40 anos do Presidente Nixon na China

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em construção.

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Depois de Hugo Chávez Frias, descobrimos que o falso índio de araque morales não é hétero

20 20UTC fevereiro 20UTC 2012

Evo Morales fue calificado como misógino: Que siente rechazo hacia las mujeres

Publicado el 20 de feb de 2012 8:58 am |

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Foto: EFE/Martin Alipaz


La Paz, 20 feb (dpa) –
 El presidente de Bolivia, Evo Morales, fue calificado hoy de misógino y machista por periodistas y analistas por sus coplas para el carnaval.

El intercambio de coplas entre hombre y mujer es el acto central del carnaval del departamento de Cochabamba, en el centro de Bolivia. Morales y la ministra de Transparencia de su gobierno, Nardy Suxo, protagonizaron el viernes pasado un intercambio de ese tipo en las afueras del Palacio Quemado.

“Este Presidente de buen corazón, a todas las ministras les quita el calzón”, “Las ministras andan por los balcones, pidiendo limosna para sus calzones”, “Estas bartolinas tienen mucha fama, porque yo las llevo directo a mi cama”, “Yo quiero Nardita (su ministra) como dice el dicho, casarme contigo sólo por capricho”, fueron las coplas cantadas por Evo Morales.

La ministra Nardy Suxo retrucó: “Nuestro Presidente mujeriego es y cambia de chica en un dos por tres”, “Nuestro Presidente muy pícaro es, solo quiere a una y se come a tres”.

El inusual evento sorprendió a los bolivianos, y la mayoría criticó las coplas de Morales. “Presidente misógino y torpe”, escribió en twitter el cineasta y periodista, Alfonso Gumucio Dagrón.

“¡Que denigrante! ¡Qué manera de degradar la majestad presidencial!, de rendir culto al machismo. Pena ajena”, agregó el analista Hernán Maldonado, mientras que el periodista Humberto Vacaflor calificó a Morales de “Presidente quita-calzón”.

Además, Morales se convirtió en personaje del carnaval boliviano ya que mucha gente se disfrazó como el mandatario, utilizando careta y ‘chompa’ (pulóver) con franjas horizontales de varios colores. En la espalda tenían el cartel “Evo quita calzón de ministras” o “Evusconi” (alusión al italiano Silvio Berlusconi).

El carnaval en Bolivia finaliza mañana martes con el ritual andino de la “Challa”, en el que abundan la comida y los lícores

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O Estadista e a Terrorista:

18 18UTC fevereiro 18UTC 2012

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Estamos nos 40 anos da visita do Presidente Nixon à China. Tudo o que você sabe sobre a China de hoje começou naquele fevereiro de 1972.

18 18UTC fevereiro 18UTC 2012

O comunismo e o racismo negro na África do Sul

17 17UTC fevereiro 17UTC 2012

17 de fevereiro de 2012

A sangrenta liberdade da África do Sul

A sangrenta liberdade da África do Sul

Exclusivo: Barbara Simpson observa a transição da meta de democracia para escravidão

