cultura do café, apoiou o candidato José Américo de Almeida, que disputava contra Armando de Sales Oliveira, a presidência da república, nas eleições que deveriam ocorrer em janeiro de 1938. Defendeu presos políticos, entre eles Caio Prado Júnior, e fez oposição ao governo federal de Getúlio Vargas.

Foi deputado estadual até 10 de novembro de 1937, quando Getúlio deu o golpe do Estado Novo e fechou todas as casas legislativas do Brasil.

Interventor federal (1938 – 1941)

Durante o Estado Novo foi nomeado interventor federal no estado de São Paulo pelo então presidente Getúlio Vargas, recomendado por Benedito Valadares e Filinto Müller. Governou São Paulo, como interventor, de 27 de abril de 1938 a 4 de junho de 1941.

Inaugurou, neste seu primeiro governo, as visitas frequentes às pequenas cidades do interior do estado, antes ignoradas pelos governadores. Foram 58 cidades do interior visitadas por Ademar somente nos dois primeiros anos da interventoria, inclusive visitando, em 1939, no extremo oeste do estado, em Andradina, o Rei do Gado, Antônio Joaquim de Moura Andrade.

Cabia a Adhemar, como interventor, nomear todos os prefeitos do estado, através do “Departamento das Municipalidades” que prestava assessoria às prefeituras. Ademar preferiu nomear jovens técnicos para as prefeituras, renovando o quadro político de São Paulo e preterindo os políticos do antigo PRP.

Iniciou, em 1939, a construção do Edifício Altino Arantes, sede do Banco do Estado de São Paulo, que foi inaugurado por Adhemar em 1949, no seu segundo governo. Iniciou a construção do atual edifício-sede da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

Cria e organiza em 5 de dezembro de 1938, pelo Decreto estadual 9.789, a Casa de Detenção de São Paulo, extinguindo a Cadeia Pública e o Presídio Político da Capital. Este decreto previa a separação de réus primários dos presos reincidentes e a separação dos presos pela natureza do delito. Iniciou em 1940 a construção das atuais dependências da Academia de Polícia Militar do Barro Branco.

Iniciou, em 1939, as obras da Rodovia Anchieta, a primeira rodovia brasileira com túneis. Iniciou as obras da Rodovia Anhanguera em 1940. Ambas as rodovias seriam duplicadas no seu primeiro mandato como governador (1947-1951). Ampliou o Aeroporto de Congonhas. Iniciou a retificação do Rio Tietê. Iniciou a construção do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros. Construiu no complexo do Hospital do Mandaqui, um hospital para portadores do pênfigo foliáceo, (fogo selvagem), doença que não recebia, na época, nenhuma assistência.

Para dar impulso às grandes rodovias, reformou o DER, Departamento de Estradas de Rodagem, e criou, nele, um setor especializado nos grandes empreendimentos rodoviários, pelo Decreto estadual n° 10.235, de 30 de maio de 1939, a “Comissão Especial para Construção de Estradas de Rodagem de Alta Classe”.

As escolas estaduais, mesmo as rurais, recebiam, no tempo da interventoria, material escolar para as crianças.

Iniciou a eletrificação da Estrada de Ferro Sorocabana e terminou a Estação Júlio Prestes daquela ferrovia. Iniciou o prolongamento da Estrada de Ferro Araraquara de Mirassol a Santa Fé do Sul, que foi decisivo para o povoamento daquela região, a Alta Araraquarense, na década de 1940. O plano de Ademar era estender a Araraquarense até Cuiabá.

Construiu o Estádio do Pacaembu, em parceria com o então prefeito de São Paulo Prestes Maia, para ser utilizado na Copa do Mundo de 1942, a qual acabou não acontecendo devido à Segunda Guerra Mundial. Também, em parceria com Prestes Maia, realizou o Plano de Avenidas de São Paulo, inaugurando, em 1938, com a presença de Getúlio Vargas, o túnel da Avenida 9 de Julho.

Construiu e entregou o primeiro autódromo brasileiro, Interlagos. Organizou o Instituto de Previdência do Estado de São Paulo.

Em 1940, confiscou o jornal O Estado de S. Paulo, pertencente à família Mesquita e ao seu desafeto político Armando de Salles Oliveira. O jornal só foi devolvido aos seus proprietários em 1945.

Foi acusado de corrupção, e exonerado do cargo de interventor federal pelo presidente Getúlio Vargas, em 1941, mas conseguiu provar sua inocência no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em 1946, no processo 001/1946.

1945 – 1951: o PSP e o primeiro mandato como governador

Em 1945, foi permitida novamente a existência de partidos políticos, os quais haviam sido extintos em 1937. Ademar se filiou à UDN e apoiou o brigadeiro Eduardo Gomes para presidente da república nas eleições de 2 de dezembro de 1945.

Ademar, porém, logo se afastou da UDN e, em 1946, fundou o Partido Republicano Progressista (PRP) que pouco depois se fundiu com o Partido Popular Sindicalista e com o Partido Agrário Nacional, formando o Partido Social Progressista (PSP).

O PSP se tornou o maior partido político de São Paulo do período de 1946 a 1965, e o único partido político com diretórios em todos os municípios do estado de São Paulo.

Com o retorno de Armando Sales de Oliveira, do exílio, em 1945, Ademar tentou se reconciliar com ele, porém não conseguiu por recusa da família de Armando Sales.

Foi eleito governador, em 19 de janeiro de 1947, derrotando Mário Tavares e Hugo Borghi. Governou São Paulo de 14 de março de 1947 até 31 de janeiro de 1951. A Coligação PSP – PCB de Ademar obteve 393 mil votos. Hugo Borghi teve 340 mil votos e Mário Tavares, da coligação PSD – PR, obteve 289 mil votos. A coligação do PSP com o PCB causou protestos entre os membros da Igreja Católica paulista.

Neste período tiveram continuidade importantes obras iniciadas em sua época de interventor, como a construção da segunda pista da Rodovia Anhanguera e a segunda pista da Rodovia Anchieta, ambas pavimentadas e que se tornaram as duas primeiras rodovias brasileiras de pista dupla. As rodovias Anhanguera e Anchieta foram as primeiras rodovias brasileiras com duas faixas de rolamento de cada lado. Adhemar seguiu uma tradição de antigos governantes paulistas, como Washington Luís, que dizia que: “Governar é abrir estradas”.

A pavimentação de estradas, com asfalto e concreto, uma inovação na época, feita por Ademar, era malvista e criticada por muitos políticos, que a consideravam um processo muito caro. Muitos políticos da época entendiam que os recursos públicos estariam mais  empregados se fossem usados na construção de novas estradas de terra e na manutenção e conservação das estradas de terra já existentes.

Seu lema era “São Paulo não pode parar”, que tempos depois seria reiterado por Paulo Maluf. Este lema tornou-se ideal da maioria dos políticos de São Paulo, a tal ponto que, em 1973, o então prefeito de São Paulo, e ex-secretário de obras de Ademar, José Carlos de Figueiredo Ferraz, foi exonerado pelo governador Laudo Natel por ter dito que São Paulo tinha que parar de crescer.

Neste seu segundo governo estadual, o prefeito da capital paulista era de livre nomeação do governador do estado, o que fez com que Ademar controlasse também a prefeitura de São Paulo. Em 1947, Ademar nomeou para a prefeitura de São Paulo, Paulo Lauro que foi o primeiro negro a ocupar o cargo de prefeito da capital paulista.

Cria o Plano Hidrelétrico de São Paulo, base da atual infra-estrutura energética de São Paulo. Este plano foi convertido em lei, em 1955. Cria o Ceasa, Centrais de Abastecimento de São Paulo, para distribuição de alimentos no atacado, administrado atualmente pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).

É criada, depois de uma violenta greve nos transportes na capital, a Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC), empresa estatal de linhas de ônibus urbanos, em 1947.

É inaugurado o Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 1948. É instalada em 1949, na capital paulista, a primeira linha de trólebus do Brasil. É inaugurada a TV Tupi em 1950. Inaugurado, em 1951, a rodovia Presidente Dutra, na época chamada de BR-2, rodovia duplicada apenas em um pequeno trecho de São Paulo até Guarulhos, obra iniciada por Ademar em 1947.

