Arquivo da categoria ‘crítica’

Um grito de protesto:

8 de novembro de 2011

A Sociedade é uma comunidade de Putas

Sociedade é uma comunidade de putas

Antes de dizer que sou louco, xarope, perturbado

Através de sua retórica vazia e sem fundamento

Primeiro pergunte a si mesmo

Estou dizendo alguma mentira?

Assalariado mediano

Matriarca Tradicional

Da Sabatina imposta pelos cafetões ao pretendente de sua bonequinha

Para saber a posição social ocupada por quem vai comprar o amor de sua filha

Amor? Amor não, isso é mercado

Vadia dos Arrabaldes

Vadias teocratas, ostentando sua lacívia velada

Debaixo das vestes pudicas

Como uma mercadoria que não se encontra ao alcance de todos

Mas seu depósito de porra é tão mercadoria quanto a mercadoria exposta abertamente nos bordéis marginais

Vocês fazem parte do Bordel dos Bons Costumes

Sim vocês são todos vendidos

Nas confraternizações de empresas, a procura de midia

Na busca pela inserção de confrarias

Na bajulação de lacaios de patrões

Da busca na juventude em fazer parte de grupinhos populares na escola, na vila e nas baladas

Da conivência da gestão fraudulenta e usurpadora dos direitos adquiridos dos explorados

Da demonstração aberta da arrogância dos mandatários, pois assim não dependem mais de serem cordiaes

É impossível ver, viver e não se enojar dessa podridão

Vocês semeiam o sistema animal de que tanto se queixam diariamente

Mas não se esqueçam: vocês fazem parte dessa sujeira, vocês a alimentam

Vocês fazem com que a Sociedade seja o que ela da fato é:

Uma comunidade de putas

Não importa a condição social

Rico, classe média, pobre,

Do ignorante ao intelectual

É nojento ver a realidade como de fato é

Não dá pra achar tudo isso normal!

ACABOU A OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA DE JORNALISTA

17 de junho de 2009

ISSO QUER DIZER QUE O HOMEM CULTO PODE DEITAR E ROLAR, FAZER ENTREVISTA, ESCREVER ARTIGOS E TUDO MAIS, FAZER REPORTAGENS, VIVA VIVA VIVA.

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=109717

Supremo decide que é inconstitucional a exigência de diploma para o exercício do jornalismo 

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, que é inconstitucional a exigência do diploma de jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho como condição para o exercício da profissão de jornalista.

O entendimento foi de que o Decreto-Lei 972/1969, baixado durante o regime militar, não foi recepcionado pela Constituição Federal (CF) de 1988 e que as exigências nele contidas ferem a liberdade de imprensa e contrariam o direito à livre manifestação do pensamento inscrita no artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica.

A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 511961, em que se discutiu a constitucionalidade da exigência do diploma de jornalismo e a obrigatoriedade de registro profissional para exercer a profissão de jornalista. A maioria, vencido o ministro Marco Aurélio, acompanhou o voto do presidente da Corte e relator do RE, ministro Gilmar Mendes, que votou pela inconstitucionalidade do DL 972.

Para Gilmar Mendes, “o jornalismo e a liberdade de expressão são atividades que estão imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensados e tratados de forma separada”, disse. “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada”, afirmou o relator.

O RE foi interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que afirmou a necessidade do diploma, contrariando uma decisão da 16ª Vara Cível Federal em São Paulo, numa ação civil pública.

No RE, o Ministério Público e o Sertesp sustentam que o Decreto-Lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão – inclusive o diploma –, não foi recepcionado pela Constituição de 1988.

Além disso, o artigo 4º, que estabelece a obrigatoriedade de registro dos profissionais da imprensa no Ministério do Trabalho, teria sido revogado pelo artigo 13 da Convenção Americana de Direitos Humanos de 1969, mais conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica, ao qual o Brasil aderiu em 1992. Tal artigo garante a liberdade de pensamento e de expressão como direito fundamental do homem.

Advogados das partes

Essa posição foi reforçada, no julgamento de hoje, pela advogada do Sertesp, Taís Borja Gasparian, e pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza. A advogada sustentou que o DL 972/69 foi baixado durante o regime militar e teve como objetivo limitar a livre difusão de informações e manifestação do pensamento. Segundo ela, o jornalista apenas exerce uma técnica de assimilação e difusão de informações, que depende de formação cultural, retidão de caráter, ética e consideração com o público.