Barbara Simpson

É triste. Um país antes bem sucedido e com uma economia próspera está se tornando uma bagunça e caindo no status de país de terceiro mundo do século XXI.
Não, não estou falando do Zimbábue, que após se tornar “livre” entrou no caos, na fome e no desamparo econômico sob o seu ditador “eleito”, Robert Mugabe.
A África do Sul parece o Iraque, que agora que é “livre”, possui “eleições”, e, é claro, há a “Primavera Árabe” em andamento abundantemente elogiada pelos EUA e pelo Ocidente como uma mudança em direção à democracia e à liberdade.
Certo.
A única pessoa que conheci que possui a visão mais clara da verdade sobre a África do Sul, antes e depois do apartheid, e suas implicações para os EUA é a escritora, comentarista e, sim, filósofa da realidade, Ilana Mercer.
Ela coloca isso em detalhes explícitos e bastante assustadores no seu novo livro “Into the Cannibal’s Pot — Lessons for America from Post-Apartheid South Africa” (No Caldeirão do Canibal — Lições para os EUA da África do Sul no pós-Apartheid)
O livro de Mercer enxerga padrões na dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela não tem papas na língua, seja escrevendo sobre negros ou brancos.
Mercer nasceu na África do Sul e viveu lá até a década de 60, quando seu pai, o rabino Bem Isaacson, mudou-se com a família para Israel devido a abusos por parte do governo do apartheid.
Na década de 80, ela retornou à África do Sul. Casou-se, teve um filho e depois emigrou para o Canadá. E por último, a família se estabeleceu nos Estados Unidos.
Tive um interesse especial por seu livro porque estive na África do Sul duas vezes, não como turista, mas convivendo com algumas pessoas de lá, conversando, vendo como vivem, lendo jornais locais e observando o país, não com óculos cor-de-rosa, mas como ele realmente é. Isso me levou a buscar me informar também dos horrores do Zimbábue. O padrão é claro e quase idêntico.
Infelizmente, a cegueira do nosso país continua, mais recentemente com a ministra da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg viajando para a África.
Ela visitou a Tunísia e principalmente o Egito, onde buscava “escutar e aprender” enquanto o país fazia a sua “transição constitucional para a democracia”.
Será que ela viu baderna, incêndios e espancamentos no “florescer” da Primavera Árabe?
Durante uma entrevista à emissora egípcia Al Hayat, Ginsburg arriscou sua opinião e seu conselho aos egípcios a respeito de como estruturar a sua nova constituição.
Essa mulher, ministra da maior corte dos EUA, que fez o juramento de “preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”, aconselhou o Egito a não basear o seu governo no dos EUA.
Ginsburg afirmou que ela “não iria olhar para a Constituição americana se fosse elaborar uma constituição no ano de 2012…”
Em vez disso, ela acredita que eles devem utilizar a Constituição da África do Sul como modelo.
Deixando de lado o mérito de ela estar humilhando o seu próprio país, fica claro que a sua afinidade com a África do Sul a cegou para a realidade daquele país “livre”.
Será que ela viu as estatísticas sul-africanas da violência? São mais de 50 assassinatos por dia. O país lidera os índices de estupros de crianças e bebês, para não falar dos de adultos. O número de fazendeiros brancos e suas famílias, incluindo crianças, visados, brutalmente torturados e sadicamente assassinatos nas suas próprias fazendas ou casas, cerca de 4.000 desde que o apartheid terminou em 1994, literalmente tornando a agricultura na África do Sul a ocupação mais perigosa do mundo. Roubos de automóveis são acontecimentos diários, com os motoristas frequentemente sequestrados e assassinados. As frequentes invasões e assaltos a casas forçam as pessoas a viverem como prisioneiras em casas protegidas por paredes, cercas elétricas, cães treinados, segurança particular, sistemas de alarme, sensores de movimento dentro e fora, salas-cofre e, se possível, armas (embora sejam ilegais).
Nunca vou me esquecer de uma reportagem de um jornal local quando estava na África do Sul. Era sobre um roubo de veículo de um indivíduo branco, que foi jogado de um penhasco antes que seu carro fosse levado.
Chega de constituição moderna governando um país livre. Um pedaço de papel não é nada se o império das leis não funciona. Não importa o que os comunicados do governo e folhetos turísticos digam, a África do Sul é claramente um país perigoso para visitantes, para negócios e para os seus próprios cidadãos, não importando a cor da pele.
A contagem total de corpos naquele país desde que foram “libertos” do domínio branco é estimada em mais de 300.000, e aumentando a cada ano. Há crimes de negro contra branco, negro contra negro e negro contra qualquer outra cor de pele. A criminalidade é sempre perpetuada com condescendência da polícia e do governo. Chega dessas estórias de “governo negro e livre”. Corrupção é corrupção.
A atrocidade do que está acontecendo na África do Sul desde que Nelson Mandela assumiu o poder após o apartheid pode ser chocante pela violência, mas não surpreendeu Mercer. Ela conhece a história e vê a transição da meta de liberdade democrática para a forma de ditadura e escravidão que existe lá agora.
Ao apresentar seu livro, Ilana Mercer a chama de “Nação Rambo”, e não tem papas na língua:
“Quando a África do Sul era governada por uma minoria branca e racista, ela era desdenhada pelo Ocidente e tratada tal qual Saddam Hussein, com boicotes e sanções. Agora que um governo racista da maioria negra controla o país, que está tão violento quanto o Iraque, a Libéria ou o Congo e se tornando rapidamente outro estado africano falido e islamizado, ele é a estrela do Ocidente”.
O livro de Mercer mostra a dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela vê paralelos nos EUA.
Ironicamente, dia 11 de fevereiro foi o 22º aniversário da libertação de Mandela da prisão e o começo da sua ascensão à presidência, e agora à sua santidade virtual.
Nada negativo pode ser escrito a respeito dele, e a mídia mundial é cúmplice do encobrimento maciço e politicamente correto da destruição gradual daquele país.
Mas Mercer põe tudo à mostra. Se você consegue lidar com a verdade, leia o livro. Essa é uma mulher corajosa.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original do WND: “South Africa’s bloody freedom