Investindo muito em sanatórios, Ademar torna Campos do Jordão um centro nacional de tratamento da tuberculose. Os sanatórios eram importantes naquela época porque não havia ainda a vacina BCG contra a tuberculose. Ao assumir o governo, Ademar encontrou deficientes mentais misturados aos presos nas cadeias de São Paulo, e os transferiu para hospitais psiquiátricos. Somente no início de 1947, foram transferidos 947 doentes. Criou a FEBEM, Fundação para o Bem-Estar do Menor, e a Campanha do Agasalho.

Foram desapropriados imóveis e executados projetos para a construção da cidade universitária da USP. Criada a FAU da USP. Através da Lei Estadual nº 161, de 24 de setembro de 1948, leva a USP para o interior de São Paulo, criando, entre outras, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, e a Escola de Engenharia de São Carlos, (por intermédio do deputado federal Miguel Petrilli, cuja base eleitoral era São Carlos), que deu origem do Pólo Tecnológico de São Carlos.

Oficializou o Palácio do Horto Florestal de São Paulo como residência de verão do governador do estado. Criou, em 1948, o salário-família para o funcionalismo público estadual. Iniciou a construção do Aeroporto de Viracopos que foi terminado no seu segundo mandato como governador.

Criou, em 10 de janeiro de 1948, a Polícia Rodoviária do Estado de São Paulo, pelo decreto estadual nº 17.868, composta inicialmente por 60 ex-pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB). A Polícia Rodoviária de São Paulo foi popularizada, na década de 1960, através do programa Vigilante Rodoviário da TV Tupi.

Criou, em 14 de dezembro de 1949, pelo decreto estadual n° 19.008-A, a primeira Polícia Ambiental da América do Sul. Criou, em 16 de agosto de 1950, pelo Boletim Geral nº 182, a Delegacia da Polícia Militar, atual Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Acusado de corrupção na Estrada de Ferro Sorocabana e em obras viárias, por deputados estaduais, entre eles Caio Prado Júnior do PCB, fez sua defesa, na Assembléia Legislativa de São Paulo, o seu secretário de viação e obras públicas, Caio Dias Baptista, em 19 de janeiro de 1948, o qual qualificou de caluniosas as acusações.

Às vezes agia diretamente no plano social, como quando recebeu, no Palácio do Governo, segundo depoimento da senhora Irene Silveira, de Penápolis, ela e seu marido, que eram pais de uma menina que sofria de hidrocefalia e ordenou pessoalmente exames e tratamentos nos hospitais públicos. Também enviava, junto com a primeira-dama paulista Dona Leonor Mendes de Barros, cartas, agasalhos e presentes para os pacientes dos sanatórios que construiu. Em 1947, Ademar terminou o balneário de águas terapêuticas de Ibirá, cujas obras, iniciadas por particulares, estavam paralisadas.

Em 1950, Ademar não se candidatou à presidência. E deu seu apoio, como governador, ao candidato Getúlio Vargas, o que foi decisivo para a eleição direta de Getúlio à Presidência da República em 3 de outubro daquele ano. Getúlio teve, em São Paulo, 25% do total de seus votos. Ademar esperava que, em contrapartida, Getúlio o apoiasse nas eleições presidenciais de 1955.

Outro motivo de Ademar não se candidatar à presidência, em 1950, era que teria que deixar o governo de São Paulo com seu vice-governador e adversário político Luís Gonzaga Novelli Júnior, genro do presidente Eurico Dutra.

Ademar conseguiu eleger como seu sucessor, em 1950, o engenheiro Lucas Nogueira Garcez, que governou São Paulo de 1951 a 1955. Durante seu governo, Lucas Garcez rompeu politicamente com Ademar, não o apoiando na sua tentativa de voltar ao governo de São Paulo, nas eleições de 1954, as quais foram vencidas por Jânio Quadros.

Derrotas sucessivas, prefeito da cidade de São Paulo

Em 1954, Ademar foi candidato derrotado ao governo do estado de São Paulo. Jânio Quadros foi o eleito, com 18 mil votos a mais que Ademar. Em 1955, candidatou-se à presidência da república pelo PSP, sendo novamente derrotado. O presidente da república Café Filho, que também era do PSP, não apoiou Ademar. Juscelino Kubitschek foi eleito presidente.

Acusado de corrupção pelo “Caso dos Chevrolet”, exilou-se, pela segunda vez, no Paraguai e na Bolívia. Inocentado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, voltou ao Brasil. O promotor público deste caso foi o jurista Hélio Bicudo.

Em 24 de março de 1957, Ademar foi eleito prefeito da cidade de São Paulo, derrotando Francisco Prestes Maia. Foi eleito para o mandato de 1957 a 1961, sucedendo o prefeito Vladimir de Toledo Piza.

Governou a cidade de São Paulo de 8 de abril de 1957 até 7 de abril de 1961, em uma época que a cidade de São Paulo era chamada de “a cidade que mais cresce no mundo”.

Encontrou a prefeitura de São Paulo com grande déficit orçamentário e excesso de funcionários. Ademar demitiu funcionários públicos e recuperou as finanças da prefeitura de São Paulo. Também foram destaques nesta gestão de Ademar na prefeitura de São Paulo:

-O seu secretariado formado por nomes como Amador Aguiar, José Carlos de Figueiredo Ferraz e Goffredo da Silva Telles Júnior.

-O plano tapa-buracos e a ampliação de avenidas.

-A reforma da Biblioteca Municipal Mário de Andrade.

-A construção de um pequeno túnel no Vale do Anhangabaú, no cruzamento com a Avenida São João – o Buraco do Ademar.

-A visita de Fidel Castro, em 1958, pedindo apoio à Revolução Cubana.

-A inauguração da Ponte aérea Rio-São Paulo em 6 de julho de 1959.

-A Construção da Estação Rodoviária de São Paulo pelos empresários Carlos Caldeira Filho e Octávio Frias de Oliveira, inaugurada em 1961 e desativada em 1981.

-Ademar tentou iniciar a construção de um Metrô na capital paulista, mas, teve que desistir por falta de apoio dos governos estadual e federal.

-Em 1958, afastou-se do cargo de prefeito, e candidatou-se novamente ao governo do estado de São Paulo, sendo derrotado por Carvalho Pinto, que tinha o apoio de Jânio Quadros.

Em 1960, licenciou-se, novamente da prefeitura de São Paulo para concorrer novamente à presidência da república, quando foi novamente derrotado. Jânio Quadros foi o eleito. Intitulando sua postulação como “candidatura de protesto”, obteve o terceiro lugar, com 20% dos votos válidos. E assim, definiu sua campanha à presidência da república, que disputou contra Jânio Quadros e o Marechal Henrique Teixeira Lott:

“Eu protesto contra a deturpação do regime. Se não vamos entrar numa guerra, para que espada? Se não vamos fazer ditadura, mas democracia, para que precisamos do ódio, da vingança, das perseguições e do juízo final, a que se propõe o homem da vassoura? “Entre a Força do Mal e o Mal da Força”, simbolizados na vassoura e na espada, eu sou o caminho. O caminho da Democracia, da Verdade e do Entendimento, simbolizado num “salva-vidas” que é o de que a Nação anda precisando neste caos em que se debate!

Em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros à presidência da república, foi um dos poucos políticos a apoiar o movimento a favor da posse de João Goulart na presidência. Em 1962, concorre ao governo do estado novamente e é eleito.

1963 – 1966: o segundo mandato como governador

Foi eleito, em 1962, pela segunda vez, governador de São Paulo, derrotando Jânio Quadros, com 20 mil votos de diferença, os quais foram obtidos nas pequenas cidades do interior de São Paulo, que Jânio se recusou a visitar, alegando que não precisava de seus votos.

Sucedeu, em 31 de janeiro de 1963, o governador Carvalho Pinto, para governar até 31 de janeiro de 1967, porém governou somente até 6 de junho de 1966.

Ademar voltou a governar em parceria com Prestes Maia que novamente era prefeito de São Paulo (1961-1965). Prestes Maia fora prefeito de São Paulo quando Ademar era interventor no estado de São Paulo (1938-1941).

No início do governo, em 2 de abril de 1964, lançou a Aliança Brasileira para o Progresso, visando incentivar o desenvolvimento econômico através de planejamento e financiamento à ciência e à tecnologia.

Ademar recebeu o presidente Charles de Gaulle, em 1964, em sua visita ao Brasil, visita esta sugerida por Ademar quando este visitou De Gaulle em 1961 em Paris.