Em apoio à mesma tese, o procurador-geral da República sustentou que a atual legislação contraria o artigo 5º, incisos IX e XIII, e o artigo 220  da Constituição Federal, que tratam da liberdade de manifestação do pensamento e da informação, bem como da liberdade de exercício da profissão.

O advogado João Roberto Piza Fontes, que subiu à tribuna em nome da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), advertiu que “o diploma não impede ninguém de escrever em jornal”. Segundo ele, a legislação dá espaço para os colaboradores com conhecimentos específicos em determinada matéria e, também, para os provisionados, autorizados a exercer o jornalismo onde não houver jornalista profissional formado nem faculdade de Comunicação.

Segundo ele, o RE é apenas uma defesa das grandes corporações e uma ameaça ao nível da informação, se o jornalismo vier a ser exercido por profissionais não qualificados, assim como um aviltamento da profissão, pois é uma ameaça à justa remuneração dos profissionais de nível superior que hoje estão na profissão.

Também em favor do diploma se manifestou o a advogada Grace Maria Mendonça, da Advocacia Geral da União (AGU). Ela questionou se alguém se entregaria na mão de um médico ou odontólogo, ou então de um piloto não formado. Segundo ela, não há nada no DL 972 que contrarie a Constituição Federal. Pelo contrário, ele estaria em plena consonância com a Carta.

Votos

Ao acompanhar o voto do relator, a ministra Cármen Lúcia disse que a CF de 1988 não recepcionou o DL 972. “Não há recepção nem material nem formal”, sustentou ela. Além disso, a ministra considerou que o artigo 4º do DL contraria o artigo 13 do Pacto de San Jose da Costa Rica.

No mesmo sentido votou o ministro Ricardo Lewandowski. Segundo ele, “o jornalismo prescinde de diploma”. Só requer desses profissionais “uma sólida cultura, domínio do idioma, formação ética e fidelidade aos fatos”. Segundo ele, tanto o DL 972 quanto a já extinta – também por decisão do STF – Lei de Imprensa representavam “resquícios do regime de exceção, entulho do autoritarismo”, que tinham por objeto restringir informações dos profissionais que lhe faziam oposição.

Ao também votar pelo fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, o ministro Carlos Ayres Britto distinguiu entre “matérias nuclearmente de imprensa, como o direito à informação, criação, a liberdade de pensamento”, inscritos na CF, e direitos reflexamente de imprensa, que podem ser objeto de lei. Segundo ele, a exigência do diploma se enquadra na segunda categoria. “A exigência de diploma não salvaguarda a sociedade para justificar restrições desproporcionais ao exercício da liberdade jornalística”, afirmou.

Ele ponderou, no entanto, que o jornalismo continuará a ser exercido por aqueles que têm pendor para a profissão, sem as atuais restrições. Ao votar contra elas, citou os nomes de Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende, Manuel Bandeira, Armando Nogueira e outros como destacados jornalistas que não possuíam diploma específico.

Por seu turno, ao votar com o relator, o ministro Cezar Peluso observou que se para o exercício do jornalismo fossem necessárias qualificações como garantia contra danos e riscos à coletividade, uma aferição de conhecimentos suficientes de verdades científicas exigidas para a natureza do trabalho, ofício ou profissão, o diploma se justificaria.

Entretanto, segundo ele, “não há, no jornalismo, nenhuma dessas verdades indispensáveis”, pois o curso de Comunicação Social não é uma garantia contra o mau exercício da profissão.

“Há riscos no jornalismo?”, questionou. “Sim, mas nenhum é atribuível ao desconhecimento de verdade científica que devesse governar a profissão”, respondeu, ele mesmo.

Ele concluiu dizendo que, “há séculos, o jornalismo sempre pôde ser bem exercido, independentemente de diploma”.

O ministro Eros Grau e a ministra Ellen Gracie acompanharam integralmente o voto do relator, ministro Gilmar Mendes.

Último a proferir seu voto no julgamento, o decano da Corte, ministro Celso de Mello, acompanhou o relator do recurso. O ministro fez uma análise histórica das constituições brasileiras desde o Império até os dias atuais, nas quais sempre foi ressaltada a questão do livre exercício da atividade profissional e acesso ao trabalho.