A fraude chamada Charles Spencer Chaplin

17 17UTC fevereiro 17UTC 2012

MI5 files: Was Chaplin really a Frenchman and called Thornstein?

MI5 investigated whether Charlie Chaplin was actually a Frenchman called Israel Thornstein, previously secret files on the Hollywood film star have revealed.

MI5 files: Was Chaplin really a Frenchman and called Thornstein?

Image 1 of 3
Charlie Chaplin at the height of his fame and with his wife, Oona O’Neill, refuting the US allegations in 1953 Photo: REX
By , Security Editor

12:01AM GMT 17 Feb 2012

Intelligence officers could find no trace of the actor’s birth in Britain despite Chaplin always claiming he was born in London in 1889.

The mystery surrounding his origins emerged when the US authorities asked MI5 to look into the comic actor’s background after he left America in 1952 under a cloud of suspicion over his communist links.

But British officers could find no birth certificate and the earliest official record was a passport issued in 1920.

They investigated suggestions he was born in Fontainebleau, near Paris, or nearby Melun, while the Americans claimed his real name was Israel Thornstein and raised the idea he may have been a Russian Jew.

Despite extensive searches, MI5 could find no evidence of any of the claims leaving his true origins a mystery to this day.

However, British intelligence rejected American claims that Chaplin was a high-risk communist, concluding that while he may have been a “sympathiser” he was no more than a “progressive or radical”.

Agents here accepted his name had “been exploited in the interests of communism as one of the victims of ‘McCarthyism’ – the US anti-communist campaign led by Senator Joe McCarthy – but said he was not a security risk.

It is the first time the files kept by MI5 on Chaplin have been made public and show the extent to which agents went in checking his background.

The star said he was born on April 16 1889 in East Street, Walworth, south London – just four days before the birth of Adolf Hitler, whom he lampooned in his classic 1940 film The Great Dictator.

Charlie Chaplin starring in the film The Great Dictator

But after scouring the files at Somerset House in London for his birth certificate, MI5 concluded: “It would seem that Chaplin was either not born in this country or that his name at birth was other than those mentioned.”

Scotland Yard’s Special Branch added to the intrigue by passing on a tip from a source who claimed the actor was born near Fontainebleau, just south of Paris.

The police memo said: “There may or may not be some truth in this, but in view of the fact that no documentary proof has been obtained that Chaplin was born in the United Kingdom, it may well be that he was in fact born in France.”

MI6, Britain’s foreign intelligence service, investigated further but found no trace of Chaplin’s birth in France either.

John Marriott, then head of MI5′s counter-subversion branch, was not convinced that the absence of a birth certificate was a matter of concern for the intelligence services.

He wrote: “It is curious that we can find no record of Chaplin’s birth, but I scarcely think that this is of any security significance.”

One possible answer to the mystery emerged last year when Chaplin’s family found a letter in a locked drawer suggesting he had been born on a gipsy camp in Smethwick, near Birmingham.

Chaplin became one of Hollywood’s first megastars with his shabby, bowler-hatted everyman persona, the Little Tramp

The note was sent to the star in the early 1970s from Jack Hill who said his own aunt was a Gypsy Queen and he had been born in her caravan.