No segundo mandato focou a construção de usinas hidrelétricas, sanatórios e hospitais, iniciando as seguintes obras e medidas administrativas:

-Projeto básico do Metrô de São Paulo, criação da comissão encarregada do projeto do Metrô e a liberação de recursos, em 12 de fevereiro de 1963, para o início das obras do Metrô. Ademar disse, no discurso de lançamento do Metrô paulistano, que desconsiderou os conselhos de seus assessores técnicos que não queriam que, em São Paulo, se construísse um Metrô por considerarem muito cara a sua construção.

-Início da construção da maior usina hidrelétrica paulista: a Usina hidrelétrica de Ilha Solteira e a Usina hidrelétrica de Jupiá, em 1965.

-Elaboração dos planos de unificação das companhias hidrelétricas paulistas para a criação da CESP, o que foi implementado pelo seu sucessor, Laudo Natel.

-Criou a “Comissão para Obras Especiais”, responsável pelos grandes empreendimentos rodoviários.

-Rodovia do Oeste, atual Rodovia Castelo Branco, obra considerada, na época, pelos seus adversários, como sendo: “Outra loucura do Ademar, cara e desnecessária”.

A Rodovia Castelo Branco foi, na sua época, a maior obra viária da América Latina, a primeira rodovia brasileira com 3 faixas de rolamento de cada lado e a primeira rodovia brasileira a usar faixas pintadas refletivas.

-A Faculdade de Medicina de Campinas, que daria origem à implantação da Unicamp nos governos seguintes de Laudo Natel e Abreu Sodré. Em 19 de março de 1964 é doado ao Estado de São Paulo, 25 alqueires da Fazenda Santa Cândida, em Campinas, para formação do campus da Unicamp. Ademar nomeou, em 1965, a Comissão Organizadora da Unicamp presidida por Zeferino Vaz que foi o responsável pela implantação da Unicamp.

-Construção da residência oficial de inverno do governador, o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão. Esta obra fora iniciada na interventoria de Ademar em São Paulo (1938-1941).

-Construção do balneário de Águas de Santa Bárbara.

-Criação do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo para gerir os aeroportos estaduais.

-Criação das regiões administrativas do estado de São Paulo.

-Início da construção do Instituto do Coração de São Paulo.

-Transferência da sede do governo do estado de São Paulo do Palácio dos Campos Elísios para o Palácio dos Bandeirantes (que permanece como tal até hoje).

-Criação do Conselho Estadual de Educação, em 1963.

-Criação da Secretaria de Estado dos Negócios de Economia e Planejamento, em 1964.

Ademar foi um dos pioneiros no Brasil em planejamento governamental.

-Cria, em 1963, a Secretaria de Transportes, e a organiza em 1966.

-Organizou através da lei 8.092 de 28 de fevereiro de 1964, a divisão política e administrativa do estado em municípios e distritos. Lei que, com algumas alterações, está em vigência até hoje.

-Embora tendo apoiado a posse, em 1961, de João Goulart na presidência para que seu rival Jânio Quadros não voltasse ao poder, Ademar participou ativamente da conspiração que resultou na Revolução de 1964, liderando a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em São Paulo, em 19 de março de 1964.

Entretanto, isto que não impediu que, em 6 de junho de 1966, fosse afastado do cargo de governador, pelo presidente da república Castelo Branco, e tivesse seus direitos políticos cassados por dez anos, sob a acusação de corrupção, e tivesse confiscadas todas as suas condecorações.

O pretexto para a cassação de Ademar, que vinha fazendo oposição ao regime militar, foi a acusação que Ademar tinha feito nomeações de funcionários públicos em número excessivo. No dia 4 de junho, dois dias antes de ser cassado, Adhemar publicou no Diário Oficial do Estado de São Paulo, uma nota, garantido que as nomeações eram legais e uma necessidade administrativa. Foi substituído pelo vice-governador Laudo Natel que conclui seu mandato e governa até 15 de março de 1967.

Exílio, morte e homenagens

Exilou-se, pela terceira vez em sua carreira política, em Paris, logo depois de ter sido cassado seu mandato de governador, o qual foi seu terceiro mandato político a ser cassado.

Ademar foi operado em janeiro de 1969, de hérnia e litíase. Em 7 de março, Ademar tentou se curar no santuário e gruta de Lourdes na França, onde se acredita haver águas milagrosas. Em Lourdes teve uma síncope. Faleceu, em Paris, em 12 de março de 1969, aos 68 anos, metade dos quais dedicados à vida pública.

Seu corpo foi transladado para o Brasil. Do Aeroporto de Viracopos que ele construíra, até São Paulo, pela Via Anhanguera que ele construíra, houve um grande cortejo fúnebre que chegou a 10 quilômetros de extensão. Foi enterrado no Cemitério da Consolação, na região central da capital paulista, em 16 de março, com grande presença de público. Foi executado o toque de silêncio para o veterano da Revolução de 1932.

Recebeu uma condecoração póstuma, em 1982, pelo governo de São Paulo, através do decreto nº 18.732, de 23 de abril de 1982, pelo então governador Paulo Maluf, um ademarista, quando foi admitido no grau de Grã-Cruz, no Quadro Regular da Ordem do Ipiranga. A Lei estadual nº 2.457, de 1980, também da época de Paulo Maluf, dá o nome de Dr. Adhemar Pereira de Barros, ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Foi homenageado, também, dando-se o seu nome à rodovia SP-340 – Rodovia Governador Doutor Adhemar de Barros, que liga Campinas a Águas da Prata, pela lei nº 1382, de 6 de setembro de 1977. Em 1978, na capital paulista, a Escola Municipal de 1º Grau do Jardim Ipê, tornou-se a “EMPG Prefeito Adhemar de Barros”. A Lei estadual nº 4.369, de 9 de novembro de 1984, institui, no estado de São Paulo, a Semana Doutor Adhemar de Barros, a ser comemorada, anualmente, de 22 a 28 de abril.

Em 2001, foi comemorado o centenário de nascimento de Ademar, tendo, sua família, doado seu arquivo particular ao Arquivo do Estado de São Paulo e lançado um site e um livro sobre sua vida e obra.

Um projeto de lei, do senador Henrique de La Rocque Almeida, de 1980, visando a anistia a Ademar, devolvendo-lhe suas condecorações, não prosperou, sendo arquivado em 1984.

O estilo Adhemar de governar

Construiu usinas hidrelétricas e muitas rodovias de grande porte, continuando a tradição de Washington Luís, do qual Ademar era admirador confesso. Por outro lado realizou também muitas obras e ações de caráter social, construindo escolas, bibliotecas no interior do estado, hospitais e sanatórios, afirmando, no seu manifesto de candidato à presidência em 1960, que:

 ”Por onde passar a energia elétrica, passarão o transporte, o médico e o livro”

Uma característica fundamental de Ademar era a ênfase no planejamento das ações de governo, no qual foi um dos pioneiros no Brasil.

O estilo político “tocador de obra” e seu visual característico: mangas de camisa arregaçadas e suspensórios, se opunha ao populismo conservador e moralizante de Jânio Quadros. Esse estilo “tocador de obra” retornaria posteriormente, nas gestões de outros governadores, como Paulo Maluf e Orestes Quércia que, em alguns casos, incorporaram partes desse figurino ademarista de tocar obras, arregaçar a camisa e amassar barro.

Ademar era capaz de grandes frases de efeito, e uma das suas frases mais conhecidas foi chamar, por ter grande concentração de comunistas, a atual Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo de “O abacaxi deixado pelo doutor Armando de Sales Oliveira”.

Suas campanhas eleitorais eram bem elaboradas, sendo que Ademar e Hugo Borghi são considerados os pioneiros do Marketing eleitoral no Brasil.

Um dos slogans de campanha eleitoral de Ademar de Barros, não assumido abertamente, era: “Ademar rouba, mas faz”, que apesar de ser uma frase cunhada por seu adversário Paulo Duarte, acabou por ser o lema de sua campanha eleitoral para prefeito de São Paulo, em 1957, se promovendo em cima das inúmeras acusações de corrupção, na época, chamadas de negociatas.

Era acusado também de desvio de verbas públicas nos períodos em que era chefe do executivo paulista. E quanto a desvio de verbas, seus adversários diziam que existia a “Caixinha do Ademar” para financiar as campanhas eleitorais de Ademar.