Ainda no contexto histórico, o ministro Celso de Mello salientou que não questionaria o que chamou de “origem espúria” do decreto-lei que passou a exigir o diploma ou o registro profissional para exercer a profissão de jornalista, uma vez que a norma foi editada durante o período da ditadura militar.

Para o ministro, a regra geral é a liberdade de ofício. Ele citou projetos de lei em tramitação no Congresso que tratam da regulamentação de diversas profissões, como modelo de passarela, design de interiores, detetives, babás e escritores. “Todas as profissões são dignas e nobres”, porém há uma Constituição da República a ser observada, afirmou.

Divergência

Ao abrir divergência e votar favoravelmente à obrigatoriedade do diploma de jornalista, o ministro Marco Aurélio ressaltou que a regra está em vigor há 40 anos e que, nesse período, a sociedade se organizou para dar cumprimento à norma, com a criação de muitas faculdades de nível superior de jornalismo no país. “E agora chegamos à conclusão de que passaremos a ter jornalistas de gradações diversas. Jornalistas com diploma de curso superior e jornalistas que terão, de regra, o nível médio e quem sabe até o nível apenas fundamental”, ponderou.

O ministro Marco Aurélio questionou se a regra da obrigatoriedade pode ser “rotulada como desproporcional, a ponto de se declarar incompatível” com regras constitucionais que preveem que nenhuma lei pode constituir embaraço à plena liberdade de expressão e que o exercício de qualquer profissão é livre.

“A resposta para mim é negativa. Penso que o jornalista deve ter uma formação básica, que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida dos cidadãos em geral. Ele deve contar com técnica para entrevista, para se reportar, para editar, para pesquisar o que deva estampar no veículo de comunicação”, disse o ministro.

“Não tenho como assentar que essa exigência, que agora será facultativa, frustando-se até mesmo inúmeras pessoas que acreditaram na ordem jurídica e se matricularam em faculdades, resulte em prejuízo à sociedade brasileira. Ao contrário, devo presumir o que normalmente ocorre e não o excepcional: que tendo o profissional um nível superior estará [ele] mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira”, concluiu o ministro Marco Aurélio.

FK/LF

Papa critica fim dos valores cristãos

13 de janeiro de 2009

O papa Bento XVI expressou nesta segunda-feira, 12, sua discordância do niilismo que “invade de forma crescente” o mundo juvenil e da banalização dos valores naturais e cristãos pelo jovens, além de reiterar a necessidade de iniciativas “sérias para que este grupo compreenda o valor da vida”. O líder da Igreja Católica fez esta menção ao mundo juvenil no discurso que proferiu hoje aos governantes de Roma e da região do Lácio, aos quais recebeu no Vaticano para a tradicional troca de felicitações por causa do ano novo. “Cada vez que a imprensa conta casos de violência juvenil, de acidentes de trânsito nos quais morrem tantos jovens, etc, me vem à mente o argumento de uma emergência educacional que exige a mais ampla colaboração possível”, declarou. O pontífice afirmou que os valores naturais e cristãos, “que dão significado ao viver diário e formam uma visão da vida aberta à esperança” estão se “enfraquecendo” cada vez mais e que, pelo contrário, surgem “desejos efêmeros e esperanças que não duram e que no final geram aborrecimento e fracassos”. O papa disse que todas estas tendências de banalizar o valor da vida e o refúgio na transgressão, na droga e no álcool se tornam “um rito rotineiro” dos fins de semana. “Inclusive o amor corre o risco de se reduzir a uma simples coisa que pode ser comprada e vendida, e a própria pessoa se transformar em mercadoria”, afirmou Bento XVI.

Doença de brasileiro – cuidados, cura?

25 de dezembro de 2008

Sempre vemos tantos “entendidos” em futebol escalarem a seleção brasileira de futebol sem ficarem vermelhos de vergonha. A coisa passa como se fosse natural. Como se não fosse doença própria de brasileiro.
Eu procuro me medicar sempre contra a doença.
Fiz uma lista das formas mais comuns da doença. Identifique o seu caso:

- Ensinar Telê Santana a escalar o São Paulo (síndrome de Juca Kfhuri).

