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Leia o blog da cubana que lança livro no Brasil, Desde Cuba com carinho Yoani Sanchez, email de Yoani Sanchez
Add comment 9 09UTC Outubro 09UTC 2009
Reinaldo Azevedo esmigalha a Folha de S. Paulo – o que faz a esquerda e os socialistas hoje
ÓDIO À DEMOCRACIA
sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 5:27
Destaquei ontem o trecho de um texto da Folha Online, que considerei exemplar de certo estado de coisas, a saber:
O presidente Zelaya foi deposto em 28 de junho, em um golpe orquestrado por Suprema Corte, Congresso e Exército como retaliação à sua insistência em realizar referendo para mudança na Constituição que permitiria a reeleição – proibida no país.
Afirmei que era uma síntese quase perfeita do que tinha acontecido em Honduras – ou da leitura que boa parte da imprensa faz do fato: as instituições, vejam vocês!, deram um golpe num presidente que queria fraudar da Constituição!!! O texto só não é melhor porque faltou caracterizar também o Ministério Público entre os golpistas. Trata-se de uma construção fabulosa segundo a qual os que atuam em nome da lei democraticamente instituída são chamados de golpistas.
Este texto da Folha Online é apenas uma síntese involuntária de um estado de coisas. Não pretendi, obviamente, ridicularizar ninguém. A rigor, poderia ter sido escrito pela esmagadora maioria dos veículos do Brasil e do mundo. Este é um daqueles textos que não são escritos por uma pessoa, mas por uma era. Carrega aquele terrível anonimato das idéias feitas, que não se preocupam nem mais com a coerência.
A única maneira de sustentar que houve um golpe em Honduras, como já escrevi aqui naquele texto com 16 itens evidenciando o contrário, é mesmo ignorando a Constituição do país. E foi o que a imprensa brasileira fez. Só ela? Não! A de quase todo o mundo. E nem isso, obviamente, torna certo o errado. Cansei de ler “juristas” no Brasil reivindicando para Zelaya procedimentos que estão na nossa Constituição, mas não na de Honduras. Celso Amorim, o maior menor do mundo, chegou a pedir um processo de impeachment. Bem, antes, seria preciso inscrever tal artigo na Carta hondurenha.
Voltarei outras vezes a este tema. Mas ensaio uma explicação para tal comportamento. Vai uma digressão um tanto longa, mas creio que útil.
Houve um tempo em que os defensores do socialismo negavam pura e simplesmente os crimes do regime. Confrontados com a verdade, diziam que tudo se tratava de propaganda contra-revolucionária. Quando falavam de suas utopias, eliminavam do discurso as evidências do desastre humanista em que havia se convertido o regime do “novo homem” e dormiam em paz com a sua consciência. O socialismo real ruiu, como se sabe, mas não o desejo da reengenharia social, de criar o tal “outro mundo”.
A pregação socialista foi assumindo novos contornos, ganhando novos conteúdos, conquistando setores da sociedade que não se mobilizavam pelo discurso explicitamente político. As esquerdas contemporâneas são aquelas do Fórum Social Mundial: há de tudo lá: socialistas propriamente (ainda), ecologistas, orientalistas (de todos os orientalismos), minorias as mais diversas, alternativos, uma miríade, enfim, de pessoas que sonham com um “outro mundo possível”. O que as une? Se todas soubessem falar, diriam que são contrárias àquilo que conhecemos como democracia liberal. O velho modelo da militância exigia que particularidades fossem deixadas de lado em nome do principal: a luta de classes. Socialistas nunca viram com bons olhos organização de mulheres, de negros, de gays, de índios, de ecologistas… A luta de classes perdeu a sua centralidade para essa algaravia de particularismos que reivindicam o seu lugar – não raro, tentando impor a maiorias, por meio da guerra de valores, o seu ponto de vista. E chamam tal imposição de “democracia”.
Essa emergência de minorias militantes, que chamarei aqui, genericamente, de “antiliberais”, é uma realidade mundial – refiro-me, claro, às democracias capitalistas. Onde inexiste o regime que essa gente adora odiar, as ditaduras se encarregam da contestação à sua moda. Adiante. Se a Europa e os EUA, por exemplo, não correm o risco – não por enquanto ao menos – de ver solapado o regime democrático pela ação desses grupos de pressão, que se limitam à patrulha da linguagem e à reivindicação de direitos especiais, nos países atrasados (inclua-se aí o Brasil, ainda que Lulinha queira o contrário), essa patrulha pode se juntar aos escombros da velha luta antiimperialista, que passa, então, a contar com seus propagandistas.
São vários os governos na América Latina que, associados às tais minorias, buscam solapar o regime democrático recorrendo aos instrumentos fornecidos pela própria democracia. Esses grupos organizados passam a ser seus propagandistas. Em nome da reparação de direitos, destroem a democracia política.