O mais comentado processo contra Ademar foi, em 1956, o “Caso dos Chevrolets”, que o levou a exilar-se no Paraguai e na Bolívia. Ademar logo voltou do exílio, dizendo que queria ser absolvido pelo povo nas urnas. Foi eleito prefeito de São Paulo em 1957. O promotor do caso foi o jurista Hélio Bicudo. Adhemar foi defendido pelos advogados Ataliba Nogueira e Esther de Figueiredo Ferraz, que se tornaria a primeira mulher a ocupar o cargo de ministro de estado no Brasil. Foi absolvido das acusações pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por 16 votos contra 12. Ademar publicou na revista “O Mundo Ilustrado”, em 1956, um relato das dificuldades que enfrentou neste seu segundo exílio. Entre outras dificuldades, Ademar, piloto, conta que voou sem auxílio de instrumentos, guiado só por mapas e que quando chegou ao Paraguai lhe informaram de um plano para assassiná-lo.

Ademar gostava muito de eleição e disputava todas que podia, mesmo quando tinha poucas chances de ganhar. Foi alvo constante de caricaturistas e humoristas e do bom humor do povo, que chamava um pequeno túnel por ele construído no centro da cidade de São Paulo de o buraco do Ademar. A dupla caipira “Alvarenga e Ranchinho”, parodiando um anúncio radiofônico do remédio Melhoral, cantava:

 ”Ademá, Ademá, é mió e num faz má”.

Também provocava risos quando, já nos tempos do Palácio dos Bandeirantes, uma amante telefonava para ele e Ademar atendia: – Como vai, Doutor Rui!… Um beijo Dr. Rui!

Estava sempre se revezando na prefeitura de São Paulo e no governo do estado de São Paulo com Jânio Quadros, seu eterno rival, e cuja política era sempre suspender suas obras. Curiosamente, ambos, Ademar e Jânio, eram adeptos da maçonaria, como se vê na lista de maçons famosos nos sítios da maçonaria brasileira. Ademar de Barros foi iniciado maçom, no dia 12 de dezembro de 1949 pela “Loja Guatimozin 66″, conforme consta nas atas daquela loja. Na sua campanha presidencial de 1960, o Arcebispo de Porto Alegre D. Alfredo Vicente Scherer fez campanha contra Ademar, pedindo aos católicos que não votassem em Ademar por este ser maçom.

A visão dos ademaristas sobre a ascensão do janismo na política paulista é explicada assim por um líder ademarista da região de Bauru:

 O Brasil parou de se desenvolver quando deixaram de votar neste homem (Ademar) para votarem em Jânio Quadros! — José Manuel Álvares

A rivalidade entre o ademarismo e o janismo marcou época em São Paulo nas décadas de 1950 e 1960. Essa rivalidade e os comícios (meetings) pelo interior de São Paulo entraram para o folclore político do estado de São Paulo e do Brasil, e se tornaram acontecimentos inesquecíveis para os paulistas daquela época.

Três exemplos deste folclore político:

-Em um comício em Bauru, Ademar, batendo a mão no bolso, exclamou: – Neste bolso nunca entrou dinheiro do povo! -Está de calça nova, Doutor! Gritou alguém na multidão, segundo depoimento de Paulo Silveira.

-Em São José dos Campos, segundo depoimento do Sr. Mário Carvalho de Araújo, Ademar não hesitou em descer do palanque, interrompendo seu comício, e se dirigir a um homem que estava encostado em uma árvore com um charuto e fumá-lo com o homem, deixando todos surpresos e rindo.

-Em Penápolis, houve um acontecimento inusitado: Sempre ligado ao social, Adhemar escutou prostitutas, no palanque, em um comício, onde elas reclamaram de suas más condições de vida, segundo depoimento da moradora Luciana de Castro.

O caso do cofre do Ademar

Mesmo depois de falecido, Ademar foi alvo de escândalo: em 18 de junho de 1969, membros do movimento guerrilheiro VAR-Palmares assaltaram, no Rio de Janeiro, um suposto cofre de Ademar, localizado na casa de sua ex-secretária Anna Gimel Benchimol Capriglione, que teria sido, segundo algumas versões, sua amante. O episódio ficou conhecido como o “Caso do Cofre do Ademar”, e entre os participantes da ação, denominada PAC (Plano de Ação do Cofre), estaria, segundo algumas versões, a ministra Dilma Roussef e o ministro Carlos Minc, membros do VAR-Palmares[6]. O valor subtraído, que, segundo a VAR-Palmares, foi de US$ 2,600,000.00, equivale hoje, corrigido pela inflação do dólar de 1969 a 2009, a 16,5 milhões de dólares. Anna Gimel, porém, declarou à polícia carioca que, no cofre, achavam-se apenas documentos.

Empresário

Foi proprietário da fábrica de chocolates Lacta, além de possuir interesses na área imobiliária, especialmente a Imobiliária Aricanduva. Foi responsável pelo loteamento, na capital paulista, que se tornou o Jardim Leonor, nome de sua esposa.

Ajudou a desenvolver parte do bairro do Morumbi em São Paulo, na década de 1960, quando o governo do estado comprou o Palácio dos Bandeirantes e seu vice-governador Laudo Natel, então presidente do São Paulo Futebol Clube, construiu o Estádio do Morumbi. Na década de 1940, a construção do Estádio do Pacaembu por Ademar, tinha dado também origem ao bairro homônimo.

Foi sócio da empresa cinematográfica “Divulgação Cinematográfica Bandeirantes” e da Rádio Bandeirantes, que mais tarde dariam origem à Rede Bandeirantes de rádio e televisão, hoje presidida por seu neto Johnny Saad, e que se localiza no bairro do Morumbi na capital paulista.

Foi presidente das Fábricas Redenção e Nossa Senhora Mãe dos Homens, proprietário de fazendas no interior do estado de São Paulo, da Fábrica de Produtos Quíjicos Vale do Paraíba, da Sociedade Extrativa de Taubaté, com plantação de cacau para a Lacta, e da Sociedade Extrativa Limitada de Itapeva.

Lacta

A empresa Lacta, fabricante brasileira de chocolates, conhecida por marcas e produtos de sucesso, foi de propriedade de Ademar de Barros.

Após sua morte, a gestão da empresa passou a seu filho, o também político Ademar de Barros Filho. Em 1996, após brigas entre a família, a empresa foi vendida à Kraft Foods.

Herdeiros políticos

Cientistas políticos não conseguem estabelecer claramente uma espécie de herdeiro político do ademarismo. O estilo de governo Paulo Maluf pode ter sido influenciado em alguns aspectos pelo estilo de Ademar, porém eles não foram aliados políticos. A carreira política do governador Paulo Maluf começou com sua nomeação para prefeito de São Paulo, justamente no dia do falecimento de Ademar: 12 de março de 1969.

A influência do ademarismo na política paulista continuou mesmo depois de extinto o PSP, sendo que em 1972, 60% dos prefeitos eleitos naquele ano no estado de São Paulo eram oriundos do PSP.

Ademar de Barros Filho seguiu carreira política e chegou a se eleger deputado federal, várias vezes, entre 1966 e 1994, e foi também secretário de estado em São Paulo na década de 1970. Seus filhos o impediram de fazer empréstimos em dinheiro para as campanhas políticas. Tanto Ademar Filho, como os ademaristas, em geral, quando se lembram de Ademar, o chamam de “O velho Ademar”.