- Contestar tudo que o ministro da fazenda diz (caso Paul Krugman).

- Dizer que Roberto Campos não entende de economia (doença da Unicamp).

- Ensinar o Dr. Tancredo Neves a montar um ministério (epidemia Clóvis Rossi).

- Exigir que Cabral fosse ecologista, (frescura de ecologista).

- Mostrar a Aírton Senna a hora que deve ultrapassar Alain Prost em Monte Carlo (degeneração Galvão Bueno avançada).

- Dizer a Sílvio Santos como se faz televisão, (doença de palpiteiro de colunas de tv).

- Dar aulas de teologia para o Papa (epidemia generalizada na internet).

- Reclamar que Hebe Camargo não sabe entrevistar (os eternos entendidos em Tv).

- Ensinar presidentes a governar, (mania de professor de história).

- Ensinar Walter George Durst a terminar uma novela, (defeito de dona de casa)

- Na crise do apagão, o Dr. Antônio Ermírio de Morais denunciou os “palpiteiros elétricos”.

Se você não se encontrou nesta lista, escreva-nos contando o seu caso para que possamos ampliar a lista e ajudar mais pessoas a sofrerem menos.

10 mandamentos do político mineiro, sabedoria mineira, como se faz política em Minas Gerais

24 de dezembro de 2008

Os dez mandamentos do político mineiro:

Em Minas se diz que Política é como nuvem, cada vez que olha está de um jeito.

01 — Mineiro só é solidário no câncer.

02 — O que vale não é o fato, é a versão.

03 — Aos inimigos, quando eles estão no poder, não se pede nada. Nem demissão.

04 — Para os amigos tudo. Para os inimigos, a lei.

05 — Respeitar, sobretudo, o padre que consegue votos, o juiz que proclama o eleito e o soldado que garante a posse.

06 — Conversa de políticos mineiros só se faz com dois ou três participantes,  mais de três é comício.

07 — Voto comprado não é atraso, é progresso. Se o voto é comprado é porque tem valor.

08 — Poder que vale é o que “nomeia, demite, transfere, prende e manda soltar“.

 09 — Mais vale  o governo que ajuda do que quem cedo madruga.

10 — Reunião política só se faz depois de tudo decidido.

Elogios recebidos pelo Homem Culto no Recanto das Letras

8 de setembro de 2008

parabens pelo belo texto poeta. muito bom abrços visite-me

Enviado por JRPALACIO em 30/07/2008 16:07
para o texto: Ensinando amor ao vento! (T1104810)

 

Estou perpléxa com toda essa sabedoria,texto bem escrito de palavras concretas,parabéns,bjs.

Enviado por lee Nunes em 30/07/2008 09:10
para o texto: Porque os jovens estão sempre errados!? (T1104078)

 

Muito pertinente seu texto e muito bem escrito, por sinal. Tenho descoberto diversos sites na internet, como este aqui mesmo, que realmente nos trazem cultura. Sou grande fã da Internet e acho que ela é o meio mais democrático que já inventaram. Parabéns!

Enviado por Marcio Reis em 31/07/2008 13:37
para o texto: O que a internet fez conosco? (T1105803)

 

GRANDE ESCRITO DE HOMEM CULTO E SÁBIO MUITO BELO VALEU ABRAÇOS

Enviado por JRPALACIO em 09/07/2008 19:58
para o texto: Visão de consumidor x Visão de engenheiro (T1072808)

 . 

 

Parabéns! Há muito tempo não leio um texto resultado de reflexão. Parece que hoje em dia, dada a dureza dos acontecimentos diários, o recanto reduziu-se a uma produção questionável sobre poesias quinhentistamente doces e cândidas. O mundo grita aos homens de consciência e atitude. Será que todos estão surdos???

Enviado por Arsenia Rodrigues em 08/07/2008 09:10
para o texto: Onde foi parar nossa cultura popular? (T1070264)

 

 .

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Parabéns pelo seu belo texto, poeta! beijos ternos,

Enviado por SanCardoso em 01/07/2008 11:47
para o texto: Guia para o eleitor consciente (T1059762)

 

 

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Com certeza, mais um dos excelentes textos que pude acompanhar no nosso Recanto. O autor soube conduzir a narrativa com perfeita maestria, mostrando que domina a norma padrão do gênero e, melhor ainda, demonstrou grande habilidade com o mundo das letras, através de belíssimas palavras comedidas. Parabéns, cara! Excelente texto! Aqui, voltarei outras vezes. UM forte abraço poético!