It is known Chaplin’s mother Hannah had the maiden name Hill and descended from travellers.

Having escaped grinding poverty to launch a career in British music-hall, Chaplin moved to the US in 1910 and made a series of hugely successful films in Hollywood in his famous persona of the “Little Tramp”.

But in the early 1950s, when Washington was in the grip of McCarthyist paranoia about Soviet infiltration, he was reviled in the US as a communist sympathiser.

There was further controversy about his two marriages to 16-year-old girls, failure to take American citizenship, and claims he fathered an illegitimate child and owed 2 million dollars in back taxes.

Chaplin and his family sailed to Britain in September 1952 to attend the premiere of his new film Limelight.

While they were out of the country, US Attorney General James McGranery announced he would deny the actor a re-entry permit because of his alleged Soviet connections.

Chaplin’s MI5 files, released by the National Archives in Kew, west London, show agents here agreed that he had given funds to communist front organisations but that the US could not prove party membership.

And a note sent to the MI5’s East Africa liaison officer ahead of a safari holiday Chaplin took in Kenya in February-March 1958 shows that MI5 were unimpressed by Washington’s claims of communist links, which “do not impress us”.

It stated: “We have no substantial information of our own against Chaplin, and we are not satisfied that there are reliable grounds for regarding him as a security risk.

“His name has, of course, been exploited in the interests of communism as one of the victims of ‘McCarthyism’ …

“It may be that Chaplin is a communist sympathiser, but on the information before us he would appear to be no more than a ‘progressive’ or radical.”

Files released by The National Archives in 2002 showed that the British Government blocked Chaplin’s knighthood for nearly 20 years because of US concern about his colourful private life and political affiliations.

He was eventually knighted in March 1975 and died at his home in Switzerland on Christmas Day 1977, aged 88.

Quem era Charles Chaplin realmente e onde e quando nasceu?

17 17UTC fevereiro 17UTC 2012

http://www.aljazeera.com/news/europe/2012/02/20122177522841929.html?utm_content=automateplus&utm_campaign=Trial6&utm_source=SocialFlow&utm_term=tweets&utm_medium=MasterAccount

veja esta reportagem também do telegraph:

http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/defence/9086510/MI5-files-Was-Chaplin-really-a-Frenchman-and-called-Thornstein.html

Chaplin’s origins remain shrouded in mystery more than 120 years after his birth [GALLO/GETTY]

British agents who investigated Charlie Chaplin over US suspicions that he was a communist sympathiser could find no record of the silent film star’s birth or real identity, newly declassified files have revealed.

The UK’s MI5 security agency launched an investigation into Chaplin in 1952 following a request from the FBI, which believed Chaplin was using an alias and that his real name was Israel Thornstein, according to the documents released by the UK’s national archive on Friday.

The case came at the height of US paranoia over Soviet infiltration. US authorities had suspected Chaplin of being a communist since the height of his fame in the 1920s.

During his long career, Chaplin courted controversy with political films such as “The Great Dictator” a parody of German Nazi leader Adolf Hitler and “A King in New York”, a satire on the anti-communist Cold War fears gripping America.

While Chaplin said he had been born in London in 1889, British agents could find no record of his claim, but also concluded that he did not pose a security threat, according to the files.

“We can find no evidence that Chaplin’s name is or ever has been Israel Thornstein, nor can we find any evidence of the existence of such a person,” MI5 said in a letter to the U.S. Embassy in London.

“We have, however, been unable to discover any other name by which he has been known.”

‘Going back to Russia’

Elsewhere in the file, agents speculated that Chaplin might have had Russian roots. There was an allegation that he had once spoken of “going back to Russia”.

“This might refer to paying another visit, or it might denote his origin as Russia,” noted a senior MI5 officer, speculating that Chaplin might have come from a Jewish family fleeing pogroms at the end of the 19th century.

But British officials seemed content to let the mystery of Chaplin’s birth remain.

British agents were sceptical of US claims that the star was a communist threat, with John Marriott, the head of MI5′s counter-subversion branch, calling the allegations “unreliable”.

“It is curious that we can find no record of Chaplin’s birth, but I scarcely think that this is of any security significance,” he wrote in 1952.