Biografia sumária

Deputado estadual em São Paulo (1935-1937)

Interventor federal em São Paulo (1938-1941)

Governador de São Paulo (1947-1951 e 1963-1966)

Prefeito de São Paulo (1957-1961)

Bibliografia

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23 de dezembro de 2009
História das Rodovias

A Nova Era das Rodovias Brasileiras

A rodovia Castelo Branco (SP 280) representou um marco no rodoviarismo brasileiro. Nela foram introduzidas novas técnicas de engenharia rodoviária que serviram de base para os projetos da Bandeirantes, que liga São Paulo a Campinas, Ayrton Senna e Carvalho Pinto.
Os primeiros estudos da sua construção são de 1953, segundo o DER-SP, já o projeto é de 1961. A construção teve início em 1963, quando foi criada a Comissão para Obras Especiais, no governo Ademar de Barros. Na época, a rodovia era denominada de Auto- Estrada do Oeste. Sua função seria abrir um novo caminho em direção a Mato Grosso e Paraná. Em 1967, através do decreto 48.275 passou a ser denominada de Rodovia Castelo Branco, homenagem do Governador do Estado de São Paulo de então, Roberto de Abreu Sodré, ao ex-presidente, que apoiou a construção, apesar de ser considerada por muitos uma obra faraônica de Ademar de Barros, mal visto pelo governo militar.
A Castelo Branco foi inaugurada em três etapas. A primeira, em 10 de novembro de 1968, ligando São Paulo a Torre da Pedra, numa extensão de 170km. O segundo trecho foi em 31 de janeiro de 1971, com mais 58 km até o entroncamento de São Manuel e Avaré. A terceira e última fase, com 74km, foi até o acesso a SP 125, já próximo do Norte do Paraná.
Na década de 60, foi considerada a maior rodovia da América Latina. O traçado original foi respeitado até hoje e a rodovia é considerada uma das mais seguras do país. Foi a primeira rodovia do Brasil com três faixas de rolamento de cada lado , com trechos em que o canteiro central possui 30 metros de largura.

Segurança como Prioridade


Segundo o engenheiro-chefe da obra, entre 1963 e 1971, Raul Renato Tucunduva Filho, a segurança foi uma das prioridades. “A Castelo foi a primeira rodovia brasileira com faixas pintadas refletivas. Para garantir a uniformidade da qualidade da mistura, construímos uma usina de asfalto especialmente para isso” lembra Tucunduva, que recorda os comentários de que a obra era mais uma loucura do Ademar de Barros. “Apesar das críticas, a Castelo atingiu sua capacidade máxima no trecho inicial antes do previsto e, hoje, a concessionária responsável está sendo obrigada a construir as marginais” esclarece o engenheiro.
No dia em que foi liberada ao público, ocorreu o primeiro acidente com vítima fatal. Um jovem de Itapetininga capotou com um fusca e faleceu. O acidente criou o mito de que a rodovia tinha ventos muito fortes que causavam capotamentos. “Muitas pessoas tinham medo de usar a Castelo” recorda Paulino Oliveira, atual diretor do DR – 2 do DER, que estreou a nova rodovia num velho jeep. “Ao sair de São Paulo fui perguntando onde era o acesso à nova estrada, pois, na época, não existiam as marginais de São Paulo.”

Primeiro Acidente


Os acidentes que ocorrem na Castelo Branco, principalmente depois de Barueri, são ocasionados por motorista que dorme ao volante. A rodovia é tão segura que foi projetada para não permitir o ofuscamento dos faróis de quem vem em sentido oposto.
As maiores obras de arte da Castelo são consideradas o Cebolão, no encontro das marginais, a ponte sobre o Rio Tietê e o grande viaduto na serra de Botucatu.
Em 30 de março de 1998, o trecho inicial da Castelo Branco até o km 79, passou a ser administrado pela Via Oeste, concessionária privada, que dentre outras obras está realizando a construção das marginais para desafogar o excesso de tráfego existente atualmente, quando mais de 100.000 veículos trafegam na rodovia num único dia.
O engenheiro Tucunduva, que comandou as obras da Castelo na sua fase mais importante, recorda com emoção o dia da inauguração:
 


“A sensação que nós tínhamos é que estavamos iniciando uma nova era.” E a Castelo Branco foi, de fato, o primeiro quilômetro de um novo tempo do rodoviarismo brasileiro. 

 

 

NAPOLEÃO BONAPARTE 240 ANOS HOJE anaiversário frases cérebres

15 de agosto de 2009

«Il n’y a que deux puissances au monde, le sabre et l’esprit: à la longue, le sabre est toujours vaincu par l’esprit
NAPOLEON

Meu primeiro voto – o que é voto consciente – eleições Adhemar x Jânio

24 de janeiro de 2009

Meu primeiro voto!!!

Minha primeira eleição foi em Aparecida, estudava em um seminário.
O Dr.Adhemar de Barros, maior político administrador de São Paulo de todos os tempos….
Agiu em todos os campos principalmente na saúde e saneamento.
Hospital das Clínicas, Incor, Emílio Ribas, Hospital e Faculdade de Botucatu…
De quebra, o Estádio Municipal do Pacaembu….Que visão!
No social, que primeira dama a Da.Leonor Mendes de Barros…..
Puxa isso me emociona e me deixa comovido e chateado porque realmente ele foi insubstituível….Gostaria que hoje o país tivesse pelo menos alguns políticos com 10% da sua capacidade administrativa.
Lembro-me que estudava com os padres em Aparecida do Norte….
Época de campanha, 1.962….
Em cena, os candidatos Jânio da Silva Quadros, José Bonifácio Coutinho Nogueira, Dr.Adhemar de Barros.
Os candidatos visitavam os padres para pedir apoio….
Em geral, foram recebidos com muita cortesia e até pompa…..
O Sr. Jânio atrasou sua chegada, como de costume, em 2 horas….mas foi muito bem recebido e falou muito da sua reconquista ao poder…..
O Sr.José Bonifácio, candidato de coligação grande, PR-PDC-UDN-PTB e PRP, com o apoio direto do então governador Carvalho Pinto, que se colocara contra o seu criador, o Sr. Jánio Quadros, tinha a simpatia do clero e andava sempre ao lado do então governador.
Mas o Dr. Adhemar de Barros foi recebido friamente. Lembro-me muito bem que apenas um dos padres, o Pe. Carlos Silva, via no Dr.Adhemar o político consistente que daria mais tranquilidade ao país, após a irresponsável renúncia do Presidente Janio Quadros…
Ninguém queria gravar o discurso do Dr.Adhemar.
Fui ao Pe. Carlos Silva, pedi que arranjasse um gravador e, com muito orgulho, gravei as palavras daquele grande estadista, segurando ao seu lado, bem pertinho, o microfone e aí ouvi algo muito interessante naquela campanha.
O Dr. Adhemar começou sua preleção dizendo que sua campanha era uma campanha de revolta….Ele queria segurar o “demônio” pelos chifres, referindo-se ao candidato oposto Sr. Jânio Quadros. Explicou que tinha oferecido ao Professor Carvalho Pinto apoio ao seu candidato Sr. José Bonifácio, que ainda considerava imberbe, uma criança que teria muitas dificuldades para enfrentar a grande fera(Sr.Jânio). Mas o Prof.Carvalho Pinto não aceitou o apoio do Dr. Adhemar.
Assim, ele partiu para uma campanha isolada, sem apoios, contra tudo e todos, inclusive não recebendo o beneplácito da igreja católica.
Venceu, segurou os chifres do “demônio” e mostrou o “beabá” da política ao inexperiente Prof. Carvalho Pinto, que se tornara governador apenas graças ao eleitorado robusto do Sr. Jânio Quadros….
Foi o meu primeiro voto….comecei muito bem….
Não tenho essa gravação….Mas considerando a importância desse emérito político e administrador, vou tentar encontrá-la, ainda que depois de 45 anos…….
 

Que falta nos faz o Dr.Adhemar!

DOENÇAS CONTAGIOSAS
O tema é pouco veiculado….ou melhor, é veiculado apenas focalizando a AIDS….
Entretanto há uma doença que vem ceifando vidas aqui no Brasil e, contagiosa, é pouco tema da mídia : a tuberculose!
O administrador Dr. AdHemar de Barros, nos anos entre 1940 e 1950, foi muito preocupado, empenhando-se muito na construção de sanatórios em S.José dos Campos e Campos do Jordão…
Lamentavelmente hoje não percebemos mais esse empenho e a doença silenciosamente vai ressurgindo….
Outra coisa muito séria e até triste….O nosso Hospital das Clínicas com problemas de manutenção….Por favor, Dr.Adhemar, inspire nossas autoridades de hoje…..  
Nossos dias prescindem de um administrador como o Dr. Adhemar de Barros e de uma primeira dama como Da.Leonor Mendes de Barros….
Em suas mãos a estrutura de hoje, melhor dizendo, o disponível de caixa, teríamos maravilhas em realizações….
Cumpre-nos agora, que não podemos reverter, manter viva a memória dessas duas eminentes pessoas que realizaram de verdade em nosso país, especialmente no nosso estado de São Paulo.”"”"
Sr. Antônio , depoimento no orkut.