Enviado por Cláudio Quirino em 30/06/2008 08:26
para o texto: As delícias da geração coca-cola (T1057907)

Como a grande midia trata a religião e o ateísmo nos EUA

9 de abril de 2008

http://www.drlaura.com/action/index.html?mode=view&tile=1&id=15657

Sites polêmicos!

3 de fevereiro de 2008

http://www.gnosticliberationfront.com/
http://www.thebirdman.org/
http://www.dissectleft.blogspot.com/
www.rigint.blogspot.com
http://www.davidicke.com/index.php/
www.savethemales.ca
www.totse.com
http://www.vdare.com/
http://www.brusselsjournal.com/
http://www.davidduke.com/
http://www.truthbeknown.com/
http://www.lewrockwell.com/
http://www.wnd.com/
http://www.jihadwatch.org/
http://www.jewishtribalreview.org/
http://www.newswithviews.com/
http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/
http://juliosevero.blogspot.com/
http://www.doutrina.linear.nom.br/
http://www.oindividuo.com/mapa/ 
http://www.anncoulter.com/
http://www.rense.com/
http://www.freerepublic.com/
www.montfort.org.br
http://www.lepanto.com.br/
http://www.diegocasagrande.com.br/
http://www.ternuma.com.br/
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=727901
http://www.freemasonrywatch.org/
http://newdawnmagazine.com.au/
http://www.thechristmyth.com/
http://www.skeptic.com/
http://www.pantheon.org/
http://www.str.com.br/
www.midiasemmascara.com.br
http://gfactor.blogspot.com/
http://www.radioislam.org/
http://www.debunker.com/patriarchy.html
http://www.geocities.com/fusaoracial/
http://www.deolhonamidia.org.br/
http://www.frontpagemagazine.com/
http://maddox.xmission.com/

www.olavodecarvalho.org

QUANDO ACOLHER CRÍTICAS – QUANDO ACEITAR CRÍTICAS!

5 de dezembro de 2007

Tenho visto, em jornais online, dezenas de comentários de leitores sobre as notícias que eles acabaram de ler. Estes comentários levam-me a fazer as seguintes perguntas:

Como avaliar estes comentários? Como separar comentários inúteis das críticas que dizem algo, que acrescentam algo?

Em primeiro lugar é preciso que o leitor tenha realmente entendido o texto que se propõe a comentar e que o leitor se limite a apenas a comentar o texto sem escrever sobre outras questões que não têm nada a ver com a notícia que ele leu.

Isto raramente acontece. O que mais tenho lido são xingamentos, textos catastróficos e pouco conhecimento do que é jornalismo e muita manifestação, de apenas e tão somente, GOSTO pessoal, sem que nada de importante seja dito realmente.

Geralmente o comentário de leitor sobre um texto jornalístico é feito com base apens no que o leitor já ACHAVA antes de ler a notícia. Ou seja, o que o que acabou de ler não fez a menor diferença.

Porém é importante, apesar do preço pago que é passar raiva, ler comentários de leitores de jornal online para termos uma idéia do nível cultural das massas.

Eu observo bem, nestes comentários, como as pessoas vivem em mundos diferentes uns dos outros, cada um em seu mundinho.

É impossível, praticamente, pessoas de ideologias e religiões diferentes, ou que nasceram em épocas diferentes, se entenderem, saberem o que os outros estão dizendo. É comum parecer que falam línguas diferentes.

O que pode acontecer de positivo em jornais online, blogs e sites é que pessoas, com a mesma idéia básica sobre alguma questão, acabem por se encontrarem, por se conhecerem e se entenderem. Vão divergir apenas em propostas e soluções concretas para as questões que se interessam.

Neste caso é possível algum diálogo construtivo.

Lendo comentários de leitores é possível aprender a nunca escrever como eles. Tomá-los como modelo de como NÃO FAZER.

Outro utilidade de ser ler comentários de leitores é aprender a não se importar com crítica alguma.

Isso é por demais importante: Os jornalistas dos grandes jornais online recebem tantas críticas e incompreensões que acabam não se importando com elas.

