Arquivo da categoria ‘amor’

O que realmente Sandy Leah Lima disse à Revista PlayBoy sobre sexo e prazer anal:

28 de agosto de 2011

Nota. hoje, 2 de setembro de 2011, com muito orgulho Sandy nos adicionou no Facebook. Muito obrigado a todos.

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A cantora Sandy disse que a revista “Playboy” foi sensacionalista ao destacar na capa da edição de agosto uma frase de sua entrevista – “É possível ter prazer anal”.

Segundo Sandy, a publicação tirou o contexto da frase ao retirá-la de uma resposta da entrevista.

Confira abaixo a pergunta da “Playboy” e as respostas da cantora:

Pergunta da Playboy – Dizem que as mulheres não gostam de sexo anal. Você concorda com isso?

Resposta da Sandy -Então… Não tem como não responder isso sem entrar numa questão pessoal. Mas, falando de uma forma geral, eu acho que é possível ter prazer anal. Sim, porque é fisiológico. Não é todo mundo. Deve ser a minoria que gosta.

Pergunta da Playboy – Uma minoria na qual você se inclui?

Resposta da Sandy- Não vou dizer. Essa é uma pergunta que me faria pôr em prática minhas aulas de boxe (risos).

http://natelinha.uol.com.br/noticias/2011/08/08/veja-resposta-completa-de-sandy-a-playboy-sobre-sexo-anal-133942.php

Ricky Martin afirma ser homossexual em carta pública

29 de março de 2010

Agora só falta você Leonardo de Caprio

Agora só falta você Tom Cruise

ONDE ESTÁ VOCÊ JOHN TRAVOLTA?

Caso Isabella de Oliveira Nardoni – Detalhes do Processo Caso Araceli Cabrera Sanchez Crespo – Semelhanças – diferenças

26 de março de 2010

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ARACELI CABRERA SANCHEZ CRESPO:  18 de maio de 1973.

http://www.youtube.com/watch?v=RvaqT-e_nWI&feature=related 

http://www.youtube.com/watch?v=IuqFIAQWbN4&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=4nzBiFRt04g&feature=fvw

Nas reportagens, hoje em dia, pouco se lembra do JOSÉ LOUZEIRO, e seu livro:

 ”ARACELLI MEU AMOR”.

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E tão pouca gente fala de CLÁUDIA LESSIN RODRIGUES.

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Isabella de Oliveira Nardoni,  29 de março de 2008

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Sempre vi semelhanças entre as fisionomias das duas meninas. 

As duas mães, ao contrário, eram bem diferentes, no comportamento.

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Vejo também o lado técnico:

Hoje temos uma polícia muito mais sofisticada que não deixa passar nada, nem uma mínima mancha de sangue.

O próprio caso ARACELI CABRERA SANCHEZ CRESPO estimulou a sofisticação da Polícia:

Em,  a polícia já mais sofisticada, e  foi feita outra análise do corpo.

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Não vale como certidão.
Total de Processos encontrados 2
 
Processo : 024.91.003198-8    Situação : Baixado
Ação : CRIME ARTS 235 249 Petição Inicial : 199190165115 
Vara : VITÓRIA – 3ª VARA CRIMINAL
Parte Principal
Requerente : A JUSTICA PUBLICA
Advogado : 9-ES NAO INFORMADO
Requerido : DANTE BRITO MICHELINI
Advogado : 9-ES NAO INFORMADO
Último Andamento    
25/06/2008    Processo baixado   PROCESSO RECEBIDO PARA DAR ANDAMENTO: PROCESSO ANTIGO ORIUNDO DA MIGRAÇÃO DO SISTEMA EJUD.
 
 
Processo : 024.92.002914-7    Situação : Baixado
Ação : CRIME ARTS 312 327 Petição Inicial : 199290198335 
Vara : VITÓRIA – 3ª VARA CRIMINAL
Parte Principal
Requerente : A JUSTICA PUBLICA
Advogado : 9-ES NAO INFORMADO
Requerido : ALEXANDRINO ALVES
Advogado : 9-ES NAO INFORMADO
Último Andamento    
23/06/2008    Processo baixado   PROCESSO ANTIGO, ORIUNDO DA MIGRAÇÃO DO SISTEMA ANTERIOR, EJUD
 