Chaplin was refused re-entry to the United States in 1952. He settled in Switzerland and lived there until his death in 1977.

Source:
Agencies

16 16UTC fevereiro 16UTC 2012

Cartão Vermelho para a ministra que já treinou aborto por sucção:

15 15UTC fevereiro 15UTC 2012

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Amorim critica a ideia de merda do PT de que a violência é culpa de você empresário que gera emprego

14 14UTC fevereiro 14UTC 2012

Terça-feira, Fevereiro 14, 2012

PROGRAMAS SOCIAIS COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA NÃO MUDAM O PANORAMA DE ATRASO DO BRASIL E A VIOLÊNCIA AUMENTA, SOBRETUDO NO NORDESTE!

Plantação gigante de maconha no Nordeste brasileiro

Segundo consta nos índices estatísticos alardeados pelo governo de Lula, Dilma e seu sequazes, nunca antes na história deste país a renda foi tão bem distribuída. O governo petista turbinou a bolsa-família e ampliou as políticas sociais. Pesquisas demonstram que houve um apreciável desenvolvimento no Nordeste e que milhares de pessoas saíram da miséria.

O salário mínimo foi aumentado, a população brasileira já alcança quase 200 milhões e o mercado continua aquecido.
Tudo isto deveria contribuir para que diminuísse a violência e o tráfico de drogas como uma “profissão” e os bárbaros crimes contra vida que são cometidos em todo o Brasil e que hoje alcançam já as cidades do interior do país e áreas rurais outrora locais de sossego e segurança absolutos.
Transcrevo após este prólogo matéria do site G1 que mostra o nível de avassaladora violência exatamente no Nordeste onde, segundo dados do governo do PT, é investido a maior fatia dos recursos dos programas sociais.
Conclui-se, daí, que que é uma histriônica mentira a afirmação repetida ad nauseam pelo esquerdismo, segundo a qual a violência decorre da exclusão social por conta das “elites gananciosas”, e outras alegações que não encontram qualquer respaldo frente à realidade dos fatos.
O curioso é que a dedicação de brasileiros ao tráfico de drogas cresce de forma impressionante. A verdade é que boa parte dos brasileiros não quer trabalhar e muito menos estudar. Prefere viver no submundo pois, fora do trabalho formal, mantém o benefício do programa bolsa-família. E agora como verão, nesta notícia à qual faço a transcrição, registra que aumento o número de mulheres no tráfico de drogas. E isto está acontecendo justamente no Nordeste onde há a distribuição recorde de bolsas família.
O que afirmo não é nenhuma teoria conspiratória, nenhuma viagem na maionese ideológica. É a trágica realidade que só a ciência haverá de mais adiante esclarecer. A minha intuição leva-me a pensar que a o processo da evolução do chimpanzé ao dito homo sapiens ocorre de maneira distinta em diversas regiões do planeta. Por azar, o Brasil e todo o continente latino-americano se igualam às mais atrasadas sociedades do planeta. Leiam:
As mulheres estão tomando conta do tráfico de drogas na região do Cariri, sul do Ceará, segundo a polícia informou nesta sexta-feira (10). O motivo principal dessas mulheres entrarem no tráfico, é que a maioria delas está com o marido ou companheiro preso. Enquanto eles cumprem pena lá dentro, elas continuam com a atividade do tráfico fora.

Nesta sexta-feira (10), de sete pessoas presas, em Juazeiro do Norte, no Cariri, seis são mulheres, duas delas adolescentes. O fato, segundo a polícia, mostra ser cada vez maior a participação delas no tráfico. No ano passado, 47 mulheres foram presas por este crime. Em menos de dois meses de 2012, já são 11 mulheres envolvidas com o tráfico de drogas. Com as suspeitas, foram encontrados maconha, crack, cocaína, além de celulares, câmeras fotográficas e dinheiro.Do site G1

George Soros fala sobre a crise financeira do Euro

14 14UTC fevereiro 14UTC 2012

http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,814920,00.html

O discípulo dele

14 14UTC fevereiro 14UTC 2012

Chê x Reagan

14 14UTC fevereiro 14UTC 2012