Estadista George Bush se despede, salve o 43th presidente

16 de janeiro de 2009
President George W. Bush’s Farewell
Address to the Nation

East Room, The White House
Washington, DC
January 15, 2009

8:01 P.M. EST

THE PRESIDENT: Fellow citizens: For eight years, it has been my honor to serve as your President. The first decade of this new century has been a period of consequence — a time set apart. Tonight, with a thankful heart, I have asked for a final opportunity to share some thoughts on the journey that we have traveled together, and the future of our nation.

Five days from now, the world will witness the vitality of American democracy. In a tradition dating back to our founding, the presidency will pass to a successor chosen by you, the American people. Standing on the steps of the Capitol will be a man whose history reflects the enduring promise of our land. This is a moment of hope and pride for our whole nation. And I join all Americans in offering best wishes to President-Elect Obama, his wife Michelle, and their two beautiful girls.

Tonight I am filled with gratitude — to Vice President Cheney and members of my administration; to Laura, who brought joy to this house and love to my life; to our wonderful daughters, Barbara and Jenna; to my parents, whose examples have provided strength for a lifetime. And above all, I thank the American people for the trust you have given me. I thank you for the prayers that have lifted my spirits. And I thank you for the countless acts of courage, generosity, and grace that I have witnessed these past eight years.

This evening, my thoughts return to the first night I addressed you from this house — September the 11th, 2001. That morning, terrorists took nearly 3,000 lives in the worst attack on America since Pearl Harbor. I remember standing in the rubble of the World Trade Center three days later, surrounded by rescuers who had been working around the clock. I remember talking to brave souls who charged through smoke-filled corridors at the Pentagon, and to husbands and wives whose loved ones became heroes aboard Flight 93. I remember Arlene Howard, who gave me her fallen son’s police shield as a reminder of all that was lost. And I still carry his badge.

As the years passed, most Americans were able to return to life much as it had been before 9/11. But I never did. Every morning, I received a briefing on the threats to our nation. I vowed to do everything in my power to keep us safe.

Over the past seven years, a new Department of Homeland Security has been created. The military, the intelligence community, and the FBI have been transformed. Our nation is equipped with new tools to monitor the terrorists’ movements, freeze their finances, and break up their plots. And with strong allies at our side, we have taken the fight to the terrorists and those who support them. Afghanistan has gone from a nation where the Taliban harbored al Qaeda and stoned women in the streets to a young democracy that is fighting terror and encouraging girls to go to school. Iraq has gone from a brutal dictatorship and a sworn enemy of America to an Arab democracy at the heart of the Middle East and a friend of the United States.

There is legitimate debate about many of these decisions. But there can be little debate about the results. America has gone more than seven years without another terrorist attack on our soil. This is a tribute to those who toil night and day to keep us safe — law enforcement officers, intelligence analysts, homeland security and diplomatic personnel, and the men and women of the United States Armed Forces.

Our nation is blessed to have citizens who volunteer to defend us in this time of danger. I have cherished meeting these selfless patriots and their families. And America owes you a debt of gratitude. And to all our men and women in uniform listening tonight: There has been no higher honor than serving as your Commander-in-Chief.

The battles waged by our troops are part of a broader struggle between two dramatically different systems. Under one, a small band of fanatics demands total obedience to an oppressive ideology, condemns women to subservience, and marks unbelievers for murder. The other system is based on the conviction that freedom is the universal gift of Almighty God, and that liberty and justice light the path to peace.

This is the belief that gave birth to our nation. And in the long run, advancing this belief is the only practical way to protect our citizens. When people live in freedom, they do not willingly choose leaders who pursue campaigns of terror. When people have hope in the future, they will not cede their lives to violence and extremism. So around the world, America is promoting human liberty, human rights, and human dignity. We’re standing with dissidents and young democracies, providing AIDS medicine to dying patients –- to bring dying patients back to life, and sparing mothers and babies from malaria. And this great republic born alone in liberty is leading the world toward a new age when freedom belongs to all nations.

For eight years, we‘ve also strived to expand opportunity and hope here at home. Across our country, students are rising to meet higher standards in public schools. A new Medicare prescription drug benefit is bringing peace of mind to seniors and the disabled. Every taxpayer pays lower income taxes. The addicted and suffering are finding new hope through faith-based programs. Vulnerable human life is better protected. Funding for our veterans has nearly doubled. America’s air and water and lands are measurably cleaner. And the federal bench includes wise new members like Justice Sam Alito and Chief Justice John Roberts.

When challenges to our prosperity emerged, we rose to meet them. Facing the prospect of a financial collapse, we took decisive measures to safeguard our economy. These are very tough times for hardworking families, but the toll would be far worse if we had not acted. All Americans are in this together. And together, with determination and hard work, we will restore our economy to the path of growth. We will show the world once again the resilience of America’s free enterprise system.

Like all who have held this office before me, I have experienced setbacks. There are things I would do differently if given the chance. Yet I’ve always acted with the best interests of our country in mind. I have followed my conscience and done what I thought was right. You may not agree with some of the tough decisions I have made. But I hope you can agree that I was willing to make the tough decisions.

The decades ahead will bring more hard choices for our country, and there are some guiding principles that should shape our course.

While our nation is safer than it was seven years ago, the gravest threat to our people remains another terrorist attack. Our enemies are patient, and determined to strike again. America did nothing to seek or deserve this conflict. But we have been given solemn responsibilities, and we must meet them. We must resist complacency. We must keep our resolve. And we must never let down our guard.

At the same time, we must continue to engage the world with confidence and clear purpose. In the face of threats from abroad, it can be tempting to seek comfort by turning inward. But we must reject isolationism and its companion, protectionism. Retreating behind our borders would only invite danger. In the 21st century, security and prosperity at home depend on the expansion of liberty abroad. If America does not lead the cause of freedom, that cause will not be led.

As we address these challenges — and others we cannot foresee tonight — America must maintain our moral clarity. I’ve often spoken to you about good and evil, and this has made some uncomfortable. But good and evil are present in this world, and between the two of them there can be no compromise. Murdering the innocent to advance an ideology is wrong every time, everywhere. Freeing people from oppression and despair is eternally right. This nation must continue to speak out for justice and truth. We must always be willing to act in their defense — and to advance the cause of peace.

President Thomas Jefferson once wrote, “I like the dreams of the future better than the history of the past.” As I leave the house he occupied two centuries ago, I share that optimism. America is a young country, full of vitality, constantly growing and renewing itself. And even in the toughest times, we lift our eyes to the broad horizon ahead.

I have confidence in the promise of America because I know the character of our people. This is a nation that inspires immigrants to risk everything for the dream of freedom. This is a nation where citizens show calm in times of danger, and compassion in the face of suffering. We see examples of America’s character all around us. And Laura and I have invited some of them to join us in the White House this evening.

We see America’s character in Dr. Tony Recasner, a principal who opened a new charter school from the ruins of Hurricane Katrina. We see it in Julio Medina, a former inmate who leads a faith-based program to help prisoners returning to society. We’ve seen it in Staff Sergeant Aubrey McDade, who charged into an ambush in Iraq and rescued three of his fellow Marines.

We see America’s character in Bill Krissoff — a surgeon from California. His son, Nathan — a Marine — gave his life in Iraq. When I met Dr. Krissoff and his family, he delivered some surprising news: He told me he wanted to join the Navy Medical Corps in honor of his son. This good man was 60 years old — 18 years above the age limit. But his petition for a waiver was granted, and for the past year he has trained in battlefield medicine. Lieutenant Commander Krissoff could not be here tonight, because he will soon deploy to Iraq, where he will help save America’s wounded warriors — and uphold the legacy of his fallen son.

In citizens like these, we see the best of our country – resilient and hopeful, caring and strong. These virtues give me an unshakable faith in America. We have faced danger and trial, and there’s more ahead. But with the courage of our people and confidence in our ideals, this great nation will never tire, never falter, and never fail.

It has been the privilege of a lifetime to serve as your President. There have been good days and tough days. But every day I have been inspired by the greatness of our country, and uplifted by the goodness of our people. I have been blessed to represent this nation we love. And I will always be honored to carry a title that means more to me than any other – citizen of the United States of America.