Processo : 024.91.003198-8 Petição Inicial : 199190165115  Situação : Baixado
Ação : CRIME ARTS 235 249  Natureza : Criminal Data de Ajuizamento: 05/08/1998
Vara : VITÓRIA – 3ª VARA CRIMINAL  
 
Distribuição    
Data : 05/08/1998 00:00 Motivo : Migração
 
Partes do Processo    
Requerente
   A JUSTICA PUBLICA
        9/ES – NAO INFORMADO
   ARACELI CABRERA SANZES
Requerido
   DANTE BRITO MICHELINI
        9/ES – NAO INFORMADO
   DANTE DE BARROS MICHELINI
   PAULO CONSTANTEEN HELAL
 
 
 
Andamentos    
25/06/2008     Processo baixado    PROCESSO RECEBIDO PARA DAR ANDAMENTO: PROCESSO ANTIGO ORIUNDO DA MIGRAÇÃO DO SISTEMA EJUD.
25/06/2008     Autos recebidos em cartório VITÓRIA – 3ª VARA CRIMINAL   
25/03/1993     AUTOS VISTA DEFENSOR   
12/02/1993     AUTOS DEVOLV MP C PAR RAZOES   
12/02/1993     AUTOS VISTA REU   
10/02/1993     AUTOS CARGA MP   
04/02/1993     AR DEVOLVIDO CUMPRIDO   
10/12/1991     MANDADO DEVOLVIDO   
10/12/1991     AUTOS REMETIDOS TRIB JUSTICA   
04/11/1991     MANDADO ENTREGUE OFICIAL   
04/07/1991     CADASTRAMENTO EFETUADO EM   

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Processo : 024.92.002914-7 Petição Inicial : 199290198335  Situação : Baixado
Ação : CRIME ARTS 312 327  Natureza : Criminal Data de Ajuizamento: 05/08/1998
Vara : VITÓRIA – 3ª VARA CRIMINAL  
 
Distribuição    
Data : 05/08/1998 00:00 Motivo : Migração
 
Partes do Processo    
Requerente
   A JUSTICA PUBLICA
        9/ES – NAO INFORMADO
   ARACELI CABRERA SANCHES
Requerido
   ALEXANDRINO ALVES
        9/ES – NAO INFORMADO
   ELSON JOSE DOS SANTOS
   HERMES FERREIRA DA SILVA
   MANOEL NUNES DE ARAUJO
 
 
 
Andamentos    
23/06/2008     Processo baixado    PROCESSO ANTIGO, ORIUNDO DA MIGRAÇÃO DO SISTEMA ANTERIOR, EJUD
18/02/1994     AUTOS DEVOLV MP C PAR RAZOES   
18/02/1994     MANDADO EXPECA SE   
26/01/1994     AUTOS CONCLUSOS P SENTENCA   
26/01/1994     SENTENCA EXTINTA PUNIBILIDADE   
26/01/1994     AUTOS CARGA MP   
27/12/1993     AUTOS DEVOLV MP C PAR RAZOES   
27/12/1993     AR DEVOLVIDO CUMPRIDO   
14/01/1993     AUTOS CARGA MP   
05/03/1992     DILIGENCIA AG CUMPRIMENTO   
05/03/1992     AR DEVOLVIDO CUMPRIDO   
19/02/1992     CADASTRAMENTO EFETUADO EM   
 

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vejam aqui youtube vídeo proibido da cerveja Paris Hilton homem culto entra de cabeça na luta contra a censura e o preconceito contra loiras bonitas mostrarem o que querem e o que têm para mostrar xô censura viva o dia internacional da beleza feminina e o dia internacional da mulher bonita, homem culto conta com apoio irrestrito do blog movimento machista mineiro

5 de março de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=0CXpf-4ArM8&feature=player_embedded

deu no google news – doações e ameças para mãe de 14 filhos

14 de fevereiro de 2009

Mãe de óctuplos se esconde devido a ameaças de morte

LOS ANGELES, EUA (AFP) — A americana que deu à luz oito crianças no final de janeiro, na Califórnia (oeste), se refugiou “em um lugar não indicado” depois de ter recebido ameaças de morte, confirmou nesta quinta-feira seu porta-voz.

Nadya Suleman, cuja decisão de ter novos embriões implantados quando já era mãe de seis crianças provocou uma forte polêmica no país, havia decidido voltar para sua casa em um subúrbio de Los Angeles no final de semana passado, mas não pôde após ter recebido ameaças, explicou Michael Furtney, sua porta-voz.

