o caso aracelli cabrera crespo

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declaração de praga, crime dos comunistas, lugar de comunista é na cadeia?

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Rodovias da região Norte são as piores do país, classifica CNT – 93,7% da malha regular, ruim GOVERNAR É ABRIR ESTRADAS INFRA ESTRUTURA CUSTO BRASIL

Rodovias da região Norte são as piores do país, classifica CNT -  93,7% da malha regular, ruim

 Rondoniadinamica – 2009-10-28 – 09:45:00 -

 A região Norte é a pior do país em termos de rodovias, com menos quilômetros de estradas e, de acordo com a Pesquisa Rodoviária 2009, divulgada esta quarta-feira (28/10) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 93,7% da malha regular, ruim ou péssima. Dos 9.092 quilômetros percorridos pela entidade na região, apenas 117 quilômetros estão em condições consideradas ótimas. Roraima, Amazonas e Acre são os três piores estados do país quando o assunto é este. Os técnicos da entidade percorreram os 60.784 quilômetros de rodovias federais no país, além de 28.768 quilômetros de rodovias estaduais. De acordo com a pesquisa, 69% dos quilômetros avaliados, entre estradas federais e estaduais, têm situação regular, ruim ou péssima.

Nas estradas federais, esse índice chega a 66,9%. Do outro lado do ranking, o Sudeste tem a melhor condição de rodovias. Dos 25.819 quilômetros percorridos pelos técnicos da pesquisa, 45,8% entram na classificação ótimo ou bom. Dos 6.878 quilômetros considerados ótimos, 64,8% estão no estado de São Paulo. No Centro-Oeste, 77,4% da malha avaliada é regular, ruim ou péssima. A região tem apenas 7,9% das rodovias considerada ótima. Entre as unidades da Federação na região, o Dstrito Federal aparece com a melhor malha rodoviária, com 24,75% em condições ótimas. Por outro lado, o DF ainda tem 61,8% da malha em situação regular ou ruim.

Com informações do Correio Brasiliense

Add comment 28 28UTC Outubro 28UTC 2009

Bolsa Família inibe expansão do emprego no interior do país

Bolsa Família inibe expansão do emprego no interior do país

domingo, 25 de outubro de 2009 | 5:51  

No Globo:
O emprego formal é praticamente inexistente nos municípios brasileiros no topo da lista de beneficiários do Bolsa Família. Em Presidente Vargas, no Maranhão, contam-se nos dedos de uma mão empregos com carteira assinada no setor privado. Segundo reportagem de Regina Alvarez na edição dste domingo do jornal O GLOBO, o município tem 10 mil habitantes e 2.292 domicílios; 1.832 famílias (80%) recebem o auxílio do governo e só quatro pessoas têm emprego com carteira, segundo o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho.

A reportagem mostra ainda que, entre os cem municípios com maior cobertura do programa, 85 têm informações disponíveis sobre emprego formal. Juntos, abrigam um milhão de habitantes e 259 mil domicílios, sendo que 184,3 mil famílias recebem o Bolsa Família – 71%. Já os empregos com carteira assinada no setor privado somam 14,1 mil, o equivalente a 1,3% dessa população.

A precariedade do emprego formal nessas cidades – municípios pobres, com população abaixo de 30 mil habitantes – não tem relação direta com a concessão do Bolsa Família. Existem barreiras anteriores ao programa que impedem o acesso dos trabalhadores a empregos: a baixa escolaridade e a falta de capacitação profissional. As parcas vagas com carteira assinada no comércio de Presidente Vargas exigem ensino médio.

Segundo a reportagem de Regina Alvarez, os beneficiários do Bolsa Família em Presidente Vargas não estão no mercado formal nem no informal. O programa mantém as crianças na escola, mas a maioria das famílias está acomodada com o benefício, que varia de R$ 22 a R$ 200. Elas têm medo de perdê-lo ao adicionar outra fonte ao rendimento familiar. Assim, não demonstram interesse em cursos de qualificação profissional.