Quanto às incompreensões: Paciência. Sempre há aqueles que entenderam o texto perfeitamente, fiquemos com eles.

Quanto às críticas: Ater-se àquelas críticas que apresentam fatos novos que possam enriquecer a nossa análise. E enriquecer à nossa maneira, nem sempre, da maneira que o crítico esperava.

Nova encíclica de Bento XVI

30 de novembro de 2007

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20071130_spe-salvi_po.html

PENSAMENTO SELETIVO – ERRO FATAL – SÓ OUVIR E DIZER O QUE INTERESSA!

22 de outubro de 2007

FUJA DESSE MAL COMUNISTA E LEIA:

“”’Pensamento seletivo e a crendice marxista  
por João Luiz Mauad em 08 de março de 2005

Resumo: O ”pensamento seletivo” está por trás da crendice que as pessoas, muitas vezes de nível intelectual elevado, dispensam aos postulados marxistas.

© 2005 MidiaSemMascara.org”"”

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3418

A LITERATURA NA PRÁTICA! – PRATICANDO LITERATURA!

16 de outubro de 2007

MUITOS SE ENGANAM QUANDO ACHAM QUE LITERATURA NA PRÁTICA SERIA O LEITOR TENTAR ESCREVER UM TEXTO, POIS NÃO ADIANTARIA LER LER E JAMAIS ESCREVER.

NA VERDADE, POR EM PRÁTICA É, POR EXEMPLO, NO CASO DE UM ROMANCE QUE FALA DE CIÚME, TENTAR APLICÁ-LO AO CASO DE AMOR QUE O LEITOR ESTEJA VIVENDO.

POIS NÃO ADIANTA NADA ENALTECER OS GRANDES ESCRITORES, NAQUELA LADAINHA TODA DO TIPO: “COMO ELE É BOM, COMO É PROFUNDO” E NÃO APLICAR O QUE APRENDEU NO ROMANCE NA SUA VIDA PARTICULAR.

EU JÁ FIZ MUITO ISTO. APANHEI LEVEI SURRA MAS VALEU A PENA.  POSSO DIZER , SEM MEDO DE ERRAR, QUAL TEORIA SENTIMENTAL FUNCIONA E QUAL NÃO FUNCIONA.

E ISTO VALE PARA ROMANCES FILMADOS TAMBÉM. LEVEI UMA SURRA MUITO GRANDE, CERTA VEZ, QUANDO IMITEI UM GALÃ DE CINEMA DOS ANOS 40.

A TEORIA ESTAVA CERTA MAS NÃO VALIA PARA OUTRAS ÉPOCAS, NO CASO ,  A DÉCADA DE 70. FALEI O CERTO MAS EM DÉCADA ERRADA.

TEXTO ANTOLÓGICO DE UM BLOGUISTA!

29 de setembro de 2007

http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/09/28/voce-tem-medo-de-ser-feliz-e-porque-alguns-que-nao-tiveram-medo-apostaram-dentre-outras-em-sua-humilhacao-progressiva/#comment-6471  

“”"”"”"”‘Se você se formou em alguma faculdade; se você, por acaso, aprendeu mais de um idioma; se você é um profissional liberal bem-sucedido ou ocupa um cargo elevado na empresa em que trabalha, cuidado.

Esconda os seus diplomas no armário, jamais torne a usar os seus ternos sob medida e trate de comprar um carro velho ou popular.

Demonstrar mérito ou ostentar sinais de prosperidade, no Brasil, agora é pecado.

Essas coisas significam que você faz parte das nossas pérfidas elites e, portanto, carrega consigo grande parte da culpa pela miséria em que vive razoável parcela da população.”"”"”"”

Escrevendo blogs em língua portuguesa:

27 de setembro de 2007

Recomenda-se consultar:  http://www.caaenglish.com/11.DICT_A.htm 

O DICIONÁRIO DE PORTUGUÊS- PORTUGUÊS DO BRASIL.

O que ler, como gostar de ler, aprender a ler! guia de leitura!

26 de setembro de 2007

Existe muita gente que ganha bastante dinheiro com livros que pretendem explicar para as pessoas a importância da leitura.

Em outro artigo, falei da importância de selecionar bem, ler pouco e ouvir especialistas em cada área buscando orientação. Falei também do fundamental que é a sensibilidade.