“Embora várias ameaças não sejam muito sérias, havia algumas muito sérias, e por isso foi sugerido a ela, por precaução, que fosse para outro lugar”, disse sua porta-voz à AFP.

“Creio que está se preparando para voltar para sua casa. Não estou 100% seguro, mas é provável que chegue em casa nos próximos dois dias”, acrescentou.

Segundo Furtney, Suleman recebeu ameaças depois que foram revelados os detalhes do nascimento dos óctuplos no dia 26 de janeiro.

A empresa de Furtney ajudou Suleman a colocar na internet o site “www.thenadyasulemanfamily.com“, no qual as pessoas podem enviar mensagens e doações para esta mãe de 14 crianças.

O nascimento dos oito filhos suscitou polêmica no país.

A própria mãe de Suleman criticou a decisão de sua filha que está desempregada, vive com ela em uma residência de quatro cômodos e, segundo a imprensa local, deve cerca de 50.000 dólares em empréstimos estudantis.

amor quimica hormonios atração sexual – o que é amor amar

18 de janeiro de 2009

REPORTAJE www.elpais.es

  El amor es química… y algo de amistad Las hormonas definen el calendario amatorio: la testosterona dispara el deseo y la oxitoscina mantiene la fidelidad.  por  JAVIER SAMPEDRO.

El amor se suele considerar indefinible, porque unos lo ven con Freud como una sublimación del sexo, otros con Fromm como una de las bellas artes, y otros le aplican la palabra al gato. Pero ¿y si los tres tienen razón?

Por qué atrae la belleza La noticia en otros webs webs en español en otros idiomas La persona amada y un gol del equipo favorito activan la misma zona cerebral Los animales tardan minutos en elegir pareja; los humanos, hasta año y medio El hombre resulta más deseable si aparece rodeado de mujeres En la valoración de pareja se buscan rasgos que están en uno mismo La evolución de un gen en los topillos ha sido clave para estudiar el amor Aspirar una determinada sustancia induce a prestar dinero La antropóloga Helen Fisher, de la Universidad de Rutgers en Nueva Jersey, se basa en sus experimentos de imagen cerebral (por resonancia magnética funcional) y en el resto de la evidencia disponible para defender una definición tripartita del amor. Primero el impulso sexual indiscriminado, una fuerza autónoma que desata la búsqueda de pareja en cualquier acepción del término; luego la atracción sexual selectiva; y por último el cariño, el lazo afectivo de larga duración que sostiene a las parejas más allá de la pasión.

Son tres procesos cerebrales distintos, pero interconectados. Y tienen una profunda raíz evolutiva común, porque su balance controla la biología reproductiva de las especies. El impulso sexual, la primera fase del amor, está regulado por la testosterona (masculina) y los estrógenos (femeninos) en el común de los mamíferos, más bien por la testosterona en los primates, y casi exclusivamente por la testosterona en el Homo sapiens. Los hombres con más testosterona en la sangre tienden a practicar más sexo, pero también las mujeres suelen sentir más deseo sexual alrededor del periodo de ovulación, cuando suben los niveles de testosterona.

El declinar de esta hormona con la edad va asociado a la reducción de todos los tipos de libido, incluidas las fantasías sexuales. La testosterona no se relaciona con los gustos preferenciales, sino más bien con los genéricos. Los psicólogos del Face Research Laboratory de la Universidad de Aberdeen, Reino Unido, acaban de demostrar, por ejemplo, que los altos niveles de testosterona -incluso en el mismo hombre, cuando varían en distintos momentos- se correlacionan con su gusto por los rasgos de la cara asociados a la feminidad, en genérico, como ojos grandes, labios llenos, etcétera.

De modo similar, muchos estudios han mostrado que los juicios de las mujeres sobre el atractivo masculino están afectados por los niveles de las hormonas sexuales. Varios experimentos han cartografiado las zonas del cerebro que se activan al enseñar a los voluntarios una serie de fotos de contenido erótico explícito. Aunque los resultados son complicados, una de las activaciones más reproducibles y proporcionales al grado de excitación sexual declarado por el sujeto es el llamado córtex cingulado anterior. En un experimento independiente, esta misma zona resultó activarse cuando el equipo del voluntario metía un gol, una coincidencia que admite varios tipos de interpretación. O tal vez ninguna. La segunda fase es el amor romántico, el amor en sentido clásico de la palabra enamorarse. Es un rasgo humano universal, y su característica definitoria es la atracción sexual selectiva.