And so, my fellow Americans, for the final time: Good night. May God bless this house and our next President. And may God bless you and our wonderful country. Thank you. (Applause.)

END 8:14 P.M. EST

Discurso de Posse de Ronald Wilson Reagan 1981 estadista discursos antológicos retórica discursos históricos déficit público liberais

31 de dezembro de 2008

 http://www.youtube.com/watch?v=EbE_9MdASDE&eurl=http://www.orkut.com.br/FavoriteVideos.aspx?uid=7686877245421738849&na=2&nst=180

Inaugural Address

January 20, 1981

Senator Hatfield, Mr. Chief Justice, Mr. President, Vice President Bush, Vice President Mondale, Senator Baker, Speaker O’Neill, Reverend Moomaw, and my fellow citizens:

To a few of us here today this is a solemn and most momentous occasion, and yet in the history of our nation it is a commonplace occurrence. The orderly transfer of authority as called for in the Constitution routinely takes place, as it has for almost two centuries, and few of us stop to think how unique we really are. In the eyes of many in the world, this every-4-year ceremony we accept as normal is nothing less than a miracle.

Mr. President, I want our fellow citizens to know how much you did to carry on this tradition. By your gracious cooperation in the transition process, you have shown a watching world that we are a united people pledged to maintaining a political system which guarantees individual liberty to a greater degree than any other, and I thank you and your people for all your help in maintaining the continuity which is the bulwark of our Republic.

The business of our nation goes forward. These United States are confronted with an economic affliction of great proportions. We suffer from the longest and one of the worst sustained inflations in our national history. It distorts our economic decisions, penalizes thrift, and crushes the struggling young and the fixed-income elderly alike. It threatens to shatter the lives of millions of our people.

Idle industries have cast workers into unemployment, human misery, and personal indignity. Those who do work are denied a fair return for their labor by a tax system which penalizes successful achievement and keeps us from maintaining full productivity.

But great as our tax burden is, it has not kept pace with public spending. For decades we have piled deficit upon deficit, mortgaging our future and our children’s future for the temporary convenience of the present. To continue this long trend is to guarantee tremendous social, cultural, political, and economic upheavals.

You and I, as individuals, can, by borrowing, live beyond our means, but for only a limited period of time. Why, then, should we think that collectively, as a nation, we’re not bound by that same limitation? We must act today in order to preserve tomorrow. And let there be no misunderstanding: We are going to begin to act, beginning today.

The economic ills we suffer have come upon us over several decades. They will not go away in days, weeks, or months, but they will go away. They will go away because we as Americans have the capacity now, as we’ve had in the past, to do whatever needs to be done to preserve this last and greatest bastion of freedom.

In this present crisis, government is not the solution to our problem; government is the problem. From time to time we’ve been tempted to believe that society has become too complex to be managed by self-rule, that government by an elite group is superior to government for, by, and of the people. Well, if no one among us is capable of governing himself, then who among us has the capacity to govern someone else? All of us together, in and out of government, must bear the burden. The solutions we seek must be equitable, with no one group singled out to pay a higher price.

We hear much of special interest groups. Well, our concern must be for a special interest group that has been too long neglected. It knows no sectional boundaries or ethnic and racial divisions, and it crosses political party lines. It is made up of men and women who raise our food, patrol our streets, man our mines and factories, teach our children, keep our homes, and heal us when we’re sick — professionals, industrialists, shopkeepers, clerks, cabbies, and truckdrivers. They are, in short, “We the people,” this breed called Americans.

Well, this administration’s objective will be a healthy, vigorous, growing economy that provides equal opportunities for all Americans with no barriers born of bigotry or discrimination. Putting America back to work means putting all Americans back to work. Ending inflation means freeing all Americans from the terror of runaway living costs. All must share in the productive work of this “new beginning,” and all must share in the bounty of a revived economy. With the idealism and fair play which are the core of our system and our strength, we can have a strong and prosperous America, at peace with itself and the world.

So, as we begin, let us take inventory. We are a nation that has a government — not the other way around. And this makes us special among the nations of the Earth. Our government has no power except that granted it by the people. It is time to check and reverse the growth of government, which shows signs of having grown beyond the consent of the governed.

It is my intention to curb the size and influence of the Federal establishment and to demand recognition of the distinction between the powers granted to the Federal Government and those reserved to the States or to the people. All of us need to be reminded that the Federal Government did not create the States; the States created the Federal Government.

Now, so there will be no misunderstanding, it’s not my intention to do away with government. It is rather to make it work — work with us, not over us; to stand by our side, not ride on our back. Government can and must provide opportunity, not smother it; foster productivity, not stifle it.

If we look to the answer as to why for so many years we achieved so much, prospered as no other people on Earth, it was because here in this land we unleashed the energy and individual genius of man to a greater extent than has ever been done before. Freedom and the dignity of the individual have been more available and assured here than in any other place on Earth. The price for this freedom at times has been high, but we have never been unwilling to pay that price.

It is no coincidence that our present troubles parallel and are proportionate to the intervention and intrusion in our lives that result from unnecessary and excessive growth of government. It is time for us to realize that we’re too great a nation to limit ourselves to small dreams. We’re not, as some would have us believe, doomed to an inevitable decline. I do not believe in a fate that will fall on us no matter what we do. I do believe in a fate that will fall on us if we do nothing. So, with all the creative energy at our command, let us begin an era of national renewal. Let us renew our determination, our courage, and our strength. And let us renew our faith and our hope.

We have every right to dream heroic dreams. Those who say that we’re in a time when there are not heroes, they just don’t know where to look. You can see heroes every day going in and out of factory gates. Others, a handful in number, produce enough food to feed all of us and then the world beyond. You meet heroes across a counter, and they’re on both sides of that counter. There are entrepreneurs with faith in themselves and faith in an idea who create new jobs, new wealth and opportunity. They’re individuals and families whose taxes support the government and whose voluntary gifts support church, charity, culture, art, and education. Their patriotism is quiet, but deep. Their values sustain our national life.

Now, I have used the words “they” and “their” in speaking of these heroes. I could say “you” and “your,” because I’m addressing the heroes of whom I speak — you, the citizens of this blessed land. Your dreams, your hopes, your goals are going to be the dreams, the hopes, and the goals of this administration, so help me God.

We shall reflect the compassion that is so much a part of your makeup. How can we love our country and not love our countrymen; and loving them, reach out a hand when they fall, heal them when they’re sick, and provide opportunity to make them self-sufficient so they will be equal in fact and not just in theory?

Can we solve the problems confronting us? Well, the answer is an unequivocal and emphatic “yes.” To paraphrase Winston Churchill, I did not take the oath I’ve just taken with the intention of presiding over the dissolution of the world’s strongest economy.

In the days ahead I will propose removing the roadblocks that have slowed our economy and reduced productivity. Steps will be taken aimed at restoring the balance between the various levels of government. Progress may be slow, measured in inches and feet, not miles, but we will progress. It is time to reawaken this industrial giant, to get government back within its means, and to lighten our punitive tax burden. And these will be our first priorities, and on these principles there will be no compromise.

On the eve of our struggle for independence a man who might have been one of the greatest among the Founding Fathers, Dr. Joseph Warren, president of the Massachusetts Congress, said to his fellow Americans, “Our country is in danger, but not to be despaired of . . . . On you depend the fortunes of America. You are to decide the important questions upon which rests the happiness and the liberty of millions yet unborn. Act worthy of yourselves.”

Well, I believe we, the Americans of today, are ready to act worthy of ourselves, ready to do what must be done to ensure happiness and liberty for ourselves, our children, and our children’s children. And as we renew ourselves here in our own land, we will be seen as having greater strength throughout the world. We will again be the exemplar of freedom and a beacon of hope for those who do not now have freedom.

To those neighbors and allies who share our freedom, we will strengthen our historic ties and assure them of our support and firm commitment. We will match loyalty with loyalty. We will strive for mutually beneficial relations. We will not use our friendship to impose on their sovereignty, for our own sovereignty is not for sale.

As for the enemies of freedom, those who are potential adversaries, they will be reminded that peace is the highest aspiration of the American people. We will negotiate for it, sacrifice for it; we will not surrender for it, now or ever.

Our forbearance should never be misunderstood. Our reluctance for conflict should not be misjudged as a failure of will. When action is required to preserve our national security, we will act. We will maintain sufficient strength to prevail if need be, knowing that if we do so we have the best chance of never having to use that strength.