Volto àquele texto que afirmei ter sido escrito por uma “era”, por um “tempo”. O que leva a imprensa e a esmagadora maioria dos analistas políticos a reconhecer – vejam que curioso! – que a Constituição foi violada, sim, mas que golpistas são aqueles que impuseram a lei (nem mesmo se comportam como os socialistas de antigamente, que negavam o óbvio)? O fato de que o velho socialismo perdeu, obviamente, a batalha na economia, mas ainda é influente nos valores, pouco importa a cor da vestimenta que envergue: verde, vermelha ou cor-de-rosa. Não existisse o mito fundador, do qual o latifundiário Zelaya se tornou beneficiário (não sei se é o caso de gargalhar ou de se esgoelar), de que existe uma luta do “povo explorado” contra as “elites espoliadoras”, esse vigarista não teria merecido, é claro, tamanha consideração. Não custa notar que a grita “É golpe!” começou na Venezuela, foi imediatamente acatada pelo governo brasileiro e se espalhou mundo afora.
A imprensa ocidental, a brasileira em especial, é o palco preferencial da atuação das vozes das “minorias” – desde que sejam minorias de contestação da ordem. Os socialistas d’antanho sabiam o que queriam: o socialismo. Ponto. As minorias de agora e seus porta-vozes -ainda que involuntários – não são socialistas; seu projeto, havendo um, não aspira à universalidade; o que elas pretendem é tornar o seu parcialismo uma força influente. O que há em comum entre os militantes de ontem e os de hoje: o ódio à democracia liberal, curiosamente, o único regime que permite a emergência dos… parcialismos! Eles surgem num regime de tolerância. E a tolerância seria a sua primeira vítima se chegassem, de fato, ao poder. Mas isso já abre a senda para um outro artigo.
Concluo voltando ao início. Só se chama de golpe o triunfo da lei contra quem tentou golpear a Constituição, não se atentando para o absurdo da expressão, porque os inimigos da democracia liberal ainda ditam as palavras de ordem influentes. O fim do dito socialismo real, curiosamente, até lhes foi útil.
Hoje em dia, eles se dizem só humanistas e estão lotados até nos departamentos de cultura de grandes bancos e grandes empresas. E, de lá, ditam palavras de ordem contra a democracia liberal. Não fazem mal nenhum ao capitalismo. Mas fazem mal à democracia e ao regime de liberdades.

1 comment 9 09UTC Outubro 09UTC 2009
para baixar dowload livro negro do comunismo crimes do comunismo
Add comment 26 26UTC Setembro 26UTC 2009
Rindo a toa – terroristas do al qaida se voltam contra a china comunista Al-Qaida declares jihad against Chinese Al Qaida declara guerra contra governo da china
FROM JOSEPH FARAH’S G2 BULLETIN
Al-Qaida declares jihad against Chinese
Response is to violent crackdown on Muslim Uighurs
Posted: July 17, 2009
8:15 pm Eastern
© 2009 WorldNetDaily
Editor’s Note: The following report is excerpted from Joseph Farah’s G2 Bulletin, the premium online newsletter published by the founder of WND. Subscriptions are $99 a year or, for monthly trials, just $9.95 per month for credit card users, and provide instant access for the complete reports.
Beijing is facing a new problem because of its recent harsh response to demonstrations in Xinjiang province resulting in the deaths of Muslim Uighurs – a threat of retaliation from al-Qaida, according to a report from Joseph Farah’s G2 Bulletin.
The terrorist group has suggested it might attack overseas operations linked to China, which has dispatched hundreds of thousands of workers to the Middle East, North Africa and Latin America – all regions where al-Qaida has a capability of launching attacks.
Initial reports of the ethnic riots in Xinjiang province said that the number of Uighurs killed since the July 5 riots began in the city of Urumqi was 156, with another 1,100 injured. But the World Uighur Congress, or WUC, reported that the Uighur death toll exceeded 800.
In addition to the harsh Chinese troop takedown of Uighurs, the WUC reports that other Uighurs were lynched by Han Chinese. According to WUC general secretary Dolkun Isa, some four Uighur women students attending Urumqi University’s medical school were killed and their heads cut off.
Keep in touch with the most important breaking news stories about critical developments around the globe with Joseph Farah’s G2 Bulletin, the premium, online intelligence news source edited and published by the founder of WND.
While thousands of Chinese troops were sent into Urumqi, their mission apparently was not to protect the Uighur minority. Uighur leaders said that Chinese troops opened fire on the Uighurs who were initially protesting peacefully.
“We have been hearing that bodies are lying in the streets in Urumqi,” said WUC vice president Asgar Can. The WUC’s main office is located in Munich, Germany.
WUC has called for Uighurs worldwide to demonstrate in front of Chinese embassies.
China had offered strong support to Washington against terrorism following the Sept., 11, 2001, terrorist attacks on the United States.