- Relutei em aceitar a ideia, mas é a realidade. As famílias estão acomodadas, e não tem sido fácil tirá-las da acomodação. Acreditam que podem se manter com cento e poucos reais – afirma Ivete Pereira de Almeida, secretária de Assistência Social da prefeitura de Presidente Vargas.

Add comment 25 25UTC Outubro 25UTC 2009

Leia o blog da cubana que lança livro no Brasil, Desde Cuba com carinho Yoani Sanchez, email de Yoani Sanchez

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Reinaldo Azevedo esmigalha a Folha de S. Paulo – o que faz a esquerda e os socialistas hoje

ÓDIO À DEMOCRACIA

sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 5:27

 

Destaquei ontem o trecho de um texto da Folha Online, que considerei exemplar de certo estado de coisas, a saber:

O presidente Zelaya foi deposto em 28 de junho, em um golpe orquestrado por Suprema Corte, Congresso e Exército como retaliação à sua insistência em realizar referendo para mudança na Constituição que permitiria a reeleição – proibida no país.

Afirmei que era uma síntese quase perfeita do que tinha acontecido em Honduras – ou da leitura que boa parte da imprensa faz do fato: as instituições, vejam vocês!, deram um golpe num presidente que queria fraudar da Constituição!!!  O texto só não é melhor porque faltou caracterizar também o Ministério Público entre os golpistas. Trata-se de uma construção fabulosa segundo a qual  os que atuam em nome da lei democraticamente instituída são chamados de golpistas.

Este texto da Folha Online é apenas uma síntese involuntária de um estado de coisas. Não pretendi, obviamente, ridicularizar ninguém. A rigor, poderia ter sido escrito pela esmagadora maioria dos veículos do Brasil e do mundo. Este é um daqueles textos que não são escritos por uma pessoa, mas por uma era. Carrega aquele terrível anonimato das idéias feitas, que não se preocupam nem mais com a coerência.

A única maneira de sustentar que houve um golpe em Honduras, como já escrevi aqui naquele texto com 16 itens evidenciando o contrário, é mesmo ignorando a Constituição do país. E foi o que a imprensa brasileira fez. Só ela? Não! A de quase todo o mundo. E nem isso, obviamente, torna certo o errado. Cansei de ler “juristas” no Brasil reivindicando para Zelaya procedimentos que estão na nossa Constituição, mas não na de Honduras. Celso Amorim, o maior menor do mundo, chegou a pedir um processo de impeachment. Bem, antes, seria preciso inscrever tal artigo na Carta hondurenha.

Voltarei outras vezes a este tema. Mas ensaio uma explicação para tal comportamento. Vai uma digressão um tanto longa, mas creio que útil.

Houve um tempo em que os defensores do socialismo negavam pura e simplesmente os crimes do regime. Confrontados com a verdade, diziam que tudo se tratava de propaganda contra-revolucionária. Quando falavam de suas utopias, eliminavam do discurso as evidências do desastre humanista em que havia se convertido o regime do “novo homem” e dormiam em paz com a sua consciência. O socialismo real ruiu, como se sabe, mas não o desejo da reengenharia social, de criar o tal “outro mundo”.

A pregação socialista foi assumindo novos contornos, ganhando novos conteúdos, conquistando setores da sociedade que não se mobilizavam pelo discurso explicitamente político. As esquerdas contemporâneas são aquelas do Fórum Social Mundial: há de tudo lá: socialistas propriamente (ainda), ecologistas, orientalistas (de todos os orientalismos), minorias as mais diversas, alternativos, uma miríade, enfim, de pessoas que sonham com um “outro mundo possível”. O que as une? Se todas soubessem falar, diriam que são contrárias àquilo que conhecemos como democracia liberal. O velho modelo da militância exigia que particularidades fossem deixadas de lado em nome do principal: a luta de classes. Socialistas nunca viram com bons olhos organização de mulheres, de negros, de gays, de índios, de ecologistas… A luta de classes perdeu a sua centralidade para essa algaravia de particularismos que reivindicam o seu lugar – não raro, tentando impor a maiorias, por meio da guerra de valores, o seu ponto de vista. E chamam tal imposição de “democracia”.