Above all, we must realize that no arsenal or no weapon in the arsenals of the world is so formidable as the will and moral courage of free men and women. It is a weapon our adversaries in today’s world do not have. It is a weapon that we as Americans do have. Let that be understood by those who practice terrorism and prey upon their neighbors.

I’m told that tens of thousands of prayer meetings are being held on this day, and for that I’m deeply grateful. We are a nation under God, and I believe God intended for us to be free. It would be fitting and good, I think, if on each Inaugural Day in future years it should be declared a day of prayer.

This is the first time in our history that this ceremony has been held, as you’ve been told, on this West Front of the Capitol. Standing here, one faces a magnificent vista, opening up on this city’s special beauty and history. At the end of this open mall are those shrines to the giants on whose shoulders we stand.

Directly in front of me, the monument to a monumental man, George Washington, father of our country. A man of humility who came to greatness reluctantly. He led America out of revolutionary victory into infant nationhood. Off to one side, the stately memorial to Thomas Jefferson. The Declaration of Independence flames with his eloquence. And then, beyond the Reflecting Pool, the dignified columns of the Lincoln Memorial. Whoever would understand in his heart the meaning of America will find it in the life of Abraham Lincoln.

Beyond those monuments to heroism is the Potomac River, and on the far shore the sloping hills of Arlington National Cemetery, with its row upon row of simple white markers bearing crosses or Stars of David. They add up to only a tiny fraction of the price that has been paid for our freedom.

Each one of those markers is a monument to the kind of hero I spoke of earlier. Their lives ended in places called Belleau Wood, The Argonne, Omaha Beach, Salerno, and halfway around the world on Guadalcanal, Tarawa, Pork Chop Hill, the Chosin Reservoir, and in a hundred rice paddies and jungles of a place called Vietnam.

Under one such marker lies a young man, Martin Treptow, who left his job in a small town barbershop in 1917 to go to France with the famed Rainbow Division. There, on the western front, he was killed trying to carry a message between battalions under heavy artillery fire.

We’re told that on his body was found a diary. On the flyleaf under the heading, “My Pledge,” he had written these words: “America must win this war. Therefore I will work, I will save, I will sacrifice, I will endure, I will fight cheerfully and do my utmost, as if the issue of the whole struggle depended on me alone.”

The crisis we are facing today does not require of us the kind of sacrifice that Martin Treptow and so many thousands of others were called upon to make. It does require, however, our best effort and our willingness to believe in ourselves and to believe in our capacity to perform great deeds, to believe that together with God’s help we can and will resolve the problems which now confront us.

And after all, why shouldn’t we believe that? We are Americans.

God bless you, and thank you.

Note: The President spoke at 12 noon from a platform erected at the West Front of the Capitol. Immediately before the address, the oath of office was administered by Chief Justice Warren E. Burger.

In his opening remarks, the President referred to Rev. Donn D. Moomaw, senior pastor, Bel Air Presbyterian Church, Los Angeles, Calif.

The address was broadcast live on radio and television.

Os 90 anos do estadista primeiro ministro chanceler alemanha alemão Helmut Schmidt

25 de dezembro de 2008
Pražský deník – République tchèque

Karel Hvížďala sur Helmut Schmidt

Dans le journal de la capitale tchèque Pražský deník, le journaliste et écrivain Karel Hvížďala rend hommage à l’ancien chancelier allemand Helmut Schmidt qui fête aujourd’hui son 90ème anniversaire. Il est actuellement l’ “Allemand le plus populaire”. A travers son combat contre les terroristes de la Fraction armée rouge, Schmidt est devenu “la personnalité favorite de la nation. Il a offert aux Allemands l’opportunité de s’identifier pleinement à leur Etat démocratique. Schmidt a été chancelier de 1974 à 1982 – pas si longtemps que ça en fait. Il n’a pas été l’artisan du rapprochement avec l’Occident comme Adenauer, il n’a pas été l’architecte de la politique de l’Est comme Brandt et il n’a pas non plus réunifié l’Allemagne comme Helmut Kohl. Il a pourtant été très respecté. La chancelière Angela Merkel déclare que Schmidt a toujours suscité la confiance de ses concitoyens. C’est le plus grand éloge que l’on puisse faire d’un politique. .. Une règle élaborée par Schmidt s’applique toujours : ‘Chaque remède de crise doit être simple afin que les gens le comprennent.’ Cela correspond à la conviction actuelle selon laquelle il est nécessaire en temps de crise, de surmonter l’ambiance négative qui prédomine au sein de la société, d’encourager les gens à être optimistes et de les unir au lieu de les diviser.” (23.12.2008)

Um exemplo de “Coronel”: o Rei do Gado e fundador de Andradina-SP

9 de setembro de 2007

música do Antoninho Andrade candidato a prefeito em 1968 em Andradina. Antoninho e Paizinho:

ANTÔNIO JOAQUIM DE MOURA ANDRADE

É SENSACIONAL.

http://www.youtube.com/watch?v=m02bYsoJqfg

 

http://www.youtube.com/watch?v=KI6lw3a3KoQ

 

 

na foto abaixo: O grande Interventor e depois Governador de São Paulo Adhemar Pereira de Barros em visita à Andradina em 1939.

fotoandradinagovernador.jpg

Fundador de Andradina-SP e de Nova Andradina-MS,  seus parentes fundaram Águas de São Pedro-SP,  para quem não sabe, na sua época, o Rei do Café era Geremia Lunardelli.

Deus tenha piedade dos historiadores que falam mal dos “coronéis” de antigamente.

“”"”"”"A fundação de Andradina foi idealizada, em 1932 pelo fazendeiro Antônio Joaquim de Moura Andrade, maior criador de gado do Brasil que tinha a apelido de Rei do Gado.

Moura Andrade conseguiu que se construisse um novo ramal ferroviário, a Variante, interligando as estações de Araçatuba e Três Lagoas da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

O traçado antigo da NOB, Ramal Araçatuba – Lussanvira (a atual Pereira Barreto), por ter sido construído muito próximo ao rio Tietê, estava muito sujeito à malária.

A Variante passaria na Fazenda Guanabara, propriedade do Rei do Gado, seguindo em direção ao Mato Grosso do Sul.

Seu desejo pela urbanização era tanto que ele, Antônio de Moura Andrade, encomendou ao engenheiro Benelow & Benelow, a elaboração de um projeto para a urbanização da futura povoação.

Devidamente planejada, o povoado surgiu em 11 de julho de 1937, em terras da Fazenda Guanabara de propriedade de Moura Andrade. Nesta data chegou o primeiro trem de ferro da Estrada de Ferro NOB à nova povoação.

Moura Andrade, loteou em pequenos sítios, parte da Fazenda Guanabara, para os pioneiros recém-chegados. Instalou luz elétrica movida a motor diesel. Quase todos os comércios da nova povoação pertencia a ele no início, inclusive um Banco. Atraiu, muitos comerciantes para a nova povoação vendendo a preços baixos, os lotes urbanos.

Com bom marketing, Moura Andrade atraiu muitos compradores para os sítios. Exemplo deste marketing, foi se colocar quatro enormes toras de madeira em frente a estação de trem da NOB, junto as quais, colocou um grande cartaz com a seguinte frase:

“Esta é a prova da fertilidade das terras de Andradina”.

Em homenagem a seu criador, a povoação passou a ser conhecida, desde então, como a:

Terra do Rei do Gado” .

Cinco meses após ter formado o povoado, Andradina foi elevada a Distrito, pela Lei Estadual nº 3.126 de 10 de novembro de 1937.

O distrito foi elevado à condição de município em 30 de dezembro de 1938 pelo interventor federal no estado de São Paulo, Ademar de Barros, através do Decreto-Lei estadual nº 9.775.

A sede da prefeitura foi instalada no Grupo Escolar Dr. Álvaro Guião.  O Dr. Álvaro era secretário da Educação de Adhemar de Barros.

A posse do primeiro prefeito, Evandro Brembati Calvoso, ocorreu em 10 de janeiro de 1939.

A poetiza Cora Coralina viveu em Andradina, naqueles tempos, quando escreveu o célebre “Poema ao Milho”.

Posteriormente, Andradina perdeu parte de seu território para a formação dos novos municípios de Castilho e de Nova Independência.”"”"”"”"”