Por esta razón, los etólogos creen probable que el amor humano haya evolucionado a partir del ritual de elección de pareja, o cortejo de atracción típico de los mamíferos. Parece confirmarlo el hecho de que, en casi todos los mamíferos, ese cortejo se caracteriza por un notable despliegue de energía, persecución obsesiva, protección posesiva de la pretendida pareja y belicosidad hacia los posibles rivales. Pero hay una diferencia. “En la mayoría de las especies”, dice Fisher, “el ritual de elección de pareja dura minutos u horas, como mucho días o semanas; en los humanos, esa fase temprana de intenso amor romántico puede durar de 12 a 18 meses”. Un año y medio para elegir pareja, ya está bien con el ritual de cortejo.

Según han documentado los antropólogos en 147 sociedades humanas, el amor romántico empieza “cuando un individuo empieza a mirar a otro como algo especial y único”. Luego el amante sufre una deformación perceptiva por la que agiganta las virtudes e ignora las sombras del otro. Las adversidades estimulan la pasión, las separaciones disparan la ansiedad. Son los signos de un alto nivel de dopamina en los circuitos del placer del cerebro, y así lo han confirmado los experimentos de imagen.

Por ejemplo, enseñar a un voluntario una foto de su amada activa las rutas de la dopamina en los circuitos del placer. Estos circuitos guían gran parte de nuestro comportamiento -ni comer nos gustaría si no fuera por ellos-, y son los mismos que se activan en el ritual de cortejo, o de elección de pareja, de la mayoría de los mamíferos. La hipótesis de Darwin era que las hembras elegían a sus parejas basándose en su “sentido innato de la belleza”, pero la situación, al menos en la especie humana, parece haber sufrido todo tipo de complicaciones.

El equipo de Steve Buss, de la Universidad Estatal de California en Fullerton, ha demostrado que el mismo hombre les parece más deseable a las mujeres si aparece rodeado de mujeres que cuando aparece solo, o rodeado de otros hombres. Por el contrario, una mujer pierde puntos ante los hombres si aparece rodeada de otros hombres. La interpretación no está muy clara, pero aquí hay algo que parece escapar del mero romanticismo. Hay otra componente más en en la elección de pareja. Cuando los investigadores preguntan a grupos de estudiantes heterosexuales cuáles son los atributos que más valoran para formar una pareja, cada estudiante parece buscar los mismos rasgos que se atribuye a sí mismo en un test independiente.

Pero el amor romántico, con ser larguísimo en el ser humano, no suele durar más allá de un año o año y medio, y los cachorros de nuestra especie están completamente inválidos a esa edad. Hace falta otro mecanismo que prorrogue los lazos afectivos, y lo hay. La pista vino de dos especies de topillos. El topillo de la pradera (Microtus ochrogaster) tiene un comportamiento familiar intachable. Las parejas son fieles hasta que las muerte las separa, e incluso el 80% de los topillos no vuelven a contraer matrimonio tras enviudar. Los dos cónyuges colaboran sin rechistar en el cuidado de la prole, y suelen vivir con los suegros en paz . Todo lo contrario que su especie hermana, el topillo de la montaña, Microtus montanus: hoscos, enclaustrados en sus madrigueras individuales, traidores con sus parejas; los machos no cuidan de la prole en absoluto, y las hembras abandonan a las crías a las dos semanas de parirlas.

Larry Young, de la Universidad de Emory, descubrió que la buena fama de Microtus ochrogaster sólo es cierta como promedio: muchos topillos de la pradera son fieles y empalagosos, en efecto, pero otros son tan traicioneros y correosos como sus primos de la montaña. Ello le permitió hallar que la causa de esas diferencias entre individuos es un solo gen que evoluciona muy deprisa. El gen fabrica el receptor de la vasopresina. La vasopresina es una hormona capaz de alterar el comportamiento, pero necesita acoplarse a un receptor situado en las neuronas para ejercer sus efectos. Los topillos que llevan una versión muy activa del gen tienen mucho receptor de la vasopresina en el cerebro, y por tanto son fieles y empalagosos.