Human Rights Watch, however, is concerned that China “has construed that support against terrorism as a pretext for gaining international support – or at least silence – for its own crackdown on ethnic Uighurs in the Xinjiang Uyghur Autonomous Region.”
“Beijing has long claimed to be confronted with ‘religious extremist forces’ and ‘violent terrorists’ in Xinjiang,” a Human Rights Watch statement said. “Much like Tibetans, the Uighurs in Xinjiang have struggled for cultural survival in the face of a government-supported influx by Chinese migrants, as well as harsh repression of political dissent and any expression, however lawful or peaceful, of their distinct identity.
“Chinese authorities have not discriminated between peaceful and violent dissent, however, and their fight against ’separatism’ and ‘religious extremism’ has been used to justify widespread and systematic human rights violations against Uighurs, including many involved in non-violent political, religious, and cultural activities,” Human Rights Watch added.
While it may not help the Uighurs by having the terrorist group al-Qaida embrace their cause, the reality is that a branch of al-Qaida, the Algerian-based Al-Qaida in the Islamic Maghreb, or AQIM, has called for reprisals against China for its actions toward them.
Add comment 18 18UTC Julho 18UTC 2009
João Jardim quer proibir comunismo em Portugal – PORTUGAL DÁ A LARGADA NA LUTA CONTRA O COMUNISMO
Alberto João Jardim quer rever a Constituição e proibir o comunismo em Portugal. O Presidente do Governo Regional da Madeira vai avançar na próxima semana, no Parlamento Regional, com a proposta de revisão onde se pode ler que a “democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias totalitárias e autoritárias” dando dois exemplos: o fascismo e o comunismo.
A proposta de revisão constitucional do PSD/Madeira vai ser apresentada e discutida na próxima quarta-feira no Parlamento madeirense numa sessão que contará com a presença de Alberto João Jardim, naquela que é uma das suas raras presenças naquele plenário.
Este projecto extremamente polémico defende o aprofundamento dos poderes legislativos, a criação de partidos regionais e a extinção do cargo de Representante da República.
Mas também entre os pontos secundários do documento se sugere “o esclarecimento de que a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de Direita – como é o caso do Fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional – como igualmente de Esquerda – como vem a ser o caso do Comunismo, não previsto no texto constitucional”.
Num documento bastante polémico as reacções não se fizeram esperar e a primeira chegou do território madeirense por parte do coordenador regional do PCP na Madeira que desde logo desvalorizou a proposta considerando-a igual à apresentada em 2003/2004 e que terá o mesmo destino, ou seja “caixote do lixo”.
Em declarações à Agência Lusa, Edgar Silva salientou que “só quem tem memória curta é que dá crédito” a esta iniciativa, lembrando que “já em 2004 a proposta de revisão constitucional de Alberto João Jardim apontava para estes aspectos e nem mereceu crédito por parte do PSD na Assembleia da República, incluindo os deputados eleitos pela Madeira e teve como destino o caixote do lixo”.
Add comment 17 17UTC Julho 17UTC 2009
Red Cocaine – The Ddrugging of America ( Joseph D. Douglass, Jr) 1999 – A KGB a rússia implantando na américa latina o tráfico de drogas associado a guerrilhas e terrorismo – a cocaína na américa latina
http://www.midiaamais.com.br/resenhas/52-red-cocaine-the-drugging-of-america.
Add comment 6 06UTC Julho 06UTC 2009
NÃO HÁ FRUTAS EM CUBA – TERRA NÃO É CULTIVADA – ALIMENTOS SÃO TODOS IMPORTADOS
Los frutales en Cuba “prácticamente han desaparecido”, y las frutas escasean en los mercados y son cada día más caras, reconoce un informe publicado hoy en el diario oficial Granma.
“La cosecha de cítricos disminuyó desde el 2004 un 51%, la de plátano fruta un 38% y la de otras frutas un 29%”, detalla el artículo del periódico, portavoz del gobernante Partido Comunista.
“Las cifras de los primeros cinco meses del presente año continúan marcando un descenso”, agrega el informe sobre la escasez de frutales, a los que Granma califica de “parte indisoluble” de la identidad cubana y uno de sus principales atractivos naturales.
“Semejante contexto ha repercutido, como es de suponer, en el incremento de las importaciones destinadas a la distribución de compotas, jugos y mermeladas, entre otros, a los sectores priorizados de la sociedad”, dice la nota, que relata experiencias campesinas y gubernamentales para revertir la situación.
Cuba importa más del 80% de los alimentos que consumen sus 11,2 millones de habitantes, al tiempo que ha mantenido ociosos la mitad de sus campos cultivables, por lo que el presidente del país, el general Raúl Castro, sostiene que es imprescindible “virarse (volverse) para la tierra!”.
Fonte: EFE
Add comment 3 03UTC Julho 03UTC 2009