O exercício de busca e escolha em bibliotecas que permitem o acesso ao seu acervo e em livrarias e sebos grandes já é, em si, produtivo e educativo, exatamente por conhecer mais e mais títulos e autores e aprender a escolher.

É fundamental que as visitas a livrarias, sebos e bibliotecas sejam frequentes. É fundamental formarmos a nossa própria biblioteca com aqueles livros que pretendemos mostrar a alguém, indicá-los e relê-los.

É recomendado interesse pelo mundo, menos egoísmo, preocupação com o passado e com outros países. Quem pensa só em si, dificilmente vai se interessar pelas histórias e estórias de outrem.

É preciso interesse pelo como foi feito o livro, pela história dos autores e da literatura.

Interesse, por último, pelas palavras, por seus diversos sentidos para melhor interpretação do que se lê.

Dois exemplos disto: Baixei de, www.dominiopublico.gov.br, um site sobre obras de domínio público,  um dicionário de português de 1789, exato ano da revolução contra a Igreja: Nele, é possível conhecer o significado original de termos políticos que depois foram distorcidos pela revolução.

Outro livro sobre palavras é o “”Guia dos Perplexos”‘ de Maimónides, que faz um exegese de várias palavras da Torah.

UM SITE PARA APRENDER NOVAS IDÉIAS e largar as idéias antigas e erradas!

25 de setembro de 2007

Site: http://www.olavodecarvalho.org
Audioblog: http://www.blogtalkradio.com/olavo

http://www.midiasemmascara.com.br/ 

“”"”"”"”OLAVO DE CARVALHO é considerado como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros. A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva. Para Olavo de Carvalho, existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual.

É autor de dezesseis livros, dentre os quais se destacam “O Jardim das Aflições”, pela sutileza da construção e acuidade histórica, e “O Imbecil Coletivo”, pelo temível senso de humor.

Olavo de Carvalho é também jornalista, e escreve hoje para os jornais Diário do Comércio e Jornal do Brasil. Mantém um programa de rádio semanal, líder de audiência no site onde é transmitido.

Contrastando com a imagem de rancoroso ferrabrás que seus adversários quiseram sobrepor à sua figura autêntica, é na realidade um homem de alma generosa e temperamento equilibrado, que sabe amar, socorrer e perdoar.”"”"”"”"

Site: http://www.olavodecarvalho.org
Audioblog: http://www.blogtalkradio.com/olavo

A literatura brasileira! Ou pelo menos deveria ser!

24 de setembro de 2007

O velho José Bento de Monteiro Lobato fez uma crítica arrasadora à literatura brasileira em um prefácio ao livro “Éramos Seis” na sua primeira edição.

A crítica foi tão arrasadora que sumiram com ela. Não figura no livro “Prefácios e Entrevistas”.

Jorge Amado disse, certa vez, em entrevista, que o modernismo produziu muito pouco.

O próprio Jorge Amado foi taxado de “literatura preguiçosa” por Flora Suskind.

O que sobra então? Lido no exterior, só Jorge Amado e apenas pelos irmãos comunistas.

O maior escritor confessou que nunca saiu do Rio de Janeiro, portanto pouco conheceu do Brasil real.

Quase todos nossos escritores foram revoltados com o país em que nasceram e nos fazem só ter vontade de fazer o que eles não fizeram: desertar e fugir para o 1º mundo.

É difícil senão impossível entender os escritores do tempo que Brasil e Portugal eram um só país, pois esta é uma realidade muito distante da nossa realidade atual.

O que sobra? Repito a pergunta. Muitos livros só são lidos porque são pedidos no vestibular. O mesmo vestibular que jamais pede o escritor valeparaibano Plínio Salgado por ele ser direitista.

Livros renomados são em muitos casos enfadonhos.

Já tentei buscar as causas de tamanho fracasso. Tentei, tentei ler nossa literatura.

O único caso em que li a obra toda do autor foi Cora Coralina que descreve em grande parte o mundo que eu ou meus antepassados do século XX viveram.

Se você conseguiu mais que eu em se identificar com um autor, me informe nos comentários.

Os 3 tipos de leitores e os 3 tipos de livros!