Los que llevan una versión poco activa tienen poco receptor y por tanto son traidores y malencarados.La versión de alta actividad predomina entre los topillos de la pradera -de ahí la buena fama de la especie-, y la de baja actividad es la norma entre los primos de la montaña, pero cada topillo es un mundo. Los científicos empezaron a analizar ese gen en las personas y a comparar sus variantes con sus perfiles psicológicos. También añadieron a sus investigaciones otro gen similar que tiene también la capacidad para evolucionar muy rápido, el del receptor de la oxitocina. Los dos genes están relacionados con la oxitocina y la vasopresina, dos hormonas que afectan al circuito del placer (o de la recompensa) cerebral.

Estas hormonas actúan a través de unos receptores situados en las neuronas de esos circuitos. Los dos genes clave fabrican el receptor de la oxitocina y el receptor de la vasopresina. Hasse Walum y sus colegas del Instituto Karolinska, en Estocolmo, han estudiado recientemente a 552 pares de gemelos o mellizos, y a sus parejas. Han analizado su gen avpr1a (el receptor de la vasopresina) y los han sometido a pruebas para evaluar sus “índices de calidad en la relación marital” y de “vinculación con la pareja”.

El 32% de los hombres con el gen variante permanecen solteros (frente al 17% con el gen estándar), y todos sus índices de “calidad marital” y vinculación afectiva son significativamente menores. Cuando una topilla de la pradera recibe una dosis cerebral de oxitocina, se siente vinculada de inmediato al macho que esté más cerca en ese momento, y de forma perdurable. En humanos se ha hecho una prueba similar, pero con dinero.

Un equipo de economistas y psicólogos suizos demostró que una simple inhalación de un aerosol de oxitocina hace que la gente confíe más en los extraños y, por ejemplo, les preste mucho más dinero en una situación ficticia (pero con dinero real puesto por el voluntario). Ambos genes evolucionan muy deprisa y producen variantes (alelos) de mayor o menor actividad, con efectos similares a aumentar o disminuir la cantidad de las hormonas. Ya se ofrecen por Internet productos como Enhanced Liquid Trust basados en la oxitocina, “diseñado para mejorar el área de citas y relaciones en tu vida”. Pero el amor se parece mucho al amor propio.

Lisa DeBruine, de la Universidad McMaster de Ontario, reclutó hace unos años a un grupo de voluntarios para jugar por Internet a una especie de dilema del prisionero. Cada voluntario podía ver en el ordenador la cara del otro jugador, y sólo con eso tenía que decidir si compartía con él su dinero o intentaba hacerle una pifia. La pifia, en realidad, se la había hecho DeBruine a todos los voluntarios, porque al otro lado del ordenador no había nadie. El supuesto jugador no era más que un programa, y las caras habían sido generadas por métodos informáticos.

El resultado fue que la mayoría de los voluntarios había decidido compartir su dinero candorosamente cuando la cara del otro jugador era… ¡la suya propia! Si hay una cuarta fase del amor, lo más probable es que esté al otro lado del espejo.

Lentes opacas para se ver as mulheres – medo de mulher complexo de inferioridade dos machistas inferioridade em relação a mulher, vontade de ser mulher, proteger mulher como objeto e como eterna criança, psicologia das mulheres ideal feminino

22 de setembro de 2008

Sempre soube que uma pessoa que insiste muito em um mesmo tema ou em uma mesma idéia fixa tem trauma de infância.
Certa vez ocorreu um caso assim e ninguém ao seu redor percebia nada.Como o cidadão era muito machista, eu sempre tive medo de lhe perguntar:
- Você nunca critica nenhuma mulher, você se empolga demais e fala demais das mulheres as quais você acha lindas ou bondosas e quer sempre protegê-las. Seria porque você sente complexo de inferioridade em relação a elas? Alguma mulher te fez muito mal? Alguma grande mulher te desprezou? Não se sente querido por ninguém?
A visão que as outras pessoas tinham do cidadão era totalmente outra: Alguns o viam como um homem de bom gosto, cavalheiro e experiente em mulher. Outros demonstravam desgosto por não se sentirem tão apreciadores de mulheres como ele o era.
Investiguei e não deu outra: Havia sido traído, quando jovem, por uma moça que tinha aparência terna e meiga, mas que era uma devoradora de homens, os tratando como objeto de prazer e lucro.