Essa emergência de minorias militantes, que chamarei aqui, genericamente, de “antiliberais”, é uma realidade mundial – refiro-me, claro, às democracias capitalistas. Onde inexiste o regime que essa gente adora odiar, as ditaduras se encarregam da contestação à sua moda. Adiante. Se a Europa e os EUA, por exemplo, não correm o risco – não por enquanto ao menos – de ver solapado o regime democrático pela ação desses grupos de pressão, que se limitam à patrulha da linguagem e à reivindicação de direitos especiais, nos países atrasados (inclua-se aí o Brasil, ainda que Lulinha queira o contrário), essa patrulha pode se juntar aos escombros da velha luta antiimperialista, que passa, então, a contar com seus propagandistas.

São vários os governos na América Latina que, associados às tais minorias, buscam solapar o regime democrático recorrendo aos instrumentos fornecidos pela própria democracia. Esses grupos organizados passam a ser seus propagandistas. Em nome da reparação de direitos, destroem a democracia política.

Volto àquele texto que afirmei ter sido escrito por uma “era”, por um “tempo”. O que leva a imprensa e a esmagadora maioria dos analistas políticos a reconhecer – vejam que curioso! – que a Constituição foi violada, sim, mas que golpistas são aqueles que impuseram a lei (nem mesmo se comportam como os socialistas de antigamente, que negavam o óbvio)?  O fato de que o velho socialismo perdeu, obviamente, a batalha na economia, mas ainda é influente nos valores, pouco importa a cor da vestimenta que envergue: verde, vermelha ou cor-de-rosa. Não existisse o mito fundador, do qual o latifundiário Zelaya se tornou beneficiário (não sei  se é o caso de gargalhar ou de se esgoelar), de que existe uma luta do “povo explorado” contra as “elites espoliadoras”, esse vigarista não teria merecido, é claro, tamanha consideração. Não custa notar que a grita “É golpe!” começou na Venezuela, foi imediatamente acatada pelo governo brasileiro e se espalhou mundo afora.

A imprensa ocidental, a brasileira em especial, é o palco preferencial da atuação das vozes das “minorias” – desde que sejam minorias de contestação da ordem. Os socialistas d’antanho sabiam o que queriam: o socialismo. Ponto. As minorias de agora e seus porta-vozes -ainda que involuntários – não são socialistas; seu projeto, havendo um, não aspira à universalidade; o que elas pretendem é tornar o seu parcialismo uma força influente. O que há em comum entre os militantes de ontem e os de hoje: o ódio à democracia liberal, curiosamente, o único regime que permite a emergência dos… parcialismos! Eles surgem num regime de tolerância. E a tolerância seria a sua primeira vítima se chegassem, de fato, ao poder. Mas isso já abre a senda para um outro artigo.

Concluo voltando ao início. Só se chama de golpe o triunfo da lei contra quem tentou golpear a Constituição, não se atentando para o absurdo da expressão, porque os inimigos da democracia liberal ainda ditam as palavras de ordem influentes. O fim do dito socialismo real, curiosamente, até lhes foi útil.

Hoje em dia, eles se dizem só humanistas e estão lotados até nos departamentos de cultura de grandes bancos e grandes empresas. E, de lá, ditam palavras de ordem contra a democracia liberal. Não fazem mal nenhum ao capitalismo. Mas fazem mal à democracia e ao regime de liberdades.

 

COMPARTILHE Digg StumbleUpon del.icio.us Twitter Enviar por e-mailPor Reinaldo Azevedo

1 comment 9 09UTC Outubro 09UTC 2009

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
- É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.

Add comment 8 08UTC Outubro 08UTC 2009

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