16 de setembro de 2007

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Dando uma passeada em comentários de leitores dos jornais da internet, ficamos assustados com os textos de leitores de jornais: todos os textos são parciais, tendenciosos, não informativos e catastróficos.

Em uma palavra: os comentários dos leitores são: anti-jornalísticos!

Como pode ser isto? Não sei,  mas é fato!

Os leitores de jornais online não aprendem nada sobre o MEIO: o jornalismo. Também não aprendem nada sobre a MENSAGEM: pois falam absurdos e absurdos sobre o tema que acabaram de ler.

Meio e Mensagem! Como são e quais são?

Leitores! Como são e quais são?

Há 3 tipos de leitores! 1- Os que acreditam em tudo que leêm. 2- Os que discordam de tudo que lêem. 3- Os que analizam tudo que lêem e sabem que o importante é entender o que leram. Sabem também que discordar ou concordar é secundário.

Os dois primeiros tipos de leitores devem ser evitados a qualquer custo, salvo se você for masoquista. Porque eles são assim: Orgulho, soberba, excesso de auto confiança. Fazem mal a si mesmo e aos outros. Não recomendo a ninguém, exceto masoquistas, escrever para eles.

Dos 3 tipos de leitores, o único que salva é o leitor que consegue entender de lógica, de retórica e de argumentação. Busca erros e acertos nos pressupostos e no raciocínio do autor do texto. Em suma, sabe dialogar com o texto.

Quanto aos tipos de mensagens e meios de transmissão da mensagem, vou comentar somente sobre livros.

É o meio mais antigo e profundo de se transmitir idéias, pois por livro entendemos um trabalho mais demorado de pesquisa e de acúmulo de experiências pessoais que são transmitidas com um número grande de exemplos.

O livro sério é, portanto, algo demorado de se fazer e contém um bom número de páginas, embora quantidade elevada de páginas não seja sinal nescessário de qualidade.

Há 3 tipos de livros porque há 3 tipos de autores de livros:

1- O que discorda de tudo que lê e quer desqualificar tudo que foi escrito antes dele sobre o assunto proposto em seu livro.

2- O que concorda com tudo que lê de sua corrente de pensamento e faz aqueles livros cheios de citações.

3- O que, para fazer um livro, estuda autores prós e autores contra a sua tese que propõe a demonstrar em seu livro, e racionalmente, seleciona os melhores argumentos contra e prós à sua tese, e em seguida, os comenta, refutando-os ou aprimorando-os.

Fique apenas com este último tipo de autor e de livro e se dará bem em suas leituras.

Porque ainda devemos ler alguns livros na terra que um semi-letrado é presidente da república!

16 de setembro de 2007

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Parece masoquismo, e talvez seja, fazer, para si mesmo,  perguntas de difícil resposta!

O descrédito da cultura no Brasil nunca foi tão grande! Quem quer ser culto é taxado de elite dominante perversa!

Porém o lambe-botas de Fidel Castro não vai viver para sempre.

Supõe-se que depois do analfabeto morrer no poder, as coisas começarão a melhorar e, portanto, o jovem que começar a adquirir cultura agora será recompensado na velhice, caso, voltemos a ter a cultura valorizada lá pelo ano de 2050.

Mas o que ler: “”historiadores”‘ e “”filósofos”‘ comunistas? auto-engano? “”teólogos”‘ da libertação. Certamente não!

Um católico poderia ser “Introdução ao Cristianismo” do Cardeal Ratzinger. Tudo bem! Ler o melhor de cada ramo, seguindo orientação de entendidos, de iniciados, de pessoas que já adquiriram cultura.

Mas! E a discriminação? O preconceito contra quem lê? As risadinhas maliciosas quando nos atrevemos a caminhar com um livro debaixo do braço! Solução: Psicólogo! É muito arriscado ler no Brasil sem ter um psicológo para acalmar.

Já foi melhor no passado! Claro! Quando um jovem recém formado na capital de um estado, chegava de trêm à sua vila do interior, esta fazia festa para ele.

Ler livros de universidade, nem pensar! Aquilo é antro de comunistas e politicamente corretos.

Revolução! Juntar todos os cultos do Brasil e se lançarem em guerra contra o PT? Isso só seria pretexto para os cultos serem eliminados mais rapidamentes como inimigos